11 oct. 2013

[Brasil] Sindicato do professorado apoia Black Blocs

Seguem as proclamas de parabens à laboura realizada polos Black Bloc nas manifestaçons contra dos recortes educativos no Brasil, no entanto os "falsimedia" seguem com a súa teima de "vandalismo, violência, terrorismo, depredaçom, destruiçom, kaos, mascarados, ...", sendo as palavras mais reproduzidas polos meios de comunicaçom de massa nestes tempos de manifestaçons, um exemplo de objectividade, imparcialidade, verdade, precisom e ética jornalísticas (lea-se com retranca) que se recolhe neste video:


O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educaçom (Sepe) do Rio de Janeiro aprovou em assembleia realizada nesta quarta-feira (mércores)apoio incondicional aos Black Blocs diante das acçons policiais nas manifestaçons.

Esta é a primeira vez que o sindicato, que vem batendo de frente com a Prefeitura contra o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneraçons (PCCR) aprovado pela Câmara de Vereadores e promovendo seguidas manifestaçons reivindicando gratificaçons e aumento salarial para a categoria, declara estar de acordo com a participaçom dos mascarados nos atos. Diz o texto, escrito à mão, lido e aprovado na assembleia do Sepe, que “toda ajuda é bem-vinda desde que se submeta às concepçons e condiçons da nossa categoria” e que, portanto, “defendemos incondicionalmente os Black Blocs das acçons policiais”.

“Nom podemos falar em nome desses setores, mas a categoria teve umha boa recepçom à atitude desses no dia 1º de outubro, quando fomos duramente reprimidos e estes grupos radicais saíram em nossa defesa”, declarou a coordenadora geral do Sepe.

Para umha das coordenadoras do Sepe, “quem começou o processo de truculência e arbitrariedade foi o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes ao utilizarem a força policial fortemente armada contra os profissionais de educaçom. Obviamente, isto fez com quem outros grupos nos apoiassem. Para nós, nom há criminalizaçom nenguma para professores e manifestantes”.

Outro membro do Sepe acredita que os dois tipos de manifestos ocorridos nas ruas poidam coexistir, pois “um tem o caráter mais incisivo, contra o capitalismo, de quebrar banco, quebra tudo. E outro, de fazer manifestaçom de forma pacífica e ordenada. Agora, nós encaramos estas duas formas de manifestaçom como legítimas. E a polícia e o aparato do Estado tem que ter políticas e medidas para actuar em umha, e na outra”.

Sobre o fato de o Sepe estar organizando entre seus diretores uma forma de autoproteção para os docentes nas demais manifestações, o sindicato ainda não divulgou maiores informações de como pretende colocar este artigo aprovado na assembleia em prática, tampouco se irá fazer uso de segurança privada durante as próximas passeatas.

eDu

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