16 jun. 2014

O ministro anti-abortista Gallardón indulta a um Garda Civil que gravou "sem deixar de rir" umha agresom sexual.

Abordaxe.-

"Vengo en conmutar a don Manuel Arbesú González la pena de inhabilitación especial para empleo o cargo público por seis meses de multa, que se satisfará en cuotas diarias de 3 euros". O garda, já é maldita casualidade, é filho dum concelheiro do PP em Lena (Asturies), e adicara-se a gravar com o seu móvil a agressom sexual a umha mulher num autobus. O agressor, amigo do garda, "com inequívoca intencionalidade sexual", se achegara á mulher e o mais leve que lhe digera, como ficou registrado no video, fora "póngote mirando a Cuenca", seguido de mais comentários obscenos. Pese a ser rejeitado pola mulher, meteulhe a mam entre as pernas tocándo-lhe a zona do pubis entanto ela tentava evita-lo. Um cidadá saira no auxílio da mulher, pero foi agredido polo acosador "causándo-lhe lesions" no rostro: Durante toda a sequência dos feitos, o Garda Civil indultado, nom parava de rir e gravava tudo. "Él só ria", recordou a vítima várias vezes durante o juíço.

Ao ser condenado pola Audiencia Provincial a seis meses de inabilitaçom para emprego ou cárrego público por omisom do dever, o seu papi, concelheiro do PP, orquestrara umha campanha de recolhida de sinaturas na vila donde ejerce para que se lhe concedera o indulto ao seu depravado filho, representante da lei e da ordem constitucional desta monarquia parlamentarista. E conseguiu-no, coma nom!!. A diferência da nai que verqueu gasofa e prendeu lume ao violador da sua filha, Gallardón concedeu-lhe a medida de graça e deixou a pena numha multa de mil euros a pagar entre o agente e o seu amigo o agressor. 500 euros por cabeça e a seguir ejercendo de garda. Que nom se diga que o ministro de Justiça nom coida dos seus.

eDu

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