13 jun. 2014

Cosidó sobrecárrega o mal da sociedade no perigosíssimo terrorismo anarquista

Abordaxe- E volta que da-lhe. Nom parece que mude de opiniom, teimudo como é aproveita qualquer micro para reiterar a sua mania persecutória contra anarquistas e o que se lhe ponha a tiro. O ínclito director geral da polícia espanhola, Don Ignacio Cosidó, a quem adicara há tempo um continho da minha autoria para compensar-lhe o gozo que me causara o seu conto dos “1700 Polícias Perdidos e os 40 Grupos Ultra” sobre os sucessos do 22M em Madrid, saiu ontem nos média estatais para voltar á caça de terroristas e nos média galegos tivemos a fortuna de escuitalo por duas vezes.

As primeiras declaraçons deitounas num almorço informativo organizado por Executive Fórum e 'Vozpópuli' donde Cosidó amosou a sua preocupaçom porque "el terrorismo anarquista se ha implantado en nuestro país y existen el riesgo de que atentados como el perpretado contra la Basílica del Pilar de Zaragoza puedan repetirse", e engadiu que "la lucha contra esta forma de terrorismo es ya una prioridad para la Comisaría General de Información". Também tivo palavras para o que el chama "grupos violentos presentes em algumhas manifestaçons" ao que aportou que "se trata de una violencia callejera incompatible con el Estado de Derecho" e também tivo palavras em lembrança das personagens "boas" do seu mentado conto: os polícias feridos em 22M, e para as "más": "Son grupos marginales que pretenden subvertir la democracia con la violencia sin que tengan la más mínima posibilidad de lograrlo. Nadie podrá alterar la paz social en nuestras calles".

Paz social nas ruas e isso que España é um Manifestódromo donde nos dois últimos anos houvo 50.000 manifestaçons!! Claro que, como fachandea Cosidó, temos a melhor polícia do mundo e uns dos índices mais baixos de delinquência e um dos maiores índices de gente prisioneira nas mazmorras do estado por más e maus.

Como digera, na Galiza tivemos a imensa sorte de contar por duas vezes com as declaraçons deste egrégio defessor das nossas forças da ordem, e foi co galho da toma de possessom de Eusebio Fraguas como novo jefe superior da Polícia na Galiza, a quem dijo-lhe: «Te pido que mantengas al máximo la tensión en la lucha contra el terrorismo» e advertiu (ou fachandeou?): «Aquí tenemos un grupo autóctono, Resistencia Galega, y Galicia es la única comunidad que mantiene un grupo terrorista activo», para concluir dum jeito similar ao que digera poucas horas antes em Madrid: «Te pido el máximo esfuerzo para que nadie perturbe la convivencia democrática en las calles de Galicia».

Ante tamanha arte dialéctica, eu quito-me o sombreiro e sumo-me ao agradecemento a tam ilustre figura feito por Abel Ortiz em KaosenlaRed e também á sua justa petiçom para que Don Ignacio Cosidó, como prémio á sua excelência no desempenho dumha tarefa arriscada e difícil, receba "El Toisón de Oro", a medalha ao mérito no trabalho, "La Laureada de San Fernando" e "La de San Hermenegildo", "La Orden de Alfonso X El Sabio", o "Goya ao melhor característico" e o "Pichichi" do mundial de Brasil.

Cosidó estou contigo!!

eDu

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