4 abr. 2013

Miriam Pérez ex-trabalhadora "regulada" da UGT Canarias hospitalizada tras fazer greve de sede depois de 23 dias em greve de fome

Recebemos na nossa caixa de correios dum dos nossos "siareiros", esta notícia da que até hoje nom tinhamos constância algumha (os falsimedios nom se ocupam nem preocupam do que amola aos grandes artífices desta falsa democracia, como som os sindicatos pactistas, entre eles claro está a UGT ). Assim que, depois dumha busca polos medios alternativos e mais o jornal Canarias Semanal, podemos oferecer-vos o que sabemos a estas horas nas que Miriam segue ingressada de "extrema gravidade" num hospital de Sta Cruz de Tenerife depois de que no mediodia deste martes, 2 de abril, decidira recrudescer o seu protesto e nom ingerir tampouco nengum líquido, razom pola qual a sua saúde agravou-se até o ponto de que às 14,00 horas do mércores 3 tivera que ser assistida por umha ambulância e horas depois fora ingressada no Hospital.

Miriam Pérez Mendoza, activista social e ecologista, levava 15 anos trabalhando no gavinete de advogados da UGT Canárias quando foi despedida tras um ERE salvagem montado por este sindicato, que acabou com o despido e patada no cu, dum grupo de 14 trabalhadoras, na sua maioria mulheres, entre ellas Miriam, quem decidiu fazer esta greve de fome acampando fronte a Casa Sindical de Sta. Cruz de Tenerife em protesto por um despido que cre injusto e discriminatório e para conseguir umha juntança com os mandatários deste presunto sindicato de classe, mas até agora o único que deu acadado por esta banda foi umha carta entregada por um advogado na que a "Comissom Ejecutiva Regional" desta organizaçom mafiosa defende a legitimidade do ERE extintivo e assegura nom poder responder à sua petiçom. "Na carta -conta Miriam a Canarias Semanal- dim que nom se fam responsáveis da minha greve de fame, que é umha decisom persoal. Claro que é umha decisom persoal, porque nom quero acabar como tantos outros companheiros que tras ser despedidos atopam-se agora em exclusom social. Estou a defender o meu direito ao emprego, que é algo fundamental para ter umha vida digna"."Dim-me também que deixe a greve e que estám preocupados pola minha saude. Pero nom o demostram, porque aqui vinherom a burlar-se de mim dirigentes do sindicato e tratarom-me como se fosse lijo ao que houvera que retirar".

No passado mércores 27 de março, activistas solidárias com Miriam, encirravam-se num dos locais da Casa Sindical e na manhã deste luns dia 1, o grupo acordava intensificar o seu protesto impedindo o acesso a esta sede a todos os empregados de todos os sindicatos com o objevtivo de forçar umha negociaçom, ao que UGT respostou chamando à polícia para desalojar o protesto solidário. A este respeito Miriam foi contundente ao valorar a actuaçom do sindicato: "A UGT comportou-se como a pior empresa capitalista, instando à repressom policial contra umha acçom pacífica, que é o pior que se pode fazer".

Pido-lhes aos dirigentes da UGT que amosem as suas nóminas. que contem quais som as suas prebendas

Em relaçom ao ERE polo que foi despedida, Miriam aclarou que nunca "teria dito que se fosse efectuar aplicando a última reforma laboral imposta polo Ejecutivo de Mariano Rajoy". "Pero sim o figerom, aproveitándo-se dumha reforma antérior que eles mesmos criticaram. É dizer, que actuam na casa contradezindo o que predicam fora". "Além este foi um ERE no que nom se negociou nada e que tivo nomes e apelidos. Há ex-dirigentes do sindicato contratados, como o ex-secretário de organizaçom de UGT-Canarias Miguel Ángel Barrios Miralles, a quem nom se lhes aplica nengum ERE, nem reduçons salariais".

E pergunta-se (um tanto ingénua ao entender de quem isto abaixo assina): "Porque tenhem que ser sempre os trabalhadores quem paguem pola mala gestom de outros?" e engade: "Pido-lhes aos dirigentes da UGT que amosem as suas nóminas. que contem quais som as suas prebendas e os seus lujos, o que cobram da UGT".

Perguntada ao respeito da ausência de apoios por parte dos seus ex-companheiros Miriam monstrase moi comprensiva com uns e moi crítica com outros: "Os trabalhadores da UGT tenhem medo, porque há acosso moral e temem perder também os seus postos de trabalho". "Nom é que compartilhe a sua atitude, pero comprendo-lhes e nom os julgo, ainda que sim o fago com os delegados sindicais, dado que eles seriam os últimos em sair no caso de que houvera novos despidos, forom votados por nos para defender-nos e nom o figerom"; "em quanto aos dirigentes da UGT como aos de CC.OO. está claro que a eles nom lhes convem a movilizaçom da classe operária".

Por último Miriam declara a sua intençom de "continuar até o final, se passe o que se passe, se abandono, como me estám a pedir familiares e amizades, tudo o meu esforço e sacrifício nom terá servido de nada".

Como colofom da notícia quero copiar e colar um extracto das palavras que, um seu amigo, Francisco González Tejera, publicou no blogue "Viajando en la Tormenta" com o contundente cabeçalho "UGT permite a morte por fame da activista Miriam Pérez Mendoza" e no que conta as impressons de Susana, a filha de Miriam, em 16 de março, quando levava apenas 5 dias de greve:

(...)"Contava-nos Susana com muita preocupaçom polo estado da sua mae, as rissotadas e burlas istos dias de vários dirigentes da cúpula deste sindicato vertical e lambecus do régime. A moça nom entende que tipos que supostamente venhem curtidos em mil batalhas laborais caiam tam baixo, que se burlem, que se riam da sua mamá nuns momentos tam graves, que ridiculicem desde as suas merdentas poltronas a esta mulher heróica, quem levou a sua luita a umha das decisons mais perigosas que pode tomar um ser humano: deixar de comer, fazendo perigar a sua vida com umha dignidade que estremece a todas as pessoas que luitamos por um mundo melhor.

As obscuras personagens da direçom deste sindicato nom poderám entender jamais que haxa pessoas como Miriam. Mulheres e homes que nom tenham nada que perder, que arrisquem tudo, até a sua vida, por recuperar o que lhe roubarom, os seus direitos pisoteados, o seu trabalho, a comida da sua família. Nunca o entenderám porque vivem nas suas burbulhas como funcionários do régime. Os perfeitos apaga-lumes da movilizaçom social, do estoupido popular necessário para barrer dumha vez por todas a tantos mafiosos governantes, banqueiros e outras lacras, culpáveis de que o nosso povo viva na misséria, dos mais de 6 milhons de desempregos, dos 16 suicídios diários por razons económicas, das mais de 3 milhons de crianças baixo do umbral de pobreza só na Espanha, de infinidade de famílias, cada dia mais, sem nengum tipo de ingressos, que contemplam como estes sindicalistas encabeçados por Méndez e Toxo, assistem aos coqueteis reais do decrepito Borbom, às apresentaçons de vergonhentos Plans de Emprego Juvenil, botando umha mão a um governo afundido, sem credibilidade e desprestigiado em todo o mundo polos seus constantes escándalos de corrupçom.(...)

(...)Que se saiba que UGT Canárias está conduzindo à morte a esta mulher luitadora, que o seu Secretário Geral nas ilhas, Gustavo Santana, nom da-la cara e oculta a sua cabeça como os avestruces baixo o esterco putrefacto do sistema.

Adiante Miriam! o teu ejemplo de dignidade e coragem deve marcar-nos o caminho da luita até o final, até a Vítoria, para tumbar este fétido governo e desenmascarar a todos quantos o sustenhem desde o amarilhismo e as políticas sindicais cortesanas, que só buscam subvençons milhonárias e o mantemento dum vergonhento e misserável nível de vida"
(...).

Notícia redactada por eDu extraida de:
Canarias Semanal
RojoyNegroInfo
ViajandoenlaTormenta
SanBorondón

4 comentarios:

  1. El próximo Jueves 25 de Abril os invitamos a convocar concentraciones en todas las sedes de CCOO y UGT por traición continuada a la clase proletaria. Exigimos la inmediata dimisión de sus cúpulas dirigentes o en su defecto, la expulsión.

    #ccooyugt
    http://ccooyugt.wordpress.com/

    SOLICITAMOS:

    *La Inmediata dimisión de las cúpulas dirigentes de CCOO y UGT por traición continuada a la clase trabajadora.
    *Depuración de responsabilidades por los años de inmovilismo pactista y traiciones continuadas (Pacto Social, Pensiones, ERE´S, Bajada de derechos a la clase trabajadora, etc.)

    A su vez hacemos un llamamiento a la militancia de CCOO y UGT para que se unan a nosotros/as, a los trabajadores y trabajadoras que han dicho BASTA! Basta de que los poderosos, nos utilicen como mercancía. ¡NO VAMOS A PERMITIR QUE SIGAN JUGANDO CON NUESTRAS VIDAS!

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  2. Fai pouco, UGT consentía a morte dunha despedida do sindicato que fixo folga de fame para ser readmitida. Non é que me encanten as loitas polos curros pero...
    http://canarias-semanal.org/not/7645/ugt_permite_la_muerte_por_hambre_de_la_activista_miriam_perez_mendoza/

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    1. A ver, nom liemos. A notícia a que fas referência é a mesma que colamos. O cabeçalho "UGT permite a morte..." é, por dezi-lo dalgum jeito "futurível", mas Miriam, de momento segue em greve de fome depois de se passar polo hospital e deixar a greve de sede.
      Esta é a situaçom segundo publica a revista digital San Borondón: http://www.sanborondon.info/content/view/52111/1/

      Míriam Pérez Mendoza dijo que no Hospital pugerom-lhe um soro de sódio, potásio e minerais polo risco de paro cardíaco, pero nom permitiu nada mais porque incluso ingressada proseguiu com a greve de fame e de líquidos até ontem de manhã quando o médico advertiu-lhe que o seu estado de saude é moi grave, razom pola que decidiu começar a tomar líquidos.

      Explicou que como digera desde o primeiro dia esta é umha luita até as últimas consequências quanto menos até que veja que os dirigentes do sindicato acedam a negociar umha saida a este problema com o seu advogado.

      Na ligaçom há um aúdio muito interesante das declaraçons de Miriam tras deixar o hospital.

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  3. https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=nI3F-CjTtmU#!

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