Reproduzimos a seguir o chamado da Assembleia de bairro de Keratsini, Drapetsona e do espaço auto-organizado de solidariedade e ruptura Resalto, co galho de se cumprimentar um ano apos o assassinato do músico e antifascista Pavlos Fyssas a maus dum batalhom de assalto de Mencer Dourado e que foi-nos enviado pola ANA; nele fam um moi interesante analise do jurdimento na cena partidista desta "gange" promovida polas próprias forças do Sistema, de como foi colhendo pulo graças a laboura dos meios de desinformaçom de massas, que hoje, hipócritas, os repugnam e os condenam:
Em 18 de setembro de 2013 Pavlos Fyssas foi assassinado no bairro de Keratsini por um batalhom de assalto da gangue fascista Mencer Dourado, por dar de cara com a praga fascista. Este assassinato nom foi o começo da acçom da gangue neonazista. Ele foi precedido por umha série de ataques racistas, pogroms e assassinatos de imigrantes. Como a "evacuaçom" da Praça de Aguios Panteleimon em Atenas polos imigrantes em 2009, com o apoio da Polícia e dos ministros competentes, e o estabelecimento de um "gueto branco" na área da praça, proibindo o acesso a ela de pessoas de cor de pele diferente. Como o pogrom que durou muitos dias, sob a supervisom e apoio da Polícia, mais umha vez no centro de Atenas, depois do assassinato de Manolis Kantaris no centro de Atenas, em setembro de 2011. Como as centenas de ataques sangrentos nas ruas e casas de imigrantes, incluindo o ataque à casa de pescadores egípcios, no verám de 2012, em Perama, em que um imigrante ficou gravemente ferido, e o assassinato do imigrante paquistanês Lukman Sajzat em Petrálona na madrugada de 17 de janeiro de 2013.
Também (o assassinato de Pavlos Fyssas) fora precedido durante os anos anteriores polos ataques incendiários ou de grupos de assalto a centros sociais auto-organizados, espaços e okupas, como no caso de um ataque de pessoas armadas com facas ao espaço anarquista Antipnia, em 30 de junho de 2008, no qual dois companheiros ficaram feridos. Este caso será julgado em 19 de setembro de 2014 em um tribunal de Atenas (dois dos fascistas tinham sido detidos acidentalmente durante a fuga do local, e admitiram seu envolvimento no ataque). Além disso, poucos dias antes do assassinato de Pavlos Fyssas acontecera um ataque de um batalhom de assalto do Mencer Dourado contra sindicalistas do Partido "Comunista" no bairro de Pireo Pérama.
A ascensom de Mencer Dourado, que por muitos anos tinha sido umha gangue marginal paraestatal neonazista de uns supostos cidadáns “indignados” - e sua entrada no Parlamento após as eleiçons de junho de 2012 nom foi accidental (aleatória). Foi promovida polas próprias forças sistêmicas (agências de Estado, os partidos do governo) como um mecanismo complementar da política oficial do Estado cada vez mais dura contra os trabalhadores imigrantes e os refugiados de guerra: perseguiçom e mortes nas fronteiras, operaçons "vassoura" diariamente (no âmbito do projecto Zeus Xenios), expulsons, humilhaçom, espancamentos, torturas e retençom de até 18 meses de imigrantes "sem papeis" nos campos de concentraçom modernos, sem sequer o pretexto de que eles tivessem cometido qualquer crime. Foi promovido como um contrapeso à crescente radicalizaçom social e a disposiçom das pessoas para enfrentar as forças de repressom, gerada pola revolta de dezembro de 2008 e as grandes manifestaçons contra os memorandos da escravizaçom e pilhagem da sociedade após a primavera de 2010, e que culminou com a rebeliom de 12 de fevereiro de 2012.
A ascensom de Mencer Dourado foi promovida assim que esta gangue tornou-se umha força de ataque nas ruas, substituindo o partido ultradireitista Laos, o qual tinha o papel da extrema-direita institucional nos debates televisivos e no Parlamento, e que se considerou que “fora queimado” como umha soluçom sistêmica, após sua participaçom na coalizom governamental tripartite no inverno de 2011-2012, cujo primeiro ministro foi o representante do Capital financeiro transnacional Lucas Papadimos. Umha força anunciada como antisistêmica polas entranhas do próprio sistema: polo chamado “Estado profundo”: a Polícia, o Exército, a Agência de Inteligência, e que surgiu à sociedade com as reportagens montadas, manipuladas da mídia sobre a suposta proteçom que os fascistas proporcionavam aos anciáns que tinham medo de sacar o dinheiro de suas pensons nos caixeiros automáticos dos bancos, e sobre a “promessa” de que “dariam muitas bofetadas nos canalhas, nos traidores da pátria e nos políticos”. Por último, como era de esperar, nom se deu nem umha labaçada (exceito a agressom covarde do deputado neonazista Kasidiaris na deputada do partido “comunista” Liana Kaneli em um show da tevê), ao mesmo tempo que a organizaçom “antisistêmica” votou no Parlamento a anulaçom da dívida das sociedades anônimas proprietárias das equipes de futebol, todo tipo de isençom ou bonificaçom fiscal para os armadores, a venda/privatizaçom do Banco Rural, em que está hipotecada a maior parte da terra agrícola, e tem criado escritórios de emprego de tipo tráfico de escravos “só para gregos”, que encontravam trabalho remunerado com 15 euros diários.
Por mais de um ano Mencer Dourado foi o menininho mimado do Sistema na operaçom "reocupaçom das cidades dos imigrantes e dos arruaceiros", como anunciado polo próprio primeiro-ministro, no âmbito da doutrina de "Lei e Ordem", em umha conjuntura de crise capitalista, da imposiçom de um estado de emergência e de lutas e conflitos de classe e social intensivos. As forças do governo e, especialmente, o pessoal da extrema-direita do partido Nova Democracia, teve relaçons íntimas com eles, como demonstra o caso Baltakos, enquanto as forças de repressom do Regime descia a lenha contra as manifestaçons antifascistas, sendo o exemplo mais ilustrativo de acçom repressiva a detençom e a tortura de 15 antifascistas que participaram de umha marcha motorizada em Atenas, em 30 de setembro de 2012.
Os meios de desinformaçom de massas – que hoje os repugnam e os condenam – com contínuas reportagens, entrevistas e convites a debates televisivos, som os que durante muito tempo trataram de limpar (embelezar) a imagem desta gangue fascista, “depurar” suas várias e diversas actividades assassinas e seu servilismo, apresentar como íntima e trivial a presença de fascistas na vida política e nas ruas, e ratificar (legalizar) como umha normalidade a existência e a acçom dos batalhons de assalto. Nom é casualidade que o principal jornalista do sistema uns dias antes do assassinato de Pavlos Fyssas apresentara abertamente a questom de umha possível futura coalizom com a participaçom de “um Mencer Dourado mais sério”.
As tendências de autonomia, no entanto, dos cans de guarda do Sistema, suas iniciativas cada vez mais unilaterais e claramente assassinas, orientadas cada vez mais enfaticamente contra os comunistas e os anarquistas, correndo o risco (para o Sistema) de provocar um conflito generalizado, acontecimentos insurrecionais e a reativaçom dumha sangrenta guerra civil, ainda que fosse de baixa intensidade, converteram a gangue fascista de um fator de estabilidade para o Regime em um fator de desestabilizaçom que tinha que ser controlado e limitado (restringido). Assim nasceu a piada mais curta, a do “Estado antinazi”, com as perseguiçons e os encarceramentos que sucederam ao assassinato de Pavlos Fyssas. Os mesmos aparatos do Sistema (políticos, econômicos, de propaganda) que montaram a base legitimadora do fascismo e promoviam a acçom dos batalhons de assalto, som os que agora - devido às mudanças necessárias no seio do Regime – vendem antifascismo e fazem chamamentos à normalidade social. Ao mesmo tempo montam em todas as partes, centros de reclusom para imigrantes, tráfico de escravos e cárceres de segurança máxima para os desobedientes, e impõem a desertificaçom capitalista generalizada, a exploraçom mais cruel e o sujeitamento (submissom) “dos de baixo”. Enquanto aqueles que continuam votando, apoiando ou estando nutridos de algumha maneira pola gangue fascista, já nom pode haver nengumha reserva ou inibiçom: se trata de uns fascistas patenteados.
O assassinato de Pavlos Fyssas, no entanto, nom deu origem só a acçons por parte do Regime. No dia seguinte ao assassinato a raiva transbordou, em umha manifestaçom espontânea e muito massiva no bairro de Keratsini, durante a qual se desenvolveram durante muitas horas enfrentamentos com a chamada Polícia antidistúrbios, e ataques contra alvos capitalistas (bancos, casas de penhor de tipo negro “compro ouro”, filiais de cadeias comerciais locais e multinacionais), com um pequeno grupo de fascistoides estando inclusive naquele dia em sua posiçom conhecida entre os policiais da Polícia antidistúrbios, lançando pedras nos manifestantes. Nos próximos dias, no território do Estado grego e em vários países se desenvolveram diversas acçons e actividades. Ao mesmo tempo a nível local as acçons seguiram, com a organizaçom de marchas, intervençons e eventos variados (projeçom de documentários antifascistas, debates, apresentaçons teatrais, concertos, torneios de basquete e de futebol antifascistas, grafitis, pinturas, etc.). Foram criadas relaçons de companheirismo que contribuíram para que nom prevalecesse o medo, senom a dignidade e a combatividade, enquanto que o espaço público adquiriu outro significado como campo de resistência, expressom e liberdade.
Hoje, um ano depois, estaremos de novo na rua, sem falsas ilusons. Porque o anti fascismo nom consiste em fazer exercícios de lealdade, nom se encaixa (cabe) em festas democráticas com discursos fúnebres, em pretexto de humanitarismo, em festivais de televisom. Anti fascismo é umha parte orgânica da luita diária contra o totalitarismo moderno emergente do Capital, do Estado, dos mecanismos transnacionais de Poder, contra a civilizaçom do medo, contra o racismo, o nacionalismo, o sexismo. É um mundo inteiro que dá lutas e abre caminhos, respirando a brisa da liberdade.
Comunidades auto-organizadas de luita, criatividade e solidariedade em todos os bairros, contra o fascismo e o sistema que o gera e o alimenta.
Manifestaçom antifascista em Keratsini, quinta-feira, 18 de setembro de 2014, às 18h, na Praça de Nike, a 200 metros do lugar onde foi assassinado Pavlos Fyssas.
Assembleia da Praça de Keratsini, Drapetsona, Espaço auto-organizado de solidariedade e ruptura Resalto.
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18 sept 2014
12 ago 2014
[Alemania] Documental HAMBASCHER FORST
O compa do blogue Rebelión de las Palabras en colaboración con a peña do blogue Instinto Salvaje veñen de poñer a disposición (con subtítulos en castelán) este documental sobre a luita polo bosque de Hambasch (Hambascher Forst, en alemán):
Hambasch é un bosque preto da cidade alemá de Colonia, e que se encontra dentro dos plans de construción (ou mellor dito, de destrución) dunha empresa chamada RWE, a cal pretende converter a superficie do bosque nun xigantesco burato, ao establecer alí unha mina a ceo aberto de carbón marrón, un dos minerais máis contaminantes e perigosos no seu uso como recursos enerxéticos. En resposta a esta catástrofe aparentemente inminente, grupos de activistas, recollendo a testemuña doutros exemplos de resistencia anteriores no bosque, teñen okupado varias áreas deste construíndo campamentos onde, entre tendas de campaña e cabanas nas árbores, constrúen e experimentan aquí e agora unha forma distinta de vivir, de relacionarse e de enfrontarse ás imposicións dun sistema asasino e delirante que se empeña en converter en mercadoría ou en eliminar todo o que encontra ao seu paso, toleado pola insaciable sede de beneficios e sen mostrar o menor respecto pola vida.
A enerxía que supostamente vai ser producida con estas pedriñas de carbón nin sequera irá destinada a subministrar electricidade a fogares particulares, senón que se dirixirá principalmente á grande industria da zona, a cal se centra maiormente na fabricación e exportación de armas. É dicir, que a industria armamentística que produce os instrumentos que logo exércitos de todo o mundo utilizarán para os seus xenocidios, necesita agora da devastación dunha enésima paraxe natural de incalculable valor e beleza, aínda que iso implique a contaminación do aire e os acuíferos, a esterilidade irreversible de todos os terreos, o masacre da biodiversidade rematando coa flora e a fauna da zona, e o máis importante, a expropiación e desafiuzamento das vivendas ás persoas que viven en vilas da zona e que se ven forzadas a aceptar un realoxamento nas grandes metrópoles ou en cidades máis pequenas onde calquera proxecto de autoabastecemento e de vida como a que levaron ata agora resulta practicamente imposible.
Este documental, realizado de forma autoxestionada polas propias persoas que participan desta loita, foi producido en 2013, antes de que outro desaloxo rematase outra vez con parte da acampada, feito que foi respondido con diferentes accións de bloqueo e sabotaxe, así como tamén con novas okupaciones. Nel, podemos ver xs propixs activistas relatándonos por que se mobilizan, por que foron vivir ao bosque, por que non poden tolerar que RWE complete os seus plans, e cales son os seus sentimentos, os seus sonos, as súas esperanzas e as súas miserias. Unha viaxe ao corazón dunha comunidade de individualidades que xuntando os seus esforzos e colectivizando a súa creatividade deu un paso adiante e se decatou de que é posible conspirar e loitar máis alá do formigón e as ruínas que este mundo infecto deixa ao seu paso.
Pola liberación da Terra, polo fin das agresións ao ámbito e a devastación tecnoindustrial, sexa dende a cidade ou dende os bosques, acción directa e autoorganización!
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Hambasch é un bosque preto da cidade alemá de Colonia, e que se encontra dentro dos plans de construción (ou mellor dito, de destrución) dunha empresa chamada RWE, a cal pretende converter a superficie do bosque nun xigantesco burato, ao establecer alí unha mina a ceo aberto de carbón marrón, un dos minerais máis contaminantes e perigosos no seu uso como recursos enerxéticos. En resposta a esta catástrofe aparentemente inminente, grupos de activistas, recollendo a testemuña doutros exemplos de resistencia anteriores no bosque, teñen okupado varias áreas deste construíndo campamentos onde, entre tendas de campaña e cabanas nas árbores, constrúen e experimentan aquí e agora unha forma distinta de vivir, de relacionarse e de enfrontarse ás imposicións dun sistema asasino e delirante que se empeña en converter en mercadoría ou en eliminar todo o que encontra ao seu paso, toleado pola insaciable sede de beneficios e sen mostrar o menor respecto pola vida.
A enerxía que supostamente vai ser producida con estas pedriñas de carbón nin sequera irá destinada a subministrar electricidade a fogares particulares, senón que se dirixirá principalmente á grande industria da zona, a cal se centra maiormente na fabricación e exportación de armas. É dicir, que a industria armamentística que produce os instrumentos que logo exércitos de todo o mundo utilizarán para os seus xenocidios, necesita agora da devastación dunha enésima paraxe natural de incalculable valor e beleza, aínda que iso implique a contaminación do aire e os acuíferos, a esterilidade irreversible de todos os terreos, o masacre da biodiversidade rematando coa flora e a fauna da zona, e o máis importante, a expropiación e desafiuzamento das vivendas ás persoas que viven en vilas da zona e que se ven forzadas a aceptar un realoxamento nas grandes metrópoles ou en cidades máis pequenas onde calquera proxecto de autoabastecemento e de vida como a que levaron ata agora resulta practicamente imposible.
Este documental, realizado de forma autoxestionada polas propias persoas que participan desta loita, foi producido en 2013, antes de que outro desaloxo rematase outra vez con parte da acampada, feito que foi respondido con diferentes accións de bloqueo e sabotaxe, así como tamén con novas okupaciones. Nel, podemos ver xs propixs activistas relatándonos por que se mobilizan, por que foron vivir ao bosque, por que non poden tolerar que RWE complete os seus plans, e cales son os seus sentimentos, os seus sonos, as súas esperanzas e as súas miserias. Unha viaxe ao corazón dunha comunidade de individualidades que xuntando os seus esforzos e colectivizando a súa creatividade deu un paso adiante e se decatou de que é posible conspirar e loitar máis alá do formigón e as ruínas que este mundo infecto deixa ao seu paso.
Pola liberación da Terra, polo fin das agresións ao ámbito e a devastación tecnoindustrial, sexa dende a cidade ou dende os bosques, acción directa e autoorganización!
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5 ago 2014
[Rússia] Sam Petersburgo: Acçons direitas em defesa do parque Aleksándrino
Informa ANA:
Em 15 de maio de 2014 a justiça determinara a ilegalidade das construçons no recinto do parque, mesmo assim a constructora “Voin– V” (Guerreiro) nom parou suas obras. Os órganos municipais encontram-se inertes e nom reagem às reclamaçons dos/as moradores/as.
Como resposta a esta situaçom, anarquistas de Sam Petersburgo começaram umha série de acçons directas em defesa do parque Aleksándrino e de objectos do patrimônio histórico e cultural da cidade que se encontram no parque:
Na noite de 9 de julho foi destruído um dos tractores de “Voin– V” como acçom de protesto, o que intensificou o conflicto.
Em 19 de julho, um grupo de anarquistas da Acçom Autônoma – Piter (Sam Petersburgo) e do Bloco Negro Verde, junto com activistas de movimentos sociais da cidade, realizaram umha mobilizaçom colectiva no parque Aleksándrino. Com esta acçom buscavam chamar a atençom ao problema da especulaçom imobiliária e da destruiçom do patrimônio natural e histórico desta cidade em benefício dalgumhas constructoras.
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Em 15 de maio de 2014 a justiça determinara a ilegalidade das construçons no recinto do parque, mesmo assim a constructora “Voin– V” (Guerreiro) nom parou suas obras. Os órganos municipais encontram-se inertes e nom reagem às reclamaçons dos/as moradores/as.
Como resposta a esta situaçom, anarquistas de Sam Petersburgo começaram umha série de acçons directas em defesa do parque Aleksándrino e de objectos do patrimônio histórico e cultural da cidade que se encontram no parque:
Na noite de 9 de julho foi destruído um dos tractores de “Voin– V” como acçom de protesto, o que intensificou o conflicto.
Em 19 de julho, um grupo de anarquistas da Acçom Autônoma – Piter (Sam Petersburgo) e do Bloco Negro Verde, junto com activistas de movimentos sociais da cidade, realizaram umha mobilizaçom colectiva no parque Aleksándrino. Com esta acçom buscavam chamar a atençom ao problema da especulaçom imobiliária e da destruiçom do patrimônio natural e histórico desta cidade em benefício dalgumhas constructoras.
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2 jul 2014
[Ponteareas] Sábado 5 de Xullo as 20:00 no C.S.A. O Fresco Inauguración da Mostra da Barbarie
Reproducimos convocatoria enviada polo Colectivo da Mostra da Barbarie:
Tres balas negras de plomo
Se a primeira bala diparámola no Morrazo e a segunda en Arousa, esta terceira a dispararemos no Condado. Será o Sábado 5 de Xullo a partir das 20:00, e durante toda a noite, no C.S.A. O Fresco no Bairro da Ponte de Ponteareas onde inauguraremos a Mostra da Barbarie cunha pequena festa para que vos sintades benvid@s.
Tres balas negras de plomo.
Grazas a complicidade de tres colectivos, cadanseu coa súa bala, é posible a exposición da Mostra da Barbarie no Condado. Unha bala disparada polo Ateneo Libertario Lume Negro, outra polo C.S.A. O Fresco e a outra polo colectivo da Mostra da Barbarie
E por suposto, se podedes rular isto por ahí, nos encantad@s e agradecid@s.
Unha Aperta!
Colectivo da Mostra da Barbarie
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Tres balas negras de plomo
Se a primeira bala diparámola no Morrazo e a segunda en Arousa, esta terceira a dispararemos no Condado. Será o Sábado 5 de Xullo a partir das 20:00, e durante toda a noite, no C.S.A. O Fresco no Bairro da Ponte de Ponteareas onde inauguraremos a Mostra da Barbarie cunha pequena festa para que vos sintades benvid@s.
Tres balas negras de plomo.
Grazas a complicidade de tres colectivos, cadanseu coa súa bala, é posible a exposición da Mostra da Barbarie no Condado. Unha bala disparada polo Ateneo Libertario Lume Negro, outra polo C.S.A. O Fresco e a outra polo colectivo da Mostra da Barbarie
E por suposto, se podedes rular isto por ahí, nos encantad@s e agradecid@s.
Unha Aperta!
Colectivo da Mostra da Barbarie
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[São Paulo-Brasil] Lançamento do livro “Trato de Levante” de Bellé Jr.
Em Abordaxe nom soemos dar pulo a convocatórias que "nos pilham tam longe" e rara vez damos publicidade a lançamentos de livros, discos, pinturas ou outras expressons artísticas tangíveis: Quando o fazemos é porque a autora tem um seu aquel com o a luta anarquista que consideramos interesante publicitar no blogue. Mas neste caso, e dado o tom com que o autor dirigiu-se a nós, imos fazer umha dessas singulares excepçons e acedemos á petiçom do Bellé Jr, que colamos junto a este video do Convite do Lançamento:
Bom dia.
Peço licença antes de invadir sua caixa de entrada, venho divulgar o lançamento do livro “Trato de Levante”, que ocorre no dia 06 de julho em São Paulo, no Espaço Cultural Puxadinho Da Praça (Rua Belmiro Braga, 216 - Vila Madalena), a partir das 16h30. Talvez interesse ao Abordaxe por se tratar de um livro essencialmente anarquista, talvez interesse a você como leitor. Isso já seria muito bacana.
A publicação é da editora Patuá, que vem se destacando ao investir em novos nomes da poesia contemporânea. Quatro de seus títulos estão entre os finalistas do Prêmio Portugal Telecom 2014.
“Trato de Levante” é uma obra de poesia narrativa, sua história carrega uma emergência pornográfica e um forte apelo libertário. Apaixonada e profundamente sulamericana, a obra conta dos dias que sucederam a revolução social, estalada em 2013 junto às jornadas de junho. No sudoeste do Paraná elas culminaram na vitória sangrenta dos rebeldes e na instauração de um território livre: o Quilombo. Após o Levante, há um mundo a ser reerguido, uma realidade a ser inventada. É quando uma poeta negra, viajante de espírito livre, desembarca dentro das fronteiras insurgentes. Chama-se Valentina e traz consigo, na mochila, outra revolução imprescindível, outro levante inédito e inadiável. Ela vem atrás de recrutas.
..
O livro foi iniciado no Brasil e finalizado nos Estados Unidos. Em São Paulo, a maior parte das poesias-guia foi escrita. Apesar de se tratar de poesia narrativa, de uma história com começo, meio e fim, há também versos soltos e independentes, versos estes que guiam o desenrolar do enredo.
Na segunda metade de 2013, Bellé foi aceito em duas residências artísticas: Yaddo Art Colony e Art Farm Nebraska. Durante quatro meses, permaneceu isolado entre os jardins de Saratoga Springs e o deserto verde da pequena Marquette. Lá escreveu toda a voz feminina presente no livro, rearranjou a relação de seu homônimo, de seu xará com a protagonista Valentina, até o livro conhecer seu desfecho.
..
Duas dessas poesias tornaram-se músicas. A mais explícita delas, “Escombro” foi rebatizada pelo cearense Daniel Groove e tornou-se “Teu Homem”. Foi gravada no estúdio Cambuci Roots e produzida por João Vasconcelos. O mesmo com “O tempo das horas”, composta pelo paraense Saulo Duarte, música oriunda dos esfumaçados versos de “Um beque a dois”.
..
Outras duas poesias do Trato de Levante tornaram-se roteiro para o curta-metragem “O poente orgasmo de Valentina”, do diretor Alexandre Paschoalini, a ser lançando em agosto de 2014.
..
Bellé Jr., 29, é poeta nascido em Francisco Beltrão, sudoeste do Paraná. Foi criado entre Curitiba e os Campos Gerais, mas acabou radicado em São Paulo, onde vive há sete anos. Em 2010 publicou de forma independente o primeiro livro de poesias, O Sonhador Que Colhe Berinjelas na Terra das Flores Murchas. Sua terceira edição esgotou durante a Feira Plana 2, mas a versão digital segue gratuita. É também jornalista, autor do livro reportagem “Balaclavas & Os Profetas do Caos” (Livro Novo).
.
Links
- Para download PDF completo do livro
- Para comprar o livro
- Site do livro "Trato de Levante"
- Site da Editora Patuá
- Site do Autor e Mais trabalhos
Muito obrigado pela atenção,
Bellé Jr.
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Bom dia.
Peço licença antes de invadir sua caixa de entrada, venho divulgar o lançamento do livro “Trato de Levante”, que ocorre no dia 06 de julho em São Paulo, no Espaço Cultural Puxadinho Da Praça (Rua Belmiro Braga, 216 - Vila Madalena), a partir das 16h30. Talvez interesse ao Abordaxe por se tratar de um livro essencialmente anarquista, talvez interesse a você como leitor. Isso já seria muito bacana.
A publicação é da editora Patuá, que vem se destacando ao investir em novos nomes da poesia contemporânea. Quatro de seus títulos estão entre os finalistas do Prêmio Portugal Telecom 2014.
“Trato de Levante” é uma obra de poesia narrativa, sua história carrega uma emergência pornográfica e um forte apelo libertário. Apaixonada e profundamente sulamericana, a obra conta dos dias que sucederam a revolução social, estalada em 2013 junto às jornadas de junho. No sudoeste do Paraná elas culminaram na vitória sangrenta dos rebeldes e na instauração de um território livre: o Quilombo. Após o Levante, há um mundo a ser reerguido, uma realidade a ser inventada. É quando uma poeta negra, viajante de espírito livre, desembarca dentro das fronteiras insurgentes. Chama-se Valentina e traz consigo, na mochila, outra revolução imprescindível, outro levante inédito e inadiável. Ela vem atrás de recrutas.
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O livro foi iniciado no Brasil e finalizado nos Estados Unidos. Em São Paulo, a maior parte das poesias-guia foi escrita. Apesar de se tratar de poesia narrativa, de uma história com começo, meio e fim, há também versos soltos e independentes, versos estes que guiam o desenrolar do enredo.
Na segunda metade de 2013, Bellé foi aceito em duas residências artísticas: Yaddo Art Colony e Art Farm Nebraska. Durante quatro meses, permaneceu isolado entre os jardins de Saratoga Springs e o deserto verde da pequena Marquette. Lá escreveu toda a voz feminina presente no livro, rearranjou a relação de seu homônimo, de seu xará com a protagonista Valentina, até o livro conhecer seu desfecho.
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Duas dessas poesias tornaram-se músicas. A mais explícita delas, “Escombro” foi rebatizada pelo cearense Daniel Groove e tornou-se “Teu Homem”. Foi gravada no estúdio Cambuci Roots e produzida por João Vasconcelos. O mesmo com “O tempo das horas”, composta pelo paraense Saulo Duarte, música oriunda dos esfumaçados versos de “Um beque a dois”.
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Outras duas poesias do Trato de Levante tornaram-se roteiro para o curta-metragem “O poente orgasmo de Valentina”, do diretor Alexandre Paschoalini, a ser lançando em agosto de 2014.
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Bellé Jr., 29, é poeta nascido em Francisco Beltrão, sudoeste do Paraná. Foi criado entre Curitiba e os Campos Gerais, mas acabou radicado em São Paulo, onde vive há sete anos. Em 2010 publicou de forma independente o primeiro livro de poesias, O Sonhador Que Colhe Berinjelas na Terra das Flores Murchas. Sua terceira edição esgotou durante a Feira Plana 2, mas a versão digital segue gratuita. É também jornalista, autor do livro reportagem “Balaclavas & Os Profetas do Caos” (Livro Novo).
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- Site da Editora Patuá
- Site do Autor e Mais trabalhos
Muito obrigado pela atenção,
Bellé Jr.
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26 jun 2014
[Grécia]: Milhares de presxs em luta participam na greve de fome e Concentração Solidária Anarquista.
Antontem davamos conta do início desta greve de fome, agora colamos de ContraInfo(pt) (1 e 2) a ampla repercusom desta greve dentro dos muros e da Concentração solidária anarquista diante da morada do primer ministro grego:
Na segunda-feira, 23 de Junho, primeiro dia de greve de fome em massa nas prisões gregas contra o novo projeto de lei, a participação foi a seguinte:
Koridallos, Atenas: 1.300 presos
Patras: 550 presos
Grevena: 400 presos
Larisa: 300 presos
Chania, Ilha de Creta: 280 presos
Domokos (onde o Estado grego planeia construir a primeira prisão de máxima segurança): 4 alas prisionais, ou seja 240 presos
Amfissa: 200presos
Ilha de Corfú: 120 presos
Trikala: 120 presos
Malandrino (uma das prisões mais duras, onde Ilir Kareli tirou a miserável vida a um carcereiro torturador): 120 presos
Avlonas (prisão de menores): 100 presos
Nigrita, Serres (onde foi assassinado Ilir Kareli, pelos guardas-torturadores): 80 presos
Nafplio: 50 presos
Espera-se que dentro dos próximos dias mais presxs (tanto nas prisões de homens como nas de mulheres) se juntem à greve de fome.
Na tarde de 24 de Junho (2º dia da greve de fome de quase 4.000 presxs por toda a Grécia), cerca de 60 anarquistas realizaram uma concentração anticarcerária frente à casa de Antonis Samaras, Primeiro Ministro da Grécia, na zona de Kifissia (norte de Atenas).
Xs compas lançaram panfletos antirepressivos nas ruas e gritaram palavras de ordem como:
Escutem-no bem verdugos, as vossas patas fora dxs lutadorxs! ; O Estado chama malfeitorxs axs lutadorxs – Malfeitorxs são os antimotins e as secretas! ; O Estado e o Capital são os únicos terroristas - Solidariedade com xs guerrilhas armadxs! ; Terrorismo é o trabalho assalariado – Não há paz com a patronal! ; A solidariedade é a arma dos povos – Guerra contra a guerra dos patrões! ; Todos os valores desta sociedade são prisões de máxima segurança! e A paixão pela liberdade é mais forte que todas as celas!
Pouco depois, o grupo que realizava o ato foi cercado pela bófia tendo esquadrões antimotins MAT e forças motorizadas DELTA detido e transferido xs compas para a sede da polícia (GADA), na Avenida Alexandras, no centro de Atenas.
A Assembleia Aberta de Anarquistas/Antiautoritárixs Contra as Condições Especiais de Detenção, juntamente com outros coletivos como a Okupa VOX, convocaram de urgência uma concentração, junto da GADA, tendo acudido cerca de 300 solidárixs. Noite adentro, xs 57 detidxs foram libertadxs gradualmente, sem acusações.
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Na segunda-feira, 23 de Junho, primeiro dia de greve de fome em massa nas prisões gregas contra o novo projeto de lei, a participação foi a seguinte:
Koridallos, Atenas: 1.300 presos
Patras: 550 presos
Grevena: 400 presos
Larisa: 300 presos
Chania, Ilha de Creta: 280 presos
Domokos (onde o Estado grego planeia construir a primeira prisão de máxima segurança): 4 alas prisionais, ou seja 240 presos
Amfissa: 200presos
Ilha de Corfú: 120 presos
Trikala: 120 presos
Malandrino (uma das prisões mais duras, onde Ilir Kareli tirou a miserável vida a um carcereiro torturador): 120 presos
Avlonas (prisão de menores): 100 presos
Nigrita, Serres (onde foi assassinado Ilir Kareli, pelos guardas-torturadores): 80 presos
Nafplio: 50 presos
Espera-se que dentro dos próximos dias mais presxs (tanto nas prisões de homens como nas de mulheres) se juntem à greve de fome.
Na tarde de 24 de Junho (2º dia da greve de fome de quase 4.000 presxs por toda a Grécia), cerca de 60 anarquistas realizaram uma concentração anticarcerária frente à casa de Antonis Samaras, Primeiro Ministro da Grécia, na zona de Kifissia (norte de Atenas).
Xs compas lançaram panfletos antirepressivos nas ruas e gritaram palavras de ordem como:
Escutem-no bem verdugos, as vossas patas fora dxs lutadorxs! ; O Estado chama malfeitorxs axs lutadorxs – Malfeitorxs são os antimotins e as secretas! ; O Estado e o Capital são os únicos terroristas - Solidariedade com xs guerrilhas armadxs! ; Terrorismo é o trabalho assalariado – Não há paz com a patronal! ; A solidariedade é a arma dos povos – Guerra contra a guerra dos patrões! ; Todos os valores desta sociedade são prisões de máxima segurança! e A paixão pela liberdade é mais forte que todas as celas!
Pouco depois, o grupo que realizava o ato foi cercado pela bófia tendo esquadrões antimotins MAT e forças motorizadas DELTA detido e transferido xs compas para a sede da polícia (GADA), na Avenida Alexandras, no centro de Atenas.
A Assembleia Aberta de Anarquistas/Antiautoritárixs Contra as Condições Especiais de Detenção, juntamente com outros coletivos como a Okupa VOX, convocaram de urgência uma concentração, junto da GADA, tendo acudido cerca de 300 solidárixs. Noite adentro, xs 57 detidxs foram libertadxs gradualmente, sem acusações.
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Algúns apuntes sobre a situación na Ucraína
Abordaxe.- Ante a falta de de información sobre a situación ucraniana, cremos preciso esbozar unhas liñas para que, especificamente o movimento anarquista, se implique no debate que este tema está a suscitar:
OS ANTECEDENTES:
Nunhas poucas e breves liñas, resumimos a acontecido nos meses previos ao inicio da guerra. Non nos estenderemos nas implicacións e motivacións xeopolíticas por ter abundante material na rede sobre o tema e por non ser obxectivo deste análise, ainda que se pode sintetizar así: A UE, USA e OTAN, coa intención de atraer a Ucraína aos tratados de libre comercio e asociación militar en detrimento de Rusia, unido ao sempre presente conflicto do gas, financia e apoia un golpe de estado civil con gran presencia de elementos nazis, pertencentes na súa maioría as organizacións Svoboda e Pravy Sektor, unidos a outras menos numerosas coma o Tridente de Stepan Bandera (idéologo do nacionalismo ucraniano e coñecido xenocida e colaboracionista nazi).
O acontecido despois e de sobras coñecido: Tra-la fuxida de Yanukovich, oligarca ucraíno con fortes vínculos coa oligarquía rusa, fórmase un goberno de unidade nacional composto na sua maioria polos actores do Maidán. Os grupos neonazis presentes no Maidán fanse con 4 ministerios. A primeira rexión en rexeitar a Xunta de Kiev é Crimea, anexionada por Rusia de facto mediante un referéndum e unha ocupación militar pacífica. Pouco despois, a conca mineira do Donbass, formada polas rexións rusófonas de Donetsk e Lugansk, seguen o exemplo de Crimea sen o apoio formal que Putin deu a estes últimos. A República de Novorrosiya, formada pola República Popular de Donestk e a RP de Lugansk, ármase coa creación de milicias e a Xunta de Kiev da inicio a unha ofensiva militar de grandes dimensións contra as rexións do este, “separatistas e ucraínos”.
OS ACTORES:
GRUPOS NEONAZIS: Trala disolución das Berkut, policía de élite ucraína e principal inimigo nas rúas do Maidán, a Xunta de Kiev forma a Garda Nacional, grupo de vangarda do exército nas liñas do leste, xunto ao Batallón Azov, grupo de voluntarios saídos principalmente de Pravy Sektor. Hai evidencia da participacón e colaboración de mercenarios da coñecida organización Blackwater así como de numerosos neonazis provintes de Suecia, Italia ou Polonia. Son os encargados da campaña de limpeza étnica e ideolóxica que o exército ucraniano está levando a cabo no leste do país, reportándose ate o de agora moitas denuncias por parte da poboación destes lugares de matanzas indiscriminadas de civís (numerosas aldeas denuncian a matanza ou o secuestro de todos os homes de entre 18 e 60 anos), desaparicións, violacións, torturas e amputacións...
ANTIFASCISTAS E PRO-RUSOS: Aquí é onde atopamos a grande ensalada deste conflicto. Trala criación das milicias das Repúblicas Populares, comezan a chegar combatentes de varios lugares con poucos vínculos aparentes. O grupo de vangarda militar sería o Batallón Vostok, formado por voluntarios rusos e chechenos curtidos na guerra contra os islamistas chechenos. Terían un grande protagonismo na defensa do aeroporto de Donetsk, ate o de agora a maior batalla do conflicto. Entre os combatentes mais sospeitosos, ademais da permanente presencia de contido relixioso ultraortodoxo, sábese da presencia de voluntarios da Falange polaca, unha organización nacionalista, panaeuropea, antiOTAN e sospeitosos de rarunos polo menos; así como nacional-bolcheviques rusos da PHE; ou chetniks serbios, ultranacionalistas paneslavos e monárquicos, tristementes famosos polas súas campañas de limpeza étnica contra a povoación musulmana na 2º GM e a guerra dos balcáns.
Do lado antifascista atoparíase a maior grande parte da poboación, sindicalistas de Borotba e mineiros (quenes acaban de crear unha Brigada Voluntaria de mineiros contra o fascismo), comunistas e antifascistas que proveñen de outros países. Ao chamado da RPD da creación dunhas “Brigadas Internacionais como na España do 36” xa responderon alemáns coa intención de formar un II Batallón Thaelmann (en analoxía as BBII do 36), e suspostamente, canadienses, italianos e españois que xa estarían alí desenvolvendo actividades civís, só contrastable con testemuños aparecidos pola rede.
O que parece evidente é descartar a axuda militar directa de Putin, pois a cantidade de poboacions e posicións militares que os rebeldes perden diariamente só pode ser consecuencia dunha inferioridade militar que a axuda de Rusia revertiría só pola potencia de fogo do exército ruso.
ANARQUISTAS: A posición dos anarquistas de alí é só contrastable gracias aos comunicados que periódicamente lanzan á rede e firmados sobre todo polos sindicatos asociados á AIT, entre eles a UTA ucraniana e a KRAS rusa. Neles apréciase a neutralidade coa que acollen o conflicto amparándose no “Contra a Guerra imperialista” e “polo desenvolvimento dos movimentos dos traballadores”... aínda que a quen isto escribe pouco lle parece máis lesivo para os intereses da clase traballadora que os bombardeos indiscriminados a as matanzas de civís, acontecidas, polo de agora, só no leste ucraíno... pódedes ler o comunicado da KRAS, parecido en formas e contido aos outros aparecidos con firmas anarquistas, ao final do artigo. É aquí onde se fai evidente desenvolver o debate. Imaxinemos que a postura da CNT no 36 fora a destes sindicatos agora, pois tamén, evidentemente, na GC española interviñan intereses xeoestratéxicos de diversas potencias mundiais. Que houbera pasado sen a resistencia activa do anarquismo contra o fascismo? Quizais a integración da CNT nos sindicatos verticais, tal e como propuxeran no seu dia varios militantes da Falanxe? Unha “menos dolorosa derrota” contra o fascismo? É aquí onde hai que desenvolver as posturas..
Videos interesantes:
- Ukraine Crisis Today. Rebirth of Fascism (en inglés) Arrepiante video sobre a actualidade do fascismo na Ucrania:
- Diario do Sureste Ucraniano: Primeiros días do conflicto (en castelán) Moi recomendabél:
Para finalizar, deixamos enlaces que serviron para fabricar estas liñas que esperemos axuden a encender o debate, e animamos a todas as aportacións que nos queirades facer chegar.
- Anti-Maidan (fb)
- Donbass Revolution (fb)
- Foro debate en A las Barricadas (as últimas páxinas do fio ofrecen moita información sobre quen está alí a combater).
Comunicado da KRAS (en castelán):
“GUERRA A LA GUERRA”. LA IZQUIERDA Y LOS ANARQUISTAS SOBRE EL CONFLICTO EN UCRANIA
En el conflicto que se desarrolla ahora mismo no apoyamos ni al gobierno de Kiev ni a las facciones prorusas que han establecido su poder en las regiones de Donetsk y Lugansk. Para el trabajador es igual de inútil de idea de una Ucrania unida, la federalización o creación de nuevos países o repúblicas, son juegos de los políticos por los cuales se derrama sangre de gente inocente. Nosotros, la izquierda y los anarquistas, en primer lugar hemos de preocuparnos por las necesidades de las clases trabajadores en las zonas más afectadas por la guerra.
CONTRA RPL (REPÚBLICA POPULAR DE LUGANSK) Y RPD (REPÚBLICA POPULAR DE DONETSK)!
RPL y RPD representan a varias juntas militares derechistas que se compiten el poder entre sí. No se observa ningún tipo de derechos y libertades existentes en la resta del territorio no controlado por ellos. Es imposible cualquier actuación política, activistas que mantuvieron actitudes críticas con RPD fueron secuestrados e interrogados. Si persiste este régimen los trabajadores no podrán mantener ningún tipo de derecho. El único formato posible de participación de la “izquierda” en la RPD y RPL es mediante la adoración de los símbolos soviéticos que estos utilizan pero que no tiene nada en común con la clase trabajadora.
Los regímenes reaccionarios de RPD y RPL no están interesados en la búsqueda de la paz, su objetivo es escalar el conflicto y llegar a Jarkov, Kiev y finalmente a Lviv como han prometido.
CONTRA EL GOBIERNO UCRANIANO!
El gobierno ucraniano manda al frente a reservistas y a jóvenes soldados que aun no han terminado su formación, intentando alargar el conflicto para fortalecer sus puestos. A pesar de la recurrente retórica de “unidad gobierno-pueblo” hemos de ser implacable para impedir a estos hacer cualquier recorte en el tema social, derechos y libertades, del abuso policial y militar y también contra la difusión de prejuicios nacionalistas o religiosos entre los civiles y los militares. La guerra es una buena escusa para “apretar las tuercas”. Luchando contra el régimen putinista y sus satélites no hay que olvidar que existe el peligro de que aparezca algo parecido dentro del propio país.
En el caso de vencer a los “separatistas” , que sin ayuda externa ya están condenados, Kiev volverá a convertirse en el principal enemigo de la clase trabajadora. Si los oprimidos acaban juntándose con la clase gobernante los derechos y las libertades que no nos pudieron arrebatar gracias al Maidan nos serán robados ya con este nuevo gobierno. Ahora en el gobierno están los conservadores y la ultraderecha (Batkivschina, Svoboda). Los cuales ya más de una vez han presentado proyectos de ley terribles, como volver a poner la pena de muerte, ley del aborto, detención preventiva o la prohibición de manifestarse. Muchos de estos proyectos son copias del gobierno putinista, Partido de las Regiones o el Partido Comunista de Ucrania. A pesar del escaso apoyo que tiene la ultraderecha se los concibe como parte legítima del gobierno.
CONTRA LOS FASCISTAS A AMBOS LADOS DEL FRENTE!
Estamos radicalmente en contra de la legitimación de la ultraderecha, los nacionalistas o agrupaciones criminales para participar en la Operación Antiterrorista (contra RPD y RPL). Hemos de decir también que a favor de las repúblicas están luchando voluntarios de organizaciones fascistas europeas y gente ultraderechista de Rusia a los que la propaganda de Kremlin intenta dibujar como “soldados antifascistas”.
CONTRA LA ESCALADA DE LA GUERRA BAJO LA MASCARA DEL PACIFISMO!
Iguales son los que agitan las armas tras matar al enemigo que los que se esconden bajo la máscara del pacifismo siendo partícipes directos de la escalada del conflicto. El pacifismo no es compatible con el apoyo a “Novarossia” o al ejército ucraniano.
CONTRA LA MENTIRA Y LA PROPAGANDA DE AMBOS LADOS!
El espacio informativo se ha convertido en un campo de batalla donde rusos y ucranianos reciben información opuesta pero igual de cargada de mentiras y propagando lo que favorece a los ánimos beligerantes. En estas condiciones es muy importante no seguir a la masa que estará encantada de recibir las noticias que quiere oír, mantener la sobriedad y cada uno sus propios principios. Sólo el tiempo dibujará una imagen fidedigna de la realidad.
POR EL DESARROLLO DE LOS MOVIMIENTOS TRABAJADORES!
La clase trabajadora en Ucrania está en una fase muy primaria y no participa en el conflicto como sujeto. Hemos de trabajar y desarrollar organizaciones que los defiendan, porque los trabajadores sólo estando informados y conscientes de su situación podrán conseguir la paz en Ucrania.
Nos manifestamos en contra del servicio militar obligatorio, exigimos cancelar la llamada a filas y dejar marchas a casa a los soldados que lo deseen.
Damos todo nuestro apoyo a campañas por los refugiados de las zonas ocupadas, también apoyamos a los desertores de los asuntos militares. Unión Autónoma de Trabajadores – Jarkov (ACT-Jarkov) ya ha hecho esto en su zona, así que llamamos a la izquierda y a las organizaciónes libertarias a hacer lo mismo.
Mandamos nuestro apoyo a todas las iniciativas sindicales y a los trabajadores que luchan por sus derechos, también a todos aquellos que luchan contra RPD y RPL desde una posición de clase ya que ahora mismo corren más peligro que los activistas de la zona central o del oeste.
NINGUNA GUERRA SALVO LA DE CLASES!!!
(Documento abierto a adhesiones)
-Unión Autónoma de Trabajadores (Kiev)
-Vladimir Plotnikov. Movimiento Socialista de Rusia
- Alexander Chernih, periodista, Moscú.
- Sergei Podlepich, Donetsk
- Georgyi Losev, San Petersburgo.
- Artem Langenburg, periodista, San Petersburgo
- Bogdan Biletskiy, anarquista, Kiev.
- Dmitriy Rabinin, Comunistas Libertarios, Krasnodar.
- Oleksandr Burlaka, pintor, ISTM
- Yevgeniy Leshan, periodista, Kiev
-Antti Rautwainen, Helsinki
-Dmitriy Rayevskiy, Kiev
- Maksim Osadchuk, activista, Lviv
Azinov Vatodoff para Abordaxe
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OS ANTECEDENTES:
Nunhas poucas e breves liñas, resumimos a acontecido nos meses previos ao inicio da guerra. Non nos estenderemos nas implicacións e motivacións xeopolíticas por ter abundante material na rede sobre o tema e por non ser obxectivo deste análise, ainda que se pode sintetizar así: A UE, USA e OTAN, coa intención de atraer a Ucraína aos tratados de libre comercio e asociación militar en detrimento de Rusia, unido ao sempre presente conflicto do gas, financia e apoia un golpe de estado civil con gran presencia de elementos nazis, pertencentes na súa maioría as organizacións Svoboda e Pravy Sektor, unidos a outras menos numerosas coma o Tridente de Stepan Bandera (idéologo do nacionalismo ucraniano e coñecido xenocida e colaboracionista nazi).
O acontecido despois e de sobras coñecido: Tra-la fuxida de Yanukovich, oligarca ucraíno con fortes vínculos coa oligarquía rusa, fórmase un goberno de unidade nacional composto na sua maioria polos actores do Maidán. Os grupos neonazis presentes no Maidán fanse con 4 ministerios. A primeira rexión en rexeitar a Xunta de Kiev é Crimea, anexionada por Rusia de facto mediante un referéndum e unha ocupación militar pacífica. Pouco despois, a conca mineira do Donbass, formada polas rexións rusófonas de Donetsk e Lugansk, seguen o exemplo de Crimea sen o apoio formal que Putin deu a estes últimos. A República de Novorrosiya, formada pola República Popular de Donestk e a RP de Lugansk, ármase coa creación de milicias e a Xunta de Kiev da inicio a unha ofensiva militar de grandes dimensións contra as rexións do este, “separatistas e ucraínos”.
OS ACTORES:
GRUPOS NEONAZIS: Trala disolución das Berkut, policía de élite ucraína e principal inimigo nas rúas do Maidán, a Xunta de Kiev forma a Garda Nacional, grupo de vangarda do exército nas liñas do leste, xunto ao Batallón Azov, grupo de voluntarios saídos principalmente de Pravy Sektor. Hai evidencia da participacón e colaboración de mercenarios da coñecida organización Blackwater así como de numerosos neonazis provintes de Suecia, Italia ou Polonia. Son os encargados da campaña de limpeza étnica e ideolóxica que o exército ucraniano está levando a cabo no leste do país, reportándose ate o de agora moitas denuncias por parte da poboación destes lugares de matanzas indiscriminadas de civís (numerosas aldeas denuncian a matanza ou o secuestro de todos os homes de entre 18 e 60 anos), desaparicións, violacións, torturas e amputacións...
ANTIFASCISTAS E PRO-RUSOS: Aquí é onde atopamos a grande ensalada deste conflicto. Trala criación das milicias das Repúblicas Populares, comezan a chegar combatentes de varios lugares con poucos vínculos aparentes. O grupo de vangarda militar sería o Batallón Vostok, formado por voluntarios rusos e chechenos curtidos na guerra contra os islamistas chechenos. Terían un grande protagonismo na defensa do aeroporto de Donetsk, ate o de agora a maior batalla do conflicto. Entre os combatentes mais sospeitosos, ademais da permanente presencia de contido relixioso ultraortodoxo, sábese da presencia de voluntarios da Falange polaca, unha organización nacionalista, panaeuropea, antiOTAN e sospeitosos de rarunos polo menos; así como nacional-bolcheviques rusos da PHE; ou chetniks serbios, ultranacionalistas paneslavos e monárquicos, tristementes famosos polas súas campañas de limpeza étnica contra a povoación musulmana na 2º GM e a guerra dos balcáns.
Do lado antifascista atoparíase a maior grande parte da poboación, sindicalistas de Borotba e mineiros (quenes acaban de crear unha Brigada Voluntaria de mineiros contra o fascismo), comunistas e antifascistas que proveñen de outros países. Ao chamado da RPD da creación dunhas “Brigadas Internacionais como na España do 36” xa responderon alemáns coa intención de formar un II Batallón Thaelmann (en analoxía as BBII do 36), e suspostamente, canadienses, italianos e españois que xa estarían alí desenvolvendo actividades civís, só contrastable con testemuños aparecidos pola rede.
O que parece evidente é descartar a axuda militar directa de Putin, pois a cantidade de poboacions e posicións militares que os rebeldes perden diariamente só pode ser consecuencia dunha inferioridade militar que a axuda de Rusia revertiría só pola potencia de fogo do exército ruso.
ANARQUISTAS: A posición dos anarquistas de alí é só contrastable gracias aos comunicados que periódicamente lanzan á rede e firmados sobre todo polos sindicatos asociados á AIT, entre eles a UTA ucraniana e a KRAS rusa. Neles apréciase a neutralidade coa que acollen o conflicto amparándose no “Contra a Guerra imperialista” e “polo desenvolvimento dos movimentos dos traballadores”... aínda que a quen isto escribe pouco lle parece máis lesivo para os intereses da clase traballadora que os bombardeos indiscriminados a as matanzas de civís, acontecidas, polo de agora, só no leste ucraíno... pódedes ler o comunicado da KRAS, parecido en formas e contido aos outros aparecidos con firmas anarquistas, ao final do artigo. É aquí onde se fai evidente desenvolver o debate. Imaxinemos que a postura da CNT no 36 fora a destes sindicatos agora, pois tamén, evidentemente, na GC española interviñan intereses xeoestratéxicos de diversas potencias mundiais. Que houbera pasado sen a resistencia activa do anarquismo contra o fascismo? Quizais a integración da CNT nos sindicatos verticais, tal e como propuxeran no seu dia varios militantes da Falanxe? Unha “menos dolorosa derrota” contra o fascismo? É aquí onde hai que desenvolver as posturas..
Videos interesantes:
- Ukraine Crisis Today. Rebirth of Fascism (en inglés) Arrepiante video sobre a actualidade do fascismo na Ucrania:
- Diario do Sureste Ucraniano: Primeiros días do conflicto (en castelán) Moi recomendabél:
Para finalizar, deixamos enlaces que serviron para fabricar estas liñas que esperemos axuden a encender o debate, e animamos a todas as aportacións que nos queirades facer chegar.
- Anti-Maidan (fb)
- Donbass Revolution (fb)
- Foro debate en A las Barricadas (as últimas páxinas do fio ofrecen moita información sobre quen está alí a combater).
Comunicado da KRAS (en castelán):
“GUERRA A LA GUERRA”. LA IZQUIERDA Y LOS ANARQUISTAS SOBRE EL CONFLICTO EN UCRANIA
En el conflicto que se desarrolla ahora mismo no apoyamos ni al gobierno de Kiev ni a las facciones prorusas que han establecido su poder en las regiones de Donetsk y Lugansk. Para el trabajador es igual de inútil de idea de una Ucrania unida, la federalización o creación de nuevos países o repúblicas, son juegos de los políticos por los cuales se derrama sangre de gente inocente. Nosotros, la izquierda y los anarquistas, en primer lugar hemos de preocuparnos por las necesidades de las clases trabajadores en las zonas más afectadas por la guerra.
CONTRA RPL (REPÚBLICA POPULAR DE LUGANSK) Y RPD (REPÚBLICA POPULAR DE DONETSK)!
RPL y RPD representan a varias juntas militares derechistas que se compiten el poder entre sí. No se observa ningún tipo de derechos y libertades existentes en la resta del territorio no controlado por ellos. Es imposible cualquier actuación política, activistas que mantuvieron actitudes críticas con RPD fueron secuestrados e interrogados. Si persiste este régimen los trabajadores no podrán mantener ningún tipo de derecho. El único formato posible de participación de la “izquierda” en la RPD y RPL es mediante la adoración de los símbolos soviéticos que estos utilizan pero que no tiene nada en común con la clase trabajadora.
Los regímenes reaccionarios de RPD y RPL no están interesados en la búsqueda de la paz, su objetivo es escalar el conflicto y llegar a Jarkov, Kiev y finalmente a Lviv como han prometido.
CONTRA EL GOBIERNO UCRANIANO!
El gobierno ucraniano manda al frente a reservistas y a jóvenes soldados que aun no han terminado su formación, intentando alargar el conflicto para fortalecer sus puestos. A pesar de la recurrente retórica de “unidad gobierno-pueblo” hemos de ser implacable para impedir a estos hacer cualquier recorte en el tema social, derechos y libertades, del abuso policial y militar y también contra la difusión de prejuicios nacionalistas o religiosos entre los civiles y los militares. La guerra es una buena escusa para “apretar las tuercas”. Luchando contra el régimen putinista y sus satélites no hay que olvidar que existe el peligro de que aparezca algo parecido dentro del propio país.
En el caso de vencer a los “separatistas” , que sin ayuda externa ya están condenados, Kiev volverá a convertirse en el principal enemigo de la clase trabajadora. Si los oprimidos acaban juntándose con la clase gobernante los derechos y las libertades que no nos pudieron arrebatar gracias al Maidan nos serán robados ya con este nuevo gobierno. Ahora en el gobierno están los conservadores y la ultraderecha (Batkivschina, Svoboda). Los cuales ya más de una vez han presentado proyectos de ley terribles, como volver a poner la pena de muerte, ley del aborto, detención preventiva o la prohibición de manifestarse. Muchos de estos proyectos son copias del gobierno putinista, Partido de las Regiones o el Partido Comunista de Ucrania. A pesar del escaso apoyo que tiene la ultraderecha se los concibe como parte legítima del gobierno.
CONTRA LOS FASCISTAS A AMBOS LADOS DEL FRENTE!
Estamos radicalmente en contra de la legitimación de la ultraderecha, los nacionalistas o agrupaciones criminales para participar en la Operación Antiterrorista (contra RPD y RPL). Hemos de decir también que a favor de las repúblicas están luchando voluntarios de organizaciones fascistas europeas y gente ultraderechista de Rusia a los que la propaganda de Kremlin intenta dibujar como “soldados antifascistas”.
CONTRA LA ESCALADA DE LA GUERRA BAJO LA MASCARA DEL PACIFISMO!
Iguales son los que agitan las armas tras matar al enemigo que los que se esconden bajo la máscara del pacifismo siendo partícipes directos de la escalada del conflicto. El pacifismo no es compatible con el apoyo a “Novarossia” o al ejército ucraniano.
CONTRA LA MENTIRA Y LA PROPAGANDA DE AMBOS LADOS!
El espacio informativo se ha convertido en un campo de batalla donde rusos y ucranianos reciben información opuesta pero igual de cargada de mentiras y propagando lo que favorece a los ánimos beligerantes. En estas condiciones es muy importante no seguir a la masa que estará encantada de recibir las noticias que quiere oír, mantener la sobriedad y cada uno sus propios principios. Sólo el tiempo dibujará una imagen fidedigna de la realidad.
POR EL DESARROLLO DE LOS MOVIMIENTOS TRABAJADORES!
La clase trabajadora en Ucrania está en una fase muy primaria y no participa en el conflicto como sujeto. Hemos de trabajar y desarrollar organizaciones que los defiendan, porque los trabajadores sólo estando informados y conscientes de su situación podrán conseguir la paz en Ucrania.
Nos manifestamos en contra del servicio militar obligatorio, exigimos cancelar la llamada a filas y dejar marchas a casa a los soldados que lo deseen.
Damos todo nuestro apoyo a campañas por los refugiados de las zonas ocupadas, también apoyamos a los desertores de los asuntos militares. Unión Autónoma de Trabajadores – Jarkov (ACT-Jarkov) ya ha hecho esto en su zona, así que llamamos a la izquierda y a las organizaciónes libertarias a hacer lo mismo.
Mandamos nuestro apoyo a todas las iniciativas sindicales y a los trabajadores que luchan por sus derechos, también a todos aquellos que luchan contra RPD y RPL desde una posición de clase ya que ahora mismo corren más peligro que los activistas de la zona central o del oeste.
NINGUNA GUERRA SALVO LA DE CLASES!!!
(Documento abierto a adhesiones)
-Unión Autónoma de Trabajadores (Kiev)
-Vladimir Plotnikov. Movimiento Socialista de Rusia
- Alexander Chernih, periodista, Moscú.
- Sergei Podlepich, Donetsk
- Georgyi Losev, San Petersburgo.
- Artem Langenburg, periodista, San Petersburgo
- Bogdan Biletskiy, anarquista, Kiev.
- Dmitriy Rabinin, Comunistas Libertarios, Krasnodar.
- Oleksandr Burlaka, pintor, ISTM
- Yevgeniy Leshan, periodista, Kiev
-Antti Rautwainen, Helsinki
-Dmitriy Rayevskiy, Kiev
- Maksim Osadchuk, activista, Lviv
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Sobre o libro "Los buenos no usan paraguas" de Asel Luzarraga
Colamos e traducimos do Diario de Vurgos:
En 31 de decembro de 2009 Asel Luzarraga, escritor e militante libertario vasco, era detido no sur de Chile tras unha mediática operación policial que o facía responsable da colocación de catro artefactos explosivos. Non obstante, o propio informe da intelixencia policial dos Carabineiros de Chile apuntaba á verdadeira causa do seu arresto: realizar actividades de carácter público e introducir ideas foráneas entre a xuventude chilena. Argumentos que a pesar de que recorden a un discurso de épocas pasadas no país andino, serviron para encarceralo durante varios meses. Tras unha intensa campaña de solidariedade internacional, o mozo libertario foi condenado a unha pena simbólica e expulsado de Chile.
Despois de cinco anos daqueles feitos "Los buenos no usan paraguas" con o subtitulo "Desmontando un montaje, desnudando al estado" que ven acompañado dun DVD con material gráfico e audiovisual no que se recolle a narración en primeira persoa da montaxe policial que sufriu o anarquista vasco quen a través das páxinas do libro debulla as súas duras vivencias desmontando de xeito minucioso e documentada a farsa da que foi obxecto. Radio Onda Expansiva tivo a oportunidade de entrevistar a Asel Luzarraga que estivo tamén presente na Biblioteca La Maldita en novembro de 2010.
Asel abandonou Chile e voltara ao País Vasco, dende onde enviara en 3 de outubro de 2010 un comunicado público dirigido aos medios oficiais chilenos, que podedes atopar neste enlace do seu blogue (en castelán)
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En 31 de decembro de 2009 Asel Luzarraga, escritor e militante libertario vasco, era detido no sur de Chile tras unha mediática operación policial que o facía responsable da colocación de catro artefactos explosivos. Non obstante, o propio informe da intelixencia policial dos Carabineiros de Chile apuntaba á verdadeira causa do seu arresto: realizar actividades de carácter público e introducir ideas foráneas entre a xuventude chilena. Argumentos que a pesar de que recorden a un discurso de épocas pasadas no país andino, serviron para encarceralo durante varios meses. Tras unha intensa campaña de solidariedade internacional, o mozo libertario foi condenado a unha pena simbólica e expulsado de Chile.
Despois de cinco anos daqueles feitos "Los buenos no usan paraguas" con o subtitulo "Desmontando un montaje, desnudando al estado" que ven acompañado dun DVD con material gráfico e audiovisual no que se recolle a narración en primeira persoa da montaxe policial que sufriu o anarquista vasco quen a través das páxinas do libro debulla as súas duras vivencias desmontando de xeito minucioso e documentada a farsa da que foi obxecto. Radio Onda Expansiva tivo a oportunidade de entrevistar a Asel Luzarraga que estivo tamén presente na Biblioteca La Maldita en novembro de 2010.
Asel abandonou Chile e voltara ao País Vasco, dende onde enviara en 3 de outubro de 2010 un comunicado público dirigido aos medios oficiais chilenos, que podedes atopar neste enlace do seu blogue (en castelán)
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25 jun 2014
Os grupos anarquistas activos en España triplican aos de extrema esquerda.
Colamos esta desinformación (traducida e mantemos o titular,as fotos e as negriñas do texto) asinado por Enrique Morales e Miguel Sola en LaInformación que, como aponta o emisario nun correo é "Pra mexar e non botar ghota":

O anarquismo violento avanza en España e xa se converteu nunha das principais ameazas para a seguridade cidadá nun contexto no que a banda terrorista ETA leva cinco anos sen atentar en territorio español.
O número de grupos e cédulas independentes de carácter anarquista non parou de crecer nos últimos anos e xa suman preto de 120, segundo o Ministerio de Interior. Estes grupos lograron infiltrarse nas revoltas mineiras, no 15-M, nas protestas antiprivatización e nas dedicadas a cercar o Congreso e, últimante, nos actos violentos dos ocupas e antisistema en Can Vives.
Mentres, os que actúan de forma individual, os denominados lobos solitarios, converteron as igrexas e os empresarios nos seus principais obxectivos e os artefactos explosivos caseiros nun instrumento para atraer a atención, tanto da prensa coma da sociedade.
Só o ano pasado foron detidos 54 anarquistas, un número tres veces superior ao de 2012.
Unha das principais preocupacións da Policía
Os grupos anarquistas convertéronse nunha das principais preocupacións das Brigadas de Información da Policía española, que se manteñen en alerta permanente ante o incremento da súa actividade e a virulencia das súas accións, entre as que inclúen os atentados con artefactos explosivos na Catedral de La Almudena (Madrid) e na Basílica del Pilar (Zaragoza).
As accións destes grupos anarquistas teñen obxectivos diversos, pero basicamente están centradas en atentados contra institucións do Estado e a Igrexa -nos que non avalían as consecuencias en vidas humanas-; asasinatos selectivos con trasfondo ideolóxico; ataques a empresas e sucursais bancarias, e revoltas na rúa, nas que tamén participan outros grupos antisistema e de esquerda. Sorprendentemente, os grupos anarquistas case triplican os de extrema esquerda -pouco máis de 40- e duplican os de extrema dereita, en torno a 50.
Entre os propósitos latentes dos anarquista poderían estar os responsables de prisións, aos que acusan de secuestradores e carcereiros, escudándose nas palabras do anarquista ruso Mijail Bakunin: "Só poderemos sentirnos libres mentres non exista un só preso". Este obxectivo queda reflectido claramente na web da Cruz Negra Anarquista Meditérranea-Sur, onde se asegura que a súa loita é "polos compañeiros libertarios secuestrados polo Estado e o Capital e pola abolición dos centros de exterminio que son os cárceres".
Nos últimos meses, segundo fontes policiais, os anarquistas lograron infiltrarse, en maior ou menor medida, en movementos asemblearios cidadáns; en sociais, como o 15-M ou o 25-S; nas marchas mineiras e mesmo en protestas cidadás e sindicais en contra das reformas económicas do Goberno de Mariano Rajoy. Tamén actuaron como germén das recentes protestas violentas contra o desaloxo de Can Vives.
Vínculos con outros movementos europeos
Dous activistas libertarios gregos, Mario Tursunidis e Kostas Jasanis, que avogan pola radicalización do movemento anarquista para "facer fronte á política represiva do Estado", participaron fai pouco máis dun ano nunhas xornadas organizadas pola Coordinadora Anti-Privatización da Sanidade Pública Madrileña. Mentres, os encarcerados en Barcelona en maio de 2013 por defender a violencia urbana formaron parte das revoltas mineiras en Asturias.
A Policía detectou que os anarquistas se están a infiltrar nos movementos antisistema para utilizalos como cobertura, sen que en moitos casos estes últimos sexan conscientes e os seus fins non sexan exactamente os mesmos.
Como se organizan?
Os anarquistas españois están organizados en grupos de afinidade pequena e dende hai anos están sendo avalados e asesorado por grupos internacionais, fundamentalmente italianos e gregos, e nalgunhas accións participaron de forma conxunta.
O seu modelo a seguir son as actuacións dos violentos e organizados grupos anarquistas helenos - "terrorismo puro e duro", segundo a Policía española-, que loitan contra un Estado debilitado pola crise e a corrupción, o capital e as potentes organizacións de ultradereita gregas.
En España, o denominado Comando Insurreccionalista Mateo Morral -que para os grupos anarquistas é un invento da Policía- atribuíuse a colocación do artefacto explosivo na Catedral da Almudena e da bombona de gas que explotou na Basílica do Piar.
Dende principios de 2012 contabilizáronse ata 20 atentados con artefactos explosivos e cócteles molotov, cuxo obxectivo eran sucursais bancarias e empresas, en Cataluña, Madrid, Galicia e Andalucía.
Hai catro anos, catro anarquistas apuñalaron en Valdemoro ao entón menor de idade Javier Peinado. Foron condenados a 38 anos de prisión. En maio de 2013, o xuíz da Audiencia Nacional Santiago Pedraz enviou prisión a cinco presuntos integrantes do grupo anarquista Bandera Negra. Os detidos xustificaran as accións de ETA e Grapo e a violencia urbana e participaron nas revoltas mineiras que tiveron lugar na localidade asturiana de Mieres.
Ademais do Comando Insurrecionalista Mateo Corral, que utiliza o nome do anarquista español responsable do atentado contra Alfonso XIII e Victoria Eugenia no que morreron 23 civís, hai outros grupos, en principio non vinculados con actividades violentas, pero que impulsan accións anticlericais, contra a "represión carceraria" e que invitan activistas gregos e italianos a participar nos seus diferentes proxectos.
Así, está o Grupo Anarquista Mayo Negro, creado en outubro do ano pasado co obxectivo de loitar contra a propiedade privada, o principio de autoridade, o Estado, a política, a relixión e contra todos aqueles poderes que obstaculizan a total emancipación do ser humano. A súa primeira acción foi impulsar un acto anticlerical que incluía unha "festa anti-cristo". E Novembro Negro, constituído nas mesmas datas en Galicia, que asegura propugnar un anarquismo non violento, ecoloxista e defensor do ciberactivismo.
A CNT condena a criminilización do anarquismo
O secretario xeral da CNT, Pedro Serna, afirmou en declaracións a lainformacion.com que "a policía pode estar tranquila" e que cre que non haberá "outro Mateo Morral". En relación ás declaracións de Cosidó, insiste en son para meter medo, crear falsos rumores e quitar a atención dos problemas reais da xente. Parécenos insultante a asociación das ideas anarquistas á violencia. O anarquismo é unha ideoloxía que promove a igualdade e a razón. Esa continua asociación do anarquismo e violencia só interésalle ao sistema".
Sobre os feitos dos dous atentados Serna expresou que probablemente o Ministerio do Interior os tiña bastante sobre control. A CNT desvincúlase das accións violentas e condena a criminilización do anarquismo polo director xeral da Policía. Serna, aínda que non puido dicir estadísitas concretas, afirmou que existe un crecemento no número de afiliacións a asociacións e sindicatos anarquistas. Para el, os traballadores buscan, agora máis que nunca, unha ferramenta de loita para rematar coa crise e a falta de condicións e dereitos.
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O anarquismo violento avanza en España e xa se converteu nunha das principais ameazas para a seguridade cidadá nun contexto no que a banda terrorista ETA leva cinco anos sen atentar en territorio español.
O número de grupos e cédulas independentes de carácter anarquista non parou de crecer nos últimos anos e xa suman preto de 120, segundo o Ministerio de Interior. Estes grupos lograron infiltrarse nas revoltas mineiras, no 15-M, nas protestas antiprivatización e nas dedicadas a cercar o Congreso e, últimante, nos actos violentos dos ocupas e antisistema en Can Vives.
Mentres, os que actúan de forma individual, os denominados lobos solitarios, converteron as igrexas e os empresarios nos seus principais obxectivos e os artefactos explosivos caseiros nun instrumento para atraer a atención, tanto da prensa coma da sociedade.
Só o ano pasado foron detidos 54 anarquistas, un número tres veces superior ao de 2012.
Unha das principais preocupacións da Policía
Os grupos anarquistas convertéronse nunha das principais preocupacións das Brigadas de Información da Policía española, que se manteñen en alerta permanente ante o incremento da súa actividade e a virulencia das súas accións, entre as que inclúen os atentados con artefactos explosivos na Catedral de La Almudena (Madrid) e na Basílica del Pilar (Zaragoza).
As accións destes grupos anarquistas teñen obxectivos diversos, pero basicamente están centradas en atentados contra institucións do Estado e a Igrexa -nos que non avalían as consecuencias en vidas humanas-; asasinatos selectivos con trasfondo ideolóxico; ataques a empresas e sucursais bancarias, e revoltas na rúa, nas que tamén participan outros grupos antisistema e de esquerda. Sorprendentemente, os grupos anarquistas case triplican os de extrema esquerda -pouco máis de 40- e duplican os de extrema dereita, en torno a 50.
Entre os propósitos latentes dos anarquista poderían estar os responsables de prisións, aos que acusan de secuestradores e carcereiros, escudándose nas palabras do anarquista ruso Mijail Bakunin: "Só poderemos sentirnos libres mentres non exista un só preso". Este obxectivo queda reflectido claramente na web da Cruz Negra Anarquista Meditérranea-Sur, onde se asegura que a súa loita é "polos compañeiros libertarios secuestrados polo Estado e o Capital e pola abolición dos centros de exterminio que son os cárceres".
Nos últimos meses, segundo fontes policiais, os anarquistas lograron infiltrarse, en maior ou menor medida, en movementos asemblearios cidadáns; en sociais, como o 15-M ou o 25-S; nas marchas mineiras e mesmo en protestas cidadás e sindicais en contra das reformas económicas do Goberno de Mariano Rajoy. Tamén actuaron como germén das recentes protestas violentas contra o desaloxo de Can Vives.
Vínculos con outros movementos europeos
Dous activistas libertarios gregos, Mario Tursunidis e Kostas Jasanis, que avogan pola radicalización do movemento anarquista para "facer fronte á política represiva do Estado", participaron fai pouco máis dun ano nunhas xornadas organizadas pola Coordinadora Anti-Privatización da Sanidade Pública Madrileña. Mentres, os encarcerados en Barcelona en maio de 2013 por defender a violencia urbana formaron parte das revoltas mineiras en Asturias.
A Policía detectou que os anarquistas se están a infiltrar nos movementos antisistema para utilizalos como cobertura, sen que en moitos casos estes últimos sexan conscientes e os seus fins non sexan exactamente os mesmos.
Como se organizan?
Os anarquistas españois están organizados en grupos de afinidade pequena e dende hai anos están sendo avalados e asesorado por grupos internacionais, fundamentalmente italianos e gregos, e nalgunhas accións participaron de forma conxunta.
O seu modelo a seguir son as actuacións dos violentos e organizados grupos anarquistas helenos - "terrorismo puro e duro", segundo a Policía española-, que loitan contra un Estado debilitado pola crise e a corrupción, o capital e as potentes organizacións de ultradereita gregas.
En España, o denominado Comando Insurreccionalista Mateo Morral -que para os grupos anarquistas é un invento da Policía- atribuíuse a colocación do artefacto explosivo na Catedral da Almudena e da bombona de gas que explotou na Basílica do Piar.
Dende principios de 2012 contabilizáronse ata 20 atentados con artefactos explosivos e cócteles molotov, cuxo obxectivo eran sucursais bancarias e empresas, en Cataluña, Madrid, Galicia e Andalucía.
Hai catro anos, catro anarquistas apuñalaron en Valdemoro ao entón menor de idade Javier Peinado. Foron condenados a 38 anos de prisión. En maio de 2013, o xuíz da Audiencia Nacional Santiago Pedraz enviou prisión a cinco presuntos integrantes do grupo anarquista Bandera Negra. Os detidos xustificaran as accións de ETA e Grapo e a violencia urbana e participaron nas revoltas mineiras que tiveron lugar na localidade asturiana de Mieres.
Ademais do Comando Insurrecionalista Mateo Corral, que utiliza o nome do anarquista español responsable do atentado contra Alfonso XIII e Victoria Eugenia no que morreron 23 civís, hai outros grupos, en principio non vinculados con actividades violentas, pero que impulsan accións anticlericais, contra a "represión carceraria" e que invitan activistas gregos e italianos a participar nos seus diferentes proxectos.
Así, está o Grupo Anarquista Mayo Negro, creado en outubro do ano pasado co obxectivo de loitar contra a propiedade privada, o principio de autoridade, o Estado, a política, a relixión e contra todos aqueles poderes que obstaculizan a total emancipación do ser humano. A súa primeira acción foi impulsar un acto anticlerical que incluía unha "festa anti-cristo". E Novembro Negro, constituído nas mesmas datas en Galicia, que asegura propugnar un anarquismo non violento, ecoloxista e defensor do ciberactivismo.
A CNT condena a criminilización do anarquismo
O secretario xeral da CNT, Pedro Serna, afirmou en declaracións a lainformacion.com que "a policía pode estar tranquila" e que cre que non haberá "outro Mateo Morral". En relación ás declaracións de Cosidó, insiste en son para meter medo, crear falsos rumores e quitar a atención dos problemas reais da xente. Parécenos insultante a asociación das ideas anarquistas á violencia. O anarquismo é unha ideoloxía que promove a igualdade e a razón. Esa continua asociación do anarquismo e violencia só interésalle ao sistema".
Sobre os feitos dos dous atentados Serna expresou que probablemente o Ministerio do Interior os tiña bastante sobre control. A CNT desvincúlase das accións violentas e condena a criminilización do anarquismo polo director xeral da Policía. Serna, aínda que non puido dicir estadísitas concretas, afirmou que existe un crecemento no número de afiliacións a asociacións e sindicatos anarquistas. Para el, os traballadores buscan, agora máis que nunca, unha ferramenta de loita para rematar coa crise e a falta de condicións e dereitos.
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20 jun 2014
[Italia, Torino] Detencións, rexistros e encarceramentos de anarquistas e antiautoritarixs en loita contra os desafiuzamentos
En decembro de 2013 deramos conta en Abordaxe dunha operación contra activistas Anti-TAV en Torino e en Milano: En Torino a DIGOS (policía política na Italia) irrompera no Asilo Okupado e nunha vivenda okupada de Lanino e como resultas eran apresadas e encarceradas Chiara Zenobi e Claudio Alberto (e en Milano era detido na mesma operación Mattia Zanotti membro da rádio libre "Radio Cane"), sumándose así a Niccolò Blasi, quen xa estaba preso e encarcerado dende o 29 de outubro dese ano.
Agora recollemos do IndyBarna (e traducimos) unha nova irrupción da DIGOS nas mesmas okupas e en varias vivendas particulares (un total de 25 rexistros), se ben desta volta a escusa non é a loita Anti-TAV senón as accións das compas contra os desafiuzamentos, da que hai un total de 111 persoas investigadas!!:
Represión contra compañeiros e compañeiras envolvidos na loita que está dandose dende hai uns anos na cidade contra os desafiuzamentos e pola ocupación de vivendas.
Dende as primeiras horas da mañá do 3 de xuño de 2014, levouse a cabo unha operación represiva orquestrada polo fiscal de Pedrotta e o fiscal "francomasón" Rinaudo, contra diferentes anarquistas e antiautoritarias de Torino. A DIGOS (policía política) e os carabinieri levaron a cabo 25 rexistros en Turín e en Piamonte, incluído o Asilo Ocupado (centro social da cidade) e unha casa ocupada de vivendas de Lanino, ademais da notificación e a execución de diversas medidas preventivas: 11 persoas ao cárcere, 6 baixo arresto domiciliario, 4 con "obblighi di dimora" (prohibición de saír da cidade), 4 con "divieti di dimora" (obriga de permanecer na cidade), 4 con obrigas de asinar en comisaría. Hai un total de 111 persoas investigadas e os presuntos delitos van dende "secuestro de persoa" (por increpar un axente xudicial nun desaloxo?) a extorsión, pasando por "danos", "resistencia e desacato a un funcionario público", "ameazas" e "ocupación de edificios".
Basicamente a investigación orquestrada coa intención de compracer aos grandes poderes da cidade: construtores, especuladores, banqueiros, empresas cementeiras e o Partido Democrático (PD), que en Torino se superpoñen e combinan á perfección.
As acusacións contra as compas refírense principalmente ás prácticas de resistencia aos desaloxos e desafiuzamentos (dende piquetes á ocupación da sede dos funcionarios xudiciais), as manifestacións espontáneas e os ataques á sede do PD nos últimos meses, cun intento de sufocar a golpe de medidas preventivas os que, nos diferentes barrios da cidade, están a promover a autoorganización dxs explotadxs e desafiuzadxs para a reapropiación de espazos para usar como vivenda, na loita contra a gentrificación, contra a especulación e contra os políticos e especuladores que en todas as partes saquean nosas vidas.
Os enderezos das compas encarceradas:
Daniele Altoè C.C. Piazza Don Soria, 37 - 15121 Alessandria
Andrea Ventrella C.C. Via Port’Aurea, 57 - 48121 Ravenna
Paolo Milan C.C. Brissogne, Loc. Les Iles, 14 - 11020 Aosta
Toshiyuki Hosokawa C.C. Brissogne, Loc. Les Iles, 14 - 11020 Aosta
Giuseppe De Salvatore C.C. Via dei Tigli 14 - 13900 Biella
Francesco Di Berardo C.C. Via Roncata 75 - 12100 Cuneo
Nicolò Angelino C.C. via Maria Adelaide Aglietta 35 - 10151 Torino
Marianna Valenti C.C. via del Rollone 19 - 13100 Vercelli
Fabio Milan C.C. via del Rollone 19 - 13100 Vercelli
Michele Garau Strada Quarto inferiore 266 - Loc. Quarto Inferiore - 14030 Asti
As torinesas Nicco, Chiara e Claudio, que seguían en prisión (xunto ao milanés Mattia Zanotti) baixo a lei antiterrorista pola luita contra o TAV tambén receberon de resultas desta "operación" novas restriccións dado que tambén están na listaxe de acusadas. Ao respeito disto e segundo Informa Azzione) Chiara e Claudio se encontran temporalmente retidas no cárcere torinés de Le Vallette e Mattia e Niccolò en Alessandria:
Chiara Zenobi
Claudio Alberto
C.C. via Maria Adelaide Aglietta 35 -10151 Torino.
Mattia Zanotti
Niccolò Blasi
C. R. Via Casale San Michele, 50 -15100 Alessandria.
Máis información (en italiano) en Infoaut
Máis información en Abordaxe sobre as 4 detidas anti-TAV:
6/3/2014 [Itália] Notícias sobre xs 4 presxs activistas anti-TAV. Acçons solidárias e situaçom.
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Agora recollemos do IndyBarna (e traducimos) unha nova irrupción da DIGOS nas mesmas okupas e en varias vivendas particulares (un total de 25 rexistros), se ben desta volta a escusa non é a loita Anti-TAV senón as accións das compas contra os desafiuzamentos, da que hai un total de 111 persoas investigadas!!:
Represión contra compañeiros e compañeiras envolvidos na loita que está dandose dende hai uns anos na cidade contra os desafiuzamentos e pola ocupación de vivendas.
Dende as primeiras horas da mañá do 3 de xuño de 2014, levouse a cabo unha operación represiva orquestrada polo fiscal de Pedrotta e o fiscal "francomasón" Rinaudo, contra diferentes anarquistas e antiautoritarias de Torino. A DIGOS (policía política) e os carabinieri levaron a cabo 25 rexistros en Turín e en Piamonte, incluído o Asilo Ocupado (centro social da cidade) e unha casa ocupada de vivendas de Lanino, ademais da notificación e a execución de diversas medidas preventivas: 11 persoas ao cárcere, 6 baixo arresto domiciliario, 4 con "obblighi di dimora" (prohibición de saír da cidade), 4 con "divieti di dimora" (obriga de permanecer na cidade), 4 con obrigas de asinar en comisaría. Hai un total de 111 persoas investigadas e os presuntos delitos van dende "secuestro de persoa" (por increpar un axente xudicial nun desaloxo?) a extorsión, pasando por "danos", "resistencia e desacato a un funcionario público", "ameazas" e "ocupación de edificios".
Basicamente a investigación orquestrada coa intención de compracer aos grandes poderes da cidade: construtores, especuladores, banqueiros, empresas cementeiras e o Partido Democrático (PD), que en Torino se superpoñen e combinan á perfección.
As acusacións contra as compas refírense principalmente ás prácticas de resistencia aos desaloxos e desafiuzamentos (dende piquetes á ocupación da sede dos funcionarios xudiciais), as manifestacións espontáneas e os ataques á sede do PD nos últimos meses, cun intento de sufocar a golpe de medidas preventivas os que, nos diferentes barrios da cidade, están a promover a autoorganización dxs explotadxs e desafiuzadxs para a reapropiación de espazos para usar como vivenda, na loita contra a gentrificación, contra a especulación e contra os políticos e especuladores que en todas as partes saquean nosas vidas.
Os enderezos das compas encarceradas:
Daniele Altoè C.C. Piazza Don Soria, 37 - 15121 Alessandria
Andrea Ventrella C.C. Via Port’Aurea, 57 - 48121 Ravenna
Paolo Milan C.C. Brissogne, Loc. Les Iles, 14 - 11020 Aosta
Toshiyuki Hosokawa C.C. Brissogne, Loc. Les Iles, 14 - 11020 Aosta
Giuseppe De Salvatore C.C. Via dei Tigli 14 - 13900 Biella
Francesco Di Berardo C.C. Via Roncata 75 - 12100 Cuneo
Nicolò Angelino C.C. via Maria Adelaide Aglietta 35 - 10151 Torino
Marianna Valenti C.C. via del Rollone 19 - 13100 Vercelli
Fabio Milan C.C. via del Rollone 19 - 13100 Vercelli
Michele Garau Strada Quarto inferiore 266 - Loc. Quarto Inferiore - 14030 Asti
As torinesas Nicco, Chiara e Claudio, que seguían en prisión (xunto ao milanés Mattia Zanotti) baixo a lei antiterrorista pola luita contra o TAV tambén receberon de resultas desta "operación" novas restriccións dado que tambén están na listaxe de acusadas. Ao respeito disto e segundo Informa Azzione) Chiara e Claudio se encontran temporalmente retidas no cárcere torinés de Le Vallette e Mattia e Niccolò en Alessandria:
Chiara Zenobi
Claudio Alberto
C.C. via Maria Adelaide Aglietta 35 -10151 Torino.
Mattia Zanotti
Niccolò Blasi
C. R. Via Casale San Michele, 50 -15100 Alessandria.
Máis información (en italiano) en Infoaut
Máis información en Abordaxe sobre as 4 detidas anti-TAV:
6/3/2014 [Itália] Notícias sobre xs 4 presxs activistas anti-TAV. Acçons solidárias e situaçom.
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19 jun 2014
Muito Alta Tensão ameaça Galiza e Norte de Portugal
Recolhemos da web das nossas compas portuguesas do Jornal MAPA:
O projecto para a construção de uma linha eléctrica de Muito Alta Tensão (MAT) desde Fontefria, na Galiza, até Vila do Conde, tem motivado desde o inicio do ano diversos protestos entre as populações de ambos os lados da fronteira. O traçado previsto atravessa 121 freguesias dos distritos de Viana do Castelo, Braga e Porto, incluindo a maioria dos municípios do Alto Minho: Monção, Melgaço, Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Viana do Castelo e Ponte de Lima. Esta linha de MAT será uma das mais potentes em território portugês (400 KVs), deixando as populações residentes nas zonas circunscritas alarmadas com os impactos nocivos para a saúde, fauna e flora, assim como para o património natural.
Na aldeia de Gemieira, Ponte de Lima, estão previstas pelo menos cinco torres de 75 metros de altura e uma área de implantação de 200 metros quadrados, além de margens de segurança de 45 metros para cada lado. Os habitantes de Gemieira e Refóios realizaram já várias acções de protesto e sessões de esclarecimento contra a “linha da morte” em relação ao projecto da REN (Rede Eléctrica Nacional), perante a ausência e o silêncio da Câmara Municipal de Ponte de Lima. Na Gemieira, o traçado previsto coloca a linha na proximidade de 20 habitações, de um aglomerado de 14 moinhos, de áreas de produção agrícola e de uma ecovia. Há vários meses que os populares “se dizem dispostos a tudo” para travar a passagem da linha pela aldeia. Foi várias vezes apontado o boicote às eleições europeias como forma de protesto, tendo o mesmo vindo a concretizar-se no passado dia 25 de Maio, quando mais de uma centena de populares de Gemieira impediram a entrada de membros da mesa, na sede da Junta de Freguesia, onde estava instalada a urna de voto.
Em Monção, os habitantes das diferentes freguesias só foram informados sobre as intenções da REN e o traçado da linha no final do mês de Dezembro de 2013, através de extensa documentação enviada pela Agência Portuguesa do Ambiente, apesar da elaboração do projecto ter começado no início de 2011. O prazo para a consulta pública do EIA (Estudo de Impacto Ambiental 1) estava inicialmente previsto terminar a 13 de Fevereiro de 2014, data-limite para que a população se pronunciasse sobre o projecto. Este estudo, encomendado à empresa Ws Atkins, apresenta os impactos negativos na fauna e flora de forma amenizada, dando a entender que podem ser minimizados e reversíveis, mesmo se a construção desta linha eléctrica ameaça várias espécies protegidas, como é o caso do lobo, ou a possível extinção de aves migratórias em todo o Alto Minho, além da desfiguração de extensa paisagem natural. Não foi efectuado qualquer estudo sobre os impactos na saúde das populações.
Também em Barcelos o traçado previsto atravessará 63 freguesias do Concelho (segundo a divisão administrativa anterior), tendo motivado já contestação popular e mesmo institucional quando, em Fevereiro passado, a Câmara Municipal aprovou uma moção de “rejeição absoluta” do traçado proposto, declarando que “usará todos os meios à sua disposição” para o “travar”.
Minho e Galiza estão unidos nesta luta e fizeram já algumas manifestações conjuntas. A última aconteceu no passado dia 27 de Abril na ponte internacional de Melgaço, onde foi cortado o trânsito automóvel, após o culminar das duas manifestações que partiram de Melgaço e Arbo, exigindo o enterramento da linha, denunciando os efeitos negativos na saúde, no ambiente e nas economias locais. De ambos os lados da fronteira, as autoridades responsáveis pelo projecto são acusadas de terem decidido tudo “sem virem ao local”, “a partir de Lisboa e de Madrid”.
São inúmeros os exemplos em Portugal de prejuízos para a população, ambiente e património nas zonas atravessadas pelas linhas de Alta Tensão. O enterramento das linhas é uma solução que a REN não considera porque fica mais cara. Assim consegue minimizar custos sacrificando a saúde das pessoas e o ambiente. Não fosse a impunidade da REN, garantida pelo aparato politico-legal do estado, resultando no escasso poder de decisão dos indivíduos e comunidades, e as linhas de Alta Tensão seriam incomportáveis social e economicamente, bem como o modelo de produção e distribuição de energia inerente. Noutro cenário, compensaria o investimento em alternativas de produção, distribuição e consumo, cuja prioridade fosse o bem-estar dos indivíduos e a preservação dos ecossistemas. Este seria, contudo, um passo subsequente à crítica dos vários factores de desperdício, actualmente justificados em grande parte com a falácia do “crescimento económico”.
Mais informação na sua web:
- Prejuizos para a população, ambiente e património
- As linhas de Alta Tensão e os riscos para a saúde
Nota:
(1)Eixo RNT entre “Vila do Conde”, “Vila Fria B” e a Rede Eléctrica de Espanha, a 400Kv
Artículo de Júlio Silvestre
Fotos (linhas de MAT em Alfena): Ursula Zangger
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O projecto para a construção de uma linha eléctrica de Muito Alta Tensão (MAT) desde Fontefria, na Galiza, até Vila do Conde, tem motivado desde o inicio do ano diversos protestos entre as populações de ambos os lados da fronteira. O traçado previsto atravessa 121 freguesias dos distritos de Viana do Castelo, Braga e Porto, incluindo a maioria dos municípios do Alto Minho: Monção, Melgaço, Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Viana do Castelo e Ponte de Lima. Esta linha de MAT será uma das mais potentes em território portugês (400 KVs), deixando as populações residentes nas zonas circunscritas alarmadas com os impactos nocivos para a saúde, fauna e flora, assim como para o património natural.
Na aldeia de Gemieira, Ponte de Lima, estão previstas pelo menos cinco torres de 75 metros de altura e uma área de implantação de 200 metros quadrados, além de margens de segurança de 45 metros para cada lado. Os habitantes de Gemieira e Refóios realizaram já várias acções de protesto e sessões de esclarecimento contra a “linha da morte” em relação ao projecto da REN (Rede Eléctrica Nacional), perante a ausência e o silêncio da Câmara Municipal de Ponte de Lima. Na Gemieira, o traçado previsto coloca a linha na proximidade de 20 habitações, de um aglomerado de 14 moinhos, de áreas de produção agrícola e de uma ecovia. Há vários meses que os populares “se dizem dispostos a tudo” para travar a passagem da linha pela aldeia. Foi várias vezes apontado o boicote às eleições europeias como forma de protesto, tendo o mesmo vindo a concretizar-se no passado dia 25 de Maio, quando mais de uma centena de populares de Gemieira impediram a entrada de membros da mesa, na sede da Junta de Freguesia, onde estava instalada a urna de voto.
Em Monção, os habitantes das diferentes freguesias só foram informados sobre as intenções da REN e o traçado da linha no final do mês de Dezembro de 2013, através de extensa documentação enviada pela Agência Portuguesa do Ambiente, apesar da elaboração do projecto ter começado no início de 2011. O prazo para a consulta pública do EIA (Estudo de Impacto Ambiental 1) estava inicialmente previsto terminar a 13 de Fevereiro de 2014, data-limite para que a população se pronunciasse sobre o projecto. Este estudo, encomendado à empresa Ws Atkins, apresenta os impactos negativos na fauna e flora de forma amenizada, dando a entender que podem ser minimizados e reversíveis, mesmo se a construção desta linha eléctrica ameaça várias espécies protegidas, como é o caso do lobo, ou a possível extinção de aves migratórias em todo o Alto Minho, além da desfiguração de extensa paisagem natural. Não foi efectuado qualquer estudo sobre os impactos na saúde das populações.
Também em Barcelos o traçado previsto atravessará 63 freguesias do Concelho (segundo a divisão administrativa anterior), tendo motivado já contestação popular e mesmo institucional quando, em Fevereiro passado, a Câmara Municipal aprovou uma moção de “rejeição absoluta” do traçado proposto, declarando que “usará todos os meios à sua disposição” para o “travar”.
Minho e Galiza estão unidos nesta luta e fizeram já algumas manifestações conjuntas. A última aconteceu no passado dia 27 de Abril na ponte internacional de Melgaço, onde foi cortado o trânsito automóvel, após o culminar das duas manifestações que partiram de Melgaço e Arbo, exigindo o enterramento da linha, denunciando os efeitos negativos na saúde, no ambiente e nas economias locais. De ambos os lados da fronteira, as autoridades responsáveis pelo projecto são acusadas de terem decidido tudo “sem virem ao local”, “a partir de Lisboa e de Madrid”.
São inúmeros os exemplos em Portugal de prejuízos para a população, ambiente e património nas zonas atravessadas pelas linhas de Alta Tensão. O enterramento das linhas é uma solução que a REN não considera porque fica mais cara. Assim consegue minimizar custos sacrificando a saúde das pessoas e o ambiente. Não fosse a impunidade da REN, garantida pelo aparato politico-legal do estado, resultando no escasso poder de decisão dos indivíduos e comunidades, e as linhas de Alta Tensão seriam incomportáveis social e economicamente, bem como o modelo de produção e distribuição de energia inerente. Noutro cenário, compensaria o investimento em alternativas de produção, distribuição e consumo, cuja prioridade fosse o bem-estar dos indivíduos e a preservação dos ecossistemas. Este seria, contudo, um passo subsequente à crítica dos vários factores de desperdício, actualmente justificados em grande parte com a falácia do “crescimento económico”.
Mais informação na sua web:
- Prejuizos para a população, ambiente e património
- As linhas de Alta Tensão e os riscos para a saúde
Nota:
(1)Eixo RNT entre “Vila do Conde”, “Vila Fria B” e a Rede Eléctrica de Espanha, a 400Kv
Artículo de Júlio Silvestre
Fotos (linhas de MAT em Alfena): Ursula Zangger
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[Chile] Hermes e Alfonso na rúa!!
Onte mesmo publicamos a noticia de que estes dois compas sairan do cárcere despois de ser condenados a 5 anos de liberdade vixiada. Agora recollemos do blogue "Instinto Salvaje" este comunicado co gallo da súa saída da prisión:
"Un saúdo caloroso e fraterno a todxs xs compañeirxs que manteñen vivo o recordo do noso irmán Angry e se solidarizan con nos, correndo os seus propios riscos e multiplicando a propaganda polo feito. Un abrazo apertado para cada un/unha de vostedes, acá en $hile ou en Argentina, Turquía, Alemania, Indonesia e en cada canto máis lonxe ou máis preto. Os seus xestos avivan o lume que levamos no noso interior. Os nosos corazóns están con vostedes". (Palabras de Alfonso e Hermes dende o Modulo de Máxima Seguridade, unhas semanas antes de saír en liberdade)
Este venres 13 de Xuño e xestionado pola defensa de Hermes e Alfonso, a cargo da defensoría Popular, no 1° Xulgado de Garantía de Santiago levouse a cabo un xuízo abreviado onde os compañeiros foron condenados a 5 anos de presidio menor no seu grao máximo, cumpríndose co beneficio de liberdade vixiada intensiva. Os compañeiros aceptaron os cargos de tenza ilegal de arma de fogo e roubo con intimidación. A nosa profunda gratitude ao equipo da defensoría popular polo traballo realizado.
Queremos difundir e compartir a alegría que nos xera que os nosos irmáns pisen novamente a rúa xunto os seus e agradecer a todxs xs compañeirxs que en todo o globo manifestaron que a solidariedade e o apoio mutuo é unha consigna viva. Puntualmente queremos agradecer axs compañeirxs que nos axudaron coa difusión e propagación da súa situación carceraria por diferentes medios, axs compañeirxs que nos prestou un espazo radial para comunicarnos e romper co illamento, á Biblioteca La Hiedra que serviu como centro de abasto, axs compas que levaron as súas achegas, as súas cartiñas e axs que semana a semana se encargaron da encomenda.
En fin, agradecer a todxs xs compañeirxs e irmanxs que coas súas accións de toda índole solidarizaronse activamente coa súa prisión, expandindo a idea de destruír a explotación e dominación, construíndo no presente un mundo sen autoridade.
Por ultimo, estes seis meses de prisión de Hermes e Alfonso, víronse acompañado do sabor máis triste e amargo da loita, a dor da morte que caeu sobre nos. Angry, a túa ausencia física é irreparable, pero a memoria combativa mantenche presente na pelexa contra a autoridade. Recordarte é tarefa de cada compañeirx no mundo que sinta e queira facelo. A ti, ao Mauri, ao Jonny e a todxs xs compañeirxs caídxs recórdaselles con xestos e actos dispostos a destruír esta orde de explotación.
A destruír o circo mediático que xustifica a vinganza do poder:
Solidariedade Activa cos compañeiros Fredy Fuentevilla, Marcelo Villarroel e Juan Aliste.
As malditas celas encarceran os seus corpos, pero xamais o seu espírito irredutible e inimigo da dominación: Sol Farias Vergara, Carlos Gutierrez Quiduleo, Hans Niemeyer, Alejandro Astorga, Rene Sanhueza, Jorge Mateluna, Francisco Solar, Mónica Caballero, Nicolas Olivares e todxs xs presxs da guerra social. PRESENTES¡¡
SEBASTIAN "ANGRY" OVERSLUIJ SEGUEL, VIVES EN CADA CORAZON QUE SE LANZA Á LIBERDADE!!
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"Un saúdo caloroso e fraterno a todxs xs compañeirxs que manteñen vivo o recordo do noso irmán Angry e se solidarizan con nos, correndo os seus propios riscos e multiplicando a propaganda polo feito. Un abrazo apertado para cada un/unha de vostedes, acá en $hile ou en Argentina, Turquía, Alemania, Indonesia e en cada canto máis lonxe ou máis preto. Os seus xestos avivan o lume que levamos no noso interior. Os nosos corazóns están con vostedes". (Palabras de Alfonso e Hermes dende o Modulo de Máxima Seguridade, unhas semanas antes de saír en liberdade)
Este venres 13 de Xuño e xestionado pola defensa de Hermes e Alfonso, a cargo da defensoría Popular, no 1° Xulgado de Garantía de Santiago levouse a cabo un xuízo abreviado onde os compañeiros foron condenados a 5 anos de presidio menor no seu grao máximo, cumpríndose co beneficio de liberdade vixiada intensiva. Os compañeiros aceptaron os cargos de tenza ilegal de arma de fogo e roubo con intimidación. A nosa profunda gratitude ao equipo da defensoría popular polo traballo realizado.
Queremos difundir e compartir a alegría que nos xera que os nosos irmáns pisen novamente a rúa xunto os seus e agradecer a todxs xs compañeirxs que en todo o globo manifestaron que a solidariedade e o apoio mutuo é unha consigna viva. Puntualmente queremos agradecer axs compañeirxs que nos axudaron coa difusión e propagación da súa situación carceraria por diferentes medios, axs compañeirxs que nos prestou un espazo radial para comunicarnos e romper co illamento, á Biblioteca La Hiedra que serviu como centro de abasto, axs compas que levaron as súas achegas, as súas cartiñas e axs que semana a semana se encargaron da encomenda.
En fin, agradecer a todxs xs compañeirxs e irmanxs que coas súas accións de toda índole solidarizaronse activamente coa súa prisión, expandindo a idea de destruír a explotación e dominación, construíndo no presente un mundo sen autoridade.
Por ultimo, estes seis meses de prisión de Hermes e Alfonso, víronse acompañado do sabor máis triste e amargo da loita, a dor da morte que caeu sobre nos. Angry, a túa ausencia física é irreparable, pero a memoria combativa mantenche presente na pelexa contra a autoridade. Recordarte é tarefa de cada compañeirx no mundo que sinta e queira facelo. A ti, ao Mauri, ao Jonny e a todxs xs compañeirxs caídxs recórdaselles con xestos e actos dispostos a destruír esta orde de explotación.
A destruír o circo mediático que xustifica a vinganza do poder:
Solidariedade Activa cos compañeiros Fredy Fuentevilla, Marcelo Villarroel e Juan Aliste.
As malditas celas encarceran os seus corpos, pero xamais o seu espírito irredutible e inimigo da dominación: Sol Farias Vergara, Carlos Gutierrez Quiduleo, Hans Niemeyer, Alejandro Astorga, Rene Sanhueza, Jorge Mateluna, Francisco Solar, Mónica Caballero, Nicolas Olivares e todxs xs presxs da guerra social. PRESENTES¡¡
SEBASTIAN "ANGRY" OVERSLUIJ SEGUEL, VIVES EN CADA CORAZON QUE SE LANZA Á LIBERDADE!!
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Sae o libro "El Catecismo Revolucionario. El Libro Maldito de la Anarquía" de Bakunin e Nechayev con notas e epistolario por Dostoievski. Editado polas compas de "La Felguera"
Damos pulo a esta información recibida:
"El Catecismo Revolucionario. El Libro Maldito de la Anarquía" de Bakunin e Nechayev con notas e epistolario por Dostoievski é un dos máis controversos e violentos manifestos de toda a historia. Seus inimigos foran Marx, Engels, o czar da Rusia e os servizos secretos e policiais de todo o mundo desde a súa publicación en 1869.
En novembro 1869 un evento causou pánico en Moscú. O corpo de Ivan Ivanovich Ivanov foi encontrado no fondo dun lago. Por trás do crime escondiase Sergei Nechayev, un mozo niilista líder de unha sociedade secreta chamada A Xustiza do Pobo, “un monxe cruel de unha revolución desesperada - escrebera Albert Camus - cuio soño máis evidente era fundar a orden asasina que iría espallar e finalmente triunfar pola divinidade negra para que decidiu servir". Mais había máis: Nechayev non estaba soziño. Falabase de células terroristas infiltradas nas principais cidades do país e dispostas a levar a cabo asasinatos e atentados. Mais tarde, soubose que o misterioso Nechayev non traballa soziño, mais era un delegado de Mikhail Bakunin. Todos tremeram ante o "deus negro”. Bakunin e Nechayev, contando con a chegada dunha revolución aniquiladora e hixiénica, asinaran O Catecismo Revolucionario, un dos textos máis polémicos, violentos e odiados da historia, un documento que logo inspirou unha nova xeración de terroristas e que, ao mesmo tempo, provocou alarme entre as autoridades policiais e entre a elite política. Pouco depois foi descoberto que Nechayev traizoara e roubara ao mesmo Bakunin, cuia amizade con o niilista valeulle a expulsón da Internacional. Dostoiévski, a partir deses eventos, baseou seu famoso romance Os Demos, onde as personaxens Bakunin e Nechayev aparecen.
Este libro, xuntamente con o Catecismo Revolucionario, recolle textos e anotacións de Dostoiévski e reveladoras cartas de Bakunin, narra un dois episodios máis emocionantes e fantásticos do século XIX, que serviu para configurar o terrorismo moderno, as sociedades secretas políticas e as teorias da conspiración. Esta é a incríbel história de Nechayev, “o primeiro terrorista" (Camus), unha "combinación esmagadora e sen paralelo de fanático, arrogante e rude" (E. H. Carr), e iso do fascinio que este despertou en Bakunin, que non hesitou en calificalo como heroe, conspirador profisional e crente sen Deus. E tambén Dostoiévski, que dedicou grande parte de súa vida luitando contra os niilistas, que describeu como "demos".
La Felguera Editores publica este libro coincidindo con o bicentenario do nacemento de Mijaíl Bakunin (30 de maio de 1814)
Máis información na súa web:
La Felguera Editores, Colección Memorias del Subsuelo. Madrid 2014
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"El Catecismo Revolucionario. El Libro Maldito de la Anarquía" de Bakunin e Nechayev con notas e epistolario por Dostoievski é un dos máis controversos e violentos manifestos de toda a historia. Seus inimigos foran Marx, Engels, o czar da Rusia e os servizos secretos e policiais de todo o mundo desde a súa publicación en 1869.
En novembro 1869 un evento causou pánico en Moscú. O corpo de Ivan Ivanovich Ivanov foi encontrado no fondo dun lago. Por trás do crime escondiase Sergei Nechayev, un mozo niilista líder de unha sociedade secreta chamada A Xustiza do Pobo, “un monxe cruel de unha revolución desesperada - escrebera Albert Camus - cuio soño máis evidente era fundar a orden asasina que iría espallar e finalmente triunfar pola divinidade negra para que decidiu servir". Mais había máis: Nechayev non estaba soziño. Falabase de células terroristas infiltradas nas principais cidades do país e dispostas a levar a cabo asasinatos e atentados. Mais tarde, soubose que o misterioso Nechayev non traballa soziño, mais era un delegado de Mikhail Bakunin. Todos tremeram ante o "deus negro”. Bakunin e Nechayev, contando con a chegada dunha revolución aniquiladora e hixiénica, asinaran O Catecismo Revolucionario, un dos textos máis polémicos, violentos e odiados da historia, un documento que logo inspirou unha nova xeración de terroristas e que, ao mesmo tempo, provocou alarme entre as autoridades policiais e entre a elite política. Pouco depois foi descoberto que Nechayev traizoara e roubara ao mesmo Bakunin, cuia amizade con o niilista valeulle a expulsón da Internacional. Dostoiévski, a partir deses eventos, baseou seu famoso romance Os Demos, onde as personaxens Bakunin e Nechayev aparecen.
Este libro, xuntamente con o Catecismo Revolucionario, recolle textos e anotacións de Dostoiévski e reveladoras cartas de Bakunin, narra un dois episodios máis emocionantes e fantásticos do século XIX, que serviu para configurar o terrorismo moderno, as sociedades secretas políticas e as teorias da conspiración. Esta é a incríbel história de Nechayev, “o primeiro terrorista" (Camus), unha "combinación esmagadora e sen paralelo de fanático, arrogante e rude" (E. H. Carr), e iso do fascinio que este despertou en Bakunin, que non hesitou en calificalo como heroe, conspirador profisional e crente sen Deus. E tambén Dostoiévski, que dedicou grande parte de súa vida luitando contra os niilistas, que describeu como "demos".
La Felguera Editores publica este libro coincidindo con o bicentenario do nacemento de Mijaíl Bakunin (30 de maio de 1814)
Máis información na súa web:
La Felguera Editores, Colección Memorias del Subsuelo. Madrid 2014
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"Revista Aullidos #2" - publicación anarquista
Recibimos na nosa caixa de correos un pedido de difusión desta moi interesante revista anarquista (en castelán) que nasceu en abril deste ano e xa vai polo 2º número.
Realizada no territorio "domeñado" polo estado de $hile. Se ben non consideramos importante o lugar da súa feitura senón a propia feitura en si. E tras botarlle unha ollada por riba, podese apreciar que está feita con calidade e abrangue uns temas comúns a calqueira, mores onde mores. Colamos a editorial deste seu 2º nº e máis o índice (que traducimos) e oferecemos os enlaces para a súa descárrega ou leitura dos dois nºs editados ata agora.
Editorial:
A pasos firmes, segurxs e rabiosxs contemplamos o andar do porvir e o seguir crendo en nós mesmxs, chuspindo os nosos ansiosos desexos de continuar expandindo, comunicando, aumentando e sumando á chama que xa esta acendida da apreciada revolta.
Derrubando todo acto de coacción e aniquilando todo individuo que nos programe e nos goberne na cotianidade.
Así é como nos animamos a comezar o noso segundo tomo de "Aullidos", rompendo o silencio e a inactividade constante do noso día a día.
Coidado irmáns afíns, camiña con coidado, cautelosx, sixilosamente e vixía dende as túas costas que o estado e os seus lacaios nos perseguen e á vez nos temen pola peste que propagamos e accionamos polo fin da orde actual e o desta sociedade auto-destrutora.
Rompamos a constante apatía presente na rutina, que volva a inquietude, a iniciativa, a inspiración que motivos non son poucos para seguir loitando pola rebelión.
A palabra é acción!
e a acción reafirma a palabra!
Índice:
páx 2 - "Sobre o Amor"
páx 5 - Indixs norteamericáns e vexetarianismo
páx 11 - Faino ti mesmx : Leites de avea, amendoas, sésamo, Pan de plátano
páx 13 - Mediciña Natural: Liñaza ou liño, perexil, allo, alfábega, "cochayuyo" e "chilco"
páx 17 - Copa do Mundo?
páx 20 - Bosquexo da vida dun guerreiro - Marco Camenisch
páx 24 - Cultivos forestais: Inimigos da vida
páx 26 - "A Abolición do Traballo" (fragmento) x Bob Black
Enlaces para descárrega ou leitura:
- Aullidos 2
- Aullidos 1
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Realizada no territorio "domeñado" polo estado de $hile. Se ben non consideramos importante o lugar da súa feitura senón a propia feitura en si. E tras botarlle unha ollada por riba, podese apreciar que está feita con calidade e abrangue uns temas comúns a calqueira, mores onde mores. Colamos a editorial deste seu 2º nº e máis o índice (que traducimos) e oferecemos os enlaces para a súa descárrega ou leitura dos dois nºs editados ata agora.
Editorial:
A pasos firmes, segurxs e rabiosxs contemplamos o andar do porvir e o seguir crendo en nós mesmxs, chuspindo os nosos ansiosos desexos de continuar expandindo, comunicando, aumentando e sumando á chama que xa esta acendida da apreciada revolta.
Derrubando todo acto de coacción e aniquilando todo individuo que nos programe e nos goberne na cotianidade.
Así é como nos animamos a comezar o noso segundo tomo de "Aullidos", rompendo o silencio e a inactividade constante do noso día a día.
Coidado irmáns afíns, camiña con coidado, cautelosx, sixilosamente e vixía dende as túas costas que o estado e os seus lacaios nos perseguen e á vez nos temen pola peste que propagamos e accionamos polo fin da orde actual e o desta sociedade auto-destrutora.
Rompamos a constante apatía presente na rutina, que volva a inquietude, a iniciativa, a inspiración que motivos non son poucos para seguir loitando pola rebelión.
A palabra é acción!
e a acción reafirma a palabra!
Índice:
páx 2 - "Sobre o Amor"
páx 5 - Indixs norteamericáns e vexetarianismo
páx 11 - Faino ti mesmx : Leites de avea, amendoas, sésamo, Pan de plátano
páx 13 - Mediciña Natural: Liñaza ou liño, perexil, allo, alfábega, "cochayuyo" e "chilco"
páx 17 - Copa do Mundo?
páx 20 - Bosquexo da vida dun guerreiro - Marco Camenisch
páx 24 - Cultivos forestais: Inimigos da vida
páx 26 - "A Abolición do Traballo" (fragmento) x Bob Black
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18 jun 2014
Chile – Os compas Hermes González e Alfonso Alvial, condenados en procedimento abreviado a 5 anos de liberdade vixiada
Traducimos do publicado polo compa de "Rebelión de las Palabras":
Os anarquistas Alfonso Alvial e Hermes González foran detidos o pasado 11 de setembro de 2013 na comuna de Pudahuel (Santiago de Chile). Foran arrestados nas proximidades dunha sucursal de BancoEstado onde pouco antes un outro compañeiro, Sebastian Oversluij, intentara levar a cabo unha expropiación, morrendo asasinado polo bastardo garda de seguridade, que o furou a tiros.
Agora, tras máis de 6 meses de prisión preventiva, e segundo comunica unha noticia publicada no blog das compas de Publicación Refractario, o pasado 13 de xuño os dous compañeiros terían aceptado un procedemento abreviado coa Fiscalía Occidente, no cal os dous terían quedado condenados a 5 anos de liberdade vixiada por cargos de roubo con intimidación en grao de tentativa e porte ilegal de armas de fogo, saíndo ese mesmo día do cárcere. Así, agora os compas poden volver rodearse dos seus, aínda que con vixilancia constante e medidas preventivas. En calquera caso, é mellor que o cárcere...
Solidariedade e forza para os que seguen tras as reixas!
Solidariedade e forza para Tamara Sol, que se encontra encarcerada por vingar a morte de Sebastian, disparando - non fatalmente por desgracia - contra outro garda de seguridade dunha sucursal do mesmo banco!
Máis información en Abordaxe sobre Alfonso Alvial e Hermes González:
11/12/2013.- [Chile] Un guarda de seguridade mata un atracador e a prensa volta falar do caso Bombas
13/12/2013.- [Chile] Mais información sobre o intento frustrado de expropiación dun Banco
7/3/2014.- [Chile] Semana de axitación e solidariedade revolucionaria con os/as presos/as da guerra social en Santiago.
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Os anarquistas Alfonso Alvial e Hermes González foran detidos o pasado 11 de setembro de 2013 na comuna de Pudahuel (Santiago de Chile). Foran arrestados nas proximidades dunha sucursal de BancoEstado onde pouco antes un outro compañeiro, Sebastian Oversluij, intentara levar a cabo unha expropiación, morrendo asasinado polo bastardo garda de seguridade, que o furou a tiros.
Agora, tras máis de 6 meses de prisión preventiva, e segundo comunica unha noticia publicada no blog das compas de Publicación Refractario, o pasado 13 de xuño os dous compañeiros terían aceptado un procedemento abreviado coa Fiscalía Occidente, no cal os dous terían quedado condenados a 5 anos de liberdade vixiada por cargos de roubo con intimidación en grao de tentativa e porte ilegal de armas de fogo, saíndo ese mesmo día do cárcere. Así, agora os compas poden volver rodearse dos seus, aínda que con vixilancia constante e medidas preventivas. En calquera caso, é mellor que o cárcere...
Solidariedade e forza para os que seguen tras as reixas!
Solidariedade e forza para Tamara Sol, que se encontra encarcerada por vingar a morte de Sebastian, disparando - non fatalmente por desgracia - contra outro garda de seguridade dunha sucursal do mesmo banco!
Máis información en Abordaxe sobre Alfonso Alvial e Hermes González:
11/12/2013.- [Chile] Un guarda de seguridade mata un atracador e a prensa volta falar do caso Bombas
13/12/2013.- [Chile] Mais información sobre o intento frustrado de expropiación dun Banco
7/3/2014.- [Chile] Semana de axitación e solidariedade revolucionaria con os/as presos/as da guerra social en Santiago.
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[Ferrol] Hoxe, mércores 18 ás 20:00h: palestra de Carlos Taibo no Ateneo ferrolán: "Repensando a Anarquía"
U.L. - Hoxe mércores 18 ás 20:00h no salón de actos do Ateneo Ferrolán (r/ Magdalena 202-204) organizamos unha charla coloquio coa presenza de Carlos Taibo e que leva o título “Repensar a anarquía”.
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[Uruguay] Panfleto da concentraçom contra a mineira Aratirí e a gasificadora: A terra nom se vende, se defende!
Já noutras ocasions temos publicado neste blogue de Abordaxe* notícias referentes aos planos do ex-guerrilheiro tupac-maru, marijuaneiro guai e mola maço, Pepe Múgica, quem está a vender o pais a poderes financieiros estrangeiros para a construçom de mega-projectos, desses que aqui rejeitamos, se bem, ao meu entender, semelha que muitxs siareirxs destes lares do Múgica, fam-no porque estamos governados pela direita direitona, que de estar governados por um marijuaneiro que vai de esquerdista soltando discursos cínicos e hipócritas na ONU, igual aplaudianm a venda da terra galega aos especuladores mineiros estrangeiros.
Agora, a seguir, damos pulo e reproduzimos o panfleto que nos facilitarom as compas da ANA, traduzido do blogue do PeriódicoAnarquista e que fora distribuído durante a concentraçom realizada no centro de Montevideo, no dia 5 de junho, contra a mineradora Aratirí e a gasificadora, que afecta nom só ao Uruguay de Múgica senom a toda América Latina:
A destruiçom do capitalismo continua agora também sob seu modelo extractivista. Os planos para América Latina som claros: controle policial militar e saque dos bens naturais. Aos planos de por mais fábricas de celulose, aos agrotóxicos, à soja e ao desmatamento, se agrega um megaporto por onde tirar os productos, a megamineradora Aratirí e umha central gasificadora que lhe dará energia. O que se joga com esses planos, planos pautados para toda a regiom, é muito mais que deixar que umha ou várias empresas se instalem, é permitir que um mesmo sistema siga se desenvolvendo. É permitir o mesmo sistema que nos toma por mercadoria, que gera desigualdade e miséria, que nos tem envenenado a água e que está sentenciando o planeta. É a vida que está em risco, é a possibilidade da liberdade mesma o que arriscamos.
Por isso decidimos defender-nos, defender um modo diferente de vida, umha ideia nunca morta de viver em liberdade, de respeito e solidariedade com os demais. Defender-nos dos megaprojectos é defender também umha luta maior, é continuar a luta das pessoas por sua capacidade de decidir verdadeiramente sobre seu futuro e sobre seu presente. Defender-nos dos megaprojetos é defender a luta pela dignidade e o viver livre.
Hoje nos juntamos para potencializar nossas formas de resistência, essa resistência que concebemos como insuperável, a que implica estar na rua, encarregarmo-nos de nossos problemas, sem nengum mediador. Hoje seguimos chamando a auto-organizaçom, é a pressom real a que pode deter aos megaprojectos, é a resistência real a que pode nos tornar livres. Hoje nos juntamos para insistir, seguimos alerta, nos juntamos para planejar, conspirar contra eles, porque eles conspiram contra nós. Nos juntamos para poder actuar contra eles porque eles actuam contra nós. Que caia Aratirí, seu megaporto e sua gasificadora, depende nada mais nada menos que de nós mesmos.
As soluçons estám na rua...
A terra nom se vende, se defende!
Regional Sul da A.N.P.
..............................
Presentaçom da notícia em Abordaxe x eDu
Mais infos e fotos da concentraçom: PeriódicoAnarquista
Fanzine da Regional Sur da A.N.P (em castelám): "Fichas para la Resistencia: Megaproyectos en el territorio uruguayo" (em pdf)
* ver notícias em Abordaxe relaçonadas sobre a venda do Uruguay a empresas especuladoras estrangeiras:
24/10/2013.- [Uruguay] Folheto distribuído pola Coordenaçom Contra os Megaprojetos na V Marcha em defesa da Terra, da Água e da Vida em Montevideo
1/10/2013.- [Uruguai] A resistência está nas ruas
30/8/2013.- A mesma repressom que na Ditadura militar no Uruguai do ex-guerrilheiro tupamaro José Múgica
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Agora, a seguir, damos pulo e reproduzimos o panfleto que nos facilitarom as compas da ANA, traduzido do blogue do PeriódicoAnarquista e que fora distribuído durante a concentraçom realizada no centro de Montevideo, no dia 5 de junho, contra a mineradora Aratirí e a gasificadora, que afecta nom só ao Uruguay de Múgica senom a toda América Latina:
A destruiçom do capitalismo continua agora também sob seu modelo extractivista. Os planos para América Latina som claros: controle policial militar e saque dos bens naturais. Aos planos de por mais fábricas de celulose, aos agrotóxicos, à soja e ao desmatamento, se agrega um megaporto por onde tirar os productos, a megamineradora Aratirí e umha central gasificadora que lhe dará energia. O que se joga com esses planos, planos pautados para toda a regiom, é muito mais que deixar que umha ou várias empresas se instalem, é permitir que um mesmo sistema siga se desenvolvendo. É permitir o mesmo sistema que nos toma por mercadoria, que gera desigualdade e miséria, que nos tem envenenado a água e que está sentenciando o planeta. É a vida que está em risco, é a possibilidade da liberdade mesma o que arriscamos.
Por isso decidimos defender-nos, defender um modo diferente de vida, umha ideia nunca morta de viver em liberdade, de respeito e solidariedade com os demais. Defender-nos dos megaprojectos é defender também umha luta maior, é continuar a luta das pessoas por sua capacidade de decidir verdadeiramente sobre seu futuro e sobre seu presente. Defender-nos dos megaprojetos é defender a luta pela dignidade e o viver livre.
Hoje nos juntamos para potencializar nossas formas de resistência, essa resistência que concebemos como insuperável, a que implica estar na rua, encarregarmo-nos de nossos problemas, sem nengum mediador. Hoje seguimos chamando a auto-organizaçom, é a pressom real a que pode deter aos megaprojectos, é a resistência real a que pode nos tornar livres. Hoje nos juntamos para insistir, seguimos alerta, nos juntamos para planejar, conspirar contra eles, porque eles conspiram contra nós. Nos juntamos para poder actuar contra eles porque eles actuam contra nós. Que caia Aratirí, seu megaporto e sua gasificadora, depende nada mais nada menos que de nós mesmos.
As soluçons estám na rua...
A terra nom se vende, se defende!
Regional Sul da A.N.P.
..............................
Presentaçom da notícia em Abordaxe x eDu
Mais infos e fotos da concentraçom: PeriódicoAnarquista
Fanzine da Regional Sur da A.N.P (em castelám): "Fichas para la Resistencia: Megaproyectos en el territorio uruguayo" (em pdf)
* ver notícias em Abordaxe relaçonadas sobre a venda do Uruguay a empresas especuladoras estrangeiras:
24/10/2013.- [Uruguay] Folheto distribuído pola Coordenaçom Contra os Megaprojetos na V Marcha em defesa da Terra, da Água e da Vida em Montevideo
1/10/2013.- [Uruguai] A resistência está nas ruas
30/8/2013.- A mesma repressom que na Ditadura militar no Uruguai do ex-guerrilheiro tupamaro José Múgica
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17 jun 2014
Ja saiu o Tokata de junho 2014
Damos pulo a esta informaçom facilitada polas compas do "Boletín Tokata"
Se Tokata chegou ás tuas mans e estás fora: Intenta que passe dentro!!
Se Tokata chegou ás tuas mans e estás dentro. Que rule! ESSE É A RAZOM DA SUA EXISTÊNCIA!!
O Tokata quer ser um instrumento de comunicaçom dxs presxs em luta, entre elxs em primeiro lugar, pero também com o resto da gente presa e com o exterior. Para que funcione é necessário o apoio de gente da rua que se encarregue de elabora-lo e faze-lo chegar dentro. O seu contido tem que consistir prioritariamente em aportaçons dxos próprixs presxs e em informaçons que lhes interesem de jeito direito. Os critérios de selecçom e elabouraçom surgirám do diálogo em pé de igualdade entre todxs xs participantes.
Adjuntamos o último boletim para que o leades e difundades (em pdf ou em word). Para informar-vos, se nom o estades já, do que é o "Boletín Tokata".
(extracto da Nota da redacçom de Tokata: O boletim Tokata é umha publicaçom legalizada, com o seu correspondente depósito legal. Se a administraçom carcerária o retém, deve comunica-lo formalmente ao destinatário. Se isso se passara, fazédeno-lo saber de seguido e vos remitiremos a informaçom necessária para cursar umha queixa ao JVP. Se este nom a atendera, vos proponhemos apelar á Audiência Provincial, com justiza gratuita (advogado de ofício). Informaremos sobre cómo fazer todos os trámites. Este instrumento é dos presos e presas que se animem a lutar. O nosso endereço postal:
Boletín Tokata. Ateneo libertario del Cabanyal.
C./ Barraca, 57, bajo, izda. 46011 VALENCIA
Ver e descarregar todos os nossos boletins em pdf ou word
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Se Tokata chegou ás tuas mans e estás fora: Intenta que passe dentro!!
Se Tokata chegou ás tuas mans e estás dentro. Que rule! ESSE É A RAZOM DA SUA EXISTÊNCIA!!
O Tokata quer ser um instrumento de comunicaçom dxs presxs em luta, entre elxs em primeiro lugar, pero também com o resto da gente presa e com o exterior. Para que funcione é necessário o apoio de gente da rua que se encarregue de elabora-lo e faze-lo chegar dentro. O seu contido tem que consistir prioritariamente em aportaçons dxos próprixs presxs e em informaçons que lhes interesem de jeito direito. Os critérios de selecçom e elabouraçom surgirám do diálogo em pé de igualdade entre todxs xs participantes.
Adjuntamos o último boletim para que o leades e difundades (em pdf ou em word). Para informar-vos, se nom o estades já, do que é o "Boletín Tokata".
(extracto da Nota da redacçom de Tokata: O boletim Tokata é umha publicaçom legalizada, com o seu correspondente depósito legal. Se a administraçom carcerária o retém, deve comunica-lo formalmente ao destinatário. Se isso se passara, fazédeno-lo saber de seguido e vos remitiremos a informaçom necessária para cursar umha queixa ao JVP. Se este nom a atendera, vos proponhemos apelar á Audiência Provincial, com justiza gratuita (advogado de ofício). Informaremos sobre cómo fazer todos os trámites. Este instrumento é dos presos e presas que se animem a lutar. O nosso endereço postal:
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C./ Barraca, 57, bajo, izda. 46011 VALENCIA
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[Brasil, Rio de Janeiro ] Comunicado Urgente.- Malandros estám a fazer-se passar por membros da CNA-RJ no exterior para colectar fundos
Este feito é alarmante!!. Fazer-se passar por solidarixs com as presxs para afazer-se com dinheiro que nunca vai chegar ás mans dxs mesmxs!!. No seu comunicado a CNA-RJ denúncia que "há alguns dias tomaram conhecimento que indivíduos estám a fazer-se passar por membros da CNA-RJ no exterior e estám realizando eventos para colectar fundos que seriam utilizados para a defesa de activistas e anarquistas que sofrem perseguiçons e prisons no período da Copa do Mundo da Fifa no Brasil, em especial no Rio de Janeiro". Colamos á íntegra a informaçom facilitada pola ANA que recolhe o Comunicado publicado no site da CNA-RJ:
COMUNICADO URGENTE !
A Cruz Negra Anarquista no Rio de Janeiro (CNA-RJ) se constituiu partir das grandes manifestaçons de ruas ocorridas na cidade do Rio de Janeiro. Nossa prática está de acordo com os princípios da Internacional das Federaçons Anarquistas e da Federaçom Anarquista Cruz Negra.
Portanto, nossas acçons se pautam na luta contras as perseguiçons e prisons políticas, denunciando as injustiças, a privaçom de liberdades e processos de criminalizaçom de activistas e anarquistas.
Nosso coletivo está organizado em:
Umha rede de defesa com advogados para prestar informaçons e orientaçons jurídicas para indivíduos e grupos anarquistas;
Um grupo para acompanhar, prestar auxílio e organizar campanhas em prol da liberdade de activistas e anarquistas perseguidos.
Importante ressaltar que a CNA-RJ até o momento nom recebeu nengum pedido de apoio e solidariedade acerca de perseguidos, processados, presos e condenados no Rio de Janeiro.
Nesse momento umhas de nossas principais acçons está voltada para a libertaçom de Rafael Braga Vieira. Negro, trabalhador precarizado, morador de rua, que foi julgado e condenado injustamente nas jornadas de junho de 2013.
Denunciamos:
Há alguns dias tomamos conhecimento que indivíduos estám a fazer-se passar como membros da CNA-RJ no exterior e realizando eventos para colectar fundos que seriam utilizados para a defesa de activistas e anarquistas que venham a sofrer perseguiçons e prisons no período da Copa do Mundo da Fifa no Brasil, em especial no Rio de Janeiro.
Esse feito é alarmante!
Denunciamos que a CNA-RJ nom recebeu nengumha comunicaçom ou consulta para utilizar seu nome em campanhas para arrecadar fundos no exterior, em especial na Europa.
Denunciamos que a CNA-RJ nom delegou nengumha representaçom a nengum indivíduo(s) para organizarem eventos com a finalidade de arrecadaçom de fundos em seu nome em paises europeus ou em qualquer outro lugar.
Afirmamos que nossos objetivos no Rio de Janeiro som claros e apenas necessitamos de umha rede internacional de solidariedade e apoio mútuo em nossa luta.
Desta forma, queremos alertar e denunciar o uso indevido do nome da Cruz Negra Anarquista do Rio de Janeiro.
Cruz Negra Anarquista no Rio de Janeiro (CNA-RJ)
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COMUNICADO URGENTE !
A Cruz Negra Anarquista no Rio de Janeiro (CNA-RJ) se constituiu partir das grandes manifestaçons de ruas ocorridas na cidade do Rio de Janeiro. Nossa prática está de acordo com os princípios da Internacional das Federaçons Anarquistas e da Federaçom Anarquista Cruz Negra.
Portanto, nossas acçons se pautam na luta contras as perseguiçons e prisons políticas, denunciando as injustiças, a privaçom de liberdades e processos de criminalizaçom de activistas e anarquistas.
Nosso coletivo está organizado em:
Umha rede de defesa com advogados para prestar informaçons e orientaçons jurídicas para indivíduos e grupos anarquistas;
Um grupo para acompanhar, prestar auxílio e organizar campanhas em prol da liberdade de activistas e anarquistas perseguidos.
Importante ressaltar que a CNA-RJ até o momento nom recebeu nengum pedido de apoio e solidariedade acerca de perseguidos, processados, presos e condenados no Rio de Janeiro.
Nesse momento umhas de nossas principais acçons está voltada para a libertaçom de Rafael Braga Vieira. Negro, trabalhador precarizado, morador de rua, que foi julgado e condenado injustamente nas jornadas de junho de 2013.
Denunciamos:
Há alguns dias tomamos conhecimento que indivíduos estám a fazer-se passar como membros da CNA-RJ no exterior e realizando eventos para colectar fundos que seriam utilizados para a defesa de activistas e anarquistas que venham a sofrer perseguiçons e prisons no período da Copa do Mundo da Fifa no Brasil, em especial no Rio de Janeiro.
Esse feito é alarmante!
Denunciamos que a CNA-RJ nom recebeu nengumha comunicaçom ou consulta para utilizar seu nome em campanhas para arrecadar fundos no exterior, em especial na Europa.
Denunciamos que a CNA-RJ nom delegou nengumha representaçom a nengum indivíduo(s) para organizarem eventos com a finalidade de arrecadaçom de fundos em seu nome em paises europeus ou em qualquer outro lugar.
Afirmamos que nossos objetivos no Rio de Janeiro som claros e apenas necessitamos de umha rede internacional de solidariedade e apoio mútuo em nossa luta.
Desta forma, queremos alertar e denunciar o uso indevido do nome da Cruz Negra Anarquista do Rio de Janeiro.
Cruz Negra Anarquista no Rio de Janeiro (CNA-RJ)
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