15 mar. 2013

Despejam sucursal de NovaGalicia Banco em Ferrol por umha suspeita de bomba

Colamos tal qual de GalizaLivre

Redaçom/ O nervosismo cunde entre os responsáveis de manter a ordem espanhola. As oficinas centrais de NovaGalicia Banco em Ferrol, sitas na rua Galiano, fôrom despejadas na manhá da quinta-feira. Nom se trata de um aviso falso de bomba, senom de um simples despiste que o temor de empregados e agentes policiais transformou num simulacro de sabotagem. Polos vistos, os empregados que chegárom à primeira hora da manhá encontrárom umha mala abandonada na porta do prédio, polo que avisárom à polícia. Os agentes (nom se publicou como) comprovárom que nom se tratava de umha bomba. Entretanto, um corro de empregados e passeantes foi-se formando por volta da sucursal.

Um banco no ponto de mira do povo

Os temores de empregados e polícias nom som infundados. Nos últimos anos, as dependências do banco fôrom objeto de inúmeras açons de resistência galega, de simples apedreamentos e pintadas, até ataques à bomba como o do Rosal há uns dias. Aliás, a indignaçom entre os milhares de estafados pola fraude das preferentes está a atingir cotas de violência invulgares, incluindo ameaças de morte, o que já tem provocado o encerramento de várias sucursais polo pánico que provocava aos trabalhadores acudir ao seu posto de trabalho. Tanto é assim, que a direçom de NGB tem efetuado a mudança de destino de grande parte do seu pessoal nas oficinas mais afetadas pola fraude, evitando que os clientes se podam enfrentar aos trabalhadores que lhes vendêrom participaçons preferentes. Além disso, desde que se decidiu resolver o problema das preferentes mediante a sua conversom em açons invendíveis, NGB ativou um plano de "segurança" que inclui a contrataçom de segurança privada para as suas oficinas, bem como um detalhado protocolo para os empregados seguirem em caso de confrontos com clientes exaltados.

2 comentarios:

  1. Persoalmente penso que nun momento no que os mass-merda e a policía da cal estes son voceiros están empregando "Resistência Galega" coma unha sorte de organización terrorista formal, non é moi práctico nin recomendable falar de "accións de resistência galega", alén de que nese contexto, a "resistência galega" faga referencia a todas as persoas que dun xeito ou outro toman a iniciativa nun momento dado de atacar as estructuras do capital e o Estado español na Galiza. Opino que é poñer na nosa boca a linguaxe do inimigo e darlles pretextos para seguir suxerindo que RG é unha organización concreta.

    Que pensaríamos se cando no proceso Marini, os anarquistas italianos se puxeran a falar de ORAI nos seus textos?

    É unha opinión, pero penso que deberían mudalo. A crítica, por suposto, non vai enfocada cara as compas de Abordaxe, senón cara a persoa que redactou a nova en Galiza Livre.

    Saúdos.

    ResponderEliminar
  2. O que acontece é que o termo "resistência galega" nom é um invento da polícia, senom umha proposta de combatentes para designar isso que tu dis. Foi proposto por combatentes (nom há motivo para duvidá-lo) no manifesto aquele que se publicou no indymedia de brasil, em 2005. Se a madera começa a falar de Anarquia Insurreccinalista como umha organizaçom, os libertários deveriam deixar de qualificar as açons como anarquistas ou insurrecionais? Nom che digo que nom, ao melhor sim se deveria abandonar o termo em lugar de discutir sobre o seu significado.
    Um saúdo.

    ResponderEliminar