9 ago. 2012

Rússia: A fiscalia solicita 3 anos de prisiom para as 3 "Pussy Riot" encarceradas.

Noutras ocasions já temos falado nesta web de Abordaxe das actividades destas musicas punkies da Rússia, e mesmo denunciaramos que 3 de-las foram detidas por improvisar umha "actuaçom-oraçom" na catedral principal de Moscú para exigir a fim do governo de Vladimir Putin.

Agora quando já cumprirom 5 meses baixo qustódia policial, vimos de saber graças a Kaosenlared que a fiscalia vem de solicitar 3 anos de cadeia por oficiar esta "oraçom punk" contra Putin na Catedral e que se espera sentência para o 17 de agosto. Se bem a notícia também é recolhida por primeira vez nos falsimedios, mas nom é notícia para istos pela censura e a repressom, senom que é motivado pelo o apoio que as activistas receberom de músicos de éxito como Sting, os Red Hot Chili Pepper e, a máis importante, Madonna, que deu estes dias dois recitais na Rússia e pedeu expresamente a liberdade destas mulheres e, mesmo saiu ao cenário com o nome do grupo punk pintado nas suas costas.

Nadejda Tolokonikova, de 22 anos; Yekaterina Samutsevich, de 29, e Maria Alejina, de 24, estám acusadas de “vandalismo” e de “incitaçom ao ódio religioso" pelo fiscal Alexandre Nikiforov, quem considera que “o delito é grave e a sua correcçom só é possível em condiçons de ailhamento da sociedade e o castigo necessário deve ser umha verdadeira privaçom da sua liberdade”.

Pela sua banda, Violeta Volkona, advogada dumha das acusadas, anunciou que acudirá à Corte Europeia de Direitos Humanos para denunciar os maus tratos que sofrerom as tres acusadas: “Fumos testemunhas de torturas e de comportamento inhumano adoptado contra as processadas: impediuse-lhes durmir, nom forom alimentadas normalmente e sofrerom humilhaçom”, declarou esta letrada durante a audiência.

Nas vísperas das eleiçons de março, as tres integrantes do grupo Pussy Riot, entraram na Catedral do Cristo Salvador com os seus rostros cobertos, guitarras e umha equipa de som e entoaram umha “oraçom punk” contra Putin, quem aspirava a um terceiro mandato.

Durante o juízo, as tres detidas escuitarom com tranqüilidade a requisitória do fiscal, quem acusou-nas de terse “librado a umha provocaçom coidadosamente planificada” e de “oponherse ao mundo ortodoxo”. O fiscal precisou que pedia tres anos de cárcere para cada umha (em troques dos sete iniciais) ao ter em conta que carecem de antecedentes penais e que duas delas tenhem crianças pequenas.

Traduzido e publicado por Edu

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