21 mar. 2012

Abdellah El Asli, um jovem marroquino termina na UVI em estado de paraplegia tras ser detido pola polícia em Guadalajara

Abdellah El Asli, de 33 anos de idade, fora detido em 1 de março, a falha de saber o que se passou entre a sua detençom e translado à esquadra policial e o seu ingresso no hospital, dado que Abdellah fica entubado em estado grave e sem poder contar e pola sua banda nem a polícia nem a delegaçom do governo declaram nada, Nadia Otmani, presidenta da Asociaçom de Mulheres Marroquinas "Al-Amal", quem viajou esta fim de semana passada a Guadalajara para conhecer de primeira mão a situaçom e falar com os amigos de Abdellah, explica como aconteceu a sua detençom: "Ocorreu em 1 de março sobre as 21:00 horas. Abdellah El Asli estava com os seus amigos num campo de futebol da localidade, onde soem reunir-se com frequência para jogar ou parlar. Sobre essa hora, dois agentes da polícia à paisana achegaram-se "direitinhos a ele descartando ao resto de moços com quem conversava para pedir-lhe a documentaçom". Ao estar indocumentado, chamaram a umha patrulha para que o levara.

De 21:00 às 23:00 estivo na esquadra da polícia e minutos depois foi transladado ao hospital onde houve de ser operado ao instante após apresentar umha lesom completa a nível cervical. Como dizemos, a dia de hoje, seguem a desconhecer-se as causas polas que este moço que se encontrava em perfeitas condiçons físicas, num intervalo de só duas horas, terminou no hospital de Guadalajara.

Os seus companheiros de piso e amigos, Braim, Hicham, Daniel e Pedro, pensaram que "ia a estar dois dias detido e que depois iam-no soltar", como ocorreu noutros casos similares de imigrantes em situaçom de irregularidade que som detidos pola polícia, mas cinco dias depois, em 6 de março, ao seguir sem notícias acudiram à esquadra policial para perguntar por ele "com nome e apelidos" e, segundo detalha Hicham "lá diziram-nos que lhe expulsaram a Marrocos".

"Nom figera nada, nom é agressivo, pediram-lhe os papeis e nom foi nada do outro mundo", relata o seu companheiro de piso. "Que se passou?", continua a perguntar-se Hicham. "Dizerom-nos na esquadra da polícia tras comprova-lo que fora expulso a Marrocos".

Em 15 de março desde o hospital, ao ver que em duas semanas nom aparecia nengumha amizade nem familiar para visitar-lhe e vindo o estado de saúde grave no que se atopava, Nadia Otmani relata que "alguém do pessoal do centro pujo-se em contacto com um amigo de seu que estava empadroado junto a ele em Múrcia (última localidade na que o jovem se empadroara antes de se transladar a Guadalajara) e foi este quem puido pôr-se em contacto com os companheiros de piso de Abdellah.

No passado venres 16, ao conhecer onde ficava, os amigos de Abdellah foram visitar-lhe à UVI. Nadia Otmani também quijo acudir às instalaçons hospitalárias para conhecer o caso. "Os médicos digerom-me que nom me podiam dar informaçom de quem o levara ao hospital nem nada referente à sua chegada ao centro", afirma Nadia.

Abdellah atopa-se em estado grave, entubado, polo que nom pode falar nem dar a conhecer a sua versom dos feitos. Alem, com esta lesom medular, o jovem ficou paraplégico. Nadia afirma, que desde há mais de dez anos trabalha contra qualquer tipo de violência particularmente cara aos imigrantes, afirma sentir-se pouco apoiada neste tipo de casos: "Onde estám os demais? Nom o sei. E se isto lhe passara a um espanhol em Marrocos?".

As identificaçons racistas, é umha temática de actualidade estatal. Os controis que se realizam a diário no estado espanhol saiam à luz no passado mês de dezembro da mão dum informe de Amnistia Internacional que demonstrava o fundamento do que vários colectivos cidadão vinham denunciando e documentando desde há anos. "A polícia pode parar a alguém que nom 'semelhe espanhol' até quatro vezes no mesmo dia” afirmava o informe e mesmo matiza José María Benito, porta-voz do sindicato de polícias SUP :"é umha costume deste pais que os chefes policiais deam ordem de identificar sem respeitar os requerimentos para faze-lo", que, explica, som três: casos de constância de delito, momentos nos que se pretende evitar que se cometa um delito e casos nos que se pretenda dar umha sançom administrativa. Nenhum destes três casos derom-se na detençom de Abdellah.

Fronte a esta situaçom Nadia Otmani sublinha que o jovem "estava no campo de futebol, nom estamos a falar dumha peleja nem de nenhum acto delitivo. Se agora nenhum imigrante pode ir a nenhum campo de futebol…", a presidenta da asociaçom Al Amal nom termina de explicar-se como após ser detido durante duas horas acabara "como um cam num hospital sozinho e quando perguntamos a polícia diz que fora expulso”. Segundo o desenrolo dos feitos e até que nom se tivo constância, a notícia só saltou aos meios marroquinos e agora nos espanhois da mão de Madrid2noticias (de onde colamos e traduzimos esta notícia).

Quando os companheiros de Abdellah souberom da sua situaçom chamaram à Embaixada marroquina, pero desligaram-lhe o telefone "por falha de entendimento ou porque nom queriam saber do tema" afirma Nadia Otmani quem deu o primeiro passo denunciando os feitos publicamente antes de iniciar acçons legais. Além, também estam-se a planear emitir umha carta ao ministro do Interior.

O último que se sabe até agora é que Nadia Otmani voltou a visitar a Abdellah ao hospital e segundo conta sairam à luz novas testemunhas e puido falar com o médico, quem confirmou-lhe que ainda segue em estado crítico e apresenta dificuldades respiratórias. Além assegura Ormani, no mesmo dia da sua detençom, sobre as 22:30 da noite achegara-se um advogado até a mesma esquadra da polícia onde se atopava o jovem e "nom lhe deixaram passar".

Pola sua banda a esquadra de polícia de Guadalajara, informou a Madrid2noticias que nom tinham notícias do caso e derom largas até que os atenda o chefe de imprensa. E a delegaçom do Governo de Castilla-La Mancha, afirmou-lhes que o caso está a ser investigado e que "estám mui tranquilos com as forças da polícia da localidade". O seu Gabinete de imprensa declarou que nom existe data de finalizaçom da investigaçom assim como tampouco estabelecerám um comunicado oficial, senom que respostarám a todo-los meios que o desejem umha vez concluido o trabalho.

O vindouro 31 de março, a asociaçom Al Amal e outras na defensa dos direitos dos imigrantes e o “Foro de Marroquíes de España” convocam umha manifestaçom em Guadalajara (ainda nom se especifica o lugar) de 14:30 a 17:30 horas baixo a lenda 'Pedimos justiça para Abdellah El Asli um jovem marroquino'.

Informaçom colada de madrid2noticias

1 comentario:

  1. No colmo da indignaçom agora o governo culpa a Abdellah de auto-lesonarse, o que nom explicam é porque silenciarom o caso durante 18 dias:

    El Gobierno asegura que Abdellah El Asli se autolesionó para no ser extraditado

    El subdelegado del Gobierno de Guadalajara, Juan Pablo Sánchez, ha asegurado que el súbdito marroquí, A.A., ha quedado tetrapléjico "tras autolesionarse en la Comisaría de Guadalajara para provocar su hospitalización y evitar así su extradición a Marruecos, pues se encontraba de forma irregular en España".

    En declaraciones a la agencia de noticias Europa Press, el subdelegado ha explicado, que el joven fue detenido por la policía el pasado 1 de marzo, tenía orden de detención desde mayo de 2011, tal y como los agentes pudieron comprobar en la Comisaría al ponerse en contacto con el Cetro de Internamiento de Extranjeros (CIES), que es el que se encarga de repatriar a todas estas personas a través de las plazas de avión de las que dispongan.

    "Ese mismo día, después de conocer su situación legal, se procedió a trasladar al detenido al calabozo y en ese momento echó a correr impactando contra la pared para provocar su hospitalización y evitar así su extradición a Marruecos", ha indicado el representante del Gobierno central en Guadalajara.

    Así las cosas, Sánchez ha indicado que tras esta autolesión los agentes de la comisaría avisaron al Servicio de Emergencias 112 y una ambulancia lo trasladó hasta al Hospital General Universitario, "donde se confirmó la gravedad de sus lesiones".

    Juan Pablo Sánchez ha querido dejar claro que la Policía hizo el correspondiente atestado de todos los hechos ocurridos que se pusieron en conocimiento del Juzgado de Guardia. "De hecho el Juzgado de Instrucción nº 4 ha abierto diligencias porque los agentes siguiendo el protocolo comunicaron todos los hechos", ha precisado el subdelegado.

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