29 may. 2013

Redundando no erro: La Voz (tv) em 29 de abril fala de "Novembro Negro" como grupo anarquista galego

Vimos de saber que em 29 de abril no programa debate e informativo da tv de la Voz:  "Vía V" com o cabeçalho "¿Estallido social contra la crisis?" (assim em castelám) dam conta a partir do minuto 43 da informaçom facilitada pela polícia nacional espanhola alertando dum incremento de anarquistas na Galiza, abondando na teima de culpabilizar-nos de introduzir-nos em movimentos sociais (ve-se que até agora estavamos todas agochadas nas nossas casas aguardando a que começara o 15M para infiltrar-nos e umha vez fora dos nossos agochos o mesmo figemos com as movidas da educaçom ou sanidade, porque todas sabemos que a nós nom nos afectam os recortes e que só estamos nesses movimentos para aproveitar-nos deles e chuchar-lhes o sangue) e, como nom, repitem a metedura de zoca do informe policial ao falar do novo grupo "NOVEMBRO NEGRO" criado em Compostela no ano passado (ai!! essa mania dos mass merdas de nom contrastar a informaçom que lhes remite a "sempre fidedigna polícia") e como papagaios repitem que como tal movemo-nos por toda Galiza impartindo palestras em Santiago, A Corunha, Vigo, Ourense, Marim e A Guarda, é dizer, contrastar nom contrastarom pero ve-se que vissitarom na nossa página a notícia das Jornadas Itinerantes realizadas em Novembro de 2012 (aqui) pois som as mesminhas vilas e cidades onde houvera palestras dessas Jornadas (inciso para que lhes fique dumha vez claro para os senhores e senhoras polícias, juízes, fiscais, jornalistas e debatistas professantes: as jornadas chamarom-se Novembro Negro porque forom em Novembro, ao igual que no ano 2010 chamaram-se "Abril Libertário" porque foram em Abril) . A novidade nesta ocasiom, e por isso é notícia neste blogue (senom seria repetir-se de mais pois já recém foi tratado isto acá e acolá) é que falam de que "predicam o anarquismo sem violência" (???, disto sim que nom sei de onde tirarom essa infomaçom), claro que, de seguido, apelam a que isso "Nom é o que di a polícia" e voltando ao informe policial (a biblia par os jornalistas dos mass medias) aclaram que na estratégia destes "novos grupos anarquistas" inclue-se a colocaçom de "artefactos explosivos, coqueteles molotov, cartas e paquetes bombas" e que além de na Galiza, estes "novos grupos" actuam por La Rioja, Catalunya, Madrid e Andalucia e, nom podia falhar, retomam o manido "Triángulo Anarquista" com Grécia e Itália, para rematar com umha frase para a história do jornalismo: "Así que todos muy pendientes de los anarquistas aquí en España pero tambien en Grecia y también en Italia" com o que se retoma a mesa de diálogo e começa o inédito: Tras umha primeira intervençom ao respeito dum tema antérior de debate (onde o ponhente e ex-vicepresidente da Junta com Fraga, Xosé Luís Barreiro Rivas, entroutras lindeças demonstra que desconhece a actualidade da situaçom grega ao falar de que a mobilizaçom está parada) que da pê a moderadora a retomar o fio da "investigaçom policial" em torno aos anarquistas ao que o mesmo tertuliano (professor de Políticas na USC) aclara no início que nom temos nada a ver os anarquistas de antes (Durruti, sindicatos da república) com os de agora, que som "algaraderos que aprovechan el momento para hacer algaradas" (toma riqueza da linguagem!!) e já muito mais rissíveis som as suas verbas ao respeito da nossa intençom de "meter a la gente que es de otra naturaleza, la de las preferentes y los deshaucios , etc. convertirlos mediante el proceso de infiltración en anarquistas,...", ve-se que temos o poder de converter!! (seremos magas??). Isto da pê a outro tertuliano (também professor da USC e candidato falhido dos grupos nacionalistas a reitor Lourenzo Fernández Prieto, Tito) a aclarar que na história (e assim deixa patente que é professor de história contemporánea) houvera anarquistas coma os de hoje e fai lembranças de que a Canovas, a McKinley, a Lincoln, a Canalejas, a Dato os matarom anarquistas individualistas (??) e tras uns segundo de retomar ao tema antérior e ser curtada pola moderadora que insiste em falar de nós, o Tito presume de ter entrado na nossa página (suponho que se refire a esta) e di que "nom os conhecia de nada, nunca ouvira falar deles, digo o que vim como historiador que conhece o anarquismo levemente e o que vim som: umha gente nova que busca referências em Durruti, nos libertários, nom falam nunca de acçom individual, falam de acçom colectiva" (???) e tras um inciso no que aclara que el nom tem simpatia algumha polos anarquistas e tampouco antipatia, (ubica-se assim "neutral") e julga-nos como "gente bastante culta que invita a professores da universidade a reunions, que se pregunta por problemas polos que nos preocupamos todos e que tenhem perfeito direito a faze-lo" e a partir de ai "salvam-nos o cu" tanto o Tito como a moderadora ao afirmar que hai que ter muito coidado com isso da conspiraçom, que a sua página está moi bem feita (obrigadas!!), que nom se ocultam, e mesmo a moderadora di que gostaria de que foramos ao programa e o da case por feito dizendo que "vamos a convidarlos porque me parece interante saber..." (se bem, passado já um mês, nunca chegou-nos convite algum) para de seguido retomar o Tito com o anarquismo individualista e alerta que a violência em tempos de crise canaliza-se de diferentes jeitos e profetiza que também, para nossa desgraça, voltará essa idea de que o individuo pode soluçonar problemas e fala da possibilidade de que jurda outro Mateo Morral que pense que com a sua acçom individual acaba com os problemas, para rematar aclarando que por ser anarquista nom se passa nada, pero que fique claro que o anarquismo é também umha forma de política e que o anarquismo espanhol terminou tendo ministros (tudo um professor da USC recurrindo ao manido engano e confussom de igualar partidismo e participaçom eleitoral com política) e remata a moderadora com a reiterada proposta de convidar-nos para saber de que imos as anarquistas de Novembro Negro (mas nom imos estar aguardando). Asdo eDu (um nom tam novo anarquista de 52 tacos)

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