13 ene. 2014

[Burgos] Para saber que se passa, olha Diario de Vurgos?

Estes dias de frenéticas respostas á violência desatada polos i-responsaveis políticos, tanto do concelho, com o seu alcalde (PP) à cabeça de declaraçons anti-democráticas tais como que nom vai fazer caso algum dos protestos e "las obras no se van a paralizar" porque, segundo ele, o povo já botou maioritariamente nas eleiçons municipais esta proposta eleitoral de converter unha rua do bairro de Gamonal num bulevar, dado que ia tanto no programa eleitoral do PP como no do PSOE; além do particular desta referência (ir no programa eleitoral nunca foi garante de nada dende a imposiçom no estado espanhol do que dam em chamar democracia), é totalmente mentira que os votos do PP e PSOE (que segundo o alcalde, sumaram perto do 80% dos votos en Burgos) sejam maioria, pois, restando o feito de que esta modificaçom do bairro de Gamonal também vai afectar negativamente, e muito, a quem ainda nom tem concedido o direito ao voto (por idade ou por nom ter papeis), a realidade é que dum censo de 137280 pessoas censadas, só 63213 votaram ao PP-PSOE , em tanto o resto 74067 (10854 pessoas mais que as que botaram PP_PSOE) ou votarom outras opçons, ou optarom por botar em branco ou nulos ou nom forom botar (que na verdade fora a opçom mais escolhida com 47498 abstençonistas, 6824 pessoas mais que as votantes do PP). E com respeito ao bairro afectado, nom atopei mais referências, em quando ao votos, que umha crónica que fala de que o PP ganhara por vez primeira, mas que fora graças ao votos perdidos polo PSOE, e engadia, que pese a ser o PP o ganhador, tanto PP como PSOE perderam votos neste bairro, o que da para pensar que as outras opçons junto a abstençom superaram amplamente ao PP-PSOE.

A margem desta minha reflexom sobre as mentiras do alcalde ao respeito do apoio maioriatário refrejado nas urnas, desde acá vos convidamos a fazer um seguimento do que se passa em Burgos a través da web "DiariodeVurgos" (DV: (a) de Anarquia y (V) de Vendetta) , quem já levam anos de comunicaçom livre e horizontal nesta cidade desde umha perspectiva anti-autoritária com a pretensom de subverter as suas engrenagens e que aspira a se converter num instrumento de agitaçom de conciências, apontar donde doe e disparar com as armas da análise e a crítica.

eDu

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