25 feb. 2013

Os manejos da organizaçom da concentraçom "Corcoesto si, Mina si”

Como já se tem passado na Galiza noutras ocasions por motivos diferentes (como a manifa de há 3 anos de "Galicia Bilingue") semelha que, para convencer-nos do que nom queremos como galegas, tem que vir gente doutras zonas do estado a manifestar-se.

Assim o denunciam a Plataforma "Salvemos Cabana" ou a revista digital "Alerta Minera", que informam que na concentraçom deste sábado passado em Coristanco, que segundo dados de testemunhas fidedignas constou dumhas 150 pessoas (em torno a 200 segundo a Guardia Civil, casi 300 para o vozeiro da Mina "La Coz de Galicia", e mais de 400 para os promotores), mas destacava-se ne-la a presência dumha suposta plataforma asturiana "Trabajo Ya. Mina Sí", que foi desenhada desde o entorno próximo à empresa que quer fazer umha mina de ouro em Salave, perto da vila asturiana de Tapia de Casariego: "Exploraciones Mineras del Cantábrico S.L./Asturgold", e que já organizara no passado 11 de novembro umha outra manifa nessa vila e na que vários centos de pessoas, que na sua maior parte tampouco nada tinham que ver com essa localidade, atravessaram a vila com chifres e faixas a favor da mina de Salave entre a sorpresa e o malestar da gente do lugar.

Assim agora os promotores do ámbeto da empresa "Mineira de Corcoesto S.L. / Edgewater" tem por nome: "Corcoesto Sí. Mina Sí", e dim ser dumha presunta entidade vizinhal da parróquia de Corcoesto (Cabana de Bergantinhos), que em datas recentes provocara um sonoro escándalo ao conhecerse que, na sua maior parte, estava integrada por persoal da empresa mineira (lêr acá).

Segundo denúncia da Plataforma "Salvemos Cabana" o acto contara desde o dia antérior com um veículo com megafonia pro-mineira nos concelhos colindantes, com o reparto intensivo de brochuras ou mesmo com o aluguer dum autobus debalde para acudir ao evento, e destacam que a concentraçom foi maiormente participada por gente que nada tinha a ver com a zona e declaram sentir que "resulta penoso ver cómo sob a escusa da profunda crise e a desesperaçom da gente por atopar emprego a qualquer preço, pode-se organizar umha campanha de manipulaçom pública tam indigna e lamentável, dum projecto insostível no tempo e que em último término redunda no máximo benefício duns poucos inversores internacionais".

'Salvemos Cabana' lembra que frote aos 8-10 anos que o projecto mineiro de Corcoesto pode estar activo, grande parte dos 271 postos de trabalho prometidos, serám de subcontratas e de curta duraçom, deixando em troques uns passivos ambientais "absolutamente inasumíveis" com mais de 100.000 toneladas de resíduos tóxicos contaminados com cianuro e metais pesados que podem ter graves efectos sobre a saude e um perigo constante de rotura da balsa mineira que faria perigar as fontes de sustento de miles de pessoas em toda essa comarca.

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