1 ago. 2014

Mobilizaçons contra as touradas em Ponte Vedra

Após o êxito do movimento galego pola aboliçom das touradas na Corunha, a cidade de Ponte Vedra viverá, mais um ano, mobilizaçons para rejeitar um negócio baseado na tortura animal e que só se mantém em base a subsídios públicos e ao apoio político das forças espanholistas.

O coletivo Touradas Fora de Ponte Vedra apresentou numha conferência de imprensa que tivo lugar na manhá de hoje diante da praça de touros da cidade (a única permanente que resta na Galiza) a manifestaçom contra as touradas que decorrerá no sábado 9 de agosto, com saída da praça da Peregrina às 20h.

Dam continuidade assim às mobilizaçons que nos últimos anos já se figérom habituais na cidade do Leres em resposta à organizaçom das touradas por parte do empresário espanhol Eduardo Lozano, proprietário da praça de touros. A convocatória, assinalárom, conta já com perto de 50 apoios de associaçons em defesa dos animais e ecologistas, organizaçons políticas e juvenis, entidades culturais ou sindicatos.

Para além desta manifestaçom, de Touradas Fora de Ponte Vedra também anunciárom o seu apoio ao ato convocado por Igualdade Animal para a manhá do sábado 2 de agosto (11:30h), e que consistirá numha cadeia humana arredor da praça de touros.

A entidade abolicionista destacou o fracasso da empresa no seu intento de “rejuvenescer” a afeiçom taurina em Ponte Vedra, oferecendo um bono especial às “penhas” constituidas por menores de 16 anos para assistirem aos quatro dias de touradas por 50 euros. O resultado, tal e como recolheu a imprensa local nos últimos dias, foi o de nengum bono deste tipo vendido, para além de constatar-se umha nova queda na venda de abonos em geral.

Também voltárom a exigir à Deputaçom de Ponte Vedra que informe ao detalhe sobre as ajudas públicas às touradas. Neste sentido, respondérom às declaraçons do presidente desta instituiçom, Rafael Louçám (PP), quem afirmava há uns dias que as touradas som um “gosto” que “há que tolerar”, comparando este “gosto” baseado na tortura e morte gratuitas de um animal com o gosto polo futebol, um argumento que @s abolicionistas qualificárom de “absurdo”.

Nova tirada de Diario Liberdade

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