3 abr. 2013

Condenam Charo Lopes a um ano e nove meses por luitar contra Massó

Reproduzimos em Abordaxe o publicado no GalizaLivre ao respeito do resultado do acordo sem julgamento da moça independentista polas mobilizaçons em defesa do Salgueirom (à que, como anunciaramos acá, a fiscalia solicitava 5 anos de prisom!!)

Redaçom/ A jovem independentista evitou esta terça-feira a condenaçom de mais de cinco anos que lhe pedia a fiscalia mercê a um acordo entre acusaçom e defesa, polo que é condenada a umha pena que nom conleva o ingresso em prisom. Porém, ficam-lhe os antecedentes, bem como umha sançom económica de mais de 6.000 euros que, de momento, ficarám sem aboar devido à sua condiçom de insolvente.

Solidariedade

Charo Lopes pudo sentir a solidariedade procedente de muitos setores dos movimentos sociais nas últimas semanas. Segundo salientou ela, a agitaçom a favor da sua absolviçom foi especialemente intensa em Compostela, onde a juventude independentista e também o movimento feminista se encarregárom de fazer ver o respaldo à moça retaliada.

Na própria, na cidade de Ponte Vedra, meio centenar de pessoas, na sua maioria mulheres e jovens, concentrárom-se às portas do julgado, rodeados por um forte dispositivo de guardas civis e anti-distúrbios. Três faixas, umha de Ceivar sob a legenda "Defender a Terra nom é delito", outra de AMI pedindo a absolviçom com a sublegenda "se tocam a umha tocam-nos a todas" e ainda outra feminista anónima "Mulheres galegas em defesa da nossa terra. Charo somos todas", certificárom o apoio a Charo enquanto no interior do prédio se rubricava o trámite do acordo, portanto sem chegar a se celebrar julgamento algum.

Mas nom se construirá

O 'pelotazo' urbanístico de Caixa Nova (agora NGB) em Cangas nom se construirá finalmente, segundo se reconheceu recentemente. A isso contribuíu a luita popular, que com muitos custes, entre os que se conta a condenaçom a Charo, levantou um enorme frente de oposiçom ao projeto, até o ponto de queimar nas maos aos políticos de todo signo. Também à própria caixa, que hoje em dia causa tal reaçom de hostilidade por parte dos cangueses que a entidade tivo que encerrar a sua sucursal na vila (a fúria dos afetados polas preferentes veu transbordar o copo da indignaçom). Além disso, a loucura do projeto é mais delirante agora que a construçom se desplomou e as expetativas de que alguém financie, compre ou venda habitaçons som praticamente nulas.

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