3 ene. 2014

Como câmbia o conto quando o reprendido é dos teus. Os falsimedios e a sua demanda de trato de favor.

As leis repressivas, das que gostam tanto defender os faslimedios, nom sempre operam contra os seus objectivos preferentes, "os de sempre" (lea-se anti-sistemas de várias e variadas tendèncias, ou simples membros das plataformas reformistas) e, às vezes, por erro ou por simples lógica da violência com que operam estes "agentes armados da lei", dam-se casos nos que esses agentes actuam contra membros assalariados destes falsimedios, e assim, qualquer dia, ditos falsimedios mudam a sua táctica de dizer sim a tudo o que parta dos seus "defendidos", para se queixar com certa contundência de que as leis repressoras actuaram contra os seus.

Assim vem de acontecer hoje mesmo com o pseudojornal "El Correo Gallego" famoso na capital galega, entroutras cousas, polo sua desaforada defensa do seu melhor pagador: o PPdeG (de quem recebe quantiosas subvençons). Ve-se que um seu fotografo foi obrigado por um picoleto a borrar as fotos que tomara da protesta das preferentistas de Novagalicia Banco, que como todos os joves, dia de feira em Carbalho, concentraram-se diante da oficina principal desta vila. A situaçom criou-se quando um segureta do banco extra-limitou-se nas suas funçons ao dar-lhe umha couce a umhas bucinas que as preferentistas tinham apiladas na rua, afora da sucursal bancária, feito que o fotografo deste falsimedio tomou na sua cámara, mas que viu-se obrigado a borrar polo picoleto aduzindo este que nom se lhe pedira permiso para e-lo (??).

Até em quatro espaços diferentes do jornal fai-se denúncia do abuso do picolo contra o fotografo deste falsimedio (como cambea o conto quando som da casa!!), e nom em qualqueira lugares: na Portada do jornal, em "La Quinta" (página diária de opiniom editorial), na portada do quadernilho central adicado aos municípios aledanhos "Terras de Santiago" e notícia ampliada (com requadro em negrilha) nas páginas deste.

Colamos, polo seu interés a traducción do requadre em negrinho:

BORRADO DE FOTOS

O protesto ocorrido ontem nas portas da oficina bancária de Carvalho nom puido têr a devida constataçom gráfica porque, quando o colabourador de TERRAS xxxxx xxxxx procedia a fotografar o forcejeo do guarda jurado com os manifestantes, um membro da guarda civil requeriu-lhe de malos modos que se identificara, arrastrando-lhe até aporta do banco a donde entrou com o DNI do jornalista para, de seguido, sair e exiger-lhe o borrado das fotosgrafias realizadas na rua porque, dijo, Nom se lhe pedira permiso para faze-las! O insólito comportamento do membro das forças da ordem foi contemplado polas decenas de manifestantes.

Ve-se que lhes fode e muito. Mas acho que o que eles consideram "insólito", nom é o comportamento do picolo, senom que usara a sua brutalidade contra um seu fotografo, membro dumha empresa tam solícita a parabenizar os factos dos corpos repressivos, mesmo a violência contra manifestantes e persoas dos medios alternativos (em múltiples ocasions aplaudiram o feito de que estes sim merecem ser mesmo apaleados no exercício das suas tarefas informativas).

Nom sei, mas a mim me mola que se passem estas cousas.

eDu.

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