22 jun. 2012

O Concelho de Vigo imparte umha liçom de fascismo a crianças

Segundo destapou ontem"La Voz" a polícia Local de Vigo protagoniçou o passado martes no recinto ferial desta cidade, Ifevi, umha exibiçom ante perto dum milhar de escolares de numerosos colégios de Vigo como celebraçom da clausura do curso 2011-2012. Entroutras fazetas policiais, tres agentes cenificarom umha tentativa de roubo dum coche, onde o que fai de ladrom fala com marcado deixe caló (escutar vídeo) ante os risos inocentes das crianças.

Mas o terrível de-lo nom é que o polícia que simulava ser o ladrom, falara com esse deixe (que é constitutivo dum claro ato de racismo), senom o posiçonamento da alcaldia viguesa, quem, ante a suave crítica de "La Voz" que só tildava os feitos como "politicamente incorrectos", e depois dum dia de pensar-se a resposta saiu a negar "tajantemente" o evidente, e assegurou que nom existia intençom de «ridiculizar ou menosprezar» ao colectivo gitano e que qualquer interpretaçom nesse senso está fora de contexto, e mesmo tirarom do absurdo argumento dos quartos, conforme o concelho vigués sempre concedeu ajudas pecunárias à Fundaçom "Secretariado Gitano" para financiar actividades formativas encaminhas a conseguir a integraçom social do colectivo.

Além de que, isso da "integraçom" tem conotaçons "prepotentes", pois considera a sociedade "branca-europeia-capitalista" como ideal, e mesmo é "menospreciativa" pois considera o jeito de vida gitano como amoral ou nom válido, tem também aspectos fascistas ao denigrar a este colectivo e associa-lo à figura de gitano delinqüente do que tanto gostam os governos e os falsimedios (entre eles "La Voz").

Do mesmo jeito hipócrita, saiu na defessa do indefendível o Comité de Empresa do concelho quem declarou (sic): «ante o possível malestar queremos transladar a todos os membros de raça gitana as nossas mais sinceiras desculpas se assim tivera sido», para de seguido sinalar que a inquietude gerada parte de «umha malintençonada interpretaçom do acento como de raça gitana», ou seja o Comité de empresa pretende fazer-nos parvas ou xordas, pois qué outra interpretaçom é possível??.

Como aponta umha jornalista viguesa no seu blogue"Qué necessidade havia de caracterizar ao caco desta maneira? Nom haveria nengumha criança gitana entre esse público? Que terá pensado?".

Agora todos apontam que "nom houvo má intençom", a polícia, o comité, o concelho, e até a fundaçom "secretariado gitano", mas como aponta a jornalista: "Se nom havia má intençom, o que se deduce é que o que está detrás de todo isto é um prejuízo tam assumido que nem sequer existe consciência dél. Até tal ponto de que nom forom quem de advertir o desafortunado desta recriaçom e censura-la, ainda que fosse com o único fim de ser políticamente correctos".

Como nota deste aponte, quiger lembrar o caso "Mamadou Kane", no que quatro policias do mesmo corpo se passearom no coche policial a este cidadá de origem senegalês entre golpiças, maus tratos e insultos fascistas, além de ameaças de morte. E que pese a ser condenados forom depois amnistiados e voltam a estar nos seus postos de tarbalho. Para umha melhor informaçom deste caso recomendo vissitar esta ligaçom do blogue elpanoptiko, onde todos os políticos da urbe "democrática" desde PP, PSOE e BNG, menosprezarom ao Mamadou, mesmo ameazarom, e ficarom "consternados" quando a justiza inhabilitou a estes energumenos.

Notícia redactada por Edu

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