12 nov. 2013

[Grécia] Polícia suspeita de anarquistas em roubo de 60.000 euros de agência dos correios

Colamos notícia recebida na nossa caixa de correios:

A esquadra policial antiterrorista foi chamada na sexta-feira [1 de novembro] para investigar um assalto à mão armada no Peloponeso dado a suspeita de que os autodenominados anarquistas poideram estar envolvidos no mesmo.

Acredita-se que quanto menos quatro homens teriam participado no assalto, durante o qual 60.000 € foram roubados. Ninguém ficou ferido no incidente.

Dois dos ladrons, usando máscaras, abriram-se caminho para a estaçom de correios em Vrachneika, na Acaia, logo de que um guarda de segurança deixara lá o dinheiro.

Acredita-se que os homens estavam armados com fuzis de assalto AK-47 e falavam grego, sem sotaque estrangeiro.

Eles fugiram numha furgona roubada, que foi encontrada queimada a umha curta distância da estaçom de correios.

As fontes da polícia falam de que o "modus operandi" dos assaltantes foi semelhante ao utilizado pelos anarquistas em antériores assaltos.

E pergunto-me eu, além de que os motivos que movem as anarquistas a expropriar sejam diferentes que os doutras pessoas, que é o que lhe leva à polícia a sinalar o "modus operandi" seja semelhante ao utilizado pelos anarquistas e quais som as diferências notaveis com o "modus operandi" doutros atracadores, para tirar essa conclussom? Nom quero dizer que nom fossem anarquistas as expropriadoras neste caso, mas o argumento policial caresce de argumento (vala a redundância). Se bem imos brindar com este video sobre os anarquistas expropriadores na Argentina de primeiros do século XX, para que saibam as polícias que esta costume nom é de agora:



eDu

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