É absolutamente insufrible o bombardeo mediático ao que estamos sometidos pola excarceración de presxs tras da derrogación da "doutrina Parot". Non hai día en que, baixo o máis nauseabundo ton sensibleiro, non nos machuquen co sufrimento das "vítimas" (que polo visto sofren terriblemente con calquera cousa que non sexa o eterno malestar dos convictos: se saen á rúa, sofren; se rin, sofren; se respiran, sofren; se non sofren, sofren) como non hai día no que non nos martiricen a retina con imaxes de excarceracións de malos malísimos que "apenas pisaron o cárcere" (entre 20 e 25 anos de media nada máis e nada menos) e contra os que se alían en santa conxura as máis rancias dereitas fascistonas coas progresistas esquerdas benpensantes. Dende a AVT, o Partido Popular ou Democracia Nacional ata o PSOE e as asociacións feministas alarmadas pola segura reincidencia dos agresores sexuais.
Calquera diría que en España xs presxs entran por unha porta e saen pola outra. Xa ninguén se acorda que a doutrina Parot só afecta ás condenas anteriores ao vixente código penal, que Europa só sancionou a retroactividade das penas pero que agora mesmo alguén podería ser condenado a 30 anos (40 se é terrorista) e cumprilos a pulso ata o último día sen que nin sequera a Unión Europea poida dicir nada. Pero para que aclarar todo isto cando podemos contribuír con gasolina sobre o lume do linchamento mediático? Por que tranquilizar os ánimos cando se pode alentar a orxía da represión?
Que máis dá que España sexa o lugar de Europa onde máis anos efectivos de cárcere se cumpren (despois de Rusia) cunha das menores taxas de criminalidade, se podemos exaltar os ánimos para que, nesta euforia represiva, sexa o propio pobo que pida a gritos que lle amputen a liberdade e que o carguen de cadeas.
Porque ese é o fin de todo este circo, a aprobación da cadea perpetua e do endurecemento penal co aplauso imbécil do populacho como banda sonora de tan lamentable sainete. En ningún país europeo con cadea perpetua cumpren tanto tempo de condena xs presxs como aquí sen ela. Pero o rebuzno lobotomizante duns mass media ao servizo do rancio nacionalismo filofascista español fan crer o imbécil de a pé que aquí o que fai falta é máis man dura.
Así nos vai, o progresismo de turno pedindo cárcere para os banqueiros, cárcere para os do Prestige, cárcere para os políticos... pero cárcere ao fin e ao cabo. E cárcere vanlles dar, evidentemente non para estes malnacidos que acabamos de nomear, para eses só hai indultos e penas baixiñas das que non hai que cumprir, pero cárcere, o que se di cárcere, vai haber para repartir. Para repartir entre xs pobres, xs "violentxs", xs delincuentes de baixa estofa (que os ricos non admiten competencia) e entre xs disidentes e protestons. A eses dentro de non moito o cárcere vailles saír polas orellas.
Pero para preparar esa nova amputación de liberdades e dereitos fai falta a anestesia, e desa é da que estamos a chupar en dose elefantiásicas a través do xornal escrito, o telexornal, as tertulias de criterio unificado e a prensa do corazón. Diso é precisamente do que vai tanta pantomima coa falta de arrepentimento do comando Madrid, a arrogancia do violador do chándal ou as reiteradas e teimudas reposicións dos enterros das nenas de Alcaser. Para cando á xente se lle pase a borracheira da exaltación da firmeza punitiva, atoparémonos vivindo no paraíso europeo da represión e da falta de dereitos humanos.
C.R.
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4 dic 2013
27 feb 2013
[Suíça]: Comunicado de Marco Camenisch sobre a sua Nom Liberaçom
Recolhido de ContraInfo, traduzimos:Princípios de agosto de 2012
O jefecilho do matadeiro de Lenzburg di-me a vozes que as autoridades ejecutivas ZH lhe pediram conselho/opiniom sobre a liberdade condiçonal em dezembro de 2012 e que, por isso, tinha que saber se eu acepiaria “passos de descenso” (de “resocializaçom”), por ej. permisos, trabalho externo, semiliberdade, ou si a minha línha era ” liberaçom ou nada”. Declarei que aceitaria bem tais passos.
19 de novembro de 2012, 1. represálias/provocaçom às vissitas
O jefecilho proibe as vissitas a umha companheira revolucionária comunista de Zúrich que me vissita em Suíça desde há case umha década a pesar de que “sempre” tivo antecedentes de “delitos” políticos e, incluso, vinhera durante o seu periodo de detençom em liberdade vigiada, sob a excusa dumha condena política que tivo a 17 meses de prisom, quando os medios informaram que era definitiva em última instância (Tribunal Federal).
07 de dezembro de 2012
Com muita presa, a encarregada e o supervisor das autoridades de Zurich evitam a “audiência legal” polo que transgredem o TAR (Tribunal Administrativo de Revissom) que decidira volver a mandar a juízo a primeira nom liberaçom condiçonal (véa-se a minha informaçom da Sentência do Juízo 8.11.2012 do TAR de Zúrich sobre a liberaçom condiçonal, de 25 de novembro de 2012). Volvim proponher a minha posiçom (imposibilidade subjectiva dumha recuperaçom da “luita armada”, necessidade/legitimidade da luita armada revolucionária).
Janeiro de 2013
Devido a aclaraçons burocráticas sobre as vissitas, umha “assistente social” do matadeiro em Passant perguntou-me se eu estava informado do meu translado. Tra-la minha negaçom engadiu para suavizar o régime ejecutivo, é dizer, para “passos de descenso, resocializaçom” e que, mais adiante, informaria-me melhor.
28 de janeiro de 2013, de tarde, 2. represálias/provocaçom às vissitas
As duas companheiras e os dois companheiros que aguardam para as vissitas (umha companheira anarquista de Zúrich e um companheiro anarquista de Torino, que me vissitam desde hace casi umha década, e um companheiro e umha companheira mais novas de Tesino, que me vissitam desde há uns tres anos) na entrada do cárcere sofrem a emboscada de quatro madeiros (tres do Cantom de Argovia e um, quizais, federal) com umha hora de registros que incluem também espidos. O compa de Torino, sob a excusa do FEM em Davos, teria a proibiçom de entrar na Suíça durante dez dias, dos que em 28.01.13 seria o derradeiro. Jamais recebera nengumha notificaçom, pois segundo os madeiros nom poideram envia-la por falha de endereço. Nom se sabe, nontanto, que tipo de mágia fai que receba regularmente, desde este matadeiro, o permiso de vissitas que deve monstrar obrigatoriamente na porta no momento da vissita. Assim sob a excusa desta proibiçom, os madeiros cúmplices da prisom nom lhe permitem a entrada à hora de vissitas que restava (temos 2 horas de vissita cada semana). Às outras tres pessoas, se é que entendim bem, quizais vos informem elxs melhor ou, se nom, em primeira pessoa, a madeira sonsacou, chantajeando-lhes com a cancelaçom total das vissitas, já reduzidas à mitade, os números e os contidos dos seus teléfones. A seguinte vissita de primeiros de fevereiro, confirmou-se um control “regular” à entrada, ainda que mais “meticuloso” do “normal”.
05 de fevereiro de 2013
Desde as autoridades de Zúrich, primeira instância, recebo a segunda denegaçom (com data de 1 de fevereiro de 2013) da minha liberdade condiçonal, “fotocópia” da primeira, pero como “motivaçom engadida” se refirem à “audiência” de 7 de dezembro de 2012. Ao final, engadem que ao matadeiro de Lenzburg pedem-lhe conselho/opiniom sobre a minha liberdade condiçonal a apresentar em dezembro de 2013. Traducçom: superflua. As fotocópias lhes chegarám a várixs compas na Suíça, para o acesso público. Se apressentarám os devidos recursos e apelaçons do caso.
Ainda que este objectivo imediato e parcial de todas as vossas estupendas iniciátivas de solidariedade em luita nom se alcançou ainda e ainda que “nunca” o fosse!, pero o “ponto” central nom é este. Senom que estas iniciativas som umha parte inseparável da luita social pola liberaçom total. Que nesta luita som eficaces mais lá dos seus objectivos e resultados específicos, imediatos e vissíveis. O demonstram a repressom, as repressálias e a fúria do inimigo, também e nom por último quando te rebelas contra os seus refens/presxs de guerra pola liberaçom social. Que o inimigo nos combata, sinifica que na guerra pola liberaçom total estamos no bo caminho.
É guerra à guerra, à guerra perpétua, global e total polo domínio, a exploraçom e a opressom! É umha guerra na que ainda mais que para qualquer outro tipo de guerra vale: …nas cosas mais perigosas, como a guerra, os erros que provenhem da bondade som justo os piores…
(Clausewitz)!
Nom ha contradicçom no feito de que a ternura, a bondade e o amor estám entre as características e motivaçons centrais para cada guerreirx pola liberaçom total; pero nom debem debilitar a lucidez, a resoluçom e a energia da luita, senom fortalece-la!
Com amor, determinaçom e solidariedade,
Marco Camenisch
matadeiro de Lenzburg, Suíça 10 de fevereiro de 2013
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21 feb 2013
Gabriel Pombo dispersado ainda mais!! Trasladado a Villena (Alacant)
Recolhemos do blogue de Cruz Negra Anarquista Mediterráneo Sur:
Nom só mantenhem ao compa em FIES-5, denegam-lhe vissitas e dificultam-lhe as comunicaçons... semelha que nunca tenham suficinte, e agora afastam-no ainda mais da sua terra, da sua gente, da Galiza, trasladám-no de Soto del Real (Madrid) a Villena (Alacant), 370 Km mais longe!! (mínimo de 4 horas mais de viagem para vissitar-lhe).
Assim é como castigam a dignidade
Castigam ao preso e castigam ao seu entorno familiar e amizades com estas medidas de dispersom arbitrárias e injustificadas, amosando umha vez mais a verdadeira intençom desta casta de infames que se consignam a disposiçom das nossas vidas.
Quem sementa tormentas…
O novo endereço do compa:
Centro Penitenciario Alicante II,
Ctra. N-330, km. 66,
03400 Villena (Alacant).
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Nom só mantenhem ao compa em FIES-5, denegam-lhe vissitas e dificultam-lhe as comunicaçons... semelha que nunca tenham suficinte, e agora afastam-no ainda mais da sua terra, da sua gente, da Galiza, trasladám-no de Soto del Real (Madrid) a Villena (Alacant), 370 Km mais longe!! (mínimo de 4 horas mais de viagem para vissitar-lhe).Assim é como castigam a dignidade
Castigam ao preso e castigam ao seu entorno familiar e amizades com estas medidas de dispersom arbitrárias e injustificadas, amosando umha vez mais a verdadeira intençom desta casta de infames que se consignam a disposiçom das nossas vidas.
Quem sementa tormentas…
O novo endereço do compa:
Centro Penitenciario Alicante II,
Ctra. N-330, km. 66,
03400 Villena (Alacant).
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11 feb 2013
Solidariedade com Gabriel Pombo da Silva.- Envio de faxes
Recolhemos esta informaçom de CNA Península Ibérica, segundo a qual Gabriel solicita o envio de faxes solidários para denunciar o seu encarceramento em situaçom de FIES 5(Características Especiais)* na prisom madrilenha de Soto del Real. (copiamos e colamos):
Instituiçons Penitenciárias vem de incluir a Gabriel em FIES-5, o que supom um arbitrário prejuízo e perjuçio contra a sua persoa e afins. De entrada, tra-lo seu translado ao estado espanhol no passado mês de Janeiro, já é considerado susceptível a especial vigiância recurtando e dificultando as suas comunicaçons, limitando o acesso a comunicar a umha listagem de 10 persoas cada 6 meses para vissitas e outro para chamadas telefónicas, com exaustivo control e intervençom.
Gabriel já se passara 14 anos em FIES 1, o que ademais inclue um duro régime de vida em ailhamento. A prepotencia de IIPP hoje já apresenta o seu dispositivo contra o home. O companheiro pede envio de fax solidários em protesto pola sua nova situaçom regimental remitidos ao cárcere de Soto del Real (Madrid-V), agora toca-nos fazer-lhe saber que nom está sozinho.
Buscam criminalizar a solidariedade, pero só reforçam os vínculos e a cumplicidade de quem assume a luita contra os estados e as suas instituiçons de poder.
Solidariedade com Gabriel Pombo
Envio de Fax:
00 34 91 844 78 03
00 34 91 844 77 12
*FIES 5 CE (Características Especiais). Nesta categoria ficam incluidas diversos tipos de pessoas encirradas: internxs vinculadxs à delinquência comum de tipo internacional; autorxs de delitos moi graves que geraram umha importante alarma social; reclusxs pertencentes ou vinculados a grupos violentos de carácter razista ou xenófobo; internxs que, sem estar procesadxs ou condenadxs por terrorismo islamista, destaquem polo swu fanatismo radical afim ao ideário terrorista, e por liderar ou integrar grupos de pressom ou captaçom no Centro penitenciário; também aquelxs internxs condenadxs polo Tribunal Penal Internacional e xs que colabouraram com a justiza contra bandas terroristas e outras organizaçons criminais.
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Instituiçons Penitenciárias vem de incluir a Gabriel em FIES-5, o que supom um arbitrário prejuízo e perjuçio contra a sua persoa e afins. De entrada, tra-lo seu translado ao estado espanhol no passado mês de Janeiro, já é considerado susceptível a especial vigiância recurtando e dificultando as suas comunicaçons, limitando o acesso a comunicar a umha listagem de 10 persoas cada 6 meses para vissitas e outro para chamadas telefónicas, com exaustivo control e intervençom.
Gabriel já se passara 14 anos em FIES 1, o que ademais inclue um duro régime de vida em ailhamento. A prepotencia de IIPP hoje já apresenta o seu dispositivo contra o home. O companheiro pede envio de fax solidários em protesto pola sua nova situaçom regimental remitidos ao cárcere de Soto del Real (Madrid-V), agora toca-nos fazer-lhe saber que nom está sozinho.
Buscam criminalizar a solidariedade, pero só reforçam os vínculos e a cumplicidade de quem assume a luita contra os estados e as suas instituiçons de poder.
Solidariedade com Gabriel Pombo
Envio de Fax:
00 34 91 844 78 03
00 34 91 844 77 12
*FIES 5 CE (Características Especiais). Nesta categoria ficam incluidas diversos tipos de pessoas encirradas: internxs vinculadxs à delinquência comum de tipo internacional; autorxs de delitos moi graves que geraram umha importante alarma social; reclusxs pertencentes ou vinculados a grupos violentos de carácter razista ou xenófobo; internxs que, sem estar procesadxs ou condenadxs por terrorismo islamista, destaquem polo swu fanatismo radical afim ao ideário terrorista, e por liderar ou integrar grupos de pressom ou captaçom no Centro penitenciário; também aquelxs internxs condenadxs polo Tribunal Penal Internacional e xs que colabouraram com a justiza contra bandas terroristas e outras organizaçons criminais.
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18 ene 2013
Ultimas noticias actualizadas da situación de Gilbert Ghislain
Xa van case dous anos nos que se iniciaba unha campaña de apoio a Gilbert Ghislain, que despois de pasar más de 20 anos da sua vida no cárcere no estado español, foi extraditado a Francia condeado a 18 anos, fai xa 28 anos, por unha serie de atracos en Francia…
Cumpridos 7 anos, logrou fugarse en helicóptero ao estado español.
Nestes dous anos as únicas ferramentas xudiciais empregadas foron botadas abaixo alegando "conflitos de interese", mentres xuices e procuradores manteñen ilegalmente a unha persoa en prisión.
A finais do pasado mes de decembro, despois do xuizo pola apelación contra os 4 anos de condea pola fuga en helicóptero, anunciábase a deliberación.
Difundo esta nova información ao respeito.
Información ofrecida por A., colabouradora deste blog.
Gilbert foi condeado a 2 anos máis de condea polo Tribunal de Pau pola fuga en helicóptero de Lannemezan.
Esta condea é ilegal primeiro porque cando España entregou a Gil a Francia, fíxoo en base a un mandato de arresto por outra condea. Se Francia queria condear de novo a Gil, ten que pedir permiso para a celebracion do xuizo. Así se manifestou ante o Xuiz de Pau.
Sen embargo da-lles igual... O obxetivo principal é que Gil non saia.
Tamén celebrouse a audiencia polo "amenagement" para que saia con pulseira, traballo, vixiado e toda a merda.
Tampouco parece que lla vaian dar; o Procurador de Troyes (fiscal) xa se manifestou na sua contra, polo tanto ainda que a Xuiza nos dera o si, este procurador encargarase de que haxa un non.
E polo que se nos dixo o Procurador Xeral de Paris tamén está en contra.
Polo que parece teñen medo a que se fugue... A Lei di que el deberia estar libre, sen pulseira e sen obrigas. Sen embargo eles teñen medo a que se fugue.
Tamén opóñense ao Dossier que presentamos; "no lles parece ben" é a sua resposta; nen unha lei, nen unha xurisprudencia, nada en contra salvo a opinión subxetiva dun procurador.
Gilbert esta só. Non ten apoio e todo o que hai que mover o move soa a sua compañeira, a cual non sabe case Francés.
Temos ante nós un secuestro ilegal e a todo isto Gilbert cumpriu 30 anos de condea.
E segue...
Abertos a cualquer tipo de iniciativa de cualquer clase; todo é benvido pois xa nada pode perxudicarnos.
Non deixamos de agradecer todas as participacións económicas para pagar toda esta burocracia;
2100 5875 87 0200043581 . La Caixa (España)
20041 01016 1302461k037 06 La Banque Postale (Francia)
Un saudo a todos.
Familiares e amigos de Gilbert Ghislain.
http://gilbertalacalle.blogspot.com
gilbertarue@yahoo.com
Máis información sobre Gil neste mesmo blogue
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Cumpridos 7 anos, logrou fugarse en helicóptero ao estado español.
Nestes dous anos as únicas ferramentas xudiciais empregadas foron botadas abaixo alegando "conflitos de interese", mentres xuices e procuradores manteñen ilegalmente a unha persoa en prisión.
A finais do pasado mes de decembro, despois do xuizo pola apelación contra os 4 anos de condea pola fuga en helicóptero, anunciábase a deliberación.
Difundo esta nova información ao respeito.
Información ofrecida por A., colabouradora deste blog.
Gilbert foi condeado a 2 anos máis de condea polo Tribunal de Pau pola fuga en helicóptero de Lannemezan.
Esta condea é ilegal primeiro porque cando España entregou a Gil a Francia, fíxoo en base a un mandato de arresto por outra condea. Se Francia queria condear de novo a Gil, ten que pedir permiso para a celebracion do xuizo. Así se manifestou ante o Xuiz de Pau.
Sen embargo da-lles igual... O obxetivo principal é que Gil non saia.
Tamén celebrouse a audiencia polo "amenagement" para que saia con pulseira, traballo, vixiado e toda a merda.
Tampouco parece que lla vaian dar; o Procurador de Troyes (fiscal) xa se manifestou na sua contra, polo tanto ainda que a Xuiza nos dera o si, este procurador encargarase de que haxa un non.
E polo que se nos dixo o Procurador Xeral de Paris tamén está en contra.
Polo que parece teñen medo a que se fugue... A Lei di que el deberia estar libre, sen pulseira e sen obrigas. Sen embargo eles teñen medo a que se fugue.
Tamén opóñense ao Dossier que presentamos; "no lles parece ben" é a sua resposta; nen unha lei, nen unha xurisprudencia, nada en contra salvo a opinión subxetiva dun procurador.
Gilbert esta só. Non ten apoio e todo o que hai que mover o move soa a sua compañeira, a cual non sabe case Francés.
Temos ante nós un secuestro ilegal e a todo isto Gilbert cumpriu 30 anos de condea.
E segue...
Abertos a cualquer tipo de iniciativa de cualquer clase; todo é benvido pois xa nada pode perxudicarnos.
Non deixamos de agradecer todas as participacións económicas para pagar toda esta burocracia;
2100 5875 87 0200043581 . La Caixa (España)
20041 01016 1302461k037 06 La Banque Postale (Francia)
Un saudo a todos.
Familiares e amigos de Gilbert Ghislain.
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10 jul 2012
Hoxe a inxusta "xustiza" sorpréndenos menos arbitraria que de costume
Dúas noticias relacionadas cos tribunais, aparecidas nos últimos días, rompen coa triste tónica xeral de tan nefasta institución: Por unha banda a sentenza do tribunal de Estrasburgo que cuestiona a chamada "Doutrina Parot", que alongou as penas de moitos presos condenados por terrorismo ao aplicar retroactivamente un novo computo das reducións de pena; e doutra parte pola noticia de que catro mossos d'esquadra acusados de torturas ingresarán finalmente en prisión malia o indulto parcial con que o goberno pretendeu libralos dela.Pois sí, o Tribunal Europeo de Dereitos Humanos condenou ao estado español a pagar 30.000 euros de indemnización e 1500 de costas xudiciais á presa vasca Ines del Rio, así como insta á súa pronta liberación, pois entende que a aplicación da "Doutrina Parot" sobre a súa pena alongou en nove anos o seu cativerio.
Este é un forte revés á decisión do Tribunal Supremo (avalada máis tarde polo Constitucional) de aplicar as reducións de pena aos presos por terrorismo con condenas maiores de 30 anos sobre cada unha das súas sentenzas en lugar de sobre o máximo legal de anos de prisión, como se facía antes. Malia que o Tribunal de Estrasburgo entende que os estados son libres de modificar a súa política penal, considera que isto non se pode facer de forma retroactiva despois da comisión dos delitos, e menos aínda sen unha lei que o avale.
Contra este fallo do TDH, que insta ao estado español a poñer en liberdade a esta ex membro do comando Madrid de ETA presa dende o ano 1987, «no prazo de tempo máis breve posible», o goberno español xa anunciou que interpoñerá recurso.
Por outro lado, e sen ter máis que ver co antes exposto en que as dúas son sentenzas xudiciais, a audiencia de Barcelona confirma a orde de ingreso en prisión de catro mossos d'esquadra condenados por torturas e lesións a un cidadán romanés en 2006. Malia que o goberno pretendeu libralos do talego concedéndolles un indulto parcial, que deixaba a súa condena en dous anos de prisión (supoñendo que dese xeito non terían que cumprir carcere), os maxistrados ratifican a súa decisión; denegando mesmo a posibilidade de que os madeiros conmutasen as súas penas por multas ou traballos sociais.
Non aplaudimos, evidentemente, nin estas sentenzas nin ningunhas outras, anoxados como estamos da mesma esencia arbitraria e liberticida da súa mal chamada xustiza. Pero non todo sempre son malas noticias, ás veces algúns miserables vense obrigados a beber da súa propia medicina. Si, a democracia lavando a cara, pero pola sucidade que se quita non sentimos pena ningunha.
Artigo elaborado por C.R. con información da prensa comercial e de:
-Tokata (AQUÍ) sobre a sentencia do TDH
-A páxina de Nais contra a impunidade (AQUÍ) sobre o dos mossos
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15 mar 2012
Gilbert é condenado a 4 anos pola sua fuga em Helicóptero

Tal como anunciamos neste blogue, antontem martes 13 de março celebrou-se em Tarbes o juízo pola fuga de Gilbert Ghislain em Helicóptero do cárcere francês de Lannemezan em 1990.
Gilbert é condenado a 4 anos. Tempo que temos que engadir aos 18 anos de condena que já tem por atracos nos anos 80. O pior de tudo é que esta resoluçom produce o que na França chama-se "recessiva legal" e isto impede solicitar umha limitaçom da sua condenaçom.
A decisom tomada polos tribunais, conhecedores das consequências que ia ter para Gilbert ser condenado a mais dum ano, demostra o pouco que lhes importam os 28 anos que Gilbert leva preso e a amossa umha intençom clara de querer manter-lhe em prisom a toda costa, pois recordemos que os outros tres implicados nessa mesma fuga em helicóptero foram condenados a 6 meses.
Á vista do juízo assistimos umha duzia de pessoas, quem puidemos ouvir como, quem o julgavam, remarcavam ponto por ponto a trajectória "violenta e delicitiva" de Gilbert nos seus anos de prisom no estado espanhol. O que nom remarcaron forom os 17 anos que Gilbert se passou encirrado nos modulos FIES de ailhamento, saindo só 2 ou 4 horas ao pátio, nem saientarom as torturas às que foi submetido, nem as selvagens condiçons de trajectória “violenta e delicitiva” que forom e som os modulos FIES espanhois.
Agora só fica apelar esta decisom e apresentar-nos ante um outro tribunal em Pau.
Pero, polo observado até o de agora, o estado Francês pretende aplicar a cadena perpétua e ver a Gilbert saindo pola porta do cárcere completamente destruido... e isto nom vam a consegui-lo, nem nos imos permitir-lho, porque Gilbert NOM ESTÁ SÓ, e iremos até onde queiram chegar.
Nos já estamos preparando-nos...e fazemos um chamado urgente e grave às compas do Estado Espanhol; porque se permitimos que haja um compa que chega a cumprir 30 anos de prisom, muitas mais virám detrás...e se nom nos movemos agora; isto é o que se passará.
Despertem já porque isto empeza a ir mais la da situaçom pessoal de Gilbert.
Um saúdo a todos e todas;
Amizades e familiares de Gilbert Ghislain
Colado e traduzido de gilberttextos.blogspot
Mais informaçom em gilbertalacalle.blogspot
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14 mar 2012
Por que os anarquistas nos opoñemos ás prisións?
O seguinte panfleto elaborouse ante a dificultade de achegar a mensaxe anticarcelaria anarquista o común do pobo, rebaixando un pouco a profundidade dos textos que neste senso adoitamos repartir en aras dunha mellor compresnsión de quen non este afeito a mesaxe abolicionista (primeiro vai en galego e despois en castelán, que este sistema carcerario nos afecta a todos):É un feito que os políticos e os sesudos opinólogos dos medios de comunicación levan tempo cacarexando aos catro ventos a morneza do noso sistema penal e a laxitude das nosas institucións en materia xudicial, dando a entender que en España os delincuentes entran no cárcere por unha porta e saen pola outra cando non campan ás súas anchas sen apenas sanción ningunha. Quizais sexa por isto que cando os anarquistas dicimos iso de "Abaixo os muros das prisións" ou "Os cárceres son centros de exterminio" moita xente sorpréndese e míranos con incomprensión ou rexeitamento coma se falásemos de algo completamente absurdo.
Pois ben, nestes tempos nos que a petición do endurecemento do código penal e a instauración da cadea perpetua son un recurso dialéctico imprescindible para calquera politicucho de "pro", sexa cal sexa a súa plumaxe, faise necesario aclarar que España é o país coa taxa de reclusión máis alta de toda a Unión Europea (164 reclusos por cada 100.000 habitantes, fronte a 96 en Francia ou a 84 en Alemaña); e iso que a súa taxa de criminalidade é unha das máis baixas de todo o continente.
De feito en España o número de persoas presas prácticamente duplicouse nos últimos dez anos, superando na actualidade a astronómica cifra de 76.000 reclusos, e iso que a finais da época de Franco apenas había 15.000! Mentres tanto, e en contra da percepción social, a delincuencia diminuíu considerablemente durante a última década.
En canto ao recorrente tema da cadea perpetua revisable, "tan arraigada noutros lugares de europa", dicir que en España os sucesivos endurecementos do código penal elevaron ata aos 40 anos o tempo máximo de estanza en prisión (nos casos de terrorismo, 30 para o resto) mentres que nos países europeos nos que se aplica a cadea perpetua nunca un condenado alcanza tanto tempo entre reixas. En Alemaña por exemplo, un dos lugares de Europa onde máis tempo se tarda en revisar esta pena (15 anos), a media de tempo en prisión para os que a padecen está entre 17 e 20 anos, aumentando a entre 23 e 25 en casos de crimes con especial asañamento. Aquí, sen cadea perpetua, un terrorista con delitos de sangue cumpre os 40 anos de condena a pulso e sen posibilidade ningunha de remisión.
Aínda así, como os anarquistas cuestionamos a esencia mesma do sistema penitenciario, ao considerar que a delincuencia é un froito ineludible da inxusta repartición das riquezas, nos encontramos a miúdo coa pregunta de “Que facer entón cos criminais?” formulada coa estrañeza daquel que pensa que "isto sempre foi así" ou que é unha cousa "de toda a vida". Pero a realidade é outra, posto que o sistema carcerario tal e como o coñecemos apenas ten douscentos anos de existencia. Non foi se non ata o século XIX que se institúe o cárcere como castigo ao crecente número de pequenos delitos resultantes da aparición do capitalismo. A necesidade de castigar un maior número de infraccións de baixa contía contra a propiedade privada, e de facelo dunha forma menos truculenta que recorrendo aos castigos corporais que ata entón se estilaban, instaurou as bases do sistema punitivo tal e como agora o coñecemos. Evidentemente non estamos a avogar por unha volta á época das galeras e os "tormentos" públicos, só poñemos de manifesto que o sistema carcerario non é máis que un moderno resultado do ascenso do capitalismo.
Tendo en conta que a abafadora maioría da poboación reclusa (máis dun 70%) o está por delitos contra a propiedade (roubo e furto) ou contra a saúde pública (tráfico de drogas), cabería supoñer que unha repartición máis equitativa da riqueza, a despenalización do consumo de estupefacientes e unha mellora do nivel educativo acabarían coa inmensa maioría das causas que motivan o inhumano procedemento do secuestro institucional. Porque resulta que os violadores e asasinos apenas representan unha cifra inferior ao 10% dos encarcerados, e seguro que nunha sociedade máis xusta e horizontal se encontrarían mellores métodos para lidar con esta problemática. Aínda sen encontralos, teriamos eliminado o 90% das razóns que xustifican estes modernos centros de exterminio que, á fin e ao cabo, non serven se non para esconder debaixo da alfombra as probas do fallo da orde social.
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Por qué los anarquistas nos oponemos a las prisiones?
Es un hecho que los políticos y los sesudos opinólogos de los medios de comunicación llevan tiempo cacareando a los cuatro vientos la tibieza de nuestro sistema penal y la laxitud de nuestras instituciones en materia judicial, dando a entender que en España los delincuentes entran en la cárcel por una puerta y salen por la otra cuando no campan a sus anchas sin apenas sanción alguna. Quizá sea por ello que cuando los anarquistas decimos eso de “Abajo los muros de las prisiones” o “Las cárceles son centros de exterminio” mucha gente se sorprende y nos mira con incomprensión o rechazo como si habláramos de algo completamente absurdo.
Pues bien, en estos tiempos en los que la petición del endurecimiento del código penal y la instauración de la cadena perpetua son un recurso dialéctico imprescindible para cualquier politicucho de “pro”, cualquiera sea su plumaje, se hace necesario aclarar que España es el país con la tasa de reclusión más alta de toda la Unión Europea (164 reclusos por cada 100.000 habitantes, frente a 96 en Francia o a 84 en Alemania); y eso que su tasa de criminalidad es una de las más bajas de todo el continente.
De hecho en España el número de personas presas prácticamente se ha duplicado en los últimos diez años, superando en la actualidad la astronómica cifra de 76.000 reclusos ¡y eso que a finales de la época de Franco apenas había 15.000! Mientras tanto, y en contra de la percepción social, la delincuencia ha disminuido considerablemente durante la última década.
En cuanto al recurrente tema de la cadena perpetua revisable, “tan arraigada en otros lugares de europa”, decir que en España los sucesivos endurecimientos del código penal han elevado hasta a los 40 años el tiempo máximo de estancia en prisión (en los casos de terrorismo, 30 para el resto,) mientras que en los países europeos en los que se aplica la cadena perpetua nunca un condenado alcanza tanto tiempo entre rejas. En Alemania por ejemplo, uno de los lugares de Europa donde más tiempo se tarda en revisar esta pena (15 años), la media de tiempo en prisión para los que la padecen está entre 17 y 20 años, aumentando a entre 23 y 25 en casos de crímenes con especial ensañamiento. Aquí, sin cadena perpetua, un terrorista con delitos de sangre cumple los 40 años de condena a pulso y sin posibilidad alguna de remisión.
Aun así, como los anarquistas cuestionamos la esencia misma del sistema penitenciario, al considerar que la delincuencia es un fruto ineludible del injusto reparto de las riquezas, nos encontramos a menudo con la pregunta de “¿Qué hacer entonces con los criminales?” planteada con la extrañeza de aquel que piensa que “esto siempre ha sido así” o que es una cosa “de toda la vida”. Pero la realidad es otra, puesto que el sistema carcelario tal y como lo conocemos apenas tiene doscientos años de existencia. No fue si no hasta el siglo XIX que se instituye la cárcel como castigo al creciente número de pequeños delitos resultantes de la aparición del capitalismo. La necesidad de castigar un mayor número de infracciones de baja cuantía contra la propiedad privada, y de hacerlo de una forma menos truculenta que recurriendo a los castigos corporales que hasta entonces se estilaban, instauró las bases del sistema punitivo tal y como ahora lo conocemos. Evidentemente no estamos abogando por una vuelta a la época de las galeras y los “tormentos” públicos, solo ponemos de manifiesto que el sistema carcelario no es más que un moderno resultado del ascenso del capitalismo.
Teniendo en cuenta que la abrumadora mayoría de la población reclusa (más de un 70%) lo está por delitos contra la propiedad (robo y hurto) o contra la salud pública (tráfico de drogas), cabría suponer que un reparto más equitativo de la riqueza, la despenalización del consumo de estupefacientes y una mejora del nivel educativo acabarían con la inmensa mayoría de las causas que motivan el inhumano procedimiento del secuestro institucional. Porque resulta que los violadores y asesinos apenas representan una cifra inferior al 10% de los encarcelados, y seguro que en una sociedad más justa y horizontal se encontrarían mejores métodos para lidiar con esta problemática. Aún sin encontrarlos, habríamos eliminado el 90% de las razones que justifican estos modernos centros de exterminio que, al fin y al cabo, no sirven si no para esconder debajo de la alfombra las pruebas del fallo del orden social.
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9 mar 2012
[França] 13 de março: Todas a Tarbes ao juízo a Gilbert Ghislain pola sua fuga em helicoptero
Em Tarbes em 13 de Março às 13.30 no Julgado Central de Intruiçom, sera julgado Gilbert pola fuga do cárcere francès de Lannemezan (Hautes-Pyrénées) que protagonizara ,junto a tres presos mais, em 5 de novembro de 1990, e várias compas assistiram e animam a assistir para amosar o seu apoio e denunciar a cadena perpétua encuberta que sofre Gilbert (lembremos que já leva um total de 29 anos em prisom). A petiçom fiscal é de 5 anos, que se sumariam à condena de 18 anos que tinha por atracos a joiarias, da que ainda tem 10 anos pendentes de cumprir. Por tanto do que aconteza neste juízo dependerá o futuro de Gilbert, tanto para poder pedir umha limitaçom de condena, como para solicitar a liberdade condiçonal.
Informaremos da sentência aplicada.
Notícia recolhida e traduzida de gilbertalacalle.blogspot.com e Presos a la calle
"(…)Lo que pasó. Después de mi salida del QI, sacaban también a mi colega y lo ponían en otro bloque. Viendo que no hacía nada respeto a mi traslado, pusieron al colega en aislamiento otra vez pensando que yo iba a bloquear el patio. Pude ganar unos diez días y el 5 de noviembre de 1990, le robaba las llaves a un carcelero y subía en el techo con tres colegas para denunciar el aislamiento del otro colega. Una vez en el techo pedí la presencia del fiscal y el director regional, picaron al anzuelo. Los gendarmes rodearon la central y todo el mundo se puso a esperar a las autoridades tranquilamente. Vino un helicóptero y me fugaba otra vez dejando con la boca abierta a los gendarmes y a los carceleros. No les cuento todo esto por el placer de la narración, simplemente estoy intentando explicar una de las razones por las cuales me guardan encerrado desde casi 28 años y desafortunadamente no ha terminado. Aterrizaba en España donde me detuvieron unas horas después.(…)".
Ver acá mais notícias sobre Gilbert neste blogue
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15 ene 2012
Comunicado de Miguel Montes Neiro
Difundimos o último comunicado de Miguel Montes Neiro, o preso máis antigo do estado español con máis de 36 anos de estancia en prisión. Deixamos tamén estes dous enlaces a novas antigas sobre Miguel neste mesmo blog (-aquí e -aquí). Este é o enlace ó comunicado en Infopunt (onde nós o atopamos) -aquí. E un modelo de fax pedíndolle á audiencia provincial de granada a súa excarcelación, no boletín Tokata, -aquí.Comunicado:
Ayer día 4, me fue notificado, que según el juez de vigilancia de Granada, el jurista del centro penitenciario de Albolote, tengo aplicados todos los tiempos en preventiva, en todas las causas que he pagado, y estoy pagando.
A este señor jurista, creo que lo razonable sería, que me razone a mi en mi presencia, estas condenas y todo cuanto le dice al juzgado de vigilancia penitenciaria. Pero por lo visto este señor tiene mucho trabajo, y pocas ganas de aclararme mi condena. Desde hace 14 años, llevo pidiendo que me razonen mi situación penal, pero, ante mi me dan todos la razón, que debo de estar libre. Y se limita solo a reirse de mi cuando manifiesta, que yo pretendo que me abonen con una indemnización el tiempo que estuve fugado. Nunca hemos pedido esta tontería, por no hacer otro calificativo de este comentario.
Escribe en los informes, infinidad de cosas que nada tienen que ver con la realidad, como que fui indultado por causas militares, debería de tener mejores datos. ¡¡Este señor Jurista!! O lo que sea, yo fui amnistiado, no indultado, fue una amnistía que no llegué a disfrutar, pues debe de constar que no llegué a ser libre, en ningún momento, o sea, me dieron por desertor, el mismo día que firmé la amnistía.
Pero ya es sabido por escritos, que consta que este centro manipuló los escritos, que yo mandé al Tribunal Supremo, cuando dieron la reforma, de 1996. Tampoco se formuló lo que ordena la transitoria tercera del nuevo código penal, que dice, que todos los directores de prisiones, deben de mandar a cada juzgado, para que tengan conocimiento de qué deben reformar, la causa que tengan con cada preso, si es más favorable al reo, que siempre debe de ser oido el reo, que debe de hacer la reforma cada juzgado, o el último juzgado que dicte la ultima sentencia
Este centro, a los tres años de haber salido el nuevo código, o sea, en 1999 mandó al primer juzgado que me condenó, que hiciera todas las cuentas de mi condena, este juzgado fue el que me condenó, por participar en un motín en 1978, a tres años de prisión.
Lo lógico y lo que manda la Ley, es que lo haga el último tribunal sentenciador, o cada juzgado, en el tuviera una casa mi persona.
El máximo de años a cumplir por los presos comunes que no tuviesen causas mayores, era de 30 años, pero el nuevo código, especifica bien claro, que el máximo de años a cumplir es de 20 años.
Yo siempre pedí que me fuese aplicado dicho límite de 20 años, por todas las causas anteriores al nuevo código penal, Más 20 años por todas las causas posteriores a 1996. O sea dos bloques de veinte que harían un total de 40 años.
Pues ninguna causa es mayor de 5 años, por lo tanto creo que 40 años es más que suficiente para saldar todos mis castigos, o penas impuestas.
Ahora hagamos las cuentas, entré en prisión en 1976, hasta la fecha van 36 años, entre todo el tiempo que estuve fugado suman 1600 días, que hay que descontar de los 36 años, ahora tengo 1990 días de redención ordinaria, y 390 de redención extraordinaria, que suman un total de 2380 días. Si se descuentan 1600 días de 2380, tengo un superhabit de 780 días, de redención, que sumados a los 36 años que llevo cautivo, suman 38 años, sin contar ni un solo día de preventivas, que deben de aplicarme según ordena el Tribunal Constitucional y el Tribunal Supremo.
No se quién es el culpable, pero de lo que no tengo ninguna duda, es de que mandan informes, que son falsos, a quién les pide que aclaren mi situación penal.
En la actualidad me estan aplicando, la doctrina Parot, que es pagar una condena detrás de otra.
Tambien dice la Ley que han de juntarse todas las condenas a efectos de condicional, cosa que aun no han hecho. Yo pago 12 años a pulso, día tras día, y después otros 12, ¿Dónde esta mi condicional? Todo esta claro, dos bloques de veinte años, uno anterior a 1996 y uno posterior.
Los que mandan los informes, desconocen su profesión, y se limitan a dañarme y a hacer mi condena perpetua, por ello denuncio sus actos, ante toda la sociedad, incluyendo jueces, decanos y doctores en leyes. Para que una vez leído este escrito lo examinen y que me digan si he cumplido ya mi condena, y que no jueguen diciendo que yo pretendo una indemnización del estado, por el tiempo que estuve fugado.
A partir de hoy me declaro en huelga de hambre, y solo beberé un litro de agua diario, hasta que acabe el señor jurista de juzgarme, y de mandar datos falsos que no corresponden con la realidad.
Y solicito a las personas que tengan conocimiento de leyes, que se pongan en contacto con el centro penitenciario de Albolote, exigiendoles una clara interpretación de mi condena, y que dejen al margen las cosas personales que tengan conmigo, por no acatar ni tolerar, todos los abusos de los que soy testigo y les he reprochado, que son muchos, y muy graves. Incluso con muertes de por medio. Por estos abusos, denunciados ante los directivos, soy continuamente trasladado de prisión a prisión, y así llevo infinidad de años.
Ya sin más, para no hacerme más extenso acabo y le doy las gracias a toda la prensa, periódicos, periódicos digitales, televisión, radio. Y a todas las personas que nos apoyan.
Un saludo afectuoso a todas las personas presas que sufren los abusos del sistema carcelario.
Atentamente y a su disposición queda éste preso que nunca dejará de luchar contra la opresión, directa o indirecta. Si me he de morir en prisión, no será suplicando, ni de rodillas.
¡¡Gracias por toda su atención!!
Quiero agradecer a Don Jose M. Castillo, por el articulo publicado en el periódico Ideal, del martes 03/01/2012, por su bondad y sensibilidad con las personas presas. Gracias Sr. Do Jose. M. Castillo.
Miguel Montes Neiro. Leer más...
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5 oct 2011
Solidariedade con Gilbert Ghislain
Reproducimos embaixo a petición de apoio económico que os familiares e amigos de Gilbert Ghislain fixeron pública recentemente.Gilbert é un loitador social que se atopa preso en territorio francés, leva máis de 27 anos encerrado e agora queren que cumpla 11 anos máis, polo que se precisa con urxencia reunir diñeiro pra costear un bo avogado.
Gilbert fugouse en helicóptero dunha cadea francesa (onde cumpría 18 anos por atracos) e foi detido en España. Entre a súa condea inicial, as causas que se lle imputan durante o tempo que durou a fuga e as que adquiriu nos cárceres do estado español durante os convulsos tempos do APRE e da creación dos F.I.E.S (entre elas a morte dun chivato), xa leva máis de 27 anos e aínda lle queren meter outros 11. Aquí tedes a petición de axuda á que tivemos acceso e que nós reproducimos (en castelán):
Peticion de apoyo economico para Gilbert Ghislain
http://gilbertalacalle.blogspot.com
Después de estudiar todas las posibilidades planteadas para solicitar la libertad de Gilbert, que esta a pocos años de llevar 30 años encerrado, el escollo que se nos presenta es adquirir un abogado de peso en Francia. Escollo que necesitamos superar y para lo cual vamos a tener que abonar unos grandes honorarios. Es por ello que solicitamos a quien pueda y quiera el apoyo económico que decida conveniente. La cantidad a reunir es bastante copiosa, por lo que hemos decidido que si finalmente no necesitáramos dicho apoyo económico, los fondos recogidos se derivaran a otras campañas por presos con largas condenas.
Por el momento no existen precendes que nos animen a pensar que la Administracion Francesa vaya a liberar a Gilbert. La carcel donde ha sido destinado es conocida con el apodo "terminus", es decir, que es una carcel a donde destinan a los presos que van a cumplir largas condenas y de los cuales no esperan una "reinsercion".
Existen otros precendentes para defender su libertad, entre ellos una cadena perpetua encubierta. En Francia existe la cadena perpetua, pero se establece una revision del caso cada 22 años, por razones "humanitarias". Gilbert lleva encerrado 28 años. sus condenas estan repartidas en dos paises, pero a nivel europeo se esta estableciendo una condena que supera sus propios "limites humanitarios". Pero para defender todas estas cuestiones, es imprescindible un abogado, que lleve el caso a los tribunales europeos si hace falta. Y esto en Francia son varios sueldos.
Esperamos apoyo para difundir este comunicado.
Hemos habilitado una cuenta bancaria y una cuenta Paypal en el site de gilbert para facilitar las posibilidades de apoyo economico.
http://gilbertalacalle.blogspot.com
Por lo demas, esperamos ofrecer mejores noticias en un futuro y agradecemos el apoyo brindado hasta ahora para extender el apoyo.
Un saludo y fuerza.
Familiares y amigos de Gilbert Ghislain Leer más...
20 jul 2011
Campaña pola liberación de Montes Neiro tras máis de 80 días en folga de fame
Campaña de envío de Faxes pra pedir o indulto pra Miguel Francisco Montes Neiro, o preso máis antigo do estado español (leva máis de 35 anos enlazando condeas sen que ningunha delas sexa por delitos de sangue), que atópase en folga de fame dende fai máis de 80 días. O seu estado é delicado posto que Miguel, de 61 anos de idade, perdeu xa máis de 25 kg mentres que arrastra problemas de fígado causados polos seus antecedentes de hepatite, ademais de padecer fai uns meses un tumor canceríxeno.Para coñecer máis sobre este caso podedes mirar este enlace neste mesmo blog (-aquí), este outro do "Boletín Tokata" (-aquí), ou esta interesantísima entrevista no periódico "Diagonal" (-aquí).
A continuación deixámosvos dous modelos de faxes pedindo a súa excarcelación (en castelán) pra enviar ó ministerio de interior e ó director do Centro Penitenciario de Albolote, en Granada, onde atópase Miguel.
Dende AQUÍ pódense enviar Faxes gratis (lembra que só tes que confirmar o envío dende a conta de correo electrónico que puxeches) ou tamén dende AQUÍ
Al Ministerio del Interior:
Ministerio del Interior (Ministro Interior)
Paseo de la Castellana, 5
28046 – Madrid
Fax: 915371003
Tel.: 915371111
Al Sr, Ministro del Interior:
Sr. Ministro, mediante el presente escrito le trasmito mi gran preocupación por la injusta situación del Sr. D. Miguel Francisco Montes Neiro, que actualmente se encuentra preso en el C.P. de Albolote (Granada) donde está realizando una huelga de hambre desde hace ya más de dos meses reclamando su libertad, pues actualmente es el preso que lleva más tiempo (más de 35 años) por únicamente pequeños delitos, que según las leyes se le tendría que haber puesto en libertad hace ya muchos años.
Por todo esto, y teniendo en cuenta su edad y su estado de salud después de tantos años de desatenciones médicas en las distintas cárceles que ha estado, y de malos tratos e injusticias (como ya supone el hecho de mantenerle de forma encubierta por más tiempo cumpliendo una condena perpetua ilegal en cualquier Estado Democrático y de Derecho que pretenda serlo realmente) que ha tenido que soportar durante todos estos años que se han agravado con la huelga de hambre que está llevando a cabo, sobre todo su salud; y encima teniendo en cuenta que actualmente se encuentra en un módulo normal en vez de estar hospitalizado; le recuerdo que usted es el responsable de la salud de las personas que se encuentran privadas de libertad en las cárceles del Estado, y no sé a qué esperan para darle el indulto, que todos los partidos políticos con representación parlamentaria están de acuerdo en que se le conceda, lo antes poisible.
A la espera de recibir la buena noticia de que se haya puesto en libertad al Sr. Miguel Francisco Montes Neiro de una vez, y deseándole buena suerte en su nuevo cargo, me despido atentamente de usted.
Firmado por ……………………………………………., con D.N.I nº: ……………
En ………………………, a …… de ………………. de 20011.
Al director del C. P. Albolote
Fax del C. P. Albolote: 958 53 72 03
Señor Director, me dirijo a usted con el presente escrito para trasmitirle mi preocupación por la injusta situación del Señor Don Miguel Francisco Montes Neiro que actualmente mantiene una huelga de hambre en el Centro Penitenciario que usted dirige desde hace más de dos meses, y teniendo en cuenta que lleva más de 35 años preso solo por pequeños delitos durante los cuales ha sido víctima de todo tipo de abusos, malos tratos y desatenciones médicas no se a que esperan para darle el tercer grado como solicitó su abogado recientemente u otra medida alternativa , como bien puede ser la aplicación del art. 100.2 del R. P., mientras se tramita el indulto al que se han comprometido todos los grupos políticos ¿Es que acaso pretenden dejar que se muera para que no se sepan todas las barbaridades que le han hecho?
Le recuerdo Sr. Director que es usted responsable de la salud de las personas internas en este Centro Penitenciario, y supongo que no deseará usted tener una mancha en su trayectoria profesional, por lo que le aconsejo que no se demore y le den el tercer grado de una vez al Sr. D: Miguel Francisco Montes Neiro para que pueda recuperarse de las secuelas de la huelga de hambre en compañía de sus familiares mientras se tramita el indulto. Y entre tanto esto sucede esperamos que sea trasladado a los servicios hospitalarios adecuados donde se pueda vigilar y cuidar su delicada salud agravada por la huelga de hambre que está llevando a cabo.
Sin nada más que añadir, me despido de usted con la esperanza de que atienda a mi petición.
Atentamente
..................

C.R.
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19 jul 2011
Campaña Apoyo a la liberacion de Gilbert Ghislain

Petición de apoyo para Gilbert Ghislain, extraditado en Francia
Compañer@s;
Despues de que Gilbert fuera extraditado a Francia con la esperanza de encontrar la libertad en unos meses, tal y como le aseguraron sus abogados (basandonos en un papel en la cual se afirmaba que la peticion de busqueda internacional, por parte de la justicia Francesa, expiraba el 5 de Noviembre de 2010) Gilbert ahora se encuentra de nuevo encerrado y bajo la peticion del cumplimiento de 11 años de los 18 años a los que fue condenado hace ya 27 años, por diversos atracos en Francia.
Recordemos que Gilbert fue condenado a 18 años de prision en Francia .
Habiendo cumpido 7 años logro fugarse con un helicoptero, aterrizando en suelo Español y siendo detenido y condenado por diversas causas, todas cometidas durante la fuga.
Recordemos que Gilbert fue condenado a 18 años de prision en Francia .
Habiendo cumpido 7 años logro fugarse con un helicoptero, aterrizando en suelo Español y siendo detenido y condenado por diversas causas, todas cometidas durante la fuga.
Y en las carceles españolas y en plena epoca de la creacion de los Departamentos de torturas FIES, se encauso en otras diversas condenas (Podeis leer su historia en "Otros Textos" en este blog) y participo en diversas luchas colectivas y aportaciones a debate.
A dia de hoy, Gilbert lleva mas de 27 años encerrado y ahora quieren que cumpla 11 años mas.
Por ello es que vamos a inciar una campaña de apoyo enviando escritos al organo legal correspondiente, asi como actos de solidaridad que iremos convocando a traves del blog creado. El escrito se colgara a finales de Agosto para empezar el envio masivo.
Por el momento es importante difundir su comunicado.
Y por supuesto; todo el apoyo que podais ofrecer; contacto con abogados, asociaciones francesas, traductores para la difusion..etc bienvenida sea.
No hemos vuelto tod@s, no estamos tod@s. La lucha continua.
Contacto
Comunicado desde Clairvaux. Julio 2011: http://gilbertalacalle.blogspot.com
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13 jul 2011
¿Sabes que el sistema en el que vives es terrorista?

EL PROXIMO 14 DE SEPTIEMBRE ESTA FECHADO EL DÍA PARA EL JUICIO DE NUESTRA COMPAÑERA Y AMIGA TAMARA PARA LA CUAL LA FISCALIA PIDE 14 AÑOS. ESTAR ATENTXS A LAS PROXIMAS CONVOCATORIAS QUE SE LANZARAN. TAMARA NO ESTA SOLA.
La cárcel es una de las herramientas que utilizan los estados para mantener su Ley, su orden y sus intereses económicos.
Amadeu Casellas, actualmente en libertad, pasó 24 años de su vida en la cárcel por luchar, tanto dentro como fuera de esos muros, contra un Sistema que castiga a quien defiende su libertad y dignidad frente a las miserias que este crea. Los últimos años que Amadeu pasó en prisión estuvieron marcados por las huelgas de hambre que llevaba a cabo para exigir la libertad que le correspondía desde hacía varios años, según las leyes vigentes.
A lo largo del tiempo que duraban las huelgas de hambre protagonizadas por Amadeu, en la calle tuvieron lugar varias manifestaciones, concentraciones, envío masivo de faxes y toda una serie de acciones diferentes por todo el Estado Español en su apoyo. Después de varias huelgas y el posterior incumplimiento de los acuerdos alcanzados en esos periodos por parte de Serveis Penitenciaris, Amadeu inició la última huelga de hambre, que duró casi 4 meses (del 15 de Julio al 21 de Octubre de 2009). Es entonces, frente a esta terrible situación que podía llevar a Amadeu a la muerte, y ante la mirada impasible de sus responsables, cuando, entre otras de las acciones solidarias, se envía un paquete, que simulaba ser una bomba, a uno de los máximos responsables de la situación que estaba atravesando Amadeu, el Director de Serveis Penitenciaris Albert Batlle, con el objetivo de llamar la atención sobre este hecho. Amadeu recobró su libertad en Marzo de 2010, ya que finalmente se reconoció que había pasado 8 años de más en prisión.
Tamara fue detenida en Madrid el día 15 de Diciembre de 2009 acusada de intento de asesinato por el envío de dicho “paquete bomba”. Después de pasar 4 meses en la prisión de Brians I, Tamara sale en “libertad provisional” a espera de juicio debido a un informe pericial que afirma que el paquete no tenía capacidad para matar, todo lo contrario de lo que dicen los peritajes de la Guardia Civil y los Mossos d´Esquadra, basados en un artefacto creado por ellos mismos con el fin de criminalizar aún más este acto solidario. A pesar de la existencia de dicho peritaje, la fiscalía pide 16 años de prisión para Tamara por intento de asesinato.
Cabe resaltar lo hipócrita que resulta el hecho de que el Sistema judicial que va a juzgar a Tamara por este delito, es el que forma parte, encubre y consiente las torturas y asesinatos que se cometen en las cárceles y comisarías de todo el estado.
Violencia es la cárcel, es pasar 24 años en prisión y 8 de ellos de manera ilegal, son los más de 540 casos conocidos de tortura tan solo durante el año 2010 en el estado español...
Sabemos que nuestra solidaridad es un arma y no nos haréis renunciar a ella.
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La cárcel es una de las herramientas que utilizan los estados para mantener su Ley, su orden y sus intereses económicos.
Amadeu Casellas, actualmente en libertad, pasó 24 años de su vida en la cárcel por luchar, tanto dentro como fuera de esos muros, contra un Sistema que castiga a quien defiende su libertad y dignidad frente a las miserias que este crea. Los últimos años que Amadeu pasó en prisión estuvieron marcados por las huelgas de hambre que llevaba a cabo para exigir la libertad que le correspondía desde hacía varios años, según las leyes vigentes.
A lo largo del tiempo que duraban las huelgas de hambre protagonizadas por Amadeu, en la calle tuvieron lugar varias manifestaciones, concentraciones, envío masivo de faxes y toda una serie de acciones diferentes por todo el Estado Español en su apoyo. Después de varias huelgas y el posterior incumplimiento de los acuerdos alcanzados en esos periodos por parte de Serveis Penitenciaris, Amadeu inició la última huelga de hambre, que duró casi 4 meses (del 15 de Julio al 21 de Octubre de 2009). Es entonces, frente a esta terrible situación que podía llevar a Amadeu a la muerte, y ante la mirada impasible de sus responsables, cuando, entre otras de las acciones solidarias, se envía un paquete, que simulaba ser una bomba, a uno de los máximos responsables de la situación que estaba atravesando Amadeu, el Director de Serveis Penitenciaris Albert Batlle, con el objetivo de llamar la atención sobre este hecho. Amadeu recobró su libertad en Marzo de 2010, ya que finalmente se reconoció que había pasado 8 años de más en prisión.
Tamara fue detenida en Madrid el día 15 de Diciembre de 2009 acusada de intento de asesinato por el envío de dicho “paquete bomba”. Después de pasar 4 meses en la prisión de Brians I, Tamara sale en “libertad provisional” a espera de juicio debido a un informe pericial que afirma que el paquete no tenía capacidad para matar, todo lo contrario de lo que dicen los peritajes de la Guardia Civil y los Mossos d´Esquadra, basados en un artefacto creado por ellos mismos con el fin de criminalizar aún más este acto solidario. A pesar de la existencia de dicho peritaje, la fiscalía pide 16 años de prisión para Tamara por intento de asesinato.
Cabe resaltar lo hipócrita que resulta el hecho de que el Sistema judicial que va a juzgar a Tamara por este delito, es el que forma parte, encubre y consiente las torturas y asesinatos que se cometen en las cárceles y comisarías de todo el estado.
Violencia es la cárcel, es pasar 24 años en prisión y 8 de ellos de manera ilegal, son los más de 540 casos conocidos de tortura tan solo durante el año 2010 en el estado español...
Sabemos que nuestra solidaridad es un arma y no nos haréis renunciar a ella.
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21 jun 2011
Miguel Montes, o preso máis antigo do estado español, en folga de fame pola súa liberdade

Miguel Montes Neiro, un anciano de 60 anos con graves problemas de saúde e con máis de 34 anos de cadea ás súas costas, leva máis de 50 días de folga de fame en demanda da súa liberdade. Atendendo ás leis vixentes fai tempo que tería que estar na rúa, pero un sistema xudicial inhumano e inoperativo (pra o que lle peta) manteno no cárcere enfangado na marisma da burocracia administrativa.
Difundimos a continuación (en castelán e tal como chegounos a nós) un comunicado que explica a situación de Miguel, o preso máis antigo de España, así como reivindica a súa liberación. Podedes atopar máis información sobre o seu recente traslado o cárcere de Granada neste enlace ó boletín Tokata (-aquí).
MIGUEL MONTES. OTRO CASO DE CADENA PERPETUA ENCUBIERTA
Miguel Montes Neiro, lleva más de 50 días en huelga de hambre como medida de presión para reclamar su puesta en libertad. Miguel Montes Neiro, es el preso más antiguo de España, un anciano de 60 años con graves problemas de salud que entro por primera vez en prisión, el 7 de octubre de 1976 y que terminará de cumplir su condena según IIPP en el 2021.
En su expediente constan una veintena de causas -ninguna de sangre y muchas de ellas cometidas dentro de prisión-, 16.822 días en prisión provisional, 1.400 días fugado -repartidos en cinco etapas distintas- y 34 años en prisión. En esos 34 años Miguel apenas ha disfrutado de ningún privilegio penitenciario, ya que “Mientras estaba cumpliendo algunas condenas firmes, tenía otras preventivas y los presos en esa situación no pueden ser clasificados. Por ello, salvo excepciones como el entierro de su madre, nunca ha disfrutado de un permiso", aclara su letrado.
"Las prisiones preventivas no tienen como finalidad el cumplimiento de una condena futura", eso es un "quebranto absoluto de su presunción de inocencia", dice también su abogado al aclarar que gran parte de los 46 años y ocho meses que acumula en prisión provisional no le han sido liquidados.
Este error penitenciario explica que Miguel haya pasado en prisión provisional más tiempo del que luego fue condenado por algunas de sus causas. Por esta vía, o por la del límite máximo de 20 años contemplado en el artículo 76 del Código Penal, la defensa de Miguel cree que "ha pagado de sobra".
El problema de Miguel (como el de tantos otros presos en su misma situación) es que no hay manera legal de conseguir la libertad, por lo que la única salida que queda a estos presos ante la situación de abandono a que los somete el sistema es la de escaparse o morir en prisión. Ante "el fallo brutal del sistema", su abogado lo tiene claro: "La obligación del preso es intentar fugarse". Cosa esta no legal, pero si legítima, añadiríamos nosotros.
Ante esta falta de recursos para poder obtener su libertad por otros medios, su abogado ha solicitado un indulto por razones humanitarias, con lo cual los grandes partidos, PP y PSOE, IU, además del El Defensor del Pueblo Andaluz, José Chamizo se han mostrado de acuerdo, ya que según ellos el indulto es cuestión "ya no de legalidad, sino de equidad". Anteriormente a esto también se pidió una refundición de condenas al TS, cosa que tampoco ha sido concedida, según ellos por falta de datos. Nosotras creemos que si después de 35 años de prisión todavía no tienen los datos necesarios, con lo lenta que va la burocracia en estos casos, quizás cuando los consigan ya sea demasiado tarde para la salud y la vida de Miguel.
No es este el primero ni el único caso que conocemos, en que IIPP y todo el sistema jurídico se saltan la legalidad y las normas y leyes creadas por ellos mismos y retienen encarceladas ilegalmente por más tiempo del que toca a algunos presos, (Joaquín Garcés 5 años, Amadeu Casellas 8 años, ambos reconocidos por la ley). El caso de Manuel Pinteño es muy similar al de Miguel. También el pago 34 años de talego, pese a que la ley que los juzgó a los dos, el antiguo CP, dice que el máximo cumplimiento para sus causas debería ser de 20 años. Tampoco para él había salida legal posible, y por eso, en un acto desesperado por conseguir su libertad se optó por pedir su indulto, cosa que tampoco consiguió.
Pedir un indulto significa pedir perdón, o lo que es lo mismo agachar la cabeza e implorar compasión y clemencia, reconociendo la culpabilidad del preso y la autoridad de quienes lo conceden. Por eso digo que un indulto se pide en un acto desesperado cuando lo que pertenece por derecho y por ley, la InJusticia no lo reconoce, se enroca en sus propios laberintos y no hay manera posible de conseguirlo. Como se ha podido comprobar en los anteriores casos mencionados (todos libres ya), la presión del exterior sí que influye a la hora de conseguir la libertad. Las campañas de la calle, no hacen milagros ni consiguen la libertad de alguien a quién no le toque por ley, pero acelera las cosas cuando como en el caso de Miguel se está incumpliendo la ley. Cuando jueces, fiscales e Instituciones notan la presión y la molestia que les causa la gente que apoya desde fuera y desde los medios de información, seguramente son más diligentes en su trabajo y eso puede hacer que por quitarse un problema de encima se acelere el proceso de la liberación.
En vista de todo lo dicho anteriormente, mi reflexión me lleva a pensar que Miguel Montes Neira no ha recibido el apoyo del exterior que los otros expresos mencionados han recibido. No tiene grupos de apoyo, solo su familia y su abogado gestionan su caso. No hay campaña a favor de su liberación. Sale muy poco en los medios de información, incluso en los alternativos. El apoyo de los políticuchos oportunistas de turno, está claro que no sirve para nada. ¿Y esto porque pasa? ¿Porqué hay presos que en las mismas circunstancias tienen más atención que otros? ¿Es porque el movimiento anticarcelario está de bajón? ¿Es porque hay presos que son más mediáticos que otros? ¿Estamos por el preso o estamos por la causa? ¿Es porque se está cansado de campañas individuales? Yo supongo que todo influye pero creo que todos deberíamos reflexionar y debatir sobre ello y tomar decisiones, aunque sin demorarse demasiado, ya que la vida de Miguel corre un serio peligro y sería una putada que nuestras dudas nos impidiesen actuar a tiempo.
EXIGUIMOS LA LIBERACIÓN DE MIGUEL MONTES NEIRA YA!!!

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8 oct 2010
Texto de Jean-Marc Rouillan a dos años de su regreso a prisión

El pasado 2 de octubre se cumplían dos años de que la justicia francesa suspendiera el régimen de semilibertad del que gozaba desde septiembre del 2007 este irreductible preso político. En conmemoración de tan lamentable aniversario, desde la prisión de Muret, redacta el escrito que más abajo reproducimos.
Jean Marc Rouillan, de 58 años, fue miembro fundador de los GAC (grupos autónomos de combate), más conocidos como MIL (movimiento ibérico de liberación) y, al disolverse estos, de los GARI (grupos de acción revolucionaria internacionalista), que actuaron contra los intereses de la España franquista en Francia y otros países europeos; de la unión de los GARI y los NAPAP (siglas en francés de grupos armados por la autonomía proletaria) nace Acción Directa, organización armada autónoma que desempeño una campaña de audaces atentados por el territorio francés entre 1979 y 1987, año en que es definitivamente detenido Rouillan (ya había sido capturado en 1980 y amnistiado en 1981) como integrante del último comando del grupo. Fue condenado a cadena perpetua acusado de varios asesinatos de los que jamás se ha arrepentido, pues siempre ha sido consecuente con su trayectoria militante. Desde la cárcel escribió varios libros y realizó colaboraciones en diversas revistas.
Obtuvo la semilibertad a finales del 2007 tras más de 20 años encerrado bajo un terrible régimen de aislamiento.
En octubre del 2008 vuelve a prisión acusado de incumplir los términos de su régimen penitenciario, que le prohibía hacer declaraciones en relación a los hechos por los que fue condenado. La razón fue una entrevista al semanario L,Expres, publicada en octubre del 2008, en la que Jean Marc, preguntado por si sentía arrepentimiento por la ejecución del empresario Georges Besse, responsable de 50.000 despidos en la fábrica de Renault, realizó la siguiente declaración: "Tengo prohibido expresarme sobre eso... Pero el hecho de que no me exprese ya es una respuesta. Pues es evidente que si escupiese a la cara de todo lo que hicimos podría expresarme. Esta obligación de silencio nos impide también hacer un verdadero balance crítico de nuestra experiencia”. Desde entonces sigue entre rejas.
A continuación reproducimos este nuevo escrito que nosotros hemos extraído del boletín de difusión, debate y lucha social “Tokata”:
Dos años de encarcelamiento por unas palabras… Yo que a partir de Mayo del 68 opté por las armas y la acción revolucionaria, aquí estoy, a los 58 años, encarcelado sólo por hablar ¡Qué ironía!
Los magistrados del antiterrorismo dan así la razón al adolescente que yo era cuando, como otros miles en toda Europa, hice esa elección por estimar que era imposible actuar de forma revolucionaria dentro de los límites de la política burguesa. En lo que a nosotros se refiere, en este sistema, no se puede hablar libremente más que a condición de que balbuceemos lo que dictan los amos.
Cegados por sus certezas reaccionarias, los jueces apuestan, satisfechos de la desdicha que causan por doquier, por la desaparición definitiva de una verdadera oposición de extrema izquierda en nuestros países. Una oposición de clase capaz de estropearles el apetito a los depredadores que se apoderan de los frutos del esfuerzo de los trabajadores. Una oposición lo bastante consecuente como para reuanudar el polo político de los explotados.
Se quiera o no, mi detención revela los miedos que atormentan siempre a los gobiernos de los países imperialistas. Su temor al fantasma de la resistencia. Mi detención resulta de la voluntad de aniquilar cualquier atisbo de una alternativa radical para que ocupen su lugar las costumbres rituales de peticiones respetuosas y manifestaciones-paseo, de la verborrea hemiplégica de los “más a la izquierda, te mueres”, de las acciones sin futuro y de las comedias de ruptura con el sistema y sus acompañamientos.
A pesar de todo, la lucha continúa: cada combate, cada escaramuza, cada rechazo, trae en su seno una alternativa revolucionaria. He aprendido de nuestros fracasos. Pero nunca me he dicho que son los mas fuertes, que ya no hay nada que hacer. Jamás he renunciado a difundir nuestra experiencia combativa. Y asumo toda la responsabilidad política de nuestras acciones pasadas.
Dos años de encarcelamiento por unas palabras… Mi detención reposa sobre la arbitrariedad. Que es también el fruto “ordinario” de la proliferación de leyes y decretos liberticidas. Mientras los gobiernos organizan la impunidad de los patrones granujas y millonarios ladrones, multiplican las leyes que endurecen la relación de fuerza contra los explotados. No pasa un solo año sin que se haga votar a toda prisa (y muchas veces a escondidas) una ley o una enmienda dando una vuelta más de tuerca.
Los tribunales de excepcioón y las brigadas antiterroristas enmarcan el autoritarismo de este Estado Policial. Son su expresión omnipotente. Pero hoy en día los tribunales “ordinarios” –que expulsan a los Rom y a los trabajadores extranjeros, que declaran inocentes a los policías asesinos, que encarcelan a paletadas a la gente de los barrios– introducen la arbitrariedad en cada relación “ordinaria” de los mas pobres con el Estado, en coordinación con toda la retahíla de brigadas especiales –que controlan por el color de la piel, cachean, apalean y juegan con sus porras eléctricas y sus pelotas antidisturbios–. ¿Hasta dónde vamos a aceptar la dictadura “ordinaria” de la extrema derecha?
¡Si este Estado hubiera buscado darle aún más sentido a mi vida militante, no habría podido apañárselas mejor! Se lo agradezco tomando prestadas las palabras del poeta Heinrich Heine: “El odio de mis enemigos puede servir como garantía de que hasta hoy he desempeñado ese empleo fielmente y con honor. Me mostraré siempre digno de este odio”
Y para concluir este segundo aniversario, agradezco, desde el fondo de mi celda, a todos los compañeros, amigos y desconocidos que incluyen mi liberación en su proyecto de emancipación revolucionaria.
Jean Marc Rouillan
Centro de dentención de Muret
Más información:
http://nlpf.samizdat.net
http://www.action-directe.net
En castellano

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22 jul 2010
Novedades sobre Mumia Abu Jamal (U.S.A.): el movimiento para abolir la pena de muerte en los EEUU boicotea su caso

En enero de este año, la Corte del tribunal Supremo revocó la anulación de la pena de muerte para Mumia Abu Jamal. Así es como los fiscales de Filadelfia tienen de nuevo el argumento inicial para su aplicación.A mediados de junio de este año durante el Foro Social Mundial en Detroit, el Comité Internacional de Amigos y Familia de Mumia Abu-Jamal (ICFFMAJ) y la Coalición para la Libertad de Mumia Abu-Jamal informó de otro ataque contra el periodista y preso político. Se hizo público que Renny Cushing y Lowenstein Kate, dos de los líderes del movimiento para abolir la pena de muerte en los EE.UU., consideran a Mumia como "una amenaza a su movimiento." Esto es porque quieren el apoyo de la Orden Fraternal de Policía (FOP) en su campaña para abolir la pena de muerte. Esto les lleva una campaña contra Mumia Abul Jamal, incluyendo las amenazas e intentos de intimidación a cualquier persona o grupo con el menor apoyo por Mumia. La misma organización ha comprado a jueces, fiscales, diputados, senadores, gobernadores y presidentes para asegurar la ejecución de Mumia.
En un reciente artículo , dice el escritor Dave Lindorff que Cushing y Lowenstein abandonaron el IV Congreso Mundial contra la Pena de Muerte, en Ginebra (Suiza) En protesta por la participación vía telefónica de Mumia. También sostiene que en diciembre de 2009 estos líderes y otros - con el apoyo de sus órganos rectores y de los miembros - han firmado un documento como "confidencial", dirigido a los organizadores franceses del Congreso Mundial, que dice: "Como representantes del movimiento abolicionista internacional de los Estados Unidos de América, no estamos de acuerdo con la participación de Mumia Abu-Jamal o sus abogados en el Congreso Mundial. "Los firmantes se describen como" miembros estadounidenses del Comité Directivo de la Coalición Mundial contra la Pena de Muerte. Según ellos una nota de la FOP ha anunciado un boicot de las organizaciones e individuos que apoyan a Mumia Abu-Jamal "y por lo tanto cualquier cosa que haga el Congreso para apoyar su causa sería" peligrosamente contraproducente para el movimiento abolicionista en los Estados Unidos ". Lindorff explica que el conocimiento de la nota por parte de algunos miembros de las Directivas, Oficinas, cuyos dirigentes han firmado, despierta reacciones que van desde la ira a la consternación.
Entre los que no tenían conocimiento de la nota en contra del apoyo a Mumia Abu-Jamal son Robert Meeropol, Babbitt Bill, Bill y Pelka Beghosian Heidi el Gremio Nacional de Abogados. De acuerdo con esto, dicen: "El caso de Mumia Abu-Jamal es un emblema de los fallos inherentes en el sistema de la pena capital ... El hecho de que este siendo castigado por algunos líderes del movimiento abolicionista demuestra precisamente lo que está mal en el sistema-caprichos personales y prejuicios de la policía, fiscales, jueces y jurados ... "En una entrevista telefónica, Mumia condenó enérgicamente los esfuerzos para aislarlo y excluírlo del movimiento abolicionista:" Están haciendo un pacto con el diablo ", dijo." "Esta acción encubierta es una amenaza para el movimiento abolicionista. Nos dicen que no hay que luchar, porque la oposición (a la abolición) es demasiado fuerte. Con esta actitud, ¿que sentido debe tener un movimiento abolicionista? ". Y agregó: "Si los abolicionistas de la esclavitud hubiesen adoptado esta actitud en 1860, y si hubieran dicho: 'Bueno, vamos a liberar a todos los esclavos, salvo a los rebeldes", como Harriet Tubman y Frederick Douglass, todavía tendríamos la esclavitud hoy en día. Mumia comentó que "parece que el movimiento abolicionista ha perdido el norte" y "debería ser más amplio, en lo que refleja la población de condenados a muerte en los Estados Unidos, donde casi todos son pobres y donde el 53% de los presos condenados a muerte no son los blancos ".
Mumia es autor de seis libros, incluyendo "Live from Death Row", que ha atraído la atención internacional sobre los asesinatos legales cometidos por el gobierno de los Estados Unidos. Se ha convertido en uno de los más emblemáticos presos en lucha que hay en el mundo, al menos en lo que respecta a la lucha contra la aplicación de la pena de muerte en los Estados Unidos, su caso resultó apoyado por cientos de miles de personas de los 5 continentes.
Extraído de Afilando Nuestras Vidas (http://afilandonuestrasvidas.blogspot.com/)
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Campaña de solidaridad con Marco Camenisch

Los compañeros y amigos de Marco Camenisch, luchador anarco ecologista preso desde hace casi 20 años en cárceles suizas, hacen un llamamiento a la solidaridad internacional para conseguir su pronta liberación. De acuerdo con el sistema penitenciario suizo Marco debería poder acceder a la libertad condicional en el año 2012, sin embargo las autoridades penitenciarias le vienen denegando sistemáticamente todos los beneficios y requisitos previos para su puesta en libertad, alegando su renuncia a abjurar de las ideas que lo llevaron a la cárcel y la facilidad que tendría para fugarse, debido al gran número de personas en el mundo que se solidarizan con su causa (esto, contrariamente, debería ser considerado arraigo social y fomentar su liberación). Tampoco está recibiendo el apoyo medico adecuado para ser tratado del cáncer que padece.
Marco Camenisch es un anarquista suizo que se mostró muy activo en la lucha antinuclear de finales de los 70. Detenido en 1980 a raíz de varios sabotajes y acciones directas, fue condenado a 10 años de cárcel. En el 81 se escapa de la prisión junto con otros cinco presos, durante la fuga un guardia resulta muerto y otro gravemente herido, Marco siempre ha negado su participación directa en los disparos.
Pasa largos años de clandestinidad, imputándosele en el 89 la muerte de un guardia fronterizo suizo (cosa que sus partidarios ponen en duda). Es arrestado finalmente por la policía italiana en noviembre del 91, durante el tiroteo previo a su detención hirió a uno de los “caravinieri” y el fue a su vez herido en una pierna. En su casa encontraron dos armas de fuego y seis bombas rudimentarias.
En el año 2002 fue extraditado a suiza, donde cumple condena actualmente. Sigue activo desde la cárcel, desde donde realiza escritos y traducciones y ha participado en protestas y huelgas de hambre.
Aparte de la imprescindible difusión del caso que los solidarios deberíamos hacer por todos los medios, se han convocado unas jornadas internacionales de acción para los días 18 y 19 de septiembre.
Para escribir a Marco (no te olvides de poner remitente):
Marco Camenisch
Postfach 3143
ch-8105 Regensdorf
Redactado para “Abordaxe” a partir de un comunicado en italiano aparecido en la página web “Cúlmine” (http://culmine.noblogs.org/) y diversa información que encontramos por Internet.
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8 jun 2009
AMADEU CASELLAS ABANDONA A FOLGA DE SEDE, POR MOTIVOS DE SAUDE, E SEGUE ADIANTE COA FOLGA DE FAME. AS REPRESALIAS CONTINUAN
Estamos á espera de recibir un comunicado de Amadeu explicando os últimos acontecementos, pero de momento explicámosvos o que puidemos saber despois da visita de súas abogadxs, hoxe 3 de xuño de 2009.
[noticia extraida de klinamen.org]
En primeiro lugar comentar que o seu estado de saúde se está deteriorando preocupantemente. Estas tres días de folga de sede empeoraron sua xa maltreita situación. Despois da revisión médica a día de hoxe, a doutora advertiulle da gravidade da súa situación e do perigo que corría de sufrir unha insuficiencia renal se continuaba sen tomar auga. É por isto que deixa a folga de sede, aínda que segue adiante coa de fame, pois a situación estase empeorando.
O sábado día 30 de maio, lle foi visitar á enfermería –que é onde se atopa fai días- o director de Brians 2, Pedro Domínguez, advertíndolle de que ian tomar represalias contra el. Amadeu, que xa se adiantou a estas represalias facendo un escrito ao Xulgado de Vixianza Penitenciaria, recibiu o luns por escrito a materialización das mesmas: prohibición de comunicacións orais con todas as persoas autorizadas a excepción dos familiares e intervención da entrada e saída de correo. A isto sumouse un rexistro que deixou a cela estragada e no que se lle requisou documentación e obxectos persoais, que foron retornados ao día seguinte.
Estas decisións que veñen directamente da dirección da prisión, arguméntanse nun suposto “risco para o persoal e o centro”, xa que estabrecen unha conexión directa entre os comunicados de Amadeu publicados na rede e algunhas “accións violentas contra materiais e persoas” "de grupos antisistema". En concreto refírense a un ataque contra o CIRE (27/05/2009) e unha manifestación do 30/05/2009, ambas en Barcelona. Explican ademais que os últimos comunicados de Amadeu denuncian a certas persoas pertencentes á Institución carceraria, deixando entrever que só o feito de denunciar a personaxes como Montserrat Tura ou Albert Batlle pódenlle supoñer problemas.
Nos pensamos que todo isto non son máis que represalias por manter unha actitude de loita constante e por estar denunciando mortes, inxustizas e trapicheos cometidos dentro das prisións catalás. Consideramos que Amadeu non ten ningunha responsabilidade sobre as accións que a xente solidaria poida emprender de forma anónima. O intento de reprimir a solidariedade incomunicándoo a el non ten ningunha eficacia, a loita na rúa non cesará posto que non depende del, brota de forma espontánea e horizontal, e seguirá existindo mentres quede unha soa presa encerrada.
Como vedes a situación está bastante tensa non só polo delicado estado de saúde de Amadeu, se non tamén pola actitude represora da prisión, desde o director ata os carcereiros están ao tanto da situación e contribúen a crear este clima de tensión. @s abogadxs explicáronnos que lles someteron a un control máis severo do normal.
Somos conscientes de que nestas últimas semanas houbo certa confusión e falta de comunicación por parte dos distintos grupos que estamos apoiando a Amadeu. Por un lado as restricións de comunicación con Amadeu, -a partir de agora máis- fannos difícil ter a súa opinión de forma directa e inmediata; por outro, o illamento ao que está sometido que lle impide ter unha visión clara dos acontecementos no exterior; e finalmente as diferentes visións que temos cada grupo de facer real o noso apoio, cremos que son as causas desta situación enrarecida, pola que pedimos desculpas no que aos nosos erros respeita. En calquera caso nos seguimos adiante máis dispostos que nunca, pois a situación requíreo.
Pedimos a máxima solidariedade de maneira urxente, nas múltiples formas que creades oportunas, ata que Amadeu estea libre. Leer más...
[noticia extraida de klinamen.org]
En primeiro lugar comentar que o seu estado de saúde se está deteriorando preocupantemente. Estas tres días de folga de sede empeoraron sua xa maltreita situación. Despois da revisión médica a día de hoxe, a doutora advertiulle da gravidade da súa situación e do perigo que corría de sufrir unha insuficiencia renal se continuaba sen tomar auga. É por isto que deixa a folga de sede, aínda que segue adiante coa de fame, pois a situación estase empeorando.
O sábado día 30 de maio, lle foi visitar á enfermería –que é onde se atopa fai días- o director de Brians 2, Pedro Domínguez, advertíndolle de que ian tomar represalias contra el. Amadeu, que xa se adiantou a estas represalias facendo un escrito ao Xulgado de Vixianza Penitenciaria, recibiu o luns por escrito a materialización das mesmas: prohibición de comunicacións orais con todas as persoas autorizadas a excepción dos familiares e intervención da entrada e saída de correo. A isto sumouse un rexistro que deixou a cela estragada e no que se lle requisou documentación e obxectos persoais, que foron retornados ao día seguinte.
Estas decisións que veñen directamente da dirección da prisión, arguméntanse nun suposto “risco para o persoal e o centro”, xa que estabrecen unha conexión directa entre os comunicados de Amadeu publicados na rede e algunhas “accións violentas contra materiais e persoas” "de grupos antisistema". En concreto refírense a un ataque contra o CIRE (27/05/2009) e unha manifestación do 30/05/2009, ambas en Barcelona. Explican ademais que os últimos comunicados de Amadeu denuncian a certas persoas pertencentes á Institución carceraria, deixando entrever que só o feito de denunciar a personaxes como Montserrat Tura ou Albert Batlle pódenlle supoñer problemas.
Nos pensamos que todo isto non son máis que represalias por manter unha actitude de loita constante e por estar denunciando mortes, inxustizas e trapicheos cometidos dentro das prisións catalás. Consideramos que Amadeu non ten ningunha responsabilidade sobre as accións que a xente solidaria poida emprender de forma anónima. O intento de reprimir a solidariedade incomunicándoo a el non ten ningunha eficacia, a loita na rúa non cesará posto que non depende del, brota de forma espontánea e horizontal, e seguirá existindo mentres quede unha soa presa encerrada.
Como vedes a situación está bastante tensa non só polo delicado estado de saúde de Amadeu, se non tamén pola actitude represora da prisión, desde o director ata os carcereiros están ao tanto da situación e contribúen a crear este clima de tensión. @s abogadxs explicáronnos que lles someteron a un control máis severo do normal.
Somos conscientes de que nestas últimas semanas houbo certa confusión e falta de comunicación por parte dos distintos grupos que estamos apoiando a Amadeu. Por un lado as restricións de comunicación con Amadeu, -a partir de agora máis- fannos difícil ter a súa opinión de forma directa e inmediata; por outro, o illamento ao que está sometido que lle impide ter unha visión clara dos acontecementos no exterior; e finalmente as diferentes visións que temos cada grupo de facer real o noso apoio, cremos que son as causas desta situación enrarecida, pola que pedimos desculpas no que aos nosos erros respeita. En calquera caso nos seguimos adiante máis dispostos que nunca, pois a situación requíreo.
Pedimos a máxima solidariedade de maneira urxente, nas múltiples formas que creades oportunas, ata que Amadeu estea libre. Leer más...
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