Colamos esta interesante notícia sobre o que se passa no Canadá ao respeito das lutas contra oleodutos e gasodutos, também, para quem entenda inglês colamos as ligaçons à entrevista que recebemos na caixa de correios:
Liberte as Pessoas, Defenda a Terra!
Por Aaron Lakoff
Mel Bazil é um indígena Gitxsan e homem de família Wet'suwet'en, ativista da independência indígena, e anarquista. Nos últimos anos, ele tem apoiado as barricadas do acampamento Unis'tot'en contra oleodutos e gasodutos ao norte da ocupada e inexorável “Colúmbia Britânica”. Desde 2010, o acampamento Unis'tot'en tem realizado ações diretas com êxito no sentido de prevenir que 7 empresas transportem óleo de betume das areias de piche de Alberta e gás natural de uma fratura hidráulica para a costa do Pacífico. O Unis'tot'en agora realiza um protocolo de anuência livre, preparatório e informativo, para todas as pessoas que procuram ter acesso à suas terras. Também construíram uma horta em permacultura e uma pit house [espécie de edifício primitivo cavado no chão] diretamente no caminho das tubulações em um inspirador exemplo de ação direta.
Nesta entrevista, Mel fala sobre resistência indígena contra as indústrias extrativistas no território Wet'suwet'en, a concepção Wet'suwet'en sobre direitos, responsabilidade para defender a terra, e os perigos da compensação de carbono e das lutas “que não estão no meu jardim”.
Nas palavras de Mel, “as tubulações se tornaram um canal para levantarmos nossa voz e independência. Mas nosso povo tem declarado nossa independência por muito tempo. Sentimos como se o seu impulso agora viesse com força. Existem mulheres desaparecidas e mortas ao longo da Ilha Tartaruga. Nossas crianças estão sendo removidas de suas casas. E segundo a lei canadense, continuam na expectativa de que nós devemos esperar. Mas a lei canadense é uma corporação”.
De 10 a 14 de julho, o 4º Acampamento Anual Unis'tot'en de Ação foi realizado em território Wet'suwet'en. O acampamento atraiu o apoio de mais ou menos 200 nativos e não-nativos para organizar, criar estratégias, e planejar ações contra as tubulações. Na abertura do encontro, membros da nação Wet'suwet'en cantaram uma canção de guerra para as companhias de oleodutos e gasodutos, assim como para o Estado canadense.
Para mais informações, visite:
www.unistotencamp.com
Para baixar os arquivos da entrevista:
Parte 1
Parte 2
Tradução > Malobeo
agência de notícias anarquistas-ana
Borboleta!
Pousou na minha mão
me viu e voou.
Renata
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19 mar 2013
O projecto de minária de ouro de Corcoesto recebe a máxima subvençom possível do reino de espanha
Recolhem vários falsimedios esta notícia polo que nom imos abondar na denúncia da Plataforma Anti-minária de Corcoesto "Salvemos Cabana" ao respeito da máxima subvençom recebida durante os dois últimos anos ( o ano passado 200 mil € e neste "ano da crise" 150 mil ) na que Mineira de Corcoesto, a cara galega da canadiana "Edgewater Exploration" conseguiu a quantidade tope concedida no reino de espanha à actividade mineira (subvençom nom acadada nunca por projectos mineiros de capital galego e menos agressivos).
Nom imos a abondar nesta denúncia que destaca a pecualiaridade de que se estám a gastar os nosso quartos em promover umha actividade que ainda carece de licência operativa, mas sim recolhemos as suas palavras ao respeito deste gasto em tempos de recortes: “Resulta difícil de compreender como num momento no que se estám cerrando centros de saúde, afogando a educaçom pública e centos de pessoas vivem a diário o drama dos desafiuzamentos podem conceder-se semelhantes privilégios a umha empresa canadiana”, e engadem “Trata-se dum projecto inviável a todas luzes e que pode causar graves impactos ambientais, económicos e sociais em Bergantinhos e na Costa da Morte”.
Mas imos a convidar-vos a vissionar este vídeo realizado nos primeiros dias de novembro do ano passado e que documenta o trabalho do alumnado dum colégio argentino em Córdoba capital sobre a problemática da megaminaria de ouro (alá também em vigor e actualidade com os casos de Famatina e Esquel, no que levam já 10 anos de luita). Segundo um dos professores que prantejou esta proposta educativa: "A nossa intençom como docentes é que as crianças poidam fronte a um conflicto identificar os actores sociais que intervenhem, os pontos de vista e intereses fronte ao mesmo" e aclara que no vídeo contam o que cada quem quiger transmitir e que som opinions sinceiras e sem manipulaçom.
Notícia redactada por Edu
Mais informaçom sobre o vídeo: Noalamina
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Nom imos a abondar nesta denúncia que destaca a pecualiaridade de que se estám a gastar os nosso quartos em promover umha actividade que ainda carece de licência operativa, mas sim recolhemos as suas palavras ao respeito deste gasto em tempos de recortes: “Resulta difícil de compreender como num momento no que se estám cerrando centros de saúde, afogando a educaçom pública e centos de pessoas vivem a diário o drama dos desafiuzamentos podem conceder-se semelhantes privilégios a umha empresa canadiana”, e engadem “Trata-se dum projecto inviável a todas luzes e que pode causar graves impactos ambientais, económicos e sociais em Bergantinhos e na Costa da Morte”.
Mas imos a convidar-vos a vissionar este vídeo realizado nos primeiros dias de novembro do ano passado e que documenta o trabalho do alumnado dum colégio argentino em Córdoba capital sobre a problemática da megaminaria de ouro (alá também em vigor e actualidade com os casos de Famatina e Esquel, no que levam já 10 anos de luita). Segundo um dos professores que prantejou esta proposta educativa: "A nossa intençom como docentes é que as crianças poidam fronte a um conflicto identificar os actores sociais que intervenhem, os pontos de vista e intereses fronte ao mesmo" e aclara que no vídeo contam o que cada quem quiger transmitir e que som opinions sinceiras e sem manipulaçom.
Notícia redactada por Edu
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28 abr 2012
Disturbios en Montreal (Canadá)
Se durante os últimos meses Quebec foi escenario de fortes mobilizacións estudantís cun aumento progresivo na radicalización da protesta e na súa conseguinte represión, as pasadas semanas alcanzaron o climax con dúas xornadas de fortes disturbios en apenas cinco días de diferenza.
O día 20 de abril confluíron dúas protestas no Salon de l'emploi du Plan Nord (Feira do Emprego do Plan Norte), un macro proxecto industrial de minaría a ceo aberto altamente destrutivo para zonas virxes do norte de Quebec. Unha delas convocada pola coalición estudantil CLASSE, que acometeu o asalto do pazo de congresos, mentres que a outra, con base anticolonial, anticapitalista, ecoloxista e ecoanarquista, á que se sumaron grupos indixenistas, visitou varios lugares implicados no saqueo do norte da rexión. As protestas remataron con fortes disturbios no centro de Montreal que se prolongaron durante varias horas e que cobraon unha sorprendente virulencia.
O día seguinte a feira volveuse suspender por novas protestas, esta vez convocadas por grupos nacionalistas e indíxenas, que se saldaron con detencións masivas de preto dun centenar de manifestantes.
Apenas catro días máis tarde, o mércores 25, as protestas estudantís transformáronse nunha nova batalla campal que se saldou con 85 detencións e estragos en bancos, estacións de policía e oficinas das forzas armadas. Segundo a prensa comercial canadense, as protestas orixináronse tras a ruptura das negociacións entre os estudantes e a administración. Tres policías terían resultado feridos no combate corpo a corpo cos manifestantes, que terían usado técnicas de "Black Bloc".
Noticia elaborada en base a información da prensa comercial canadense, da páxina "ContraInfo" (aquí e aquí) e de "Sabotagemedia", en francés ou inglés, (aquí e aquí). Tamén podedes consultar esta entrevista a estudantes libertarios de Quebec en "A las barricadas" (aquí).
C.R.
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O día 20 de abril confluíron dúas protestas no Salon de l'emploi du Plan Nord (Feira do Emprego do Plan Norte), un macro proxecto industrial de minaría a ceo aberto altamente destrutivo para zonas virxes do norte de Quebec. Unha delas convocada pola coalición estudantil CLASSE, que acometeu o asalto do pazo de congresos, mentres que a outra, con base anticolonial, anticapitalista, ecoloxista e ecoanarquista, á que se sumaron grupos indixenistas, visitou varios lugares implicados no saqueo do norte da rexión. As protestas remataron con fortes disturbios no centro de Montreal que se prolongaron durante varias horas e que cobraon unha sorprendente virulencia.
O día seguinte a feira volveuse suspender por novas protestas, esta vez convocadas por grupos nacionalistas e indíxenas, que se saldaron con detencións masivas de preto dun centenar de manifestantes.
Apenas catro días máis tarde, o mércores 25, as protestas estudantís transformáronse nunha nova batalla campal que se saldou con 85 detencións e estragos en bancos, estacións de policía e oficinas das forzas armadas. Segundo a prensa comercial canadense, as protestas orixináronse tras a ruptura das negociacións entre os estudantes e a administración. Tres policías terían resultado feridos no combate corpo a corpo cos manifestantes, que terían usado técnicas de "Black Bloc".
Noticia elaborada en base a información da prensa comercial canadense, da páxina "ContraInfo" (aquí e aquí) e de "Sabotagemedia", en francés ou inglés, (aquí e aquí). Tamén podedes consultar esta entrevista a estudantes libertarios de Quebec en "A las barricadas" (aquí).
C.R.
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4 ago 2010
Dos policías se infiltran entre los activistas canadienses en los meses previos a los juegos olímpicos y a las cumbres del G-8 y G-20 (Canadá)

Al menos dos policías encubiertos, miembros del "Joint Intelligence Group (JIG)", especializados en extremismo y terrorismo, se infiltraron entre los grupos activistas y anarquistas canadienses durante los preparativos contra los juegos olímpicos de Vancouver y las cumbres del G-8 y del G-20 de Toronto. La infiltración tuvo lugar entre abril del 2009 y julio del 2010.
"Brenda Dougherty" y "Khalid Mohammad”, los nombres con los que se dieron a conocer los agentes infiltrados, desaparecieron del mapa justo antes de comenzar las protestas. 17 personas se enfrentan a graves acusaciones por “conspiración” a causa de sus investigaciones.
Por lo menos en el caso de Brenda, una mujer blanca de unos cuarenta años, su implicación en los círculos activistas fue más bien periférica, cocinando en los comedores gratuitos y prestándose a todo tipo de trabajos, aunque sin proponer ideas propias. Su coartada fue que venía de vivir una larga temporada en Inglaterra y había vuelto para buscar trabajo a causa de una relación tempestuosa en la que su marido la maltrataba.
De la infiltración de Khalid todavía no tenemos datos, pero los publicaremos en cuanto los obtengamos.
La información la hemos extraído de la página en ingles anarchistnews.org, la noticia la podéis encontrar aquí.
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8 jul 2010
Una bomba destruye un centro de reclutamiento militar en Québec

En la madrugada del viernes 2 de julio un artefacto explosivo detonó en una oficina de reclutamiento de las fuerzas armadas canadienses, en la planta baja de un hotel en el centro de Trois-Rivières, 150 kilómetros al este de Montreal. El atentado, que se produjo durante el día de Canadá, fue avisado con antelación por una llamada de teléfono y no produjo victimas pese a lo potente de la explosión.
El ataque ha sido reivindicado por “Resistencia Internacionalista”, grupo que ya se había adjudicado la autoría de la explosión de un coche de un portavoz de la industria petrolera en el 2006 y de una torre eléctrica de Hidro-Quebec en 2004. . En el comunicado con que se responsabilizan del hecho, enviado a varios medios de comunicación, se denuncia a la oligarquía empresarial, a la industria petrolera y a la participación canadiense en la guerra de Afganistán.
En otro orden de cosas, varias acciones ocurridas el jueves 1 de julio en Canadá son reivindicadas en solidaridad con los detenidos en las protestas contra el G-20,como la rotura de los cristales del Royal Bank of Canada en Montreal o de Wells Fargo en Ontario. La primera fue reivindicada por “Algunos anarquistas” mientras la segunda simplemente por “Los anarquistas”
Este texto lo hemos confeccionado a través de la información extraída de diversas noticias de la página en inglés: Anarchist news dot org (http://www.anarchistnews.org/).La foto es de la prensa burguesa.
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29 jun 2010
Video do black bloc durante a cimeira do G-20 nas rúas de Toronto
Neste video pódese apreciar a actuación do Black bloc durante as protestas contra o G-20 en Toronto ,onde escachan os cristais da franquicia multinacional Starbuks e dalgún banco, ademáis de prender lume a un carro da policía. Como ven sendo o habitual nestes casos @s manifestantes "pacífic@s" botan a culpa destes sucesos a infiltrad@s da policía. E é que segue a haber xente que pensa que cantando o "Kumbayá" ou o "Give peace a chance" mentres deixan que mallen neles ,poñendo a outra meixela,e inda por riba pedindo máis (coma podemos apreciar neste outro video que reproducimos a continuación)van acabar co capitalismo
Especial atención ó minuto 2:40 (si rapac@s, o que canta o paspán da guitarra é, nada máis e nada menos, que o mesmísimo "kumbaya") e no minuto 8:50 onde una manada de pacifistas semella que andan pedindo que lles den una malleira mentres cantan cancións de John Lenon, semellan saídos dun encontro co Papa.
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Protestos em Canada.- 850 presas e a luita contínua
Aproximadamente 850 pessoas estam presas por conta dos protestos que marcaram as reunions de cúpula dos países mais industrializados do mundo (G8) e das naçons emergentes (G20), que terminou na fim de semana passada em Toronto.Na madrugada de domingo, em Calgary, a terceira cidade mais populosa do Canadá, anarquistas atacaram um banco RBC e um McDonalds
Um comunicado da polícia canadense indica que as pessoas detidas se envolveram em "incidentes violentos" durante as manifestaçons. As autoridades nom informaram que acusaçons pesam contra as ativistas ou quanto tempo vam ficar presas.
Os últimos confrontos em Toronto ocorreram em domingo 27 quando centenas de manifestantes marcharam em direçom ao centro de detençom temporária, um antigo estúdio de cinema criado para abrigar as ativistas presas. A polícia usou bombas de gás para dispersar o protesto solidário que exigia a liberaçom das detidas.
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