24 jun. 2011

J.C. Rico (C. P. Zuera): Pola rotura total com os agentes do assasinato ilustrado. Reflexions sobre o 15M e mais lá

Parece ser que no Estado espanhol, as pessoas que decidirom aderir-se a este projecto transiçonal no seu día, e a quem nem tam sequer se lhes “deu” essa oportunidade, fartas da degradaçom moral das castas político-económicas que nos regem, empezam a acordar do sonho democrático que lhes impugeram como o melhor dos males de governo possíveis e a dar síntomas dum “profundo malestar” contra os parássitos que fam das suas comandâncias estatais um antro dos seus crimens, exaçons, encarceramentos e assassinatos.

Cinco milhons de paradas (cifra oficial, nom serám oito?), as castes sociais mais desfavorecidas abocadas à miséria e arrojadas muitas dos seus membros às estructuras delinquênciais estatais; trampas para ratos onde arrojar a matéria prima que nutre os seus matadeiros carcerários, onde o encarceramento é negócio de estraperlistas desfarzados de demócratas de toda pelagem. O Governo Capitalista, com os seus governos democráticos, MATAM-NOS.

Como libertários deveriamos aunar forças a este movimento heterogéneo que jurdiu como consequência do antes exposto, sem esquecer dentro desta corrente a nossa perspectiva anti-estatal e a lógica consequente deste pensamento, que é nem mais nem menos que a destruiçom práctica em todos os seus niveis (ideológico, político, social, económico…) deste EDIFÍCIO CRIMINAL.

Se aspiramos a que esta energia se convirta numha nova etapa revolucionária, em contra da perene senrazom das castas dominantes, deveremos convencer às pessoas de que este processo, esta primeira etapa do processo, deve acabar com umha rotura total com os agentes do assassinato ilustrado, pois de feito, se assim vai ser polo tanto é preferível produzir essa ruptura com o maior consenso possível: mais vale dar que receber, quando o resultado vai ser o mesmo. Polo que há que luitar agora mesmo dentro do contexto que se está dando, é por tratar de situar o conflicto numha nova fase dentro o processo dentro das coordenadas de acçom, estar baseados numha confrontaçom “dura” contra os agentes do Crime de Estado. A iniciativa teremo-la nos. É tempo de ofender a quem ofendem-nos

As condiçons estám aí e há que aproveita-las olvidándo-nos do medo que muitas vezes atenaza-nos, impede-nos ver e actuar com claridade. À contra se esta energia acaba por disolver-se por falha de espíritu de combate e transformaçom teremos perdido umha nova oportunidade, umha resignaçom de escravos se instalará, muito mais agravada entre as pessoas e haverá sido umha imensa vitória do crime de estado sobre todos sem distinçons. É já a hora, os sinais estám aí. Podemos, e polo tanto Devemos

Lume ao Sistema.

Juan Carlos Rico Rodríguez.
Matadoiro Carcerário de Zuera.
Junho 2011

Colado e traduzido de http://culmine.noblogs.org

1 comentario:

  1. Botadelle un ollo a isto compañeirxs, redactado por individualidades anarquistas de Valencia.

    http://mislatacontrainfos.blogspot.com/2011/06/debat-segunda-carta-al-movimiento.html

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