23 jun. 2014

A Brigada de Información da Polícia espanhola contra a Célula Armada de Putas Histéricas

Recolhemos informaçom de Diagonal:



Em 10 de abril via a luz este video do Primeiro Comunicado da Célula Armada de Putas Histéricas. Som pouco mais de dois minutos e meio nos que as integrantes do CAPH anunciam “a fim da nossa trégua”; reivindicam “todas e cada umha das acçons realizadas em Sevilla durante as últimas semanas” e asseguram ser “violentas, violentamente feministas, organizadas e empoeiradas. ¡E loucas e insubmissas, conho!”; além de declarar que “a repressom sempre caeu sobre nós. Já nom nos escorrenta, pom-nos cachondas”.

Qualquer pessoa com dois dedos de frente entende, nada mais mira-lo, o evidente carácter paródico e humorístico do vídeo, se bem nom está carente de razons; cicais foi esse o motivo pelo que a Direçom Geral da Polícia espanhola solicitara há umhas tres semanas um mandamento judicial dirigido á companhia InterActiveCorp, gestora de Vimeo, para que identifique a IP desde a que foi subido este vídeo Célula Armada de Putas Histéricas e além a identificaçom de todas as IPs desde as que se conectou a usuária que subira o video, tal como se pode lêr na seguinte imagem:


Ademais fala-se dum un informe da Brigada Provincial de Informaçom de Sevilla, segundo o qual agentes adscritos a esta brigada, visualizaram o video e chegaram á conclusom de que (sic): “sus autores son los mismos protagonistas de hechos que (...) constituyen auténticos delitos, algunos de extrema gravedad, como el incendio del templo de Santa Marina” (ardera umha alfombra de esparto situada junto á porta)e apontam ao terror anarcofeminista em estado puro, que, segundo estes agentes, pretende "causar temor en muchas personas, temor que los autores de este vídeo pretenden aumentar anunciando que proseguirán con sus acciones" (sic).

O pior disto, tal como aponta Diagonal é que moças involucradas em colectivos feministas universitários desta cidade andaluza tenhem sentido ser vítimas de seguimentos e vigilância policial. Semelha que o feminismo ridiculista ve-se convertido para a polícia numha ameaça que merece a atençom das suas unidades mais especializadas e inteligentes. Lembrade que Ignacio Cosidó, o seu director geral e político, afirmara há tam só uns dias que (sic) “el terrorismo anarquista se ha implantado en nuestro país y existen riesgos de que atentados como el de la Basílica del Pilar vuelvan a producirse”.

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