7 oct. 2013

Diferentes varas de medir: Liberdade condiçonal a Galindo tras estar preso 4 anos de 75 de condena

A escasos dias de que se cumpram tres décadas desde que Joxean Lasa e Joxi Zabala foram sequestrados em Baiona (Euskadi Norte), soubemos que o Julgado de Vigiância Penitenciária da Audiência Nacional dictou a liberdade condiçonal para o principal condenado polo crime, quem, na altura dos assassinatos era o chefe do quartel da Guarda Civil em Intxaurrondo Enrique Rodríguez Galindo, o julgado afirma que já tem cumpridas as tres quartas partes da súa condena, quando o certo é que se passou entre reixas 4 anos de 75 de condea.

Assim é como zafam, sem prévio avisso (fazia anos que nom se falava del) aqueles que cumprem fideis com os mandados dos governos (tanto sejam golpistas como terroristas de estado). Con elo, Galindo fica completamente exonerado de volver a prisom.

Assim é como os governos filofascistas rim da desgraça das familias e achegadas dos assessinados na guerra suja do estado (recém um dos outros protagonistas do GAL, o ex subcomissário de Polícia José Amedo, na apresentaçom do seu livro: "Cal viva. Un relato estremecedor: la verdad definitiva desde las entrañas del GAL", declarava a responsabilidade do rei Juan Carlos na criaçom deste grupo terrorista e o consentimento do lider da oposiçom Manuel Fraga, além da implicaçom directa de Felipe González, o sr X, e do seu ministro de interior, Rubalcava, além de dizer que o juíz Garzón é um "torturador nato"), dando-se a fatal circunstância engadida para as famílias de que estám a piques de cumprirse 30 anos da noite em que Joxean Lasa e Joxi Zabala foram vistos por última vez em Baiona, em 15 de outubro de 1983.

Só umha imensa casualidade figera que os seus osos enterrados em cal viva a centos de kilómetros (em Busot, Alacant) foram desenterrados em 1985, ainda que nom seriam identificados até dez anos despois e cinco anos mais tarde (já no ano 2000), rematou numha condena para Galindo e outros mandos políticos e policiais, ainda que o exjefe de Intxaurrondo apenas estivo em prisom, dado que em setembre de 2004 fora excarcelado aludindo motivos de saude e levado ao seu domícilio, donde supostamente ficara baixo vigiância policial.

Agora, tras ser-lhe concedido o terceiro grado penitenciário em janeiro de 2005, Galindo recebe a concesom da liberdade condiçonal a proposta do Centro Penitenciário de Zuera (Zaragoza), o mais cercano da sua morada: «El penado ha cumplido las tres cuartas partes de la condena el 30 de septiembre de 2013, está clasificado en tercer grado, observa buena conducta y existe un pronóstico individualizado y favorable de reinserción social, según informe de la Junta de Tratamiento (de Zuera) por lo que concurren los requisitos objetivos y subjetivos mínimos necesarios para la obtención del último grado de cumplimiento de la pena privativa de libertad», assim justifica o juíz José Luis de Castro, responsável único de Vigiância Penitenciária, com o visto bo da Fiscalia.

Como colofom colamos este video de Negu Gorriak "Ustelkerria" (Podredume) adicada a Galindo (sublegendado em castelán), "Já nada me sorprende":



Colado por eDu segundo informaçom de Gara e Diario Crítico

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