22 ago. 2012

Um gigantesco campo de extermínio.

Fazemo-nos eco em Abordaxe do apontado no seu blogue por JM Álvarez comentando a notícia difundida, este domingo passado, pelo pseudo-jornal El Mundo ao respeito do caso Bolinaga:

Este é um ejemplo de cómo utilizar as contradiçons internas do inimigo em benefício próprio: "Cada 3 dias morre no cárcere um reo enfermo como Bolinaga" titulava o jornal oficialista (como todos) El Mundo, indignado pela concessom do terceiro grado ao preso de ETA enfermo de câncer.

A continuaçom El Mundo facilita mais detalhes desta maneira: "Mais de 130 presos com enfermidades graves falecem ao ano, como média, nos cárceres espanhois ou nos seus hospitais de referência. É dizer, um cada tres dias".

É óbvio que a notícia pretende desqualificar a quem decidirom conceder o terceiro grado a Iosu Uribetxebarria Bolinaga. Insinua que se morrem tantos presos dentro do cárcere nom havia porque tomar nengumha medida de favor com Iosu; nom tanto deixa em evidência, por criminal, a todo o sistema penitenciário do régime juancarlista, um auténtico e gigantesco campo de extermínio. O inimigo da-nos a razom”.


Caberia engadir a tal génial comentário, a facilidade destes falsimédios a fazer-se com informaçom procedente de fontes de Instituiçons Penitenciárias para seguir a fazer a guerra, dado que a cifra que aponta este vozeiro do governo de 799 internos mortos entre 2005 e 2010 nom é doada de acadar, e como monstra de-lo é a ingente laboura do Centro de Documentaçom Contra a Tortura que ve como ano tras ano negam-se-lhe estes dados e tem que realizar umha àrdua tárefa para poder recopila-los sem chegar nunca a quantificar todos quantos som, e que agora, com estes dados sacados à luz com o ànimo de desqualificar a atitude do juiz Pedraz de otorgar-lhe ao terceiro grado a Bolinaga, ficam bem por baixo do que na realidade som.

Notícia redactada por Edu

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