10 jun. 2013

[Vigo] José Covelo González, proprietário de Mariel Boutiques agressor !!

Fazemo-nos eco desta notícia dada a conhecer por "CIG-Servizos" conforme a atitude agresiva deste empresário contra tres pessoas durante um protesto diante do seu domicílio:

O individuo, que deve a umha ex-trabalhadora desta cadea de roupa 2 meses de salário e 12 mil € de indemnizaçom por despido improcedente em dezembro de 2012 (tras umha situaçom de acoso laboral*), saiu da sua vivenda montado já no seu carro e primeiro insultou a ex-trabalhadora e as pessoas que estavam concentrando-se com ela, depois “ baixou-se do coche e achegou-se até o grupo, para a continuaçom dar-lhe um forte golpe a umha solidária a quem fixo caer de costas contra o cham” e ato seguido montou de novo no seu carro e tento fugir a toda hostia para ir bater contra um carro que vinha de fronte onde viajava umha outra solidária, além de case atropelar na sua furiosa fugida às demais pessoas concentradas.

Mas isto nom é terrorismo a olhos da justiça espanhola, e eu duvido de que servam para algo as denúncias por insultos e violência que apresentarom a ex-trabalhadora e as duas solidárias feridas (quem foram depois atendidas de distintas lessons como contraturas cervicais e hematomas). Ao igual que até agora o empresário segue sem pagar as dévedas contraidas contra a ex-trabalhadora pese a que já foram á conciliaçom e chegaram ao acordo polo que o propietário ia-lhe abonar os quatro salários pendentes e a indemnizaçom de 12.000 € por despido improcedente, mas, de momento, só pagou-lhe dous soldos, sob a escusa de que nom tem quartos, mas "mantém abertas um total de sete tendas”(???).

* A afectada indica que fora despedida quando se atopava de baixa por acoso laboral, despois de ter apresentado duas denúncias por modificaçom substancial das condiçons de trabalho. “Eu e outras duas companheiras que trabalhavamos para outra empresa no local que agora ocupa Mariel fomos subrogadas em abril de 2012 e num princípio digeram que nos iam manter as condiçons laborais, ainda que ao pouco tempo o propietário começou a marear-me de tenda em tenda”, relata, e a partir de entom a cousa foi a pior e começaram os insultos, polo que se veu obrigada a colher umha baixa por acoso laboral. “O problema foi que tivem umha filha e solicitei a reduçom de jornada, algo que el nunca aceptou”, lembra.

eDu

Informaçom estraida da CIG (aqui e acá)

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