11 jun. 2014

[Ribeira] Outro pepeiro que se passa da raia.

Abordaxe.- Redactado segundo fontes de diversos medias:

Já deramos conta há uns dias do mal que lhe sinta aos membros do PP espanhol levar á práctica a defessa da ingesta de vinho feita pelos seus líderes no governo de Madrid, Rajoy "Viva el Vino" e Aznar "Quién te ha dicho a ti las copas de vino que yo tengo o no tengo que beber". Entre os "danificados" ressaltava a figura do juiz Enrique López, home forte do PP no Tribunal Constitucional, quem apresentara a sua dimissom ao dia seguinte de ser pilhado em moto sem casco e quadriplicando os límites permitidos, e de quem vimos de saber que vai recuperar o seu posto (de juiz, nom de álcool) como magistrado da Audiência Nacional, para seguir a impartir justiça neste tribunal herdeiro do franquista TOP (Tribunal da Orde Pública) onde se julgavam delitos "políticos" e aplicava-se a lei de "Vagos e Maleantes".

Agora também soubemos que vem de dimitir o máximo representante de Novas Geraçons do PP de Ribeira, e presidente da patronal hosteleira deste concelho, David Fernández, quem junto com um amigo de parranda, ambos em evidente estado de embriaguez (e o que lhe botem), paralisaram, este domingo á noite, a actuaçom da orquestra Paris de Noia nas festas da parróquia de Carreira, logo de lançar tres copos e umha botelha de cristal contra os músicos, e tras ser retido pelos assistentes quando tratava de passar desapercebido, ocultándose entre eles, e aproveitando que a pouca luz que havia impedia ver com claridade quem fora o responsável dos lançamentos dos copos que impactaram contra um dos músicos.

Se bem, as suas palavras tratando de desculpar-se, dam para pensar que poidera ser que além de álcool ingerira algumha outra substância. El di que tomou anti-histamínicos por prescripçom médica, mas as suas declaraçons ao dia seguinte dam para pensar em um outro tipo de drogas mais ao estilo do que se leva nos círculos presidenciais do PP da Galiza; Feijoo "yo recuerdo que había nieve": «Errar é de humanos, pero sería máis lamentable non aprender dos erros cometidos. Este non se volverá a repetir. Sinto no meu máis profundo de min ter exhibido uns actos nos que non me recoñezo en absoluto. Aínda hoxe, martes 10 de xuño, estou en shock e non acabo de saber que me pasou»; «tivéronmo que contar todo o día seguinte».

Suma e segue.

eDu

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