21 may. 2014

Esta é a Justiça real da Audiência Nacional: Tejero (filho de) recupera o seu posto.

Ainda há "incautxs" que reclamam Justiça da Audiência Nacional (e doutros tribunais), mesmo há quem fai cair o seu desaire contra quem nom segue as supostas pautas irrenunciáveis á hora de se enfrontar a este tribunal, como se houvera algumha forma mais válida que a de tentar zafar da milhor maneira possível (sempre e quando isso nom implique ser um felom, um acusom) dessa justiça que nom é tal. A Audiência Nacional cumpre perfeitamente a funçom que lhe fora encomendada quando surgiu para substituir ao Tribunal da Ordem Pública franquista (de feito foi criada o mesminho dia que desaparecia este), numha das facetas que Franco digera que ficava "atada e bem atada"; e assim é normal (por normativa e normalidade) que todo sujeito que caia nas suas fauces vai ter a sua sentência determinista segundo a pessoa acusada seja vinculada como parte dos chamados grupos antisistema ou bem seja parte da caterva fascista inscrustada nesta falsa democracia, á que nos querem obrigar a suportar e mesmo a manter com os nossos votos.

Nessa linha nom me causou estranheza algumha lêr a notícia que recolhem alguns falsimedios, segundo a qual, a Audiência Nacional vem de suspender cautelarmente essa ordem que, a desgana, ditara o Ministério de Intérior de apartar do seu posto de mando ao filho do golpista Tejero, chamado igual que papá: Antonio. Ordem que desde Intérior nom tiveram outra que dictar quando trascendera a organizaçom dumha paparoca para celebrar o 33º aniversário do Golpe de Estado de papá, no quartel de Valdemoro, do que o nene é jefe do Grupo de Reserva e Seguridade nº 1.

E assim, um simples julgado do contencioso-administrativo da Audiência Nacional vem de determinar que Tejero junior poderá seguir ejercendo como jefe da gardia civil e determina que Intérior só poderá decidir apartar-lhe do posto quando exista umha sentência firme, pois segundo a normativa, corresponde a Gardia Civil "reservar-se esta faculdade de revocaçom".

E aqui sim que amoso a minha estranheza: Se Intérior é quem nomea ao jefe político da Garda Civil, na actualidade em mans de "Cuco" Fdez de Mesa, que papel joga esta personagem na direcçom da mesma?? Limitar-se a sair pelos falsimedios na defessa de si mesmo e dos seus subordinados nos assassinatos da raia de Ceuta?? Forrar-se a conta do erário público por nom fazer nada??

Ou seja que tudo fica atado e bem atado e ao ano que vem poderá haver outra paparoca no 34º aniversário.

Entretanto seguirá quem sega a exigir "coerência" a quem caia nas redes desta hipócrita democracia e seja julgado como "antisistema" por este tribunal de excepçom, como se isso fosse valer para algo mais que para coleccionar mártires.

Asdo eDu

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