2 ene. 2014

22 presos do CIE de Algeciras transladados ao CIE de Madrid tras começar um protesto polas condiçons inumanas neste cárcere de estrangeiros.

Recolhemos a informaçom do "Boletín Tokata":

Vinteduas persoas das encirradas no Centro de Internamento de Estrangeiros (CIE) de Algeciras, ubicado no antíguo cárcere desta cidade, forom transladados a Madrid nos últimos dias despois de que, em 16 de dezembro, começaram umha greve de fame em protesto polas condiçons nas que se vive nesse vetusto edificio.

Estes 22 presos (pois nom som internos senom presos) dirigiram ao Director do Centro umha reclamaçom em base à falha de respeito abrumadora e inmisericorde, aos seus Direitos Fundamentais e que éste deveria ter posto em conhecemento do Juiz que, supostamente, vela polos Direitos Humanos destas persoas nada.

Na dita reclamaçom denunciam a utilizaçom de luces na noite para privar-lhes do sonho, a impossibilidade de ir ao retrete durante mais de 12 horas ao dia ( o que obriga-lhes a realizar as suas necesidades fisiológicas nas celas, provocando evidentes problemas de higiene e salubridade, além de atentar contra a sua DIGNIDADE como Seres Humanos. Denunciam também que nom disponhem de medidas de seguridade, nem contra-lumes, sem sinais de evacuaçom, as bilhas nom tenhem agua, e por suposto, a mangueiras contra-lumes tampouco.

Como apoio a denúncia tramitada estes reclusos começaram a sua greve de fame, mas foi totalmente silenciada polas autoridades e polos seus falsimedios (também carecem de liberdade de expresom), e que, na altura, nom sabemos se continua, dado que nom é possível contactar com as persoas que começaram esta revolta, dado que forom, imediatamente, trasportadas ao CIE de Madrid, sob a escusa ( admitida esta vez pola Sua Senhoria o Juíz) dumha suposta entrevista com as suas respectivas embaixadas, entrevista que nom se produciu de momento, nem as embaixadas respectivas tenhem notícia de que vaiam realizarse. Tartou-se, simplemente, de separar ás persoas que protestam para desactivar ao resto de reclusos.

Podedes aceder a reclamaçom (que consiguiu sacar a letrada dum deles tras agocha-la na sua roupa interior, dados os registros exhaustivos realizados no CIE para que nom se poideram comunicar com o exterior) nistos tres documentos:

Reclamaçom 1; Reclamaçom 2; Reclamación 3

Como nota curiosa e esperpéntica o redactor desta queixa colectiva é um moço arquitecto com nacionalidade venezolana, que chegou a o esta espanhol quando contava com só 3 anos de idade e cursou todos os seus estúdios em Madrid, na actualidade mora com a sua parelha (de nacionalidade e nascemento espanhola) e em julho começaram os trámites de matrimónio. Além tem realizados trabalhos como arquitecto para o concelho de Málaga. É farto evidente que tem arraigo necessário e suficinte para obter o seu direito a residência permanente no estado espanhol, pero tivo o infortúnio de nascer em Venezuela, que na actualidade é um pais “inimigo” para o nosso governo, e os intereses deste sempre serám superiores aos Direitos Humanos das persoas, outra cousa é com os bancos e empresas financieiras, com os que a política é totalmente diferente como se desprende do apoio manifesto de Feijoo e da alegria do governinho galego com Banesco, o banco venezolano que vai absorver a NovaGalicia Banco.

eDu

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