22 ene 2013

Jorge Galindo e Santiago Sierra ponhem cara aos máximos culpáveis da crise em "Los Encargados"


Os dois artistas multidisciplinares exponhem agora este vídeo com a gravaçom do curioso e fúnebre desfile que realizara em 15 de agosto passado polas ruas de Madrid com 7 carros de lujo onde iam montados os retratos bocabaixo dos 6 presidentes de governo havidos no que se quere chamar democracia e mais do rei, entanto soa a música da "Varsoviana Soviética" que fora adaptada na cançom "A las Barricadas".

Os "encarregados" desta "performance", Santiago Sierra e Jorge Galindo, tenhem tanto de artistas como de agitadores culturais já desde os anos 80 nos que se apresentavam com o provocativo nome de "Comando Madrid" e as suas declaraçons nom deixam marge de dúvida sobre as suas intençons e pensamento: “Jorge e mais eu odiamos ao lijo que tem levado ao meu pais de ser um protectorado a ser umha colónia, é um ato claro de desafecto ao régime fascista encabeçado polo militar franquista que caça elefantes. Nos nom somos umha organizaçom, só somos antifascistas”.

Sinificar que na carreira artística de Santiago Sierra destacam as suas chamativas e denunciantes performances e instalaçons, onde o artista contrata a pessoas em situaçom económica precária para denunciar o capitalismo asobalhante, e assim, na atualidade vem de contratar a través do Serviço Público de Emprego e polo salário mínimo a 30 pessoas que vam escrever umha e outra vez a frase “El trabajo es la Dictadura” em cada umha das páginas dos 1.000 livros que depois serám vendidos como quaderno de artista. Durante nove dias, numha jornada laboral de dez da manhá a sete da tarde, com parada para comer, as 30 pessoas ejecutarám esta nova performance de Sierra, e por suposto, a acçom está aberta ao público. (ver vídeo da tv2):

Além sinificamos que Sierra protagonizou algumha das melhores sequências da arte subversiva da última década, como o sonado rejeitamento do Prémio Nacional de Artes Plásticas 2010, dotado com 30.000 euros, se bem a posteriori vendeu por 30.000 euros a carta que enviara a ministra de cultura, Ángeles González-Sinde, rejeitando o prémio e que convertera em peça artística.

Há unos meses excavara as letras "SOS" na area do Sáhara Occidental, perto do campamento de refugiados saharauis de Smara para criar o graffiti mais grande do mundo vissível só desde os satélites; mide 5 kilómetros de longo e 1,7 kilómetros de alto.

E também recém inçou, no bairro pesqueiro do Cabanyal e em colaboraçom com as vizinhas, a palavra “Future” a um tamanho descomunal e depois prenderom-lhe lume como jeito de deixar patente a sua debilidade e denunciar a situaçom deste bairro valenciá em perigo e acosado pola especulaçom urbanística de Rita Barberá e acólitos.

Notícia redactada por Edu

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