16 may. 2013

Os mandos da Guarda-Civil som um perigo, segundo a própria Guarda-Civil

Colamos, depois de traduzida, esta notícia recolhida em Izaro News:

Dim-no os próprios guarda-civis, agrupados na "Unión de Guardias Civiles (UniónGC)", que tem o 40 por cento de afiliaçom entre os agentes destinados em Bizkaia. Som eles quem numha rolda de imprensa pedirom que se realicem estúdios psicológicos dos mandos para valorar se estám em condiçons ou nom de ejercer o seu cárrego.

Segundo esta asociaçom, muitos dos mandos deveriam abandona-lo "Corpo" porque “nom estám regidos por parámetros democráticos e som um perigo para a cidadania”.

Na rolda de imprensa celebrada na sede de UGT Euskadi em Bilbo, o secretario geral da UniónGC, Manolo Mato, assegurou que a situaçom em Bizkaia é “lamentável”.

Ha um número importante de mandos com taras psicológicas moi importantes, tal vez arrastradas desde as épocas duras do terrorismo”, dijo.

“De portas para fora da Comandância, havia, até nom há muito, terrorismo de ETA, pero, de portas para dentro, estamos submetidos a um outro terrorismo, ao de muitos mandos que estám trasnoitados, nom se adecuarom ao Estado de Direito, que tenhem saudade de tempos passados e alguns deles ainda soltam lindeças como ‘Esto con Franco no pasaba’, engadiu.

O portavoz deste grupo da Guarda-Civil ve por tanto “urgente” que o Estado “depure a esta gente” para que abandone a Guarda-Civil porque “nom estám regidos por parámetros democráticos e som um perigo para a cidadania.

“Desde que ETA proclamou o seu alto ao lume, começarom a medrar as presons (…) já nom há tanto terrorista nem kale borroka que perseguir, e persegue-se aos guardas-civis”, sinalou.

Mato denunciou o “nível de enchufismo ilegal” que existe na Comandância de Bizkaia, que “se impulsa com prazas de livre designaçom, a dedo, muitas delas regidas pola obediência cega, o que é um risco num estado democrático, sobre tudo, quando temos todavia na Guarda-Civil gente trasnoitada que bota em falha obscuros passados.(...)

(...) Além, explicou que lhes transladaram umha ordem para que “nom se proceda à detençom de nengum cárrego político sem que esteja em conhecemento da Direçom da Guarda-Civil com umha semana de antelaçom”.

“Se amanhá há que deter a um membro do PP, umha semana antes de ser detido será conhecido polo poder político do Estado. Se há que deter a um político do PNV, umha semana antes o saberá o Governo de Madrid. Que cada quem pense o que quiger, pero isto parece-nos um atentado ao Estado de Direito e à independência das investigaçons”, rematou.

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