14 feb. 2013

Compostela.- Ante a repressom: solidariedade e resposta


A primeiros deste mês de fevereiro e perante os variados, crueis, e cada vez mais frequentes ataques repressivos que o povo está a sofrer na capi galega, surgira na altura uma iniciativa espontánea no “feisbuk” com o objectivo de criar um Movimento Amplo do Povo Inteiro que quer Lutar pelos Direitos Civíse Políticos que a cada intre disminúem. A iniciativa tivo a sua primeira juntança em base a buscar pontos de uniom e criar esse movimento de resposta cidadá ante as arbitrárias detençons e prévio, na rádio livre "A Kalimera", gravou-se esta cunha:



Só uns dias depois assistiamos a umha nova ondanada de repressom das forças policiais com a detençom de duas pessoas (umha na terça dia 5 e outra na quinta dia 7) por supostos altercados durante a manifestaçom da última greve geral em 14 de novembro do ano passado.

A primeira detençom (resenhada neste mesmo blogue) foi contra o militante do Sindicato de Oficios Varios da CNT compostelá Dario Senhorians (ver acá entrevista ao Dario na web da Candidatura do Povo) e que dois dias depois recebera ampla cobertura nos falsimedios locais (1 e 2). Dario foi detido arredor das 14:00 na rua e ainda que no mesmo momento de prender-lhe digéram-lhe que estava detido por “danos” e “desordes públicas”, nom soubo a que se referiam até as 9:00 do dia seguinte quando lhe comunicaram que lhe acusavam da rotura da várias cristaleiras em distintas sucursais bancárias durante a jornada do 14 de novembro. Depois de te-lo encirrado nos calabouços da polícia levarom-no a primeira hora aos julgado e de lá, com grande despregue de medios, com 12 ou 15 polícias em total e vários carros policiais, levaram-no até a sua morada de Compostela para ser registrada entanto a vizinhança mirava perplexa… Como di o Dario: "todo um espetáculo só para levar roupa e propaganda política, co ánimo de querer dar um golpe de efeito". A posteirori declara ante o juíz, e este decreta a sua liberdade com cargos de “danos” e “desordes públicas” e com a obriga de comparecer no tribunal os dias 1 e 15 de cada mês.

É interesante ressaltar a resposta imediata e solidária por parte da gente tanto nas aforas da Comissaria como durante o registro da sua morada como na porta do tribunal das Fontinhas e depois na concentraçom na Praça do Pam (Cervantes) onde Dario apareceu depois de ser liberado sobre as 21:00 (em total 31 horas sequestrado), numha monstra de que sabemos unir-nos todxs ante a repressom do inimigo comum e respostar rapidamente e de jeito contundente, tal como acontecera quando a arbitrária detençom de Senlheiro, pois a gente está farta e sabe unir-se dado que, como di o mesmo Dario na entrevista, “nestes casos nom vale seitarismo de nengum tipo, tocar a quem tocar, a unidade de açom tem que ser o primeiro”.

Só dois dias depois, como digemos, na quinta-feira 7 de Fevereiro foi detida arredor das 20.00 umha estudante da USC na Alameda de Compostela por dous agentes do CNP uniformados e pelos mesmos supostos feitos acaecidos em 14 de novembro, ainda que, neste caso, falou-se também de ser acusada por feitos relaçonados com a jornada de greve geral do 29 de março do ano passado. A moça María P.D. também militante anarquista com participaçom ativa, entroutros frentes, nas Assembléias Abertas de Estudantes da USC, estivo seqüestrada polo Estado até arredor das 19.00 da sexta-feira seguinte e também tivo que suportar o registro da sua morada. Cabe sinalar que desta nova detençom nom se falou nadinha nos falsimedios (pretendem ocultar para que nom medre a solidairedade??) e mesmo apenas foi recolhido em meios alternativos. Cabe dizer que María foi libertada com tempo para acudir à Concentraçom realizada também na praça do Pam na sexta dia 8 e que lá falou pelos micros e animou a gente a seguir. Comentar que a concentraçom foi engraçada dada a coincidência com o início das atividades de entroido da A.C: A Cidade Velha onde um grupo de festa brasileira con carroça inluida e a golpe de percussom e capoeira, solidarizarom-se com a luta.

Dizer também que ante esta escalada repressiva, os sindicatosCNT e CUT acordarom numha juntança a duas bandas para botar a andar umha campanha antirrepresiva.

Ambas as centrais asseguram “estar num momento decisivo da mobilizaçom de base no que nom cabe passo atrás algum” e criticarom “a política do medo que o Capital decide instaurar para desarmar-nos económica e psicologicamente” afirmando que “já nom é possível meter-lhe medo a um povo canso dos mais diversos abusos, e farto de que segam a apostar o seu futuro nos casinos”, para o que estas centrais sindicais artelharám “umha resposta contudente e ampla, que se dará a conhecer nos vindoiros dias” com a que criar umha acçom conjunta e solidaria entre o tecido asociativo de Compostela, o movemento obreiro e o conjunto da povoaçom que padece estes ataques, ante os intentos de inocular o medo e a desmobilizaçom por parte do Capital, é assim dar umha resposta frontal, ampla e integradora.

Seguiremos informando

Redactada por Edu por informaçom recolhida na rede e na rua.

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