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26 ago 2014

[Arxentina] Revista "Semilla de Liberación" nº 2

Recibimos un correo con os enlaces para descargar debalde este nº 2 e tambén o 1º desta revista arxentina contra o desenvolvemento tecnolóxico e industrial que destrue o habitat e que se autodescrebe así:

"Sen intención de pertencer a nada, nin buscar a aprobación de ninguén, achegámoslles o número dous de revísta "Semilla de Liberación" en pdf, tamén lles deixamos o número uno en pdf, o cal complementa as notas deste número dous e os números seguintes".

Presentación:

Abordando o número dous desta revista, seguimos tratando de atoparnos cunha problemática que vemos pouco atacada, a relacionada coa destrución do hábitat de todas as especies desta terra, un habitat que logrou un equilibrio ao longo de millóns de anos para que só unha especie crebe este equilibrio nunhas cantas décadas, tendo como punto de partida o desenvolvemento tecnolóxico e industrial.

Dentro desta carreira incesante polo progreso, quen se achan fóra das súas lóxicas, incomodas, en desgusto e en guerra serán perseguidas, discretamente exterminadas coas lóxicas da sociedade que a sustenta. Esta carreira parece ter como fin a desnaturalización da vida e a domesticación dos últimos vestixios do salvaxe. Lonxe das asquerosas "loitas pola natureza" esquerdistas, incluída a de certos sectores anarquistas, onde a "loita" é só un emblema mais.

Lamentablemente temos que falar de "Biotecnoloxía, transxenia, nanotecnoloxía, ciencia, progreso" con todos os elementos que isto carrexa, pero sempre é bo ter en vista o que nos ataca, e non precisamente para escapar ...

Non perdemos do todo as esperanzas, e oxalá esta publicación chegue a aquelas anormais quen se atopan disconformes co sistema tecnolóxico positivista de dominación.

Contido deste número 2:

Antopocentrismo na loita pola terra
Reflexos do progreso sobre o Tipnis
Guerra ás maquinas!
A nano-pesadelo
Entrevista a Walter Bond, primeira parte
Fracking a nova cara do ecocidio
Crítica do novo mundo feliz que se aveciña
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18 ago 2014

[Piauí - Brasil]: Primeiro número da Revista Mandu Ladino

E uma mais publicação, estas chegada da mão da agência de notícias anarquistas ANA:

C o m u n i c a d o:

É com imenso prazer e alegria que lançamos nosso periódico informativo, chamado Mandu Ladino, órgão de propaganda do GEAPI - Grupo de Estudos Anarquistas do Piauí (estado do nordeste do Brasil). A proposta é divulgar nossas atividades, ideias, documentos importantes e apoiar os grupos, associações, bibliotecas, coletivos e coordenações anarquistas no Brasil e no Mundo.

Para ler, basta baixar a mesma nesta ligação.

O anarquismo no Piauí vive e prospera!
O povo vencerá!


A p r e s e n t a ç ã o:

É com prazer que o GEAPI – Grupo de Estudos Anarquistas do Piauí abre espaço para mais um meio de informação e comunicação da ideologia ácrata em solo piauiense, através do Jornal Mandu Ladino.

Seu nome é uma homenagem ao indígena Arani que liderou a Revolta de Mandu Ladino, movimento de resistência desenvolvido após inúmeras brutalidades contra os nativos piauienses por parte dos colonizadores portugueses, entre os anos de 1712-1719. Mandu Ladino articulou o levante com outras aldeias, queimando fazendas de gado, as mesmas que se apossaram das terras de grande parte da população originária da região. O movimento alcançou a província do Ceará e Maranhão, e foi sufocado após a morte de Mandu por ferimento e afogamento no Rio Parnaíba.

Mandu Ladino deve ser reconhecido como símbolo de mudança e rebeldia, de resistência ao sistema que domina e explora, pois assim atuou e lutou em seu tempo, e por conta disso reivindicamos a memória combativa deste indígena para nomear nossa nova via de comunicação externa.

O jornal será editado mensalmente, trazendo notícias, das lutas piauienses, nordestinas, brasileiras, e mundiais, assim como indicações de leituras e indicações de nossas atividades durante determinado mês. Esperamos, através dele, promover mais ainda o debate e construção do anarquismo no Piauí, considerando o espírito internacionalista e cooperativo arraigado no anarquismo desde as suas iniciais formulações durante os primeiros embates do forjar da luta de classe na Europa do século XIX.
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11 ago 2014

[África do Sul] Boletim informativo do Colectivo Anarquista Africano Tokologo

Acostumamos dar pulo, de quando em quando, á informaçom que nos chega de lugares remotos onde a anarquia esta presente e activa, às vezes esta informaçom da-nos certa perspectiva de como vam as coisas nestes lugares e acercam-nos a experiências similares às que vivemos por acá. Este é o caso desta notícia, onde a agência ANA fai-nos saber que este boletim, que vai já polo seu 3º nº, vem de sair as ruas. Está em inglês e podedes descarrega-lo à ìntegra neste enlace. Mas, a ANA também nos envia a editorial traduzida e colamos polo seu interés em conhecer o que se passa na África do Sul:

Bem-vindx à 3ª Ediçom de "Tokologo", produzida por membros do Colectivo Anarquista Africano Tokologo, sediado em Gauteng, África do Sul. Nossxs membrxs vem de Joanesburgo, Khutsong, Sebokeng e Soweto; nos dedicamos à luta pola liberdade plena da classe trabalhadora e pobre, na África do Sul e além. Nós nom queremos a privatizaçom (propriedade capitalista), nós nom queremos a nacionalizaçom (propriedade do Estado), queremos a autogestom e a socializaçom (propriedade da comunidade e dxs trabalhadorxs) da terra e todos os outros recursos produtivos.

Antes de continuar, gostaríamos de ressaltar nosso pesar em relaçom à morte de nossa camarada Lawrence Zitha, para quem temos um obituário nesta ediçom. Vá em paz, camarada! Você deixará saudades.

Na época da publicaçom, nosso país recém passara por eleiçons estatais. Nós nom achamos que as eleiçons som um caminho para a classe trabalhadora e pobre: nós precisamos de algo melhor. Nós precisamos nos organizar e mobilizar, exterior ao Estado e contra ele, exterior aos capitalistas e contra os capitalistas.

Os grandes problemas que enfrentam as massas continuam. O crime é um deles. Está claro que a polícia é completamente incapaz de resolver o problema. Isso é demonstrado polos artigos sobre a tragédia em Khutsong, onde, frustrados polo crime, membros da comunidade assassinaram gângsters. O Estado respondeu a esta acçom - e às demandas para a limpeza da área - através de umha ocupaçom massiva da municipalidade. Violência policial e assédios eram comuns; umhx de nossxs membrxs foi severamente afetadx. Eventualmente a comunidade exigiu que a polícia fosse embora. Mas enquanto o ganguismo continuou, os membros da comunidade acusados dos assassinatos no fim de 2013 foram para os tribunais.

Outros artigos mostram que nom faz sentido esperar o governo combater o crime: a polícia parece disponível para matar trabalhadores e manifestantes (como podemos ver em Marikana em 2012), mas ainda assim, a corrupçom permanece descontrolada no Estado. Xs que denunciam a corrupçom, como demonstra esta ediçom, som ameaçadxs e pressionadxs por políticos poderosos.

Entretanto, estes mesmos políticos querem votos - e líderes da COSATU (Congresso de Sindicatos da África do Sul) parecem determinados a continuar despejando campanhas eleitorais, ao mesmo tempo em que o dinheiro utilizado nestas campanhas poderia ser mais bem utilizado em organizaçom e luta.

Mas onde podemos encontrar umha alternativa?

Em primeiro lugar, é crucial construir umha organizaçom política anarquista, com umha agenda clara: mobilizaçom e educaçom da classe trabalhadora, construir contrapoder, e lutar contra a classe inimiga.

Segundo, podemos aprender com o passado. Nós nom vimos do nada. Nós vimos dumha tradiçom internacional poderosa e heroica, do anarquismo/sindicalismo. Isso também possui raízes profundas no continente Africano.

Entom esta ediçom inclui artigos sobre a história do anarquismo e do sindicalismo na África do Sul, observando a Liga Internacional Socialista e os Trabalhadores Industriais da África em 1910, assim como o Sindicato de Trabalhadores Industriais e Comerciais (ICU) na década de 20. Estes viram das nossas oficinas.

É importante observar esta história, para entom sabermos de onde vimos. Mas também é importante olhar para trás e aprender das nossas vitórias e derrotas passadas. Como mostra o ICU, sem umha estratégia clara, controle operário efetivo, e finanças transparentes, nengumha organizaçom de massas pode conduzir o projeto dumha transformaçom social radical, o projecto anarquista.

Certamente as coisas nom podem continuar como estám: como disse sabiamente muitos anos atrás T. W. Thibedi, um de nossos antepassados no movimento: "Por que todos os trabalhadores devem ser submetidos polos ricos quando som eles que fazem todo o trabalho do País?".

Para baixar a revista clique aqui:

https://zabnew.files.wordpress.com/2014/07/tokologo-03.pdf
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6 ago 2014

Nº 25 da Revista Anarquista Argentina "Parrhesia"

Um novo nº da revista das compas argentinas, realizada em Bahía Blanca e que, de novo, nos figerom chegar. O Parrhesia nº 25, que já podedes descarregar nesta ligaçom. (abaixo em "leer más..." tendes acesso ao índice).

"Escuitarom? É o som do seu mundo derrubándo-se. É o do nosso resurgindo. O dia que foi o dia, era noite. E noite será o dia que será o dia".

- No sea usted como el cura Gatica “que predica, pero no practica”.
- Aullidos a favor del situacionismo.
- Populismo, mitos y deschaves.
- Durito y una de llaves y puertas.
- Marcos
- Futbol y espectáculo.
- Del aqueronte al lete.
- Informe sobre vigilancia.
- Testimonio de un suicida.
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[São Paulo - Brasil] Primeiro nº da Revista da Biblioteca Terra Livre em descarga gratuita

Reproduzimos o Comunicado:

Com muito prazer, anunciamos que já está disponível o primeiro número da Revista da Biblioteca Terra Livre. Para fazer o download da revista completa clicade aqui:

Abaixo segue o conteúdo da primeira edição:

EDITORIAL

• Relato da IV Feira Anarquista de São Paulo – 2013, por Biblioteca Terra Livre.

ESTUDOS ANARQUISTAS

• Ciência e emancipação feminina, por Ana Claudia Ribas.

• A ordem hierárquica e a diferença dos sexos, por Eduardo Colombo.

• O emprego do termo “anarquia” em Bakunin, por René Berthier.

LEITURAS LIBERTÁRIAS

• A respeito da violenta polícia da paz, por David Graeber.

• O retorno ao poder visto por Michel Foucault, por Philippe Pelletier.

• Venezuela, uma encruzilhada onde há quem se perde, por El Libertario.

• Não começou em 2013, não terminou em 2014, por Comitê Popular da Copa/SP.

• Uma crítica política de uma peça teatral, por Liberta.

DOCUMENTOS

• Ideias de reconstrução social, por Adelino de Pinho.

EXPRESSÕES LIVRES

• Os dois viajantes, por Ricardo Flores Magón.

• A marselheza do fogo, por Neno Vasco.

• Ela se tornou uma anarquista, por Marie Joffrin.

Para fazer o download dos artículos da revista clicade acá.
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12 jul 2014

[Brasil] Publicaçom “Balaklava: Um Chamado à Guerra Nômade”

“O perfil dos black blocs nom muda. É quase sempre o mesmo: desempregado e jovem, acha que a única maneira de resolver seu problema é quebrando tudo. Já está se tornando umha diversom para eles, como se fosse sair numha sexta-feira à noite” Wagner Giudice, delegado do DEIC (Departamento Estadual de Investigaçons Criminais)

“Em umha sociedade que aboliu toda forma de aventura, a única aventura restante é abolir tal sociedade” Internacional Situacionista

A publicaçom “Balaklava: Um Chamado à Guerra Nômade” foi lançada no outono de 2014 (na primaveira por estes lares) e teve algumhas centenas de cópias distribuídas gratuitamente por nossas células em várias das cidades onde ocorreram os actos do 15 de maio, o 15M, dia internacional de luta contra a Copa do Mundo de Futebol.

O texto está dividido em 13 capítulos, com 80 páginas, que analisam as lutas no Brasil desde junho de 2013, mas também sua relaçom e conexom com outros levantes como os que simultaneamente tomaram lugar na Turquia e também o que varreu a Grécia em 2008 e a Primavera Árabe de 2010 e 2011. Além disso, conta com um apêndice sobre cultura de segurança e reflexons sobre o controle imposto a todas nós na era conhecida como auge da comunicaçom digital.

Vemos a essa luta contra a Copa como umha continuaçom das ondas de lutas libertárias e radicais que surpreendentemente emergiram e se fizeram visíveis – junto a outras nom tam libertárias assim – durante o último semestre de 2013. Sectores e grupelhos com umha disposiçom radical para a luta conseguiram se encontrar e disseminar seu teor crítico e acçons anárquicas, mas também atraíram a atençom do Estado e seu poder repressivo que promete, e vem sendo, implacável no ano de 2014.

Os mega eventos e seu legado de leis de exceçom, repressom a movimentos sociais e ameaça aos direitos básicos de diversas comunidades som exemplos de como o Capitalismo mundial precisa de pontos de ruptura para adaptar e tornar ainda mais brutais os aparatos através do qual suas classes dominantes mantêm o poder e o controle sobre nós. É nesse cenário que nos levantamos para continuar compartilhando experiências e conhecimento crítico, além de fazer novos chamados e buscar melhores encontros.

Cópias estám sendo enviadas anonimamente para diferentes editoras e distros que pensamos poder ser um ponto de difusom para esses debates. Todo o texto, assim como outros materiais libertários e relacionados à segurança e muniçom para a resistência anti-capitalista pode ser encontrada para download no site do projecto: Balaklava.

Donde as autoras especificam que: "disponibilzamos o texto na íntegra para downlad para ser lido, compartilhado, apropriado e disseminado como um câncer. Passe a diante e lembre-se: você nom ouviu nada de nós".

Clique para BAIXAR: [Balaklava.PDF]

Noticia redactada segundo informaçom da ANA recebeda na nossa caixa de correios e do pŕoprio site da Balaklava
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9 jul 2014

Nº 3 do fanzine Besos y Bombas xa disponible

Que vivan os fanzines!!

Xa está disponible o Nº3 de "Besos y Bombas". Dende Abordaxe recomendamos unha vez máis a súa letura e difusón.

Podes descargar o fanzine na nosa sección "Publicacións Amigas" e na seguinte ligazón:

PORTADA

CONTIDO

Este fanzine está realizado polo compa do blogue "Rebelión de las Palabras", que o presenta así no seu blogue:

Xa está listo o terceiro número deste o meu humilde fanzine, tras unha espera máis longa que a do número anterior.

Neste fanzine incluín novas reflexións e textos, buscando a crítica e a autocrítica, así como tamén outros materiais que intentan contribuír á desmontaxe deste mundo, a posta ao descuberto das súas contradicións e o ataque ao seu núcleo, eficaz e atinado. Tamén, en certo modo, achega un anaco de min (aínda que poida soar ridículo).

Unha vez máis, sentirvos libres de descargar, fotocopiar, difundir, etc. sexa a través de Internet ou na rúa, aínda que eu quero recalcar unha vez máis que prefiro o intercambio de man en man e de persoa a persoa antes que a circulación fría e automatizada por Internet, pero bon, que non vos cortedes se queredes rularlo pola rede. Toda difusión se agradece.

Este número, a pesar de que aparentemente non garda relación, vai dedicado á memoria de Gustavo "Gavioto", preso en loita morto recentemente no Centro Penitenciario de A Lama, presuntamente por sobredose de pastillas. Que a terra che sexa leve.
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19 jun 2014

"Revista Aullidos #2" - publicación anarquista

Recibimos na nosa caixa de correos un pedido de difusión desta moi interesante revista anarquista (en castelán) que nasceu en abril deste ano e xa vai polo 2º número.

Realizada no territorio "domeñado" polo estado de $hile. Se ben non consideramos importante o lugar da súa feitura senón a propia feitura en si. E tras botarlle unha ollada por riba, podese apreciar que está feita con calidade e abrangue uns temas comúns a calqueira, mores onde mores. Colamos a editorial deste seu 2º nº e máis o índice (que traducimos) e oferecemos os enlaces para a súa descárrega ou leitura dos dois nºs editados ata agora.


Editorial:

A pasos firmes, segurxs e rabiosxs contemplamos o andar do porvir e o seguir crendo en nós mesmxs, chuspindo os nosos ansiosos desexos de continuar expandindo, comunicando, aumentando e sumando á chama que xa esta acendida da apreciada revolta.

Derrubando todo acto de coacción e aniquilando todo individuo que nos programe e nos goberne na cotianidade.

Así é como nos animamos a comezar o noso segundo tomo de "Aullidos", rompendo o silencio e a inactividade constante do noso día a día.

Coidado irmáns afíns, camiña con coidado, cautelosx, sixilosamente e vixía dende as túas costas que o estado e os seus lacaios nos perseguen e á vez nos temen pola peste que propagamos e accionamos polo fin da orde actual e o desta sociedade auto-destrutora.

Rompamos a constante apatía presente na rutina, que volva a inquietude, a iniciativa, a inspiración que motivos non son poucos para seguir loitando pola rebelión.

A palabra é acción!

e a acción reafirma a palabra!


Índice:

páx 2 - "Sobre o Amor"
páx 5 - Indixs norteamericáns e vexetarianismo
páx 11 - Faino ti mesmx : Leites de avea, amendoas, sésamo, Pan de plátano
páx 13 - Mediciña Natural: Liñaza ou liño, perexil, allo, alfábega, "cochayuyo" e "chilco"
páx 17 - Copa do Mundo?
páx 20 - Bosquexo da vida dun guerreiro - Marco Camenisch
páx 24 - Cultivos forestais: Inimigos da vida
páx 26 - "A Abolición do Traballo" (fragmento) x Bob Black

Enlaces para descárrega ou leitura:

- Aullidos 2
- Aullidos 1
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8 jun 2014

nº3 da revista FIERA xa na rúa

Xa saiu o nº3 da revista Fiera.

As formas de conseguir a revista son as habituais; chegarán aos espazos antiautoritarios: distris, locais, librerías, etc... do maior nº de cidades posibles pero senón, pódense encargar exemplares á distribuidora Resistencia Vegana
http://www.resistenciavegana.es/distri/

Contido:
-Editorial.
-Destruir para liberar.
-Un mensaje de Tatiana.
-Entrevista: Pantherès Enragéss (estado francés).
-Abolición del veganismo.
-Algunas fugas no humanas.
-Acciones contra la dominación.
-Represión//Presxs.


Pedimos que a revista non se suba para descarga en internet


publicado polo Raposo de Arteixo
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19 mar 2014

Libres y Salvajes nº 2 - Publicación Anarquista - Un Berro Contra a Tecnoloxgía e o Sistema de Dominación

Recibimos na nosa caixa de correos o segundo número da publicación "Libres y Salvajes", un berro contra a tecnoloxía e o sistema de dominación. A revista é gratuita e convidan a que, se desexas distribuila na túa zona, te poñas en contacto con elxs en blogmoai@gmail.com. Podes aceder a ela neste enlace

No seu índice contan que: "Como xa explicáramos no número anterior, a idea desta revista é criar un lugar de encontro e debate sobre a tecnoloxía e as súas implicacións sociais dende unha óptica anarquista, pero a verdade é que case todos os artigos foron escritos ou traducidos polos membros do colectivo. O único artigo que recebimos foi o de García Olivo, a quen agradecemos a súa colaboración e esperamos que, no futuro, se anime máis xente e conseguir criar un amplo debate sobre estratexia e acción con respeito ao sistema tecno industrial". Colamos de seguido o Índice e o resto da editorial deste nº 2 desta mopi interesante revista feita entre compas de Zaragoza, Málaga e Barcelona, que tambén editan o Boletín MOAI sobre o Control Biolóxico, Tecnolóxico e Social, publicacións que podedes atopar para a súa leitura e descarga no seu blogue.

La civilización es ruido
La defensa de la Tierra y “el Bergantes no se toca”
Sindicalismo, ecología y feminismo. La visión de Judi Bari (Jeff Shantz)
Pedir, robar, nunca trabajar. Quinismo del siglo XXI (Pedro Garcia Olivo)
Resistentes al primer ferrocarril.- Los ludditas de la tierra
Caracremada , el maquis que dinamitaba las torres de alta tensión
Botánica recreativa: el tejo
Los chicos malos de la casa del árbol. El Green Sacre (The Brillant)
Superando el turismo. (Hakim Bey)
El trabajo en la edad media. (Samuel R)

Editorial:

Un ano despois volvemos, o cal quere decir que, de momento, somos quen de manter a nosa periodicidade. Este ano foi importante para o desenvolvimento tecno-industrial en España e no mundo. Google presentou en sociedade os seus goolge glasses, aínda que, de momento, non os comercializará por non poder garantir a privacidade dos dados (a liberdade morreu hai tempo e no seu lugar nos deixaran un triste substitutivo denominado privacidade), Pescanova afundiuse en Sudamérica despois de apostar todo canto tiña á transxenia animal, comenzamos a familiarizarnos con os drons, algo “positivo” dado que, dentro de non demasiado tempo, serán os encargados de velar pola nosa “seguridade”, Europa decidiu seguir o camiño dos Estados Unidos e destruir os seus propios acuíferos para obter gas de esquistos e como sempre, nos seus confortables laboratorios, científicos e executivos, seguiron desenvolvendo a nova tecnoloxía que mañán intentarán impoñernos polo noso ben.

Pero non todo foi malo neste ano, un grupo do colectivo viaxamos a Vall di Susa en Italia para ver como un movimento local, con as súas luces e as súas sombras, é quen de parar unha gran infraestructura como o tren de alta velocidade europeo entre Francia e Italia e xa levan máis de 20 anos na luita, todo un exemplo para o resto. Na distancia, apoiamos á xente que en Girona enfrontase á Liña de Moi Alta Tensión (MAT) que unirá España e Francia para intentar criar unha autovía eléctrica mediterránea onde vender o sobrante das centrais nucleares galas arrasando ao seu paso con todo. Tambén nos implicamos na luita contra o Fracking, que empeza a tomar cada vez máis forza, e que se vai expandindo, dende Cantabria e Burgos a Euskadi, Catalunya, Zaragoza, Teruel, etc. Esperemos que en todos aqueles lugares onde hai un permiso concedido ou simplemente pedido, a poboación ergase para parar esta nova tropelía tecnoentusiasta que parece empeñada en destruir toda a vida sobre a terra. Neste número da revista atoparás artigos sobre algúns distos temas, dos que esperemos que gostes e te fagan reflexionar sobre a sociedade actual e a súa dependencia con a tecnoloxía.
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5 mar 2014

Fanzines (en castelán) "Resistencia Obrera al Trabajo Industrial y a la Máquina. Antes de los Ludditas" e " Ludditas de la Tierra Resistentes al Ferrocarril"

Recibimos un correo dxs compas cataláns do blogue anarquista "Negre i Verd", especializado nas luitas antidesenvolvistas e de defensa da terra, xurdido na rede a finais do ano pasado. Agora e dende a súa páxina as compas oferecen a traducción ao castelán de dous interesantes fanzines: "Resistencia obrera al trabajo industrial y a la máquina. Antes de los ludditas" e "Luditas de la tierra resistentes al ferrocarril". Tambén están disponibeis en catalán: "Resistència Obrera al Treball Industrial i a la Màquina" e "Els Luddites de la Terra i l'inici de la Xarxa de Dominació"

O seu logo é a rá branca e verde(a que vedes no deseño adxunto), que como apontan as compas no seu blogue: A ra branca e verde de América Central ten na súa pel unha toxina poderosa capaz de matar animais máis grandes, incluíndo seres humanos. Pero se é domesticada, a ra perde a súa virulencia para ser completamente inofensiva. Leer más...

3 mar 2014

[Fanzine] Besos y Bombas nº 2

O compa do blogue "La Rebelión de las Palabras" nos enviou un outro nº do seu fanzine "Besos y Bombas" que, en algo máis dunha semana, xa vai polo segundo. El mesmo explica os motivos de tan pronta producción na introducción deste novo número: "¡Hola, sospechosxs habituales! Os saludo desde un nuevo número del Besos & Bombas. Apenas ha pasado tiempo desde la edición del primero, pero la necesidad de seguir expresando y dando forma a mis pensamientos, de seguir cuestionando y desprogramando esta realidad asfixiante y calculada, me motivó a lanzar un nuevo número antes de lo que esperaba".

Colamos na nosa sección "Outras Publicacións Amigas", para a sua leitura e descarga:

Portada "Besos y Bombas nº2"
Corpo "Besos y Bombas nº2"
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21 feb 2014

[Fanzine] Besos y Bombas

Difundimos este fanzine realizado polo noso compa do blogue "La Rebelión de las Palabras", un proxecto de seu, que como explica el mesmo nesta entrada do seu blogue: "Fai unhas semanas, contando con algo de tempo libre, decidín empezar un proxecto de fanzine onde poder expresarme e ao mesmo tempo abrir un espazo de comunicación participativo onde calqueira que o desexe poidera colabourar con as súas aportacións, xa sexan textos, poesías, recetas veganas, ideas, críticas, suxerencias ou calqueira outra cousa que se vos ocurra que poide enriquecer o contido".

Aquí, en Abordaxe, acordamos darlle pulo a esta nova iniciativa e darlle un seu espazo na nosa sección de "Publicacións Amigas", dende onde podedes aceder á súa leitura ou descarga.

Colamos acá (traducido) o resto do texto que acompaña esta novidade criativa do compa:

Tituleino "Besos y Bombas", acordándome dun blog chamado igual, levado por varixs compas de Latinoamérica e que me gustou moito cando o descubrín, hai xa uns anos. Sería un pouco inxusto tomar prestado o nome sen enlazar ao blog, así que quen queira pode velo aquí, aínda que por desgracia hai tempo que non o actualizan, e non ten tampouco moitas entradas publicadas, pero o motivo polo que escollín este nome é porque creo que define bastante ben o que o fanzine pretende transmitir, o cariño que nos temos como compañeirxs e que nos une máis alá de calquera categoría afectiva estática e o odio que profesamos a este sistema, á autoridade, e á forma en que nos rouban a vida e as ilusións día a día.

De momento, só fixen un número, moi básico, e como primeiro intento creo que non quedou mal, dado o limitado dos meus coñecementos de maquetación, aínda que tampouco me parece nada do outro mundo. É certo que gran parte do que inclúe xa foi publicado anteriormente no blog, e quizais algúns/unhas xa non o encontredes tan interesante, pero igualmente, se vos apetece e se vos mola ou coñecedes alguén a quen pensades que lle pode interesar, invítovos a rularlo e a pasalo, igual que, volvo repetir, a enviar as vosas propias movidas ao correo electrónico creado para contactar para todo o relativo ao fanzine, e que vos deixo a continuación: besosybombas@riseup.net

En principio, no fanzine cabe de todo, aínda que o primeiro número contén varios textos ou artigos tanto propios coma de compas afíns e achegadxs, un apartado de poesía, outro de receitas veganas e pouco máis, e espero incluír un dedicado a noticias de accións que me chamen a atención especialmente e outro a noticias breves relativas a compañeirxs presxs. Se queres achegar algo, ten en conta que no fanzine non se dá cabida a ningún material que reflicta calquera forma de discriminación, exclusión ou autoridade, xa sexa heterosexismo, racismo/xenofobia, clasismo, especismo, ou que apoie a creación de calquera tipo de estrutura coercitiva ou xerárquica. Tendo isto presente, non te cortes.

Estou co segundo número, e confeso que vou con calma, pensando que incluír e que cambiar, así que non sei cando sairá.

Sen máis, déixovos os enlaces e espero que lle encontredes utilidade, e se non, sempre podedes culparme a min e usalo para calzar algunha mesa coxa que teñades por casa:

- Fanzine Besos y Bombas Portada
- Fanzine Besos y Bombas Corpo
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9 oct 2013

[Baixo Miño] Novo nº da Publicación Anarquista Aperiódica "Ácaros" nº3

Recebimos un correo con un novo número desta Publicación Anarquista do Baixo Miño (o 3º), que segundo xs autorxs. segue na mesma liña: Breves reflexións sobre temas de actualidade local, territorial e internacional con artigos breves de opinión e algunhas convocatorias e eventos a destacar.

Tentamos espertar interese nx lector/a para que siga informandose acerca dos temas introducidos

Existe a posibilidade de aportar propostas de mellora, posibles cambios, críticas, recomendacións, temas a tratar, artigos e todo tipo de colaboracións.

Disponible para leer ou descargar na nosa sección de "Outras Publicacións Amigas"

Contacto: acaros-baixominho@hotmail.com

veña, un saudo

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14 sept 2013

[Grecia] Panfleto "Eu simplemente fago o meu traballo... "

O compa do blogue "La Rebelión de las Palabras" enviounos un correo para a sua difusión deste panfleto (que traducimos ao galego):

Este texto correspóndese cun panfleto difundido en agosto de 2011 (xa choveu!) pola Asemblea Popular de Atenas (o espazo social aberto na praza Syntagma durante un tempo a través dunha acampada, dentro o movemento homólogo ao 15-M en Grecia). A pesar das miñas obvias diferenzas con esta loita, o texto gústame bastante e considéroo axeitado agora
que, hai unhas semanas, a mediados de agosto, en Atenas, un rapaz de 19 anos, Thanassis Kanaoutis, que estaba, igual que os seus vellxs, parado, morreu cando foi empurrado dun autobús en marcha tras unha discusión co revisor e o condutor que comezou ao ser sorprendido viaxando sen billete. Para máis información deste feito concreto, podedes mirar o comunicado da asemblea popular aberta do barrio de Peristeri onde aconteceu o suceso (no meu blog o publiquei: https://vozcomoarma.noblogs.org/?p=637) e tamén o da asemblea popular aberta do barrio de Aguía Paraskevi (publicado en Verba Volant: http://verba-volant.info/es/tolerancia-cero-para-los-revisores-transporte-publico-gratuito-para-todos/).

Dado que o revisor chegou a dicir que el simplemente facía o seu traballo (polo vísto o seu traballo consiste en empurrar un rapaz de só 19 anos fóra dun autobús en marcha só porque é precario e non ten 1'40 euros para pagar un billete), faise patente, máis de dous anos despois da sua publicación inicial, este texto:

"Eu simplemente fago o meu traballo... "

O madeiro que pega as cidadás, a persoas maiores, a nenxs, a inmigrantes cegxs di que cumpre ordes... Simplemente fai o seu traballo...

O funcionario municipal, que con exceso de celo descolga pancartas, desmonta tendas de campaña e quita carteis, di que cumpre ordes... Simplemente fai o seu traballo...

O revisor nos autobuses, que humilla á xente por un euro e medio... Simplemente fai o seu traballo...

O alguacil que che quita a casa e te desaloxa... Simplemente fai o seu traballo...

Os contadores da Compañía de Electricidade e a Compañía de Subministración de Auga, que cortan a electricidade e a auga a xs pobres... Simplemente fan o seu traballo...

O xuíz que reparte cento trinta anos de prisión a cativos de vinte anos... Simplemente fai o seu traballo...

O militar que putea os soldados... Simplemente fai o seu traballo...

O político e o deputado das comisións, dos escándalos do mosteiro de Vatopedi e de SIEMENS, dos favores... Simplemente fan o seu traballo...

O xornalista que mente e é un servente dos grandes intereses... Simplemente fai o seu traballo...

O sindicalista que vende as loitas dos trabajadores... Simplemente fai o seu traballo...

O cura que comercia co "paraíso"... Simplemente fai o seu traballo...

Os partidos que se tiran como unhas aves rapaces onde ven uns posibles votos... Simplemente fan o seu traballo...

O primeiro ministro, que está a vender o país e ao pobo... Simplemente fai o seu traballo...

En fin, todo funciona perfecto, o Sistema anda ben e fai o seu traballo...

Pero existimos nós, na praza, nas prazas, nas rúas, nas
manifestaciones...Y nós non facemos o seu traballo...

Non marcharemos, se non tomamos a vida nas nosas mans.

Asemblea Popular da Praza de Síntagma
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[Brasil] Fanzine "Tocando o Terror"

Damos pulo a este "zine" feito em Brasil que recebemos na nossa caixa de correios da Agência de Notícias Anarquistas- ANA:

“Esse é um zine feito coletivamente antes dos levantes no Brasil e que temos distribuído mais de forma impressa, mas que agora estamos circulando na internet. Apesar de partir de outro diagnóstico, ele contribui para pensar o controle social”, explica os realizadores do zine “Tocando o terror”, de oito páginas, que já está disponível para consulta e download (links abaixo). A seguir, a apresentação feita pelos autores dessa publicação.

Apresentação:

“O antiterrorismo é uma técnica de governo que afunda suas raízes na velha arte da contrainsurgência, da guerra denominada ‘psicológica’, para dizer de forma educada. O antiterrorismo, ao contrário do que gostaria de insinuar o termo, não é um meio para lutar contra o terrorismo, é um método pelo qual se produz, positivamente, o inimigo político como terrorista. Se trata, mediante uma abundância de provocações, de infiltrações, de intimidações e de propaganda, mediante toda uma ciência da manipulação midiática, da ‘ação psicológica’, da fabricação de provas e crimes, também mediante a fusão da polícia e da administração judicial, de aniquilar a “ameaça subversiva” ao associá-la, no seio da população, ao inimigo interior, ao inimigo político, ao afeto pelo terror”.

Para imprimir em versão PDF:

http://www.mediafire.com/download/2bxv3xdrsrcawyx/versao+impressao+zine+terror.1%281%29.cleaned.pdf

Para ler no computador:

http://www.mediafire.com/download/hj6eeklwl173j9k/versao_leitura_zine_terror.1.cleaned.pdf
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9 sept 2013

[Pontedeume] Venres 13 e Sábado 14 setembro.- II Xornadas Anarquistas e II Festival Punkxea no CSO A Casa da Estación [ Recordatorio e Actualización ]

Hai días recollíamos do seu blogue esta cumprida convocatoria dxs compas de Pontedeume (onde participaremos algunhas piratas de Abordaxe para falar da nosa revista e do blogue e do que xurda), agora re-editamos como recordatorio e además publicamos o cartaz definitivo das xornadas, que ,como vedes, está feito por Carlos Azagra, grandísimo debuxante e colaborador de revistas como Víbora, Makoki ou El Jueves, ao que xs compas da CSO A Casa da Estación cumprimentan con o mais sincero agradecemento por este pedazo de cartaz (para velo máis grande, clicar sobre el e abrilo noutra pestana ou ventá):

Venres 13

19:30 horas: Presentación das Xornadas.

20:00 horas: Presentación do Grupo Humanidad Libre de Lugo e palestra “Historia do anarquismo e anarcosindicalismo dende o ano 1864 ata 1939” a cargo dxs compañeirxs do Grupo Acción Directa de Vigo.

21:30 horas: Música Libre (trae o teu instrumento e únete a improvisación).

23:00 horas: Campionato de Futbolín (2€ por parella) e como premio un trofeo e un lote de libros.

Sábado 14

12:00 horas: Actividades para Nenxs nas que haberá Monicreques e Obradoiro de Pintura.

13:30 horas: Faremos a Comida entre todxs.

15:30 horas: Xantador Solidario (tódolos cartos recadados irán destinados a pagar xs abogadxs que levan a causa penal aberta a varixs compañeirxs na XIII Marcha a cadea de Teixeiro).

17:30 horas: Presentación da Asociación Nais contra a Impunidade, que naceu no ano 2012 e que loita para que as vítimas de tortura e malos tratos non fiquen condenadas ao esquecemento. En memoria de Xosé Tarrío e Diego Viña, mortos baixo custodia policial e carcelaria e cuxa desaparición forzosa e cruel ficou nin investigada nin esclarecida.

19:00 horas: Presentación da Revista Anarquista Abordaxe. Contrainformación, artigos de investigación, noticias, etc., do anarquismo galego e internacional. De formato dixital e tamén con edicións especiais en papel.

22:30 horas II FESTIVAL PUNKXEA

Monstruación (Punk dende Corneyá):
Mítica banda punk formada no ano 1984.

http://monstruacion.bandcamp.com/

http://r-evolutionpunk.blogspot.com.es/2010/08/monstruacion-mienten-cotxeres-de-sants.html
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xW6QmqAqRJw#!
http://www.youtube.com/watch?v=Y3WXOxc5WfA
http://www.youtube.com/watch?v=he3fq52zBxg

Bitxo Bola (Cantautor punk presentando novos temas):

http://www.youtube.com/watch?v=aMxWWlzn2dM
http://www.youtube.com/watch?v=_pNaDe2S7zk

Debakle (Punk dende Valladolid):

http://www.debakle.com/

http://www.youtube.com/watch?v=M-OGDXQEPHY
http://www.youtube.com/watch?v=QolpqlOoXkg
http://www.youtube.com/watch?v=43Axpp1zEFg

Brodio (Punk dende Carral)

https://www.facebook.com/photo.php?v=616349421727804&set=o.137540099740638&type=2&theater

Durante tódalas xornadas haberá espazo dispoñible para pintar ou facer grafiti colectivo.

Tamén serán benvidas as distribuidoras alternativas, artesanía, produtos de horta, etc. Se habilitará un espazo para montar unha pequena feira que estará aberta durante as xornadas.

Tódolos cartos recadados de entrada e inscricións serán destinados a pagar multas e os desprazamentos dos grupos musicais e da xente que dará as palestras.

CS0 A Casa da Estación
Avenida de Ferrol 71
Punktedeume, onde o punk non morre nunca.

Como chegar? (O CSO Casa da Estación está ubicado aprox. onde o cadrado bermello)


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8 sept 2013

15 e 16 de setembro: Pedro García Olivo presenta o seu último libro en Lugo e Compostela

«Cadáver a la Intemperie» é o título deste novo libro que, o Domingo 15 às 20:00' no Ateneo Libertário "A Engranaxe" e o Luns 16 às 20:30' na Biblioteca Anarquista "A Ghavilla", será presentado polo seu autor no que está a ser o seu segundo ciclo de presentacións (polo norte e noroeste da península) deste seu último libro (que intuímos que non será o derradeiro) editado por Logofobia.

Ademais, como apontan no blogue de "A Ghavilla" (onde podedes ler unha crítica do libro que fan as compas da librería e editorial libertaria Malatesta): Pedro virá acompañado por outra persoa desta editorial anticomercial e nos primeros 10 minutos da charla van ir adicados a falar da acampada contra as liñas electricas de Moi Alta Tensión (MAT) que se está realizando en Girona, dado que algun compañeiro de seu está por alá, tema que consideran moi interesante (nos tambén) e do que necesitan apoio por aquilo cren (e cremos) importante darlle difusión. (podedes atopar información sobre a loita anti MAT no seu blogue: www.torresmasaltashanciado.espivblogs.net ).
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3 sept 2013

Nº 22 de Parrhesia, revista anarquista argentina.

Umha vez mais, as compas argentinas da revista Parrhesia fam-nos chegar o seu novo nº, o 22, que já podedes descarregar ou bem lêr nesta ligaçom (acá) (abaixo em "leer más..." tendes acesso ao índice).

Para fazer boca colamos à ìntegra o texto titulado "Tetas" (na sua lingua original, o castelám argentino, dado que a sua traduçom, como na poesia, é compleja e perderia o seu "aquel"):

Tetas Por Paula Giménez

I
A veces incomodan, son suaves y sensibles, son lo que nos diferencia y se ve de lejos. Se siente en abrazos y en miradas. Antes gustaban más chiquitas pero hoy transitamos la era de las tetas enormes. Cuanto menos te entre en la boca, mejor. ¿Por qué tan grandes? ¿Por qué gustan tanto? Según Wikipedia el pezón humano es una protuberancia pequeña en la parte más o menos central del seno o mama que contiene entre 15 y 20 conductos lácteos dispuestos a su alrededor, está rodeada de un área de piel sensible y con una pigmentación más oscura conocida como areola. Se ha establecido su tamaño en aproximadamente 1 centímetro de diámetro y 1 centímetro de longitud. Su finalidad fisiológica en la hembra es la de abastecer al lactante de la leche que va produciendo las glándulas mamarias durante el embarazo y la edad de amamantamiento del infante. En el varón los pezones no se tienen en cuenta, aunque se han dado casos excepcionales de «lactancia masculina». El pezón y la areola son también zonas erógenas del cuerpo humano tanto para el varón como para la mujer. El estímulo de los pezones con leves caricias o lamidas puede llegar a ponerlos erguidos, uno de los síntomas de que la persona está receptiva para realizar el acto sexual, aunque también las temperaturas frías o la exposición al exterior tienen el mismo efecto, endureciéndolos.

II
Duros se ponen y sobretodo si son grandes. A veces bolsas, a veces sobrecitos. Las tetas llevan pezones y los pezones tienen mucho rock. Sienten y saben, cosquillean y se relajan. Me llaman más la atención los pezones que las tetas en sí, pero a los hombres no. Como mujer con grandes lolas, puedo asegurar que si la información es poder, las tetas son información. Mucha, toda junta, compactada y vestida en piel suave y amable. El hombre heterosexual toca y cae mientras vos sabés que cualquier cosa que pidas en ese instante seguro la conseguís. Pero hay que ser valiente porque provocar es de valientes. El beneficio es gustar. Gustar a quien quieras levantarte, porque antes de mirarte a los ojos, el 80% te mira los pechos. En el colectivo sucede, en las ventanillas del banco también. Abusar del escote trae problemas y su regulación es importante. No siempre es adecuado aunque debería ser necesario. En la góndola se vende lo que interesa y lo que interesa es lo que se ve. Parecer es más importante que ser y estoy segura que a Maquiavelo también le gustaban las tetas.

III
Pechos me parece una palabra horrible, al igual que lolas. Tetas es hermosa porque golpea dos veces. Se frena y vuelve a empezar, hace el recorrido en microsegundos y la lengua rebota en el paladar. Te. Tas.

IV
Calidez, lazos maternos, nostalgias. Leche con chocolate y chupadita simpática sudan la remera y se ponen duras por meses. Reposan en la gravedad y asumen un rol inevitable en el lazo de madre e hijo, será tal vez por eso su protagonismo a la hora de la conquista. Todos queremos volver a esa dulce y dormida sensación de siesta, adentro o afuera, con el dedo en la boca, respirando húmedo y babeando el hombro seguro y rígido del adulto. El hombre ama a la teta porque la teta es la madre y la madre es el hombre, o al menos una parte. Y si el hombre es la madre, y así como la mujer para Freud quiere y le falta un pito, el macho desea una teta. No en el pecho sino en la boca. Las razones son varias pero las opciones también. Al ser zona erógena es claramente un lugar delicado. No son botones ni pitutos sueltos, van conectados al cerebro casi directamente. La suavidad es clave, porque es clave el algodón y el mimo. No hagas ni creas que sos más poderoso que lo que ellas pueden producir y arrancá desde el nivel más bajo de sensibilidad. Probá. Todas las tetas son distintas. Todas las tetas, la teta.

V
Desnuda cambia mucho. El corpiño cumple el rol que cumple la ropa, tapar, ocultar, no insinúa, esconde porque el sexo es pecado y porque hace frío. Pero coger está mal, chuparlas está mal, es una locura que mires esa hermosa teta desnuda, da miedo que te enamores de una mujer por sus verdaderas gomas. El problema no es la teta sino el pezón. En las fotos y en las imágenes de la televisión y las revistas aparece como si la cara de un menor de edad, pixelado. Tapado con cuadraditos negros, pobrecito. ¡Menos mal que no me mostrás el pezón pero tengo que ver esa cara de primero te cojo y después te hago el desayuno mientras te miro así y te vuelvo a coger! ¡Menos mal que no veo la piel arrugadita y el botón que nos coloca en un pequeño viaje a los nervios!

VI
Tetas con estrías, tetas en la playa, tetas caídas, pesadas, suaves, blanditas, sutiles, grotescas, firmes, duras, hipócritas, sinceras, presentes, con miedo, gorditas, flacas, largas, circulares, planas, arrugadas, marcadas, rosas, blancas, negras, amarillas.

VII
Hay que mostrar más los pezones y dejar de mentir. Nada de lo que llevamos desde que nacemos es pecado, nada de lo que sentimos con profundidad es innecesario. Por algo existen los nervios, las cosquillas y las tetas. Y va el escalofrío, mientras te agarra de la espalda vos le tocás una mientras chupás la otra y entendés por qué te gustan tanto. No sentís tu cuerpo apoyado, sólo la boca y su recorrido. No hay otra cosa que eso que sucede allí, adentro tuyo y afuera de ella. Lengua, saliva, poros, dureza, suavidad y peso


ÍNDICE:

-RELIGION ANARQUISMO Y POSMODERNIDAD

-TETAS

-ESPACIO DE-COSNTRUCTIVO

-CHANTAJE

-EDUCACION ANTIAUTORITARIA

-POESIAS

-EL JUEGO DE LA DEMAGOGIA Y DE LA CORRUPCIÓN

-¿CORAJE?

-PUSSY RIOT

-MONTEVIDEO: TERRITORIO OCUPADO POR EL ESTADO ASESINO DEL URUGUAY

-EL PUEBLO DEL CAPITAL EXISTE
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2 sept 2013

[Itália] Entrevista con xs compas en prisión do Blogue Culmine

Traducimos do blogue da Federación Península Ibérica e Islas de CNA esta entrevista a Stefano y Elisa (recluid@s nos cárceres italianas) realizada polxs compas do jornal Aversión (aversion@riseup.net):

A entrevista céntrase no rol da contrainformacion e as dinámicas virtuais. Amb@s compas levaron adiante o proxecto do blog de Culmine durante varios anos e nesta conversación realizan un pequeno balance e avaliación do camiño recorrido. En Xuño do 2012 a policía política e o estado déixanse caer sobre un grande numero de compas na chamada "Operación Ousadía", acusad@s dalgúns ataques reivindicados pola FAI/FRI (Federación anárquica informal/Fronte revolucionario internacional); para a policía o rol de "Culmine" foi clave á hora de coordinar e dar espazo para as distintas accións.

Actualmente permanecen en prisión baixo esa investigación: Sergio Maria Stefani, Stefano Fosco e Elisa DI Bernardo

Saudamos indómitamente tanto a Elisa, Stefano como tamén ao resto de prisioneiros anarquistas en Italia que actualmente se encontran coa mordaza da censura e incomunicacion por parte da represión logo dos seus continuos escritos de combate dende o cárcere.

***Entrevista ao blog encarcerado Culmine***

Entrevistamos por carta a Stefano Fosco e Elisa Di Bernardo, os cales levaban o blog anarquista Culmine e que se encontran dende xuño de 2012 en prisión preventiva no contexto da chamada Operación Ardire.

Nos últimos anos, debido a cuestións que escapan a esta análise e que teñen máis que ver coa dirección que está a tomar o Sistema, pero que claramente afectan á nosa forma de relacionarnos, xurdiron blogs e páxinas web que viñeron a substituír a tarefa que ata o momento levaban facendo as nosas publicacións imprimidas. Como credes que iso está a afectar ás loitas e á percepción destas?

Culmine: Estamos plenamente convencidos de que estamos a vivir un período novo dentro do anarquismo. Os blogs e os sitios web permiten a difusión de comunicados, escritos e elaboracións de xeito veloz en todos os lugares do planeta, que permiten o intercambio de ideas e propostas entre compañeiros e compañeiras que probablemente non terían nunca a posibilidade de encontrarse fisicamente. Trátase dunha verdadeira revolución nas relacións entre anarquistas. Somos ben conscientes dos grandes límites presentes neste novo xeito de relacionarse, xa sexa porque o instrumento utilizado non é neutro, senón que está xestionado e controlado polo inimigo, como porque os riscos que hai son moi elevados, como aconteceu con Culmine, o cal non obstante non elixiu o anonimato.

O blog anarquista Culmine foi engaiolado o 13 de xuño de 2012 tamén polo seu traballo de contrainformación. Demasiado complexo é o traballo relativo ás loitas e a súa percepción. Hai que comezar co feito de que actualmente -en 2013-, todos os movementos utilizan Internet: políticos, ecoloxistas, culturais e ata antitecnolóxicos (este paradoxo merecería un afondamento, pero non é este o caso). Mesmo dentro dos anarquismos practicamente todos os grupos de calquera tendencia teñen relación coa rede, pero nos últimos tempos temos a irrupción das redes sociais, como Twitter ou Facebook, con efectos prexudiciais. De todas as maneiras, nunca pensamos que os blogs de contrainformación tivesen que substituír as publicacións en papel.

Parece que hoxe en día Internet abrangue moitos aspectos das nosas vidas e está a influír de xeito radical nas relacións humanas, contribuíndo enormemente ao illamento, a atomización e a alienación. Non credes que, dende o ámbito anarquista, faltan posturas críticas con este instrumento?

Culmine: Si, é verdade que Internet está fortemente presente nas nosas existencias, pero todxs nós, mesmo os e as anarquistas, utilizamos este instrumento na vida cotiá, aínda que sexa para viaxar ou ler un xornal. Non hai posturas de forte e dura crítica cara a esa tecnoloxía e non cremos que sexan suficientes unhas análises de crítica e desamor cara á rede, cunha actitude de snobismo elitista por parte duns poucos «que entenderon algo». Compartimos a urxencia do problema, ou sexa de que hai un risco de illarnos aínda máis e de que calquera aspecto da vida poida chegar a ser virtual, mesmo a confrontación humana, pero ao mesmo tempo non nos deixamos de imaxinar as potencialidades que hai na difusión das nosas ideas e prácticas iconoclastas en todos os cantos do planeta. Máis que nada fai falta unha debida reflexión sobre como programar a nosa existencia totalmente fóra da virtualidade. Trátase, a fin de contas, do dilema da anticivilización, aínda demasiado ancorada no modelo da nosa sociedade. A este propósito Culmine demostrou máis dunha vez apreciar a devandita temática, pero aprazando a un futuro indefinido un escrito propio de reflexión. Considerada a extrema dificultade actual para poder redactalo en conxunto e en tempos breves, non se descarta facelo proximamente.

Concretamente Culmine é o primeiro caso, que saibamos, de represión e encarceramento a un sitio web de contrainformación. A que credes que se debe? Por que Culmine e non outros sitios?

Culmine: En primeiro lugar a represión contra Culmine ten que ver coa lexislación antiterrorista italiana, herdeira das leis especiais utilizadas nos chamados «anos de chumbo». Hai que especificar que non estamos só imputadas por violación das leis de información ou por apoloxía, senón por proxectar, financiar e efectuar materialmente atentados explosivos.

Por que Culmine e non os demais blogs? Porque, ao noso parecer, Culmine nos anos da súa existencia se caracterizou polo feito de non censurar comunicados de accións directas de todo o mundo, dando espazo tamén á voz de moitos presos anarquistas. Non somos as únicas en facelo, vimos nacer moitos outros blogs ou sitios cos cales compartimos reflexións e experiencias. O engaiolamento de Culmine é un mal sinal que chega dende a represión xa que representa un escenario que podería repetirse tamén para outras experiencias similares a nivel contrainformativo. É significativo, por exemplo, que segundo a fiscalía foi unha proba do noso non arrepentimento logo do rexistro de marzo de 2012 (que xa anunciaba unha crecente represión) a nosa inmediata difusión dun comunicado para avisar aos demais blogs sobre o acontecido e a violación do mesmo Culmine.

Unha cuestión latente neste tema é a dos tempos. Internet obrígache a unha constante actualización e todo se fai a unha velocidade moi por enriba das capacidades humanas. Que sentido ten saber a tempo real o que sucede contemporaneamente en todo o globo terráqueo? A nosa capacidade de intervención na nosa realidade máis próxima é de por si moi limitada. Ata que punto isto non crea as mesmas ansiedades que, por exemplo, a caducidade dos aparatos tecnolóxicos ou as modas, que dun momento a outro perde valor e sentido?

Culmine: O problema das actualizacións continuas existe e un blog que non se actualiza con frecuencia deixa de ser visitado. É importante que os administradores dun blog teñan a intelixencia de seleccionar con coidado o material que reciben, dando máis ou menos espazo e importancia a determinados post. Certo, seguramente poderiamos sobrevivir (ademais de, por suposto, continuar loitando e contrainformando) sen saber o que acontece en tempo real no outro lado do mundo. Pero a idea sempre é que o intercambio de información e experiencias poida ser un estímulo para as outras realidades, como acaeceu nos últimos anos. Non obstante hai un límite que non pode ser superado, pola contra cae na virtualidade da loita e na total virtualidade das relacións humanas. Dende este punto de vista pensamos que as mobilizacións vía Twitter, pola súa extrema rapidez e trazabilidade non consenten algún tipo de reflexión, mesmo se xa chegou a ser máis utilizada durante as manifestacións, superando os mesmos SMS.

Salta á vista unha nova concepción do anarquismo de praxe moi influenciada pola web. Hai discursos e formas «de facer» que se ben non todos poden ser considerados nocivos, materializan dinámicas que parecen nalgúns casos reproducións mal asimiladas, e noutros meros xogos de rede.

Culmine: Nos últimos anos apareceu este novo xeito de entender, de vivir o anarquismo; trátase dun fenómeno tan novo que non se logra enmarcalo e as definicións, nesta fase, poden desviar. De todos os xeitos unha das definicións máis repetidas é a de anarquismo de praxe. Ao noso parecer non se pode dicir que a web tivo unha influencia sobre esta nova concepción, senón que axudou a difundir con rapidez o seu alcance, nas súas distintas diferenciacións e denominadores comúns. En si non é unha novidade. Xa no pasado houbo períodos nos que o anarquismo de acción se fixo escoitar con atentados, execucións, sabotaxes e ata secuestros de persoas. A novidade, respecto ao pasado, está na difusión de comunicados de reivindicación a tempo real en todos os lugares do planeta e no posible interese por parte doutras individualidades e grupos en accións dirixidas contra o mesmo obxectivo. Tamén neste caso se trata de fenómenos xa vividos. O exemplo máis rechamante, aínda que hai moitos máis, é o da campaña de solidariedade internacional con Sacco e Vanzetti. En distintas partes do planeta individualidades e grupos anarquistas estaban á espera de das novidades do corredor da morte norteamericano: naquel entón o instrumento de comunicación era o telégrafo, agora é Internet. Por suposto, son moitos os problemas que hai que solucionar con esta nova aproximación. É certo que a miúdo hai unha superficialidade nas análises e que da nada aparecen personaxes alleos a calquera percorrido anarquista (e aos cales hai que tratar coa debida sospeita). Non hai que menosprezar, ademais, os problemas da linguaxe, xa sexa polas traducións malas e feitas con présas (a miúdo realizadas con tradutores automáticos, que nós cremos que hai que utilizar só en casos de extrema necesidade) como por conceptos mal asimilados. Un exemplo poderíanos axudar: fálase moito, dentro do anarquismo de praxe, de guerrilla urbana e de loita armada. Actualmente non temos os instrumentos para analizar o que está a suceder, por exemplo, en Grecia, e por certo nin en Italia nin en moitos outros países hai as condicións para que se poida falar nin de guerrilla urbana nin de loita armada. Tamén sobre o concepto de nihilismo hai unha gran confusión (ao punto de que uns pseudonihilistas chegaron a negar calquera ética, abrindo a porta á mesma infamia) e equivocacións similares están a xurdir tamén fronte ao concepto de antixuridicismo anárquico! Estas equivocacións poden, efectivamente, desembocar nuns antipáticos «xogos de rede» que non obstante Culmine nunca alimentou.

Nós crecemos na anarquía por medio de debates, cartas con compañeiras e compañeiros presos, lendo opúsculos, viaxando, visitando bibliotecas, subscribíndonos a un xornal doutra parte do planeta, falando con antigos sabotadores e guerrilleiros, etcétera. Pero hoxe en día a formación pasa, en gran parte, polos blogs e as redes sociais. Que opinades?

Culmine: Que a actual «formación» aconteza para a gran maioría por Internet non se pode negar, pero é certo tamén que é unha cuestión xeracional (calquera período histórico-social utiliza os instrumentos que hai). As de Culmine chegamos a xestionar un blog logo de facer un camiño, dentro do movemento anarquista italiano, empezado bastante antes da chegada da rede. O que podemos dicir é que quen pertence a un movemento que se define revolucionario ten que ter sempre a capacidade de interactuar, pode que ata de xeito violento, coa situación social que o rodea.

Renunciar de golpe a Internet e a todos os demais instrumentos tecnolóxicos é absolutamente impensable (se ben ideal dende unha perspectiva anticivilizadora). Son os e as que se ocupan da contrainformación os que teñen que poñer as mellores enerxías para que os blogs e os sitios teñan artigos, libros, investigacións afondadas e esmeradas. Non hai outra saída, por agora.

Distinto é o discurso relativo ás perspectivas non inmediatas. Poderiámonos preguntar como e por que se chegou a esta situación, pero esta análise, debidamente autocrítica, abrangue as últimas décadas do anarquismo mundial. E pensamos que a este nivel a reflexión debe ampliarse a outras temáticas, máis alá desta sobre a dependencia tecnolóxica: Cal anarquismo? Insurreccionalismo ou individualismo? Nihilismo ou pesudonihilismo? Formalidade ou informalidade? Siglas, acrónimos ou anonimato? Antixuridicismo anarquista e ata onde unha persoa é antixuridicista? Social ou antisocial?

Esta entrevista intenta ser unha pedra lanzada ao aire coa intención de xerar debate. Queredes agregar algo máis?

Culmine: Queremos comunicar que o que aconteceu a Culmine non se debe a unha xestión imprudente pola nosa parte das medidas de anonimato na web. O noso era un blog público, é dicir, que non escondiamos nunca a nosa identidade, ao punto de que participamos en debates e en distintas actividades anarquistas públicas. A nosa idea é que as individualidades que xestionan blogs anarquistas, aínda máis se se ocupan de comunicados de accións e escritos de presos e presas, teñen que ser coñecidas dentro do movemento.

Cremos que tamén é importante proporcionar un espazo apropiado á autocrítica: erros cométense moitos. É necesario ter a capacidade de ser conscientes diso. Máis dunha vez topámonos, por exemplo, con falsos comunicados, provenientes de mitómanos ou esbirros, e ese é un risco moi elevado para os que se ocupan dos blogs. Neste caso, a experiencia adquirida en anos de loita axuda a comprender a veracidade dos escritos cos que te encontras.

Sempre puxemos atención en sinalar a fonte de nosos post xunto aos e as tradutoras que de tanto en tanto axudáronnos, pero isto para nós é parte dun modus operandi correcto e non superficial, necesario tamén en relación a publicacións en papel.

Malia a represión, malia os longos meses de prisión preventiva en seccións de alta seguridade, non renegamos do traballo de Culmine nestes anos e esperamos que outros blogs poidan continuar coa contrainformación. Ao mesmo tempo estamos máis que interesados nunha reflexión crítica e construtiva, dentro do movemento anarquista internacional, sobre os temas da entrevista de Aversión.

...............................................

Stefano atopase na actualidade na sección para presos anarquistas do módulo de alta seguridade do cárcere de Ferrara e Elisa no cárcere de mulleres de Roma.

Enderezos para escreberlles (tambén len e escreben en castellano):

Elisa Di Bernardo

Rebibbia femminile

via Bartolo Longo, 92

00156 Roma

Italia

Stefano Fosco

C.C. Via Arginone, 327

44122 Ferrara

Italia

trad. eDu
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