26 feb. 2014

Umha interesante e elabourada crónica sobre os sucessos na Ucrânia

Estes dias tenho escuitado loubanças incríveis ao respeito do Golpe de Estado Fascista na Ucrânia, com o pobre argumento de que é umha luita do povo contra o poder. Para e-lo basean-se só nas fontes de jornais e televisons europeias (fontes com a que estas pessoas soem ser moi críticas se falamos de luitas no mesmo estado espanhol). Alucinado por ouvir tais barbaridades, busquei pela rede algumha crónica que difiriera da tónica geral do aplauso gerido pela desinformaçom e manipulaçom habitual dos falsimedios, assim foi como dim com esta crónica publicada no seu blogue por Julián Jiménez (quem se auto-define como marxista anti-capitalista) com o título: "Ucrania: La Gran Mentira de #Euromaidan y el retorno de Weimar 2.0" e da que só recolho um anaco (que traduzo). Mas e pese a estar feita por um marxista, gostei muito de-la e convido á súa leitura íntegra (em castelám no seu blogue), donde Julián aporta videos, fotografias e muita mais informaçom que facilita a compreensom do que se passou e se está a passar na Ucrânia:

É verdadeiramente aterrador o que na Ucrânia se está gestando, pero muito mais terrorífico é ver como a ânsia dumha revolta em Europa ou no Estado Espanhol é tal que muita gente, de forma inconsciente e deixadas levar polos sentimentos mais primários, inhoram que classe de gentuça estám apoiando. A que verdadeiro monstro estám jaleando, sem parar-se a pensar. É tal a ànsia de ve-las ruas arder que muitas nom som quem de distinguir um ovo dumha leituga. E nom falo de gentes "da rua". Falo de pessoas que teóricamente tenhem ou deveriam de ter umha formaçom para entender que é o que se está passando na Ucrânia.

De ai este escrito, para que as despistadas começem a deixar-se de toleadas, de ambigüedades e de justificaçons. Tenho chegado a lêr como gente dizia: "pero luitam contra a Polícia" "pero se estám com o povo", demonstrando um auténtico desconhecemento de que foi o fascismo e como surdira no seu momento. E nom é um erro insignificante. É um erro imperdonável que, num futuro, nom moi lonjano, pode supôr sangue, mortes e volver aos tempos mais obscuros da nossa História Universal.

"Os povos que esquecem a sua História estám, irremediavelmente, condenados a repeti-la".

PD: Curiosamente, no estado espanhol, as primeiras monstras de apoio chegaram de dirigentes do PP pero, sobre tudo, dos neonazis e fascistas espanhois, que sairam a festejar o trunfo da "revolta patriota ucraniana" (ver foto)

eDu

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