Recollemos de BoletinTokata
Mentres que, como cada ano, no mes de agosto todo parece ir a ralentí, en prisión non hai vacacións e non as haberá xamais. A semana do 19 de agosto, os presos fixérono saber. 5 motíns en 4 días en 3 cárceres e un CIE (centro de internamento de estranxeiros).
Luns (19 de agosto) en Blois (departamento de Loir e Cher), 60 presos conseguiron saquear todo un módulo do cárcere. Puideron forzar os fechos para que saíse a xente das celas e conseguiron alcanzar o sector administrativo (de menor seguridade) antes de que os ERIS (Equipos rexionais de intervención e seguridade, unidade da policía militarizada creada en 2003 tras unha serie de motíns en prisións francesas) os detivesen. O mesmo día, houbo de 35 a 40 traslados, pero o cárcere xa estaría tan esnaquizado que un sindicato de carcereiros pide o traslado do conxunto de presos por "razóns de seguridade" (a dos carcereiros...)
O martes foi en Châteaudun (departamento de Eure e Loir) cando uns 20 presos se rebelaron. Intentaron incendiar o centro de control informático antes de subir aos tellados onde quitaron as baldosas e romperon os cristais. 5 persoas pasaron a disposición xudicial.
A historia repítese o mércores no mesmo centro penitenciario, onde 36 presos asaltaron o camiño de rolda. A pesar da presenza dos ERIS que quedaron no lugar do motín da véspera, fixeron falta 3 horas e reforzos de París e Dijon para "calmar" a prisión. Trasladouse a 20 persoas para intentar evitar que o movemento se retome.
Xoves, no CIE de Mesnil Amelot (departamento de Siena e Marne) unha intervención á forza da policía provoca a cólera do conxunto de persoas encerradas que se puxeron a berrar e a golpear as reixas, ata que unhas reixas do CIE 2 cederon. Os polis despregáronse en número, armados con lacrimóxenos e porras. A mediodía, o inicio de lume en dúas celas simultáneamente levará maior pánico ao bando da poli. Unha persoa pasou a disposición xudicial no tribunal correccional o martes 27 de agosto.
Ese mesmo día, no cárcere de Bois d'Arcy (departamento de Yvelines), foron 22 os presos que se rebelaron e rexeitaron subir do patio.
Para recordar, o primeiro de agosto no centro de detención de Bourg en Bresse (departamento de Ain) tivo lugar un motín duns 30 presos. Conseguiron destruír as luces, as canalizacións de auga e as cámaras de vixilancia de todo un módulo do cárcere.
Poñémonos a soñar... e se, como en Blois, algúns cárceres e CIE estivesen o suficientemente esnaquizadas como para trasladar o conxunto dos presos...?
Mentres tanto, esperamos que os traslados desen a ocasión de transmitir as noticias de cárcere a cárcere, que este non sexa máis que o principio dunha longa serie de rebelións, e que fóra encontrarán eco a través de accións de solidariedade e da ampla difusión das informacións.
Un gran saúdo, forza e coraxe ás persoas que participaron nestes motíns.
Lume a todas as prisións!
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16 sept 2013
8 ago 2013
Desaloxos en Francia e Polonia
Xuntamos nunha mesma entrada dúas noticias chegadas ao noso correo, unha do desaloxo dun centro social en Cracóvia e a outra sobre dous desaloxos en Toulouse. Ámbalas dúas novas corresponden a "agência de notícias anarquistas-ana". Aquí van:
[Polônia] Polícia desaloja brutalmente okupa em Cracóvia
[Há poucos dias, a polícia polonesa desalojou com violência uma recém-okupação anarquista no centro da cidade de Cracóvia. Abaixo, um comunicado que os okupantes divulgaram após o despejo e o emparedamento do edifício.]
Comunicado:
A Okupa "Gromada" foi criada no centro de Cracóvia, perto da estação ferroviária principal, no distrito, o que é particularmente atraente para desenvolver atividades. Por muitos anos o prédio esteve vazio, então sua condição está ficando cada vez pior. No dia 12 de julho um grupo de ativistas em Cracóvia anunciou a abertura oficial de um centro sociocultural neste edifício. O evento foi acompanhado com os Ritmos de Cracóvia de Resistência [grupo de batucada que usa ritmos afro-brasileiros para apoiar-animar manifestações]. Os ativistas também organizaram um piquenique para os vizinhos.
Os okupantes conseguiram manter o prédio por 6 dias. Todos os dias brotavam na porta da okupa hordas de policiais. No dia 13 de julho, por volta das 5 horas da madrugada, uma patrulha da polícia dirigiu-se ao edifício. Os policiais queriam falar com os moradores. Dois ativistas, que estavam do lado de fora do edifício, foram atacados quando tentavam filmar a intervenção. Policiais os algemaram e levaram a dupla para a delegacia, onde foram insultados, intimidados e agredidos pelos policiais. O caso foi para o Ministério Público.
Na tarde do dia 19 de julho, o Centro Social "Gromada" foi expulso pelo representante dos coproprietários, que não têm direitos legais para fazê-lo. O representante foi ajudado pela polícia. Trabalhadores contratados demoliram janelas e portas, e então emparedaram o centro. O despejo durou cerca de quatro horas.
Os okupantes planejam recorrer aos tribunais para a defesa de seu estatuto de propriedade e direitos de arrendamento. Construído na rua Worcella nº 8, este é mais um exemplo de política antisocial das autoridades de Cracóvia. Enquanto muitas pessoas são afetadas por despejos e desabrigadas, um grande número de edifícios são deixados vazios e usados como forma de especulação imobiliária, para empreiteiras e investidores gananciosos.
A Luta continua!
Recuperar a Cracóvia!
Mais infos sobre o Centro Social "Gromada", fotos, e notícias de piquetes de solidariedade com a okupa, clique aqui:
https://squatkrakow.wordpress.com/
Tradução > Caróu
[França] Em Toulouse, autoridades despejam dois squatters
[Nos dias 26 e 30 de julho, autoridades francesas desalojaram dois squatters em Toulouse, numa verdadeira operação “modo de limpeza”. A seguir, um comunicado da Campanha de Requisição, Ajuda Mútua e Autogestão (CREA).]
Comunicado:
Próximo de completar o sétimo mês de ocupação, o Centro Social Autogerido (CSA), do bairro Faubourg Bonnefoy, foi despejado nessa sexta (26) de manhã por volta das 6h30. Uma centena de policiais, a Polícia de Fronteira (PAF), Dominique Bacle da Direção Departamental de Coesão Social e uma dezena de caminhões de mudança estavam presentes no local para tirar a nós e as nossas coisas, e varrer as pessoas sem documentos logo no início da manhã (“é melhor para trabalhar, faz menos calor”, disse um policial de bigode). Enquanto cada um de nós era controlado, podíamos escutar os projetos de férias dos policiais, sob os olhares dos militantes presentes. O Estado utilizou grandes recursos para botar as pessoas na rua.
Mais de 40 pessoas na rua, uma única noite em hotel para as duas famílias que tinham crianças presentes (as outras foram postas em albergues sem previsão de expulsão) e três pessoas encaminhadas ao posto policial pela PAF. Essas pessoas encontram-se agora com seus documentos de expulsão (Obrigação de Evasão do Território Francês), com tempo de um mês.
E para “melhorar”, nessa terça (30) de manhã, aconteceu a expulsão da La Caillasserie, também no bairro Faubourg Bonnefoy. A prefeitura realizou seu meticuloso trabalho. A PAF e a Senhora Bacle estavam lá presentes. Vendo que ali não havia pessoas sem documentos, rapidamente retornaram a seus escritórios. O despejo foi expedido, e logo veio um trator para destruir tudo.
Nos prédios vazios, tínhamos feito-os cheios de vida, de transformações, de organização. A Prefeitura esvazia o bairro Faubourg Bonnefoy de seus squatters e seus habitantes, e os prédios novamente se tornam vazios. E tudo isso retorna à especulação imobiliária e à preparação para a chegada do LGV (Trem de Alta Velocidade). Os pobres são postos longe da cidade, em privilégio dos grandes projetos inúteis.
A despeito da intensa repressão, continuamos com as demandas sempre e ainda!
Os membros da Campagne de Réquisition d’Entraide et d’Autogestion (Campanha de Requisição, Ajuda Mútua e Autogestão)
O que é a Campanha de Requisição, Ajuda Mútua e Autogestão (CREA)?
Uma CAMPANHA, isto é, um movimento social, um coletivo com todas e todos aqueles que queiram nele participar: os desalojados, as famílias deixadas na rua pelo Estado e pelo capitalismo, as pessoas que já não conseguem pagar as rendas de casa, as pessoas que estão fartas deste sistema, as pessoas solidárias, velhos, crianças, estudantes, desempregados, trabalhadoras precárias e sem esperança de uma remuneração decente…
Pela REQUISIÇÃO, há cada vez mais habitações vazias, cada vez mais gente que vive na rua e na miséria. Assim, nós que não esperamos nada do Estado e das autoridades que nos desprezam, requisitamos diretamente todos os edifícios e casas vazias, com aquelas e aqueles que têm necessidade. Não só para nos alojarmos mas também para organizarmos aí toda uma variedade de atividades, workshops, livres e gratuitos, postos à disposição dos bairros. Esta forma de alojamento, permite-nos a emancipação, uma maior disponibilidade para uma melhor reflexão noutros modos de vida, de organização, etc.
A AJUDA MÚTUA, nós não recebemos qualquer subvenção, nem desejamos alguma no futuro. Nós baseamos-nos na solidariedade, na recuperação, na reciclagem e na partilha para nos alimentarmos, nos vestirmos, nos mobilizarmos, e até para festejarmos a vida. Quanto às bases dos nossos encontros, elas guiam-se pela aprendizagem, troca e desenvolvimento dos saberes…
E a AUTOGESTÃO, nós não temos chefes, nem queremos. Tudo é decidido nas Assembleias Gerais que são reuniões públicas. Nós somos numerosos na CREA a tentar ultrapassar esta sociedade piramidal baseada no dinheiro, no poder, no racismo e no sexismo. É assim, que juntos, procuramos maneiras para destruir estas opressões que nos incomodam.
Pensamos firmemente que o Estado não é a solução, que ele faz parte do problema e que melhor que ninguém, nós somos as pessoas mais aptas para cuidar de nós. Assim, desde já, nós substituímos tudo isso, aqui e agora, pela solidariedade, pela igualdade e pela autonomia, reais e concretas.
Vídeo “O que é a CREA?”:
http://www.youtube.com/watch?v=FjyFWlNHLek (Visualização)
Tradução > Tio TAZ
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[Polônia] Polícia desaloja brutalmente okupa em Cracóvia
[Há poucos dias, a polícia polonesa desalojou com violência uma recém-okupação anarquista no centro da cidade de Cracóvia. Abaixo, um comunicado que os okupantes divulgaram após o despejo e o emparedamento do edifício.]
Comunicado:
A Okupa "Gromada" foi criada no centro de Cracóvia, perto da estação ferroviária principal, no distrito, o que é particularmente atraente para desenvolver atividades. Por muitos anos o prédio esteve vazio, então sua condição está ficando cada vez pior. No dia 12 de julho um grupo de ativistas em Cracóvia anunciou a abertura oficial de um centro sociocultural neste edifício. O evento foi acompanhado com os Ritmos de Cracóvia de Resistência [grupo de batucada que usa ritmos afro-brasileiros para apoiar-animar manifestações]. Os ativistas também organizaram um piquenique para os vizinhos.
Os okupantes conseguiram manter o prédio por 6 dias. Todos os dias brotavam na porta da okupa hordas de policiais. No dia 13 de julho, por volta das 5 horas da madrugada, uma patrulha da polícia dirigiu-se ao edifício. Os policiais queriam falar com os moradores. Dois ativistas, que estavam do lado de fora do edifício, foram atacados quando tentavam filmar a intervenção. Policiais os algemaram e levaram a dupla para a delegacia, onde foram insultados, intimidados e agredidos pelos policiais. O caso foi para o Ministério Público.
Na tarde do dia 19 de julho, o Centro Social "Gromada" foi expulso pelo representante dos coproprietários, que não têm direitos legais para fazê-lo. O representante foi ajudado pela polícia. Trabalhadores contratados demoliram janelas e portas, e então emparedaram o centro. O despejo durou cerca de quatro horas.
Os okupantes planejam recorrer aos tribunais para a defesa de seu estatuto de propriedade e direitos de arrendamento. Construído na rua Worcella nº 8, este é mais um exemplo de política antisocial das autoridades de Cracóvia. Enquanto muitas pessoas são afetadas por despejos e desabrigadas, um grande número de edifícios são deixados vazios e usados como forma de especulação imobiliária, para empreiteiras e investidores gananciosos.
A Luta continua!
Recuperar a Cracóvia!
Mais infos sobre o Centro Social "Gromada", fotos, e notícias de piquetes de solidariedade com a okupa, clique aqui:
https://squatkrakow.wordpress.com/
Tradução > Caróu
[França] Em Toulouse, autoridades despejam dois squatters
[Nos dias 26 e 30 de julho, autoridades francesas desalojaram dois squatters em Toulouse, numa verdadeira operação “modo de limpeza”. A seguir, um comunicado da Campanha de Requisição, Ajuda Mútua e Autogestão (CREA).]
Comunicado:
Próximo de completar o sétimo mês de ocupação, o Centro Social Autogerido (CSA), do bairro Faubourg Bonnefoy, foi despejado nessa sexta (26) de manhã por volta das 6h30. Uma centena de policiais, a Polícia de Fronteira (PAF), Dominique Bacle da Direção Departamental de Coesão Social e uma dezena de caminhões de mudança estavam presentes no local para tirar a nós e as nossas coisas, e varrer as pessoas sem documentos logo no início da manhã (“é melhor para trabalhar, faz menos calor”, disse um policial de bigode). Enquanto cada um de nós era controlado, podíamos escutar os projetos de férias dos policiais, sob os olhares dos militantes presentes. O Estado utilizou grandes recursos para botar as pessoas na rua.
Mais de 40 pessoas na rua, uma única noite em hotel para as duas famílias que tinham crianças presentes (as outras foram postas em albergues sem previsão de expulsão) e três pessoas encaminhadas ao posto policial pela PAF. Essas pessoas encontram-se agora com seus documentos de expulsão (Obrigação de Evasão do Território Francês), com tempo de um mês.
E para “melhorar”, nessa terça (30) de manhã, aconteceu a expulsão da La Caillasserie, também no bairro Faubourg Bonnefoy. A prefeitura realizou seu meticuloso trabalho. A PAF e a Senhora Bacle estavam lá presentes. Vendo que ali não havia pessoas sem documentos, rapidamente retornaram a seus escritórios. O despejo foi expedido, e logo veio um trator para destruir tudo.
Nos prédios vazios, tínhamos feito-os cheios de vida, de transformações, de organização. A Prefeitura esvazia o bairro Faubourg Bonnefoy de seus squatters e seus habitantes, e os prédios novamente se tornam vazios. E tudo isso retorna à especulação imobiliária e à preparação para a chegada do LGV (Trem de Alta Velocidade). Os pobres são postos longe da cidade, em privilégio dos grandes projetos inúteis.
A despeito da intensa repressão, continuamos com as demandas sempre e ainda!
Os membros da Campagne de Réquisition d’Entraide et d’Autogestion (Campanha de Requisição, Ajuda Mútua e Autogestão)
O que é a Campanha de Requisição, Ajuda Mútua e Autogestão (CREA)?
Uma CAMPANHA, isto é, um movimento social, um coletivo com todas e todos aqueles que queiram nele participar: os desalojados, as famílias deixadas na rua pelo Estado e pelo capitalismo, as pessoas que já não conseguem pagar as rendas de casa, as pessoas que estão fartas deste sistema, as pessoas solidárias, velhos, crianças, estudantes, desempregados, trabalhadoras precárias e sem esperança de uma remuneração decente…
Pela REQUISIÇÃO, há cada vez mais habitações vazias, cada vez mais gente que vive na rua e na miséria. Assim, nós que não esperamos nada do Estado e das autoridades que nos desprezam, requisitamos diretamente todos os edifícios e casas vazias, com aquelas e aqueles que têm necessidade. Não só para nos alojarmos mas também para organizarmos aí toda uma variedade de atividades, workshops, livres e gratuitos, postos à disposição dos bairros. Esta forma de alojamento, permite-nos a emancipação, uma maior disponibilidade para uma melhor reflexão noutros modos de vida, de organização, etc.
A AJUDA MÚTUA, nós não recebemos qualquer subvenção, nem desejamos alguma no futuro. Nós baseamos-nos na solidariedade, na recuperação, na reciclagem e na partilha para nos alimentarmos, nos vestirmos, nos mobilizarmos, e até para festejarmos a vida. Quanto às bases dos nossos encontros, elas guiam-se pela aprendizagem, troca e desenvolvimento dos saberes…
E a AUTOGESTÃO, nós não temos chefes, nem queremos. Tudo é decidido nas Assembleias Gerais que são reuniões públicas. Nós somos numerosos na CREA a tentar ultrapassar esta sociedade piramidal baseada no dinheiro, no poder, no racismo e no sexismo. É assim, que juntos, procuramos maneiras para destruir estas opressões que nos incomodam.
Pensamos firmemente que o Estado não é a solução, que ele faz parte do problema e que melhor que ninguém, nós somos as pessoas mais aptas para cuidar de nós. Assim, desde já, nós substituímos tudo isso, aqui e agora, pela solidariedade, pela igualdade e pela autonomia, reais e concretas.
Vídeo “O que é a CREA?”:
http://www.youtube.com/watch?v=FjyFWlNHLek (Visualização)
Tradução > Tio TAZ
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3 jul 2013
[Francia]: Manifesto de mulleres nihilistas (1883)
Colamos, depois de traducido, este curioso texto histórico publicado hoxe en Contra Info:
Que os homes se entreteñan parloteando sobre a Revolución, que o fagan! As mulleres nihilistas, fartas de tanto adiamento, están determinadas a actuar. Pensando na aniquilación da burguesía, están listas para sacrificalo todo por acelerar a realización deste proxecto, do odio inextiguibel que as devora, sacarán todas as forzas necesarias para superar os obstáculos.
Pero como este grandioso proxecto non se pode realizar nun só día, tomaranse o seu tempo, optando por usar, preferente e intermitentemente, o envelenamento con o fin de acabar máis fácilmente con esa maldita calaña.
As mulleres nihilistas compensarán a sua falla de coñecemento científico e trucos de laboratorio mixturando pequenas doses na comida dos seus exploradores, substancias mortais dispoñibeis para xs pobres e fáciles de manexar para as mulleres máis iñorantes e inexpertas.
Entre centos de ingredentes con resultados indiscutibeis, podemos mentar: o extracto de plomo, que se consegue nun par de días se deixas perdigóns ou anacos de plomo en vinagre; cachos de carne podre; ou cicuta, que se soe confundir con o perixel e medra en cualquer lugar, en zanxas e beiras.
Canto menos, devolveremolles aos nosos despreciabeis opresores algo da maldade que nos dan eles todo-los días. Xa non apoiaremos máis a tiranía felizmente sabendo que a vida dos nosos inimigos está a nosa mercede… Queren ser os amos! Pois, que sofran as consecuencias!
Nos tres anos de existencia desta liga, centos de familias burguesas pagaron o prezo fatal, consumidas por misteriosas doenzas que a medicina non pode definir nen evitar.
Maos à obra, pois, todas vostedes, que están fartas de sofrer e que buscan un remedo à sua miseria, Imiten às mulleres nihilstas!
Manifesto de mulleres nihilistas, Le Drapeau Noir [A Bandeira Negra], nº 4, 2 de setembro de 1883, Lyón (Francia).
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Que os homes se entreteñan parloteando sobre a Revolución, que o fagan! As mulleres nihilistas, fartas de tanto adiamento, están determinadas a actuar. Pensando na aniquilación da burguesía, están listas para sacrificalo todo por acelerar a realización deste proxecto, do odio inextiguibel que as devora, sacarán todas as forzas necesarias para superar os obstáculos.
Pero como este grandioso proxecto non se pode realizar nun só día, tomaranse o seu tempo, optando por usar, preferente e intermitentemente, o envelenamento con o fin de acabar máis fácilmente con esa maldita calaña.
As mulleres nihilistas compensarán a sua falla de coñecemento científico e trucos de laboratorio mixturando pequenas doses na comida dos seus exploradores, substancias mortais dispoñibeis para xs pobres e fáciles de manexar para as mulleres máis iñorantes e inexpertas.
Entre centos de ingredentes con resultados indiscutibeis, podemos mentar: o extracto de plomo, que se consegue nun par de días se deixas perdigóns ou anacos de plomo en vinagre; cachos de carne podre; ou cicuta, que se soe confundir con o perixel e medra en cualquer lugar, en zanxas e beiras.
Canto menos, devolveremolles aos nosos despreciabeis opresores algo da maldade que nos dan eles todo-los días. Xa non apoiaremos máis a tiranía felizmente sabendo que a vida dos nosos inimigos está a nosa mercede… Queren ser os amos! Pois, que sofran as consecuencias!
Nos tres anos de existencia desta liga, centos de familias burguesas pagaron o prezo fatal, consumidas por misteriosas doenzas que a medicina non pode definir nen evitar.
Maos à obra, pois, todas vostedes, que están fartas de sofrer e que buscan un remedo à sua miseria, Imiten às mulleres nihilstas!
Manifesto de mulleres nihilistas, Le Drapeau Noir [A Bandeira Negra], nº 4, 2 de setembro de 1883, Lyón (Francia).
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7 jun 2013
Sobre o assassinato dum antifascista bretom em Paris
Entre berros de "No Pasarán" (assim em castelám) centos de "antifas" despediam ontem ao seu compa Clément Méric, que com tam só 18 anos chegara a Paris a estudar Ciências Políticas provinte da localidade bretona de Brest, onde começara o seu activismo antifa que o levou ao chegar a Paris a filiar-se ao sindicato Solidaires Etudiant–e–s eSciences Po e no grupo Antifascista Paris–Banlieu.
Em 5 de junho quando estava junto a tres amigos, foi reconhecido por vários fascistas num mercado e começou um enfrontamento, no que os nazistas usarom punhos americanos, com o resultado de que um dos golpes fijo-lhe caer de costas a Clément com a mala sorte de golpear-se na sua caida com um bolardo de ferro o que provocaria a sua perda de conhecemnto e posteiror morte.
Sete neonazis involucrados foron a posteirori detidos, entre eles o ejecutor do crimem, com nacionalidade espanhola, membros do grupo ultradireitista "Joventude Nacionalista Revolucionária" moi activos nas últimas manifestaçons francesas contra os direitos de homosexuais e lesbianas.
A hipócrita caste política, pola sua parte, começou de imediato o seu circo de declaraçons de condena, começando polo alcalde de París, que memso assistiu a umha concentraçom na memória de Clément, quando o passado 12 de Maio permitira com tuda naturalidade um desfile dos nazis de JNR (de quem, os agora detidos, formavam parte moi activa do seu corpo de guardas). Ou mesmo a fascista Marine Le Pen, quem se desmarca de todos istos grupos quando há testemunhas que confirmam que um dos agressores levava umha camisola da Fronte Nacional (segundo informaçom recabada de medios burgueses).
Istos medios burguese colabourarom com o seu habitual trabalho de desinformaçom buscando o morbo e o espectáculo (a isto sumam-se hoje os falsimedios espanhois ao dar-se a conhecer a origem espanhola do presunto assassino), e falando desde o primeiro momento dumha "peleja entre extremistas", e tardando em confirmar a morte de Clément até case 20 horas despois e dando cobertura, nesse tempo, ao líder nazi Batskin, para que contara ao vivo a sua conversa com os agressores na noite dos feitos (quando ainda nom estavam identificados pola polícia).
O assassinato de Clément enmarca-se assim no contexto de violência que os grupos de extrema direita levarom a cabo nos últimos meses auspiciados pola direita parlamentária que promoveu o ódio aos homosexuais e lesbianas.
Dizer que em numerosas vilas e cidades de francia e outros lugares do mundo houvo concentraçons e manifestaçons de repulsa e em memória de Clément e que amanhá sábado há outra convocada em Paris que aguarda ser numerosa.
Um abraço moi forte para a sua gente e desde aqui toda a nossa solidariedade.
Notícia redactada por eDu
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18 abr 2013
Liberdade para Gilbert Ghislain , aos seus 30 anos de prisom
Facemonos eco desta nova imaxen e/ou autocolante en solidariedade con Gilbert, preso anarquista na Francia.
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10 abr 2013
[Francia] Gilbert Ghislain, non sairá de prisión.
Colado e traducido de GilbertalacalleDous anos despois da chegada de Gilbert a Francia comprendemos unha cousa; non sairá de prisión, polo menos non se Francia pode evitalo.
Cansámonos de denunciar dende o principio as irregularidades e faltas de procedemento que se cometeron no proceso de extradición. Pero ningún xuíz quere estatuar unhas faltas que sancionarían os seus "compañeiros" de xulgado. Tampouco hai ningún avogado disposto a esa defensa, a unha defensa que denuncie o carácter delituoso de todo o procedemento. Como tampouco encontramos ningún avogado que queira levar o devandito caso ante o Tribunal de Dereitos Humanos Europeo.
Todos os avogados que tivemos no proceso se empeñaron en que solicitemos un "amenagement" (unha especie de refundición ao francés) que supoñería saír con pulseira, traballo e seguimento. Tamén o solicitamos e foi denegado. Os xuíces sinalan moito o feito de que Gilbert se negue a traballar, pero esquécense que o esta nunha prisión onde traballar significa fabricar as botas dos carcereiros ou os aramados do cárcere.
Gilbert cumpriu 50 anos e leva 30 en prisión. 16 deles metido nun búnker de illamento. E xa sabemos as condicións destes búnkeres e a súa violencia cotiá.
A condena de 4 anos pola fuga en helicóptero foi reducida a 2 anos na apelación a Pau. E agora debemos ir ao Tribunal de Casación. En Francia o teu podes ter un avogado para moitas cousas, pero para ir a Casación, necesitas un avogado de Casación, así como para ir a Europa, necesitas un avogado de Tribunal Europeo, cuxos custos van ascendendo. Solicitamos a axuda xurídica e denegáronnola por pagar os anteriores avogados con axuda de caixas de resistencia. Disto iso deducen que temos solvencia económica.
Poderiamos demostrar que non é así... e ao final estariamos a xogar ao xogo que mais lle gusta a Francia; denegar por sistema, atrasar as resolucións e alongar a túa condena todo o posible. e como os avogados non teñen ningunha intención de poñerse a mal coa xustiza... Aquí temos a todo os membros do sistema xudicial francés xogando coa vida dun.
En resumo; pasando polo seu sistema vemos que non hai intención de liberdade para Gilbert. E denunciando o seu sistema non sabemos se hai oportunidade porque non temos avogado para intentalo e non sabemos se existen avogados así en Francia. Polo tanto a situación está paralizada.
O que non está paralizado é a nosa rabia e o noso odio, que creceu. E as nosas vidas partidas. E o noso desprezo e noxo pola hipocrisía francesa. E o noso esgotamento de tantos anos de loita por ver a rúa.... porque a liberdade... ese concepto xa non existe no noso mundo... máis que no fondo dos nosos corazóns.
O que parece ignorar o Estado Francés son as consecuencias potenciais que existen cando espremes a vida dun home libre. Eles están afeitos a que o seu sistema funcione á perfección... a que os rebeldes se sometan, a destruír os ápices de enfrontamento contra o sistema e a destruír os sonos da clase dominada. Pero un home libre, é un home libre... e é irredutible... posúe algo que ningún Estado pode alcanzar. Un home libre é incapaz de someterse... e se se empeñan niso ... antes que claudicar, conseguirán que se volva TOLO e libere a súa rabia.
E Gilbert garda no seu interior a ira de 30 anos de vexacións e torturas, asilamento e morte, compañeiros asasinados ou inducidos ao suicidio. Como se pode esquecer? E como se pode esquecer cando 30 anos dos teus 50 foron así?
Aínda Que ben o sabemos todos... poucas vinganzas superan ao salvaxismo vingativo do sistema e especialmente a Republica Francesa. Penso que aínda non alcanzamos semellante asañamento e premeditación. Aínda somos todavía; demasiado bos.
A compañeira de Gilbert Ghislain.
gilbertarue@yahoo.es
Para axudas económicas
-2100 5875 87 0200043581 . La Caixa (España)
-20041 01016 1302461k037 06 La Banque Postale (Francia)
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3 abr 2013
[Francia] : Comunicado de Mike tras a súa excarceración
Hai cousa dun mes publicabamos en Abordaxe a Carta do preso anarquista Mickaël Dupanloup, Mike, na que dava conta que dende o 7 de xaneiro, estaba a cumprir unha pena de 4 meses pola fabricación dun artefacto explosivo en 2009 que provocara unha explosión accidental na que a sua compañeira Zoé morrera e da que el ficara gravemente ferido (ver acá). Agora soubemos que Mike xa está doutro lado do muro e ven de facer pública estoutra Carta-Comunicado que recollimos e traducimos de ¡VivaLaAnarquia!:
O 9 de marzo, saín do cárcere. Tras case 4 anos de procedemento represivo vinculado a unha explosión en maio de 2009 en Chambéry na que a miña compañeira Zoé faleceu e onde eu fun gravemente ferido.
Pasei, pois, algo de 4 meses encerrado nos cárceres do Estado francés (2 en preventiva despois do accidente e 2 tras o proceso) e máis de 3 anos baixo control xudicial cun ritmo marcado polas temporalidades e as restricións xudiciais, así como o risco de volver ao cárcere por cada indicio de liberdade que arrancaba regularmente dos seus requisitos.
A pesar de que o procedemento xudicial se rematase e porque a xustiza sempre intenta manter un control a longo prazo, quédanme 6 meses de cárcere condicional e a ameaza dunha pena firme en caso de reincidencia.
A pesar de que estou na rúa, é obvio que esta páxina do pasado non pasou porque Zoé deixa un baleiro doloroso no meu corazón así como no das suas achegadas e que o cárcere e as miñas feridas me deixarán pegadas indelebles na cabeza e o corpo.
É evidente que non intentarei enterrar as secuelas causadas pola miña reclusión e que a miña rabia cara á este sistema social está agora máis reforzada, así como a miña determinación a loitar por un mundo sen opresión nin dominación.
Quixese tamén aproveitar este texto para agradecer a todas as persoas que demostraron solidariedade durante a miña encarceración e polos numerosos correos e cartas que me permitiron vivir este período o máis comodamente posible, así como á caixa de solidariedade Kaliméro polo seu apoio económico moi útil na precariedade carceraria.
¡Porque a liberdade será sempre aparente mentres haxa persoas enfrontándose á coaccións carcerarias e aos controis do Estado!!
Porque un mundo sen dominación nin opresión non se mendiga nin se vota senón se constrúe, ¡ que vivan as revoltas!!
¡Morte a este mundo de merda e todo o que lle permite existir!!
Mike
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O 9 de marzo, saín do cárcere. Tras case 4 anos de procedemento represivo vinculado a unha explosión en maio de 2009 en Chambéry na que a miña compañeira Zoé faleceu e onde eu fun gravemente ferido.Pasei, pois, algo de 4 meses encerrado nos cárceres do Estado francés (2 en preventiva despois do accidente e 2 tras o proceso) e máis de 3 anos baixo control xudicial cun ritmo marcado polas temporalidades e as restricións xudiciais, así como o risco de volver ao cárcere por cada indicio de liberdade que arrancaba regularmente dos seus requisitos.
A pesar de que o procedemento xudicial se rematase e porque a xustiza sempre intenta manter un control a longo prazo, quédanme 6 meses de cárcere condicional e a ameaza dunha pena firme en caso de reincidencia.
A pesar de que estou na rúa, é obvio que esta páxina do pasado non pasou porque Zoé deixa un baleiro doloroso no meu corazón así como no das suas achegadas e que o cárcere e as miñas feridas me deixarán pegadas indelebles na cabeza e o corpo.
É evidente que non intentarei enterrar as secuelas causadas pola miña reclusión e que a miña rabia cara á este sistema social está agora máis reforzada, así como a miña determinación a loitar por un mundo sen opresión nin dominación.
Quixese tamén aproveitar este texto para agradecer a todas as persoas que demostraron solidariedade durante a miña encarceración e polos numerosos correos e cartas que me permitiron vivir este período o máis comodamente posible, así como á caixa de solidariedade Kaliméro polo seu apoio económico moi útil na precariedade carceraria.
¡Porque a liberdade será sempre aparente mentres haxa persoas enfrontándose á coaccións carcerarias e aos controis do Estado!!
Porque un mundo sen dominación nin opresión non se mendiga nin se vota senón se constrúe, ¡ que vivan as revoltas!!
¡Morte a este mundo de merda e todo o que lle permite existir!!
Mike
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1 mar 2013
O CORAZÓN ENGAIOLADO - A RABIA NO CORAZÓN
Recebemos, dxs compxs do Xornal Anarquista (en papel) "Aversión", esta Carta do preso anarquista Mickaël Dupanloup na nosa caixa de correos, quen escrebe estas notas:Algunhas noticias dende o cárcere de Chambéry
Dende o 7 de xaneiro, estou a cumprir unha pena de 4 meses pola fabricación dun artefacto explosivo en 2009 que provocou unha explosión accidental na que a miña compañeira Zoé morreu e na que eu fun gravemente ferido.
Non quero que vos compadezades da miña sorte. Non son unha vítima inocente fronte a unha xustiza desproporcionada senón un individuo entre outros que non quixo entrar na triste realidade que a sociedade lle reserva e que o estado encerra para acrecentar o seu control e intentar manter o seu
autoridade.
Eu non son un vangardista revolucionario que mostra un exemplo a seguir e que busca sufrir para avivar a revolta de compañeiros, non son máis que un individuo que busca a emancipación colectiva para unha destrución das estruturas sociais e das normas proveitosas ao estado e ao capital.
Tendo desexos revolucionarios, rexeito a separación entre presos/ás "sociais" e "políticos/ás" e considérome "preso político" da mesma forma que todas as persoas encerradas.
Non son máis que un ser humano sedento de liberdade e que intenta vivir e loitar segundo a súa ética anti-autoritaria nunha sociedade construída baixo a opresión e a dominación e que padece loxicamente as consecuencias das suas eleccións.
Se a miña situación provoca cólera, cada un/ha é libre de cultivala e de darlle a forma que desexe.
Para que a rabia non se borre baixo o medo, Vivan as revoltas!
Morte ao cárcere e a este mundo de cemento de merda, Liberdade para todas e todos!!!
Mike
P.S: durante estes poucos meses de encerro, é posible escribirme a este contacto
Michael Dupanloup, numéro d'écrou (número de interno) 23007
M.A de Chambéry,
151 rue de Belledonne,
73011 Chambéry (France)
Para aquelas/os que nunca saben que escribir ás persoas encerradas, podedes igualmente participar ao gran concurso de postais sen risco ao ridículo.
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18 ene 2013
Ultimas noticias actualizadas da situación de Gilbert Ghislain
Xa van case dous anos nos que se iniciaba unha campaña de apoio a Gilbert Ghislain, que despois de pasar más de 20 anos da sua vida no cárcere no estado español, foi extraditado a Francia condeado a 18 anos, fai xa 28 anos, por unha serie de atracos en Francia…
Cumpridos 7 anos, logrou fugarse en helicóptero ao estado español.
Nestes dous anos as únicas ferramentas xudiciais empregadas foron botadas abaixo alegando "conflitos de interese", mentres xuices e procuradores manteñen ilegalmente a unha persoa en prisión.
A finais do pasado mes de decembro, despois do xuizo pola apelación contra os 4 anos de condea pola fuga en helicóptero, anunciábase a deliberación.
Difundo esta nova información ao respeito.
Información ofrecida por A., colabouradora deste blog.
Gilbert foi condeado a 2 anos máis de condea polo Tribunal de Pau pola fuga en helicóptero de Lannemezan.
Esta condea é ilegal primeiro porque cando España entregou a Gil a Francia, fíxoo en base a un mandato de arresto por outra condea. Se Francia queria condear de novo a Gil, ten que pedir permiso para a celebracion do xuizo. Así se manifestou ante o Xuiz de Pau.
Sen embargo da-lles igual... O obxetivo principal é que Gil non saia.
Tamén celebrouse a audiencia polo "amenagement" para que saia con pulseira, traballo, vixiado e toda a merda.
Tampouco parece que lla vaian dar; o Procurador de Troyes (fiscal) xa se manifestou na sua contra, polo tanto ainda que a Xuiza nos dera o si, este procurador encargarase de que haxa un non.
E polo que se nos dixo o Procurador Xeral de Paris tamén está en contra.
Polo que parece teñen medo a que se fugue... A Lei di que el deberia estar libre, sen pulseira e sen obrigas. Sen embargo eles teñen medo a que se fugue.
Tamén opóñense ao Dossier que presentamos; "no lles parece ben" é a sua resposta; nen unha lei, nen unha xurisprudencia, nada en contra salvo a opinión subxetiva dun procurador.
Gilbert esta só. Non ten apoio e todo o que hai que mover o move soa a sua compañeira, a cual non sabe case Francés.
Temos ante nós un secuestro ilegal e a todo isto Gilbert cumpriu 30 anos de condea.
E segue...
Abertos a cualquer tipo de iniciativa de cualquer clase; todo é benvido pois xa nada pode perxudicarnos.
Non deixamos de agradecer todas as participacións económicas para pagar toda esta burocracia;
2100 5875 87 0200043581 . La Caixa (España)
20041 01016 1302461k037 06 La Banque Postale (Francia)
Un saudo a todos.
Familiares e amigos de Gilbert Ghislain.
http://gilbertalacalle.blogspot.com
gilbertarue@yahoo.com
Máis información sobre Gil neste mesmo blogue
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Cumpridos 7 anos, logrou fugarse en helicóptero ao estado español.
Nestes dous anos as únicas ferramentas xudiciais empregadas foron botadas abaixo alegando "conflitos de interese", mentres xuices e procuradores manteñen ilegalmente a unha persoa en prisión.
A finais do pasado mes de decembro, despois do xuizo pola apelación contra os 4 anos de condea pola fuga en helicóptero, anunciábase a deliberación.
Difundo esta nova información ao respeito.
Información ofrecida por A., colabouradora deste blog.
Gilbert foi condeado a 2 anos máis de condea polo Tribunal de Pau pola fuga en helicóptero de Lannemezan.
Esta condea é ilegal primeiro porque cando España entregou a Gil a Francia, fíxoo en base a un mandato de arresto por outra condea. Se Francia queria condear de novo a Gil, ten que pedir permiso para a celebracion do xuizo. Así se manifestou ante o Xuiz de Pau.
Sen embargo da-lles igual... O obxetivo principal é que Gil non saia.
Tamén celebrouse a audiencia polo "amenagement" para que saia con pulseira, traballo, vixiado e toda a merda.
Tampouco parece que lla vaian dar; o Procurador de Troyes (fiscal) xa se manifestou na sua contra, polo tanto ainda que a Xuiza nos dera o si, este procurador encargarase de que haxa un non.
E polo que se nos dixo o Procurador Xeral de Paris tamén está en contra.
Polo que parece teñen medo a que se fugue... A Lei di que el deberia estar libre, sen pulseira e sen obrigas. Sen embargo eles teñen medo a que se fugue.
Tamén opóñense ao Dossier que presentamos; "no lles parece ben" é a sua resposta; nen unha lei, nen unha xurisprudencia, nada en contra salvo a opinión subxetiva dun procurador.
Gilbert esta só. Non ten apoio e todo o que hai que mover o move soa a sua compañeira, a cual non sabe case Francés.
Temos ante nós un secuestro ilegal e a todo isto Gilbert cumpriu 30 anos de condea.
E segue...
Abertos a cualquer tipo de iniciativa de cualquer clase; todo é benvido pois xa nada pode perxudicarnos.
Non deixamos de agradecer todas as participacións económicas para pagar toda esta burocracia;
2100 5875 87 0200043581 . La Caixa (España)
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Familiares e amigos de Gilbert Ghislain.
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4 dic 2012
Entrevista na rádio livre francesa "Sons en Luttes" à compa de Gilbert Ghislain
Na entrevista de "Sons en Luttes", a compa de Gilbert fala da súa história carcerária desde a sua fuga em helicóptero da prisom francesa de Lannemezan em 5 de novembro de 1990, da sua aterragem em terras hispanas e o seu passo polos cárceres do estado espanhol. Lá fai um inciso interesantíssimo sobre a situaçom das luitas contra os cárceres durante a época da APEL e dos FIES, tanto dentro dos muros como fora, e da divison do anarquismo co galho das diferentes maneiras de afrontar esta luita, para depois analisar a situaçom actual de Gilbert, novamente encirrado na França depois dumha extradiçom ilegal.
A entrevista foi realizada em 25 de setembro deste ano, com anterioridade ao descrito no post que recém publicamos em abordaxe, recolhido do blogue de apoio a Gilbert
Dizer que reduzimos o aúdio eliminando os troços em que a compa era traduzida ao francês (se queredes escuta-la à íntegra vissitade esta ligaçom de "Sons en Luttes"
Colado por Edu Leer más...
A entrevista foi realizada em 25 de setembro deste ano, com anterioridade ao descrito no post que recém publicamos em abordaxe, recolhido do blogue de apoio a Gilbert
Dizer que reduzimos o aúdio eliminando os troços em que a compa era traduzida ao francês (se queredes escuta-la à íntegra vissitade esta ligaçom de "Sons en Luttes"
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29 nov 2012
Gilbert Ghislain SECUESTRADO ILEGALMENTE polo Estado Frances
Copiamos, traducimos e colamos o último comunicado emitido hoxe mesmo en gilberttextos.blogspot
Tivemos o xuízo pola apelación contra os 4 anos de condena da fuga en helicoptero; esperamos a deliberación o 20 de Decembro.
Esta martes 27 de Novembro; ía ser o Refere ( demanda de liberdade por detención arbitraria) que fora aprazado en dúas ocasións, bo... pois se suspendeu por "conflito de intereses".... Co cal a única ferramenta xudicial que tiñamos para denunciar un secuestro en toda regula; anuláronnola. Imos volver convocalo... pero se está permitido aprazalo as veces que queiras ou anulalo... xa non sabemos se funcionará.
Hoxe 29 de novembro ía ser a audiencia para a saída con pulseira e vixiado; foi aprazada tamén ata xaneiro.
E así toda a vida... Estamos ante un caso evidente de SECUESTRO ILEGAL e non podemos facer nada.... chegáronnos a dicir que o caso de Gil é un "marrón" xudicial e que ninguén quere tomar as reponsabilidades de darlle a liberdade, porque iso implicaría acusar xuíces e procuradores de manter ilegalmente unha persoa en prisión. Nin sequera os avogados queren tomar esa iniciativa.
E mentres estamos a chegar aos 30 ANOS DE PRISIÓN, e Gilbert vai superar todos os máximos legais Europeos que unha persoa debe estar en prisión.
Todo o mundo se escuda en que non se pode aplicar o máximo legal porque a condena foi cumprida en 2 países. Non obstante Francia sacou en xaneiro do 2010 unha lei que está no seu código penal (art. 132-23-1) que contabiliza as penas cumpridas en territorio dun país europeo. Disto aínda non se decataron nin os avogados. Polo tanto a nosa loita pola liberdade tamén é contra loanza avogados... os cales non queren entrar en enfrontamento co Estado e lles seguen o xogo e mentres nos cobran unha media de 1500 por cada audiencia.
Gilbert está só. non temos apoio e todo o que hai que mover o move soa a súa compañeira, a cal nin sabe case Francés.
Temos ante nós un secuestro ilegal e unha condena de 30 anos xuntas nunha soa persoa e ninguén nos chamou para ofrecernos axuda, nin iniciativas propias, nin chamadas a avogados ou de avogados, ningunha xestión, ningún contacto... amigos ou calquera movemento que nos puidese dar un pouco de aire. É que ninguén coñece alguén que puidese polo menos orientarnos en como movernos?
Un colectivo axudounos economicamente a pagar un dos avogados. Salvo eles; nada máis. E xa non nos queda máis.
Estamos abertos a calquera tipo de iniciativa de calquera clase; todo é benvido pois xa nada pode prexudicarnos.
Non deixamos de agradecer todas as participacións economicas para pagar toda esta burocracia:
2100 5875 87 0200043581 . La Caixa (Estado español)
20041 01016 1302461k037 06 La Banque Postale (Estado francés)
Un saúdo a todxs.
Familiares e amizades de Gilbert Ghislain. Leer más...
Tivemos o xuízo pola apelación contra os 4 anos de condena da fuga en helicoptero; esperamos a deliberación o 20 de Decembro.
Esta martes 27 de Novembro; ía ser o Refere ( demanda de liberdade por detención arbitraria) que fora aprazado en dúas ocasións, bo... pois se suspendeu por "conflito de intereses".... Co cal a única ferramenta xudicial que tiñamos para denunciar un secuestro en toda regula; anuláronnola. Imos volver convocalo... pero se está permitido aprazalo as veces que queiras ou anulalo... xa non sabemos se funcionará.
Hoxe 29 de novembro ía ser a audiencia para a saída con pulseira e vixiado; foi aprazada tamén ata xaneiro.
E así toda a vida... Estamos ante un caso evidente de SECUESTRO ILEGAL e non podemos facer nada.... chegáronnos a dicir que o caso de Gil é un "marrón" xudicial e que ninguén quere tomar as reponsabilidades de darlle a liberdade, porque iso implicaría acusar xuíces e procuradores de manter ilegalmente unha persoa en prisión. Nin sequera os avogados queren tomar esa iniciativa.
E mentres estamos a chegar aos 30 ANOS DE PRISIÓN, e Gilbert vai superar todos os máximos legais Europeos que unha persoa debe estar en prisión.
Todo o mundo se escuda en que non se pode aplicar o máximo legal porque a condena foi cumprida en 2 países. Non obstante Francia sacou en xaneiro do 2010 unha lei que está no seu código penal (art. 132-23-1) que contabiliza as penas cumpridas en territorio dun país europeo. Disto aínda non se decataron nin os avogados. Polo tanto a nosa loita pola liberdade tamén é contra loanza avogados... os cales non queren entrar en enfrontamento co Estado e lles seguen o xogo e mentres nos cobran unha media de 1500 por cada audiencia.
Gilbert está só. non temos apoio e todo o que hai que mover o move soa a súa compañeira, a cal nin sabe case Francés.
Temos ante nós un secuestro ilegal e unha condena de 30 anos xuntas nunha soa persoa e ninguén nos chamou para ofrecernos axuda, nin iniciativas propias, nin chamadas a avogados ou de avogados, ningunha xestión, ningún contacto... amigos ou calquera movemento que nos puidese dar un pouco de aire. É que ninguén coñece alguén que puidese polo menos orientarnos en como movernos?
Un colectivo axudounos economicamente a pagar un dos avogados. Salvo eles; nada máis. E xa non nos queda máis.
Estamos abertos a calquera tipo de iniciativa de calquera clase; todo é benvido pois xa nada pode prexudicarnos.
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2100 5875 87 0200043581 . La Caixa (Estado español)
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23 oct 2012
França: Desalojos em Notre-Dame des Landes
Na França, desde há mais de 40 anos, campesinhxs da regiom de Notre-Dame-des-Landes, perto de Nantes, opom-se à construiçom dum aeroporto sobre essas terras. Em 2000, o projecto fora re-impulsado polo socialista e alcalde de Nantes Jean-Marc Ayrault, hoje em dia primeiro ministro francês. Durante os últimos anos engadirom-se à luita numerosos jovens do movimento “okupa”, do ecologismo radical e da rede europeia “Reclaim the fields” (exige o campo), que estám em contra da industrializaçom e da urbanizaçom acelerada da sociedade, e buscam o ressurgimento da vida colectiva no campo. Som já mais dum cento de pessoas as que se forom viver nesta zona ameaçada, ocupando casas abandonadas, construindo novas cabanas e criando hortas para resistir contra o projecto do aeropuerto.
Em 16 de outubro e durante tres dias, tivo lugar umha enorme operaçom policial na que participarom mais de mil elementos policiacos, com o galho de desalojar onze dos lugares okupados. Mas pese ao enorme despregue de forças, os moços e as moças em luita conseguirom até o de agora impedir o desalojo dalguns dos lugares ameaçados, entre eles a granja colectiva “Le Sabot”, inaugurada no ano passado por integrantes francófonos da rede “Reclaim the fields”, num ato multitudinário de recuperaçom de terra agrícola e de denúncia do projecto do aeroporto. Protegidos por barricadas e com um respaldo exterior que nom duvidou em carregar várias vezes contra os mesminhos granadeiros policiais, este lugar símbolo da resistência de Notre-Dame des Landes segue ainda resistindo às forças policiais.
O dia 18 os polícias tentaram também acabar com os campamentos de oponhentes estabelecidos em dous bosques da zona igualmente ameaçados de destruiçom polos promotores do projecto. Pero entanto a polícia concentrava-se nos lugares conflitivos, oponhentes aproveitaram esse momento para reokupar algumhas das casas desalojadas no dia antérior.
Em resposta à incursom policiaca e aos desalojos, multiplicarom-se as acçons e manifestaçons de solidariedade em toda França, desde a realizaçom de marchas e a colocaçom de mantas nas autopistas, até a degradaçom e a realizaçom de sabotagens em contra de VINCI, a empresa constructora, e do Partido Socialista, promotor do projecto de aeroporto. Mensagens de solidariedade com a luita de Notre-Dame des Landes começarom também a chegar desde várias partes do mundo, pero cabe mençonar que, pese à magnitude da operaçom e do ámbeto nacional da luita, os meios de comunicaçom franceses amosarom-se excepcionalmente silenciosos acerca dos acontecementos.
Copiado, traduzido e colado por Edu de resiste.squat.net
Informaçom completa dos sucessos com comunicados, fotos e vídeos (em castelám, italiano, francês ou inglês) na sua web resiste.squat.net
Agradece-se a difussom e convidam a enviar mensagens de apoio ao correio seguinte: zad@riseup.net pois dam um bo ánimo as compas resistintes. Leer más...
Em 16 de outubro e durante tres dias, tivo lugar umha enorme operaçom policial na que participarom mais de mil elementos policiacos, com o galho de desalojar onze dos lugares okupados. Mas pese ao enorme despregue de forças, os moços e as moças em luita conseguirom até o de agora impedir o desalojo dalguns dos lugares ameaçados, entre eles a granja colectiva “Le Sabot”, inaugurada no ano passado por integrantes francófonos da rede “Reclaim the fields”, num ato multitudinário de recuperaçom de terra agrícola e de denúncia do projecto do aeroporto. Protegidos por barricadas e com um respaldo exterior que nom duvidou em carregar várias vezes contra os mesminhos granadeiros policiais, este lugar símbolo da resistência de Notre-Dame des Landes segue ainda resistindo às forças policiais.
O dia 18 os polícias tentaram também acabar com os campamentos de oponhentes estabelecidos em dous bosques da zona igualmente ameaçados de destruiçom polos promotores do projecto. Pero entanto a polícia concentrava-se nos lugares conflitivos, oponhentes aproveitaram esse momento para reokupar algumhas das casas desalojadas no dia antérior.
Em resposta à incursom policiaca e aos desalojos, multiplicarom-se as acçons e manifestaçons de solidariedade em toda França, desde a realizaçom de marchas e a colocaçom de mantas nas autopistas, até a degradaçom e a realizaçom de sabotagens em contra de VINCI, a empresa constructora, e do Partido Socialista, promotor do projecto de aeroporto. Mensagens de solidariedade com a luita de Notre-Dame des Landes começarom também a chegar desde várias partes do mundo, pero cabe mençonar que, pese à magnitude da operaçom e do ámbeto nacional da luita, os meios de comunicaçom franceses amosarom-se excepcionalmente silenciosos acerca dos acontecementos.
Copiado, traduzido e colado por Edu de resiste.squat.net
Informaçom completa dos sucessos com comunicados, fotos e vídeos (em castelám, italiano, francês ou inglês) na sua web resiste.squat.net
Agradece-se a difussom e convidam a enviar mensagens de apoio ao correio seguinte: zad@riseup.net pois dam um bo ánimo as compas resistintes. Leer más...
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24 sept 2012
[Francia] Informaçons a 21 de Setembro de 2012 sobre a situaçom de Gilbert Ghislain
Copiamos, traduzimos e colamos este comunicado recebedo no nosso correio (original em castelám em gilberttextos.blogspot
Olá.
Este comunicado é para actualizar um pouco a info sobre o processo de liberdade de Gilbert Ghislain.Lembramos que em 13 de Março celebrara-se o juízo pola evasom em helicóptero de Lannemezan em 1990. Neste juízo Gilbert fora condenado a 4 anos mais de prisom. Figemos apelaçom à decisom e para esta apelaçom há fijado um juízo para o 13 de Novembro deste ano em Pau.
Desde entóm muitos som os escritos que dirigimos aos julgados e ao ministério denunciando as arbitrariedades cometidas em todo o processo de extradiçom de Gilbert ( juízo da evasom incluido).
Multitude de erros de processos na justiça; irregularidades na ficha penal e nos mandatos de arresto europeus, erros de procedemento na extradiçom, aplicaçom de medidas de seguridade que nom correspondem, caso omiso ao direito europeio de seguir cumprindo a sua pena no grado no que estava no estado espanhol (liberdade condiçonal) e assim chegando a um juízo sobre um delito polo que já fora julgado no estado espanhol e que segundo os seus próprios acordos internacionais nom se lhe deveria volver julgar... Umha grande lista de pequenos detalhes que fam que no seu conjunto seja impossível solicitar nada. Devido à multitude de irregularidades fai-se dificil, até para um advogado, "regularizar" a sua situaçom;e se a situaçom nom está regulada; se nos papeis nom estám escritas as cousas, é moi difícil reclamar o que é nosso: a liberdade. (se alguém quere saber detalhes sobre este Processo Judicial que escreva e facilitamos-lhe-la).
Despois da mutitude de demandas, abreu-se umha outra audiência em Pau para o 4 de Outubro deste ano. Assim mesmo solicitamos umha Audiência para um Tribunal Administrativo para ver se amanham o tremendo caos que há no seu expediente, mas ainda nom há data fijada.
E assim é que estamos; perdidos num mar de papelórios burocráticos e irregularidades administrativas. Sabemos que Gil vai sair; sabemos que lhe corresponde e que tem a lei da sua parte. Agora bem; quando vam decidir cumprir as suas leis? isso segue a ser a incógnita de sempre.
Seguiremos actualiçando a info por si é de interés para alguém, e para informar das datas e horas dos juízos por se alguém quere assistir.
Nom deixamos de agradecer todas as participaçons económicas para pagar toda esta burocrácia;
2100 5875 87 0200043581 . La Caixa (estado espanhol)
20041 01016 1302461k037 06 La Banque Postale (estado francês)
(no assunto do ingresso especificar “gilbert”)
Um saudo a todxs.
Familiares e amizades de Gilbert Ghislain.
http://gilbertalacalle.blogspot.com mailto; gilbertarue@yahoo.com Leer más...
Olá.
Este comunicado é para actualizar um pouco a info sobre o processo de liberdade de Gilbert Ghislain.Lembramos que em 13 de Março celebrara-se o juízo pola evasom em helicóptero de Lannemezan em 1990. Neste juízo Gilbert fora condenado a 4 anos mais de prisom. Figemos apelaçom à decisom e para esta apelaçom há fijado um juízo para o 13 de Novembro deste ano em Pau.
Desde entóm muitos som os escritos que dirigimos aos julgados e ao ministério denunciando as arbitrariedades cometidas em todo o processo de extradiçom de Gilbert ( juízo da evasom incluido).
Multitude de erros de processos na justiça; irregularidades na ficha penal e nos mandatos de arresto europeus, erros de procedemento na extradiçom, aplicaçom de medidas de seguridade que nom correspondem, caso omiso ao direito europeio de seguir cumprindo a sua pena no grado no que estava no estado espanhol (liberdade condiçonal) e assim chegando a um juízo sobre um delito polo que já fora julgado no estado espanhol e que segundo os seus próprios acordos internacionais nom se lhe deveria volver julgar... Umha grande lista de pequenos detalhes que fam que no seu conjunto seja impossível solicitar nada. Devido à multitude de irregularidades fai-se dificil, até para um advogado, "regularizar" a sua situaçom;e se a situaçom nom está regulada; se nos papeis nom estám escritas as cousas, é moi difícil reclamar o que é nosso: a liberdade. (se alguém quere saber detalhes sobre este Processo Judicial que escreva e facilitamos-lhe-la).
Despois da mutitude de demandas, abreu-se umha outra audiência em Pau para o 4 de Outubro deste ano. Assim mesmo solicitamos umha Audiência para um Tribunal Administrativo para ver se amanham o tremendo caos que há no seu expediente, mas ainda nom há data fijada.
E assim é que estamos; perdidos num mar de papelórios burocráticos e irregularidades administrativas. Sabemos que Gil vai sair; sabemos que lhe corresponde e que tem a lei da sua parte. Agora bem; quando vam decidir cumprir as suas leis? isso segue a ser a incógnita de sempre.
Seguiremos actualiçando a info por si é de interés para alguém, e para informar das datas e horas dos juízos por se alguém quere assistir.
Nom deixamos de agradecer todas as participaçons económicas para pagar toda esta burocrácia;
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(no assunto do ingresso especificar “gilbert”)
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23 jul 2012
Penas de cárcere para seis compañeiros acusados de terrorismo en Francia
Aínda que o máis probable é que non ingresen de novo en prisión, pois xa cumpriron a maioría das súas penas de xeito "preventivo", cinco dos seis acusados de actos terroristas da "movida anarco-autónoma" (como gustou de chamalos a prensa comercial) foron sentenciados a penas de entre un e tres anos de cadea; mentres que o último acusado foi absolto de tódolos cargos.Os feitos remóntanse a enero de 2008, cando a policía detivo a tres dos acusados cando se dirixían a unha manifestación contra o centro de detención de Vincennes. Unhas bombas de fume caseiras e máis uns "miguelitos" (cravos pincha-neumáticos) que levaban os desafortunados activistas convertéronse para a xustiza e a prensa nunha perigosa "bomba de cravos".
Poucos días máis tarde deteñen a outros dous activistas nun control aduaneiro en posesión de manuais de sabotaxe, planos dun centro de menores e clorato. Probas de ADN os relacionan cun ataque incendiario a un vehículo da policía durante as eleccións presidenciais de 2007.
Ambos os dous procesos fúndense nun mesmo caso, no que pouco máis tarde engaden a un novo acusado gracias as probas de ADN.
O xuízo celebrouse o pasado mes de Maio e a sentenza saíu a finais de Xuño. Aínda que un pouco tarde, informamos agora do fallo do tribunal:
-Franck, un dos detidos no control aduaneiro, é declarado inocente de tódolos cargos, polo que poderá esixir indemnización polos seis meses que pasou na cadea.
-A Inés, detida con Franck, a consideran culpable de tódalas acusacións polo que a sentenzan a 30 meses de prisión (con 18 de suspensión de pena).
-A Iván, detido no episodio da manifestación do centro de Vincennes, o sentenzan a un ano de cadea con seis meses de suspensión.
-A Bruno e a Damien, detidos xunto a Iván, os condenan a un e dous anos respectivamente, con suspensíon da pena pola metade das súas condenas.
-Javier, detido polo caso do incendio do vehículo policial e acusado tamén de queimar caixas de señalización ferroviarias, todo polas probas de ADN, senténciano a tres anos de cadea cunha suspensión de dous anos.
Probablemente ningún deles volte á cadea polo tempo xa cumprido, aínda que cabe recurso da fiscalía.
Nova redactada por C.R. con información de "ContraInfo" (na súa sección en portugés) -AQUÍ e -AQUÍ; tamén do "París Indymedia" -AQUÍ e -AQUÍ e desta outra páxina en francés -AQUÍ.
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28 may 2012
Jean Marc Rouillan en liberdade condicional
Jean Marc Rouillan, incombustible veterano das guerrillas urbanas francesas e catalás (ex-militante do M.I.L., os G.A.R.I., Action Directe e algún que outro grupo autónomo máis), goza dende hai 10 días de liberdade condicional tras pasar un total de máis de 24 anos da súa vida entre reixas.O activista levaba un ano en réxime de semiliberdade, traballando fora do cárcere pero controlado a distancia por un dispositivo electrónico, condición que xa obtivera en 2008 pero que lle fora revogada por falar nunha entrevista sobre o seu pasado militante, cousa expresamente prohibida nas súas condicións de liberación.
Aínda deberá permanecer seis anos baixo estritas medidas de control, entre as que se inclúen: a obrigatoriedade de traballar e de pasarlles unha parte do seu salario ás familias das dúas victimas dos atentados mortais que lle atribúen, non poder saír do departamento de Bouches-du-Rhône e manterase a prohibición de falar sobre os feitos que o levaron á cadea.
Nova elaborada coa información extraída do boletín Tokata (aquí).
Máis sobre Jean Marc Rouillan neste blog: aquí e aquí.
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18 may 2012
Comunicado de Gilbert Ghislain em 11 de Maio 2012
Olá:Acá estou de novo em Clairvaux depois de dois meses de ausência. Voltei o passado venres (6ª feira) e ontem passei por junta para que me quitaram o periodo de seguridade em previsom dumha solicitude por um terceiro grado. É, quanto menos, o que estava previsto antes da condenaçom de Tarbes.
Em 13 de março passei a juízo pola fuga de Lannemezan que tivera lugar em 5 de novembro de 1990. Condenam-me a 4 anos por umha evasom perpetrada há 22 anos. Era o único sentado na bancada de acusados, para os meus cómplices, a movida esta prescrita ou cumprida desde há muito tempo. Incluso um deles pagou umha cadena perpétua na França e saiu em liberdade condicional. A fiscalia de Tarbes pensava que seguia em busca e captura. A um outro dos meus cómplices, quando lhe apresentaram o assunto, para él, estava prescrito. É dizer que durante anos esqueceram o assunto num caixom e há alguns meses quando comprenderam que eu poderia beneficiar-me dum terceiro grado encontraram, este velho expediente para manter-me preso. Parece incrível pero isto se passa na França e quanto escrevo é verificável.
Esta condenaçom de 4 anos coloca-me em situaçom de “recitive legal”. É dizer que já nom podo pretender a um terceiro grado antes de cumprir as duas terceiras partes da minha condena. Recurrim, mas umha vez que se me decrete prisom, terei que esperar 4/5 anos mais para pretender a um terceiro grado 28 + 4 =32 anos. É simplesmente delirante.
Estava previsto que passara por junta em 22 de março para que me quitaram o periodo de seguridade. Como nom estava em Clairvaux foi suspenso até o 10 de maio. É dizer ontem. Estava previsto que passara por junta para quitar-me o periodo de seguridade que rematava em janeiro de 2013 e umha vez o periodo de seguridade quitado, passar por junta para um terceiro grado com pulseira electrónica. O juízo de Tarbes muda as coisas. Jurídicamente dado que nom se me decreta prisom, podo beneficiar-me dum terceiro grado, que mo deam nestas condiçons é um outro tema. A resposta da junta de ontem é para o 7 de junho. Nom sei cando tenhem previsto passar-me por junta para o terceiro grado.
Agora só fica esperar e dado que recurrim a sentência de Tarbes e que se vai celebrar um novo juízo que terá probavelmente lugar a finais do vrao, haverá que prepara-lo. O juízo do 13 de março nom estava preparado. O advogado apostara pola clemência do tribunal em troques de faze-lo sobre umha denúncia. A vindoura vez será diferente.
O expediente da fuga que foi julgado em Tarbes, está cheio de anomalias que ocultam que foram as próprias instituiçons penitenciárias quem, pola sua própria dinámica, figeram-se cúmplices da evasiom. 22 anos depois, no seu requisitório de Tarbes, o fiscal explicou que nom podiam encarcerar-me em Tarbes porque era D.P.S e nom havia suficinte seguridade e que em Lannemezan, incluso duas décadas depois, nom me queriam lá. Isto, hoje como ontem é normal: quando te fugas dum cárcere, jamais voltas à mesma.
No juízo do recurso, perguntarei porqué, entom, eu voltara a Lannemezan tras umha fuga a golpe de explosivos e, sobre tudo, perguntarei porque fum sacado tam fácil do ailhamento para poucas semanas depois atopar-me sobre o teito da prisom. Fiquei 3 horas sobre o teito sem refens e com a "céntrale" rodeada polos gendarmes. No meu expediente nom havia só a evasiom precedente, senom também várias tentativas e sospeitas de preparaçons de evasions, incluso polo ar, nom entanto a naide se lhe ocorrera despejar-me do teito. A explicaçom é simples: Tra-la primeira fuga e contra tuda lógica, os responsáveis da administraçom decidirom devolver os fugados a Lannemezan. O novo director temia um incidente violento ou pior ainda umha nova evasiom, pero a negativa do ministério a transladar-me o bloqueava. Prometera-lhe que si saia de ailhamento atoparia a maneira de forçar ao ministério a transladar-me sem agredir nengum funcionário. É a razom pola qual nem sequer pensaram numha fuga. Eu anunciara umha acçom que provocaria o meu translado disciplinário e lá tinham-na. Hoje tudo isto nom tem importância, pero se 22 anos depois nom esquecerom, haverá que falar de tudo.
Para falar de tudo aquilo em Tarbes, tivera sido necessário que falara da minha precedente evasiom. O meu advogado creeu mais prudente nom faze-lo, por medo a que tampouco estivera prescrita, pero visto o absurdo da situaçom farei-no durante o juízo do recurso.
Aproveito esta carta para agradecer a equipa do Envolée e Natchav pola sua solidariedade, sem esquecer às compas de Toulouse. É agradável saber-se apoiado.
Força e determinaçom
Gilbert
Comunicado chegado ao nosso correio e traduzido.
Original em Francês e Castelám no seu blogue gilberttextos
Mais notícias sobre a situaçom de Gilbert neste mesmo blogue
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15 mar 2012
Gilbert é condenado a 4 anos pola sua fuga em Helicóptero

Tal como anunciamos neste blogue, antontem martes 13 de março celebrou-se em Tarbes o juízo pola fuga de Gilbert Ghislain em Helicóptero do cárcere francês de Lannemezan em 1990.
Gilbert é condenado a 4 anos. Tempo que temos que engadir aos 18 anos de condena que já tem por atracos nos anos 80. O pior de tudo é que esta resoluçom produce o que na França chama-se "recessiva legal" e isto impede solicitar umha limitaçom da sua condenaçom.
A decisom tomada polos tribunais, conhecedores das consequências que ia ter para Gilbert ser condenado a mais dum ano, demostra o pouco que lhes importam os 28 anos que Gilbert leva preso e a amossa umha intençom clara de querer manter-lhe em prisom a toda costa, pois recordemos que os outros tres implicados nessa mesma fuga em helicóptero foram condenados a 6 meses.
Á vista do juízo assistimos umha duzia de pessoas, quem puidemos ouvir como, quem o julgavam, remarcavam ponto por ponto a trajectória "violenta e delicitiva" de Gilbert nos seus anos de prisom no estado espanhol. O que nom remarcaron forom os 17 anos que Gilbert se passou encirrado nos modulos FIES de ailhamento, saindo só 2 ou 4 horas ao pátio, nem saientarom as torturas às que foi submetido, nem as selvagens condiçons de trajectória “violenta e delicitiva” que forom e som os modulos FIES espanhois.
Agora só fica apelar esta decisom e apresentar-nos ante um outro tribunal em Pau.
Pero, polo observado até o de agora, o estado Francês pretende aplicar a cadena perpétua e ver a Gilbert saindo pola porta do cárcere completamente destruido... e isto nom vam a consegui-lo, nem nos imos permitir-lho, porque Gilbert NOM ESTÁ SÓ, e iremos até onde queiram chegar.
Nos já estamos preparando-nos...e fazemos um chamado urgente e grave às compas do Estado Espanhol; porque se permitimos que haja um compa que chega a cumprir 30 anos de prisom, muitas mais virám detrás...e se nom nos movemos agora; isto é o que se passará.
Despertem já porque isto empeza a ir mais la da situaçom pessoal de Gilbert.
Um saúdo a todos e todas;
Amizades e familiares de Gilbert Ghislain
Colado e traduzido de gilberttextos.blogspot
Mais informaçom em gilbertalacalle.blogspot
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18 ene 2012
XORNADAS ANTIDESARROLLISTAS ( Coruña e Compostela)

-Mañá Xoves 19 - A coruña - CSOA Palavea (Rúa Rio Quintas 31, na N-550 ao carón de "OH Coruña") - Xornadas Antidesarrollistas 17:30 hrs.
Charla/debate: ZAD (zona a defender), Francia, Área rural okupada como protesta á construcción dun aeroporto preto de Nantes*.
+Charla/debate Loita contra Reganosa: evaluación das protestas en contra da regasificadora instalada na ría de Ferrol.
-Domingo 22 xaneiro - Santiago de Compostela - Biblioteca Anarquista "A ghavilla" (Rúa Ponte da Raiña Nº8) Xornadas Antidesarrollistas 17:30hrs.
Charla/debate ZAD (Zona A Defender)*
+charla/debate Loita contra o porto deportivo de Massó (Cangas) Recheos e destrución do litoral, unha estampa demasiado común.
Ceador vegano depois de ambas charlas.
Blog do "C.S.O. Palavea": http://okupacorunha.wordpress.com/
Blog da Biblioteca "A Ghavilla": http://bibliotecanarquista.blogspot.com/
Info chegada ao noso correo.
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28 nov 2011
Detencións en Tolouse (Francia)
O pasado 15 de novembro, na cidade francesa de Tolouse, sete persoas foro detidas e sete casas (algunhas delas okupadas) foron rexistradas pola policía, incautándose ordenadores, móviles, libros e obxectos persoais. A redada relacionábase co ataque perpetrado o pasado 5 de xullo contra o local da Protección Xudicial da Xuventude en Labèg, preto de Tolouse, onde varios descoñecidos puxeron patas arriba as instalacións en protesta pola xestión que este organismo realiza do cárcere de menores da mesma vila.Despois de 32 horas baixo custodia, catro dos detidos pasaron a prisión preventiva mentres que outros ficaron a disposición xudicial acusados da "participación nun grupo formado coa intención de actuar con violencia contra as persoas ou causar a destrucción e danos á propiedade", "actos de violencia que non ocasionaron incapacidade en individuos” e "a degradación ou deterioro da propiedade allea".
Máis información en castelán en "Alasbarricadas" (aquí) e en inglés en "Act For Freedom Now!" (aquí) Leer más...
25 nov 2011
Protestas contra tren de residuos nucleares en Francia
Coma nos pasados anos, o tren que conduce os residuos nucleares entre Francia e Alemania foi branco de sabotaxes e protestas que interrumpiron o seu percorrido pese ó impresionante depregue policial. Os grupos ecoloxistas organizaron bloqueos para tentar deter o paso do convoi que chocaron coas forzas antidistubio francesa, mentres que diversas sabotaxes inutilizaron os raís e a maquinaria das vías así coma prenderon lume a un vehículo policial. Todo isto aconteceu na parte francesa do percorrido, aínda quedan as protestas na zona alemana que prometen dar moito que falar.
Noticia tirada da prensa comercial e da páxina en inglés Act for freedom now!(aquí)
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